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Brothers ultrapassam 24h de resistência: veja destaques do 3º dia de BBB 26


O terceiro dia do Big Brother Brasil 26 foi marcado por atualizações relevantes dentro e fora do jogo.

A edição exibida nesta quarta-feira (14) trouxe informações sobre o estado de saúde de Henri Castelli, além de acompanhar os principais desdobramentos da primeira Prova do Líder da temporada.

 

Confira os destaques do 3º dia:

Mais de 24 horas de resistência

Os brothers confinados no BBB 26 ainda seguem na disputa da primeira Prova do Líder deste edição do reality. A competição de resistência já ultrapassou 24 horas e segue com os veteranos Jonas e Alberto Cowboy ainda firmes na competição pela liderança.

A primeira rodada, ainda durante o programa ao vivo, teve caráter eliminatório e pegou os brothers e sisters de surpresa. Brigido venceu a etapa e escolheu eliminar a veterana e ex-BBB Ana Paula Renault, que se tornou a primeira eliminada da Prova do Líder do BBB 26.

Após vencer a primeira rodada, Brigido foi o segundo eliminado. O terceiro a deixar a prova foi Juliano Floss. Pedro, Solange Couto, Samira, Paulo Augusto, Aline Campos, Milena, Sol Vega, Marcelo, Maxiane, Jordana, Henri Castelli (que teve convulsões durante a prova), Babu Santana, Breno e Sarah Andrade também desistiram da disputa.

Edilson Capetinha foi o último a deixar a prova, que agora se tornou um duelo direto entre os Veteranos.

Entenda aqui como funciona a dinâmica da prova.

Sol e Milena discutem durante prova

Sol Vega e Milena Moreira bateram boca durante a primeira Prova do Líder do BBB 26. O clima esquentou durante o teste de resistência, na madrugada desta quarta-feira (14).

Os emojis recebidos no Queridômetro foram o estopim – a veterana deu o de planta para a recreadora. “Você não cala a boca. Você não para de falar”, reclamou Sol. “Eu calo a minha boca se quiser. A boca é minha”, retrucou a ex-Casa de Vidro. “Cresce, menina. Só quer se aparecer. Cresce e aparece, querida. Só gosta de falar. Queria briga, então”, conclui a ex-BBB 4.

Veja mais sobre a discussão entre as sisters.

Após troca de farpas entre as sisters, Milena Moreira ficou inconsolável ao deixar a primeira Prova do Líder do BBB 26 e foi consolada por Juliano Floss. A recreadora infantil não se conformava de ter saído da disputa antes de Sol Vega. A ex-Casa de Vidro caiu no choro e desabafou com o colega de confinamento.

Henri Castelli convulsiona duas vezes

O programa desta quarta-feira (14) já começou com informações sobre Henri Castelli, que deixou o BBB 26 após ter duas convulsões. Tadeu Schmidt informou sobre o quadro de saúde do ator – que está bem – mas que, por recomendações médicas, não continuará no BBB 26.

Ele passou mal após 10 horas de resistência e recebeu atendimento médico em um hospital. O ator recebeu atendimento médico e voltou ao reality. No entanto, sofreu outra convulsão no início da tarde, resultando em sua saída do game. O ator integrava o grupo Camarote.

O apresentador ainda entrou ao vivo para comunicar oficialmente a casa sobre o estado de saúde de Henri Castelli e aproveitou para mandar um recado do ator para os brothers e sisters.

Quarto Branco

Foram confinados no Quarto Branco, às cerca de 22h da noite de segunda-feira (12), os nove participantes que estiveram nas Casas de Vidro e não foram selecionados para entrarem na casa.

O primeiro, e até então o único, participante que deixou a disputa por mais uma vaga no BBB 26 foi Ricardinho, da região Norte, que aguentou apenas 12 horas dentro da dinâmica.

O paraense saiu após criar polêmicas com outros participantes, não os deixando dormir, abrindo e desperdiçando todas as latas de água disponíveis e fazendo piadas que incomodavam os outros.

A dinâmica já ultrapassou 51 horas e os demais oito participantes permanecem na disputa pelas duas vagas na casa do BBB 26. Veja quem.

Fonte das informações: CNNBRASIL

BBB 26: saiba quando vai tocar o primeiro Big Fone da temporada


O Big Fone já tem data para tocar pela primeira vez no Big Brother Brasil 26: na quinta-feira (15), durante o programa ao vivo. O anúncio foi feito pelo apresentador Tadeu Schmidt durante a edição ao vivo desta terça-feira (13), ao explicar os detalhes da dinâmica da semana.

Quem atender a ligação, conquista imunidade e deverá indicar alguém direto para o Paredão. Segundo o apresentador, ainda na mesma noite, a pessoa emparedada terá direito a um contragolpe, escolhendo mais um participante para a berlinda.

Vale lembrar que, nesta edição, três telefones estão instalados pela casa do BBB: o prateado, que fica perto da academia; o azul, que fica perto da piscina; e o dourado, que fica perto da sala.

Desta vez, caberá ao público decidir qual dos três telefones disponíveis será acionado, por meio da votação oficial no site do Gshow.

Veja como será a dinâmica da 1ª semana

O apresentador Tadeu Schmidt revelou, nesta terça-feira (13), como será a dinâmica da primeira semana do Big Brother Brasil 26. A estreia do reality já começa intensa, com Prova do Líder de resistência, estreia do Big Fone e a formação do primeiro Paredão triplo da temporada.

A formação completa do primeiro Paredão do BBB 26 acontece no domingo (18). Na dinâmica, o Líder indicará um participante à berlinda, que se juntará aos dois indicados pelo Big Fone e ao mais votado pela casa.

Por fim, a Prova Bate e Volta será disputada por três emparedados, com exceção do indicado pelo Líder. Quem vencer se livra da disputa, e o público conhecerá oficialmente o primeiro Paredão triplo da temporada.

+Confira aqui a dinâmica completa da 1ª semana do BBB 26

Confira a dinâmica da 1ª semana do BBB 26 • Reprodução/Globo
Confira a dinâmica da 1ª semana do BBB 26 • Reprodução/Globo

Confira a dinâmica da 1ª semana do BBB 26 • Reprodução/Globo
Confira a dinâmica da 1ª semana do BBB 26 • Reprodução/Globo

 

Fonte das informações: CNNBRASIL

Franklin Templeton adapta fundos ao regime de stablecoins dos EUA


A Franklin Templeton alterou dois fundos do mercado monetário institucional (MMFs) da Western Asset para se conectar diretamente ao regime emergente de stablecoins nos EUA e à infraestrutura de dinheiro tokenizado, em vez de lançar novos produtos nativos de criptomoedas.

De acordo com um comunicado compartilhado com o Cointelegraph, a Franklin Templeton está adaptando os dois tradicionais fundos institucionais da Western Asset para que possam ser usados de forma mais direta em estruturas de reserva de stablecoins alinhadas à Lei GENIUS e em canais de distribuição viabilizados por blockchain, sem alterar seu status como MMFs 2a-7 registrados na Comissão de Valores Mobiliários.

As mudanças foram projetadas para permitir que os fundos atuem como colateral regulamentado e lastreado pelo governo para stablecoins de pagamento e outros usos de dinheiro tokenizado, sem modificar seu status regulatório principal.

Franklin Templeton ajusta fundos do mercado monetário. Fonte: Franklin Templeton

Adaptando os MMFs para reservas de stablecoins prontas para a GENIUS

O Western Asset Institutional Treasury Obligations Fund (LUIXX), da Franklin Templeton, investe exclusivamente em obrigações de curto prazo do governo dos EUA e foi estruturado para ser compatível com os requisitos de reserva da Lei GENIUS, posicionando-se como uma infraestrutura pronta para uso em tesourarias de stablecoins de pagamento e emissores no modelo de bancos que precisam de colateral registrado na SEC e composto apenas por ativos governamentais.

Já o Western Asset Institutional Treasury Reserves Fund (DIGXX), por sua vez, adicionou uma classe de cotas “Digital Institutional” com suporte de blockchain sobre sua estrutura 2a-7 existente, com o objetivo de torná-lo utilizável como colateral 24/7 e on-chain, além de gestão de caixa para plataformas de tokenização, custodiantes e corretoras que desejam trilhos digitais sem migrar para um veículo não registrado.

Como a Franklin Templeton vê a aposta em stablecoins

Roger Bayston, chefe de ativos digitais da Franklin Templeton, disse ao Cointelegraph que a empresa espera que as reservas de stablecoins sejam geridas “tanto em forma tokenizada quanto de forma mais tradicional”, e vê espaço tanto para mandatos exclusivos quanto para mandatos com múltiplos gestores, à medida que mais instituições financeiras lançam seus próprios tokens.

Ele afirmou que vários “produtos importantes no mercado de stablecoins” são “lastreados por emissões tradicionais de curto prazo e alta qualidade por meio de estruturas de produto que não são nativamente digitais”, incluindo a stablecoin FRNT, lançada recentemente no estado de Wyoming, e que a empresa vê oportunidades de ajudar parceiros desse tipo por meio de sua expertise em gestão de investimentos.

O papel da Franklin Templeton, segundo ele, é gerenciar reservas “no modelo de produto que [os clientes] preferirem”, seja por meio de portfólios sob medida ou de fundos mútuos abertos.

Por que adaptar em vez de lançar novos fundos?

Bayston classificou as alterações como incrementais, e não experimentais, observando que o fundo institucional de títulos do Tesouro da Western Asset só precisou de “ajustes relativamente pequenos” para se encaixar na estrutura da GENIUS e complementar os produtos on-chain que a Franklin Templeton já oferece.

Na visão dele, muitos clientes grandes ainda querem estruturas familiares e registradas na SEC sob a regra 2a-7 conforme se conectam a sistemas de distribuição e colateral on-chain, então a empresa está expandindo uma camada digital por uma “suíte” mais ampla de liquidez, em vez de forçar a migração para novos veículos.

Em vez de vincular a nova classe digital a uma única plataforma de colateral ou tokenização, a Franklin Templeton planeja oferecer acesso por meio de vários “parceiros confiáveis”, conforme bancos, corretoras e outros intermediários lançam suas próprias interfaces habilitadas por blockchain.

Outras gestoras adotando estratégias semelhantes

A Franklin Templeton não está sozinha ao reposicionar fundos do mercado monetário para reservas de stablecoins sob a Lei GENIUS.

A BlackRock anunciou planos para modificar um fundo do mercado monetário de títulos do Tesouro em outubro de 2025, com o objetivo de servir como um ativo de reserva autorizado para emissores de stablecoins nos EUA, restringindo seu mandato de investimento a títulos do Tesouro de curto prazo e operações compromissadas overnight (financiamento de curto prazo com garantia), para se alinhar ao novo arcabouço federal.

A BlackRock já estava gerenciando um MMF governamental sob medida para as reservas de USDC da Circle, à medida que grandes gestoras de ativos passam a enxergar fundos de caixa regulamentados como trilhos de retaguarda para dólares tokenizados, e não apenas como produtos de caixa para o varejo.