Página do Nextpad++ (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
desenvolvedor Andrey Letov lançou fork do Notepad++ para Mac, mas foi obrigado a mudar o nome para Nextpad++ devido a questões de propriedade intelectual;
Notepad++ é um editor de código para Windows popular, leve e gratuito, compatível com várias linguagens, com código-fonte aberto e criado por Don Ho;
por solicitação de Ho, Andrey Letov renomeou sua ferramenta para Nextpad++ e removeu menções diretas ao autor original, que não autorizou o uso de sua marca no novo projeto.
Uma recente confusão no universo do código aberto acaba de chegar ao fim. Pelo menos é o que parece: o fork do Notepad++ que foi lançado para Mac teve seu nome alterado para Nextpad++ e, portanto, não viola mais a propriedade intelectual do autor do projeto original. O logotipo da ferramenta também foi mudado.
O Notepad++ é um popular editor de código para Windows. A ferramenta é conhecida por ser leve, gratuita, compatível com várias linguagens e ter um número razoável de funcionalidades. O editor também tem código-fonte aberto.
Eis que um desenvolvedor de nome Andrey Letov lançou o Notepad++ para Mac com base no projeto original, mantido por Don Ho. É aqui que os problemas começaram: Letov deu a entender que Ho tinha participado diretamente do projeto, mas isso não ocorreu.
Para piorar, Letov usou o nome e o símbolo do Notepad++ em seu projeto, mas sem pedir autorização a Ho. Isso também causou a impressão de que a versão para Mac era uma variação oficial do Notepad++, quando, novamente, não era.
Alertado do problema via GitHub, Don Ho contatou Andrey Letov para pedir que o nome e o logotipo de seu projeto fossem alterados. Na mensagem, Ho deixou claro que não é contra a criação de projetos derivados (forks) do Notepad++, até porque a licença da ferramenta dá abertura para isso.
Porém, o nome e o símbolo do Notepad++ são protegidos, portanto, não podem ser usados em projetos derivados sem a devida autorização do proprietário. Letov até tentou convencer Ho a apoiar a iniciativa, mas este último recusou dizendo: “não posso me responsabilizar pela manutenção a longo prazo de uma versão adaptada ou de um fork que não controlo”.
Notepad++ (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Aplicativo agora se chama “Nextpad++ for Mac”
Cumprindo a promessa feita a Ho, Letov alterou o nome do projeto. A sua ferramenta agora se chama Nextpad++ for Mac, tem um logotipo novo (ainda que o símbolo continue sendo representado por um camaleão, como no projeto original) e não há mais nada sugerindo que Don Ho está por trás da iniciativa.
Mas isso não quer dizer que as decisões de Letov não levantem mais desconfianças. John Gruber, que é conhecido, entre outros projetos, por ser o principal nome por trás do Markdown, tem fortes suspeitas de que o Nextpad++ foi criado com IA de modo desmedido, fazendo o aplicativo ter algumas inconsistências:
O Nextpad++ parece e funciona como algo que não deveria existir. As capturas de tela promocionais no próprio site do aplicativo mostram 50 botões de barra de ferramentas incompreensíveis. Ele fecha as abas do documento ao clicar e soltar o botão do mouse, não ao soltar.
(…) Nenhum ser humano portaria um aplicativo complexo do Windows como o Notepad++ para o Mac dessa forma.
John Gruber
A despeito das desconfianças com relação às intenções de Letov, este ainda parece ser um final feliz.
Uso de IA nas empresas pode dar prejuízo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Funcionários da Amazon estão fazendo “tokenmaxxing” para atingir metas de uso de IA.
A Amazon implementou uma ferramenta chamada MeshClaw para automatizar tarefas com IA e estabeleceu metas semanais de uso de IA para mais de 80% dos desenvolvedores.
A empresa teria afirmad que as estatísticas não seriam usadas em avaliações, mas os trabalhadores continuam sob pressão para usar as ferramentas.
Funcionários da Amazon estão automatizando tarefas não essenciais de seu trabalho para elevar os indicadores de uso de inteligência artificial e cumprir as metas semanais de adoção da tecnologia. A técnica de gastar tokens de IA desnecessariamente ganhou até apelido: “tokenmaxxing”.
As informações são do Financial Times, que falou com três pessoas familiarizadas com o assunto. De acordo com a publicação, a Amazon implementou uma ferramenta chamada MeshClaw, que permite criar agentes de IA e conectá-los aos softwares da companhia. Assim, eles poderiam executar tarefas de maneira automática.
Não foi só isso: a companhia também colocou metas semanais de uso de IA para mais de 80% dos seus desenvolvedores, acompanhando o uso de tokens de cada um deles.
“Tokenmaxxing” para impressionar o chefe
Amazon teria implementado metas de uso de IA para 80% dos desenvolvedores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Segundo a reportagem, a Amazon divulgava as estatísticas de uso de IA pelos times para todos os funcionários, mas passou a limitar as informações apenas para os próprios funcionários e para os chefes.
Os líderes estariam sendo desencorajados a usar o uso de tokens como métrica de desempenho. A empresa também teria dito aos empregados que as estatísticas não seriam usadas em avaliações. Os trabalhadores, porém, não parecem ter confiado muito.
“Quando eles monitoram o uso, criam incentivos distorcidos, e algumas pessoas são muito competitivas”, disse um dos funcionários ouvidos pelo Financial Times em condição de anonimato.
“Há muita pressão para usar essas ferramentas. Algumas pessoas estão usando o MeshClaw apenas para maximizar a contagem de tokens”, afirmou outro trabalhador.
Procurada pelo Financial Times, a Amazon afirmou que a ferramenta permite automatizar tarefas diárias repetitivas e é um exemplo de empoderamento de equipes através da adoção de IA.
Adoção de IA vira dor de cabeça
Como nota a publicação, empresas do Vale do Silício estão cobrando que seus empregados usem IA como forma de justificar os investimentos em infraestrutura e mostrar métricas de adoção das ferramentas.
Jensen Huang, CEO da Nvidia, declarou recentemente que ficaria alarmado se um engenheiro que ganha US$ 500 mil por ano não estivesse gastando US$ 250 mil por ano em tokens. Ele não é a pessoa mais isenta para falar disso, já que, quanto maior a demanda por IA, mais a Nvidia vende GPUs.
Isso, porém, pode representar custos altos sem retorno — e algumas companhias já perceberam que só cobrar o uso de IA não resolve. A Zapier, por exemplo, monitora o gasto de tokens para encontrar padrões e discrepâncias: quem usa muito pode estar recorrendo à IA de forma ineficiente ou ter descoberto novas formas de fazer seu trabalho.
Técnico da Vivo cancelou todos os serviços de consumidora (ilustração: Vitor Pádua / Tecnoblog)
Um caso envolvendo um técnico terceirizado da Vivo vem dando o que falar na internet. Agora à noite, a operadora emitiu uma nota repudiando a conduta diante de uma consumidora de São Paulo.
Em resumo, a arquiteta e apresentadora de TV Stephanie Ribeiro contou no Instagram que recebeu um técnico em sua casa para a instalação de serviços de telecomunicações. Em dado momento, o trabalhador ofereceu um repetidor de sinal. Na hora de pagar, Stephanie notou que o Pix cairia numa conta de pessoa física.
Funcionário deu chave Pix pessoal para pagamento de repetidor da Vivo (imagem: reprodução)
Era maracutaia. Quando entrou em contato com o gerente da loja da Vivo, foi orientada a não pagar nada. A partir daí, começaram as ameaças do técnico na residência dela.
Após a saída dele, a arquiteta notou que todos os serviços de telefonia foram cancelados. Ela acredita que se tornou alvo de alguma represália após identificar e relatar o golpe. Um dos emails da Vivo tentavam marcar a devolução dos equipamentos, normalmente cedidos durante a vigência do contrato.
Golpista teve acesso e usou dados de consumidora para cancelar serviços; Vivo diz que já os religou (imagem: reprodução)
A Vivo declarou, em nota enviada ao Tecnoblog, que os serviços da consumidora foram reativados e que iniciou uma “apuração rigorosa junto à empresa parceira responsável pelo técnico envolvido, que está adotando todas as medidas cabíveis”.
A empresa disse ainda que entrou em contato com Stephanie e lamentou o ocorrido.
Apesar da resposta rápida da prestadora neste caso, é importante ter em mente que o relato incendiou as redes sociais e outros clientes da Vivo disseram ter passado pela mesma situação. Ao menos um desses clientes disse que buscou a empresa, mas que a queixa não recebeu a devida atenção.
O Galaxy Tab S10 Lite está 39% mais barato na Amazon em relação ao seu preço de lançamento de R$ 3.199. O tablet intermediário voltado para tarefas de estudos e de trabalho sai por R$ 1.952 no Pix com a combinação dos cupons HOJETEM e o de 5% OFF disponível para resgate na vitrine.
Galaxy Tab S10 Lite tem tela de 90 Hz e caneta S Pen inclusa
Galaxy Tab S10 Lite entrega resolução WUXGA+ (2.112 x 1.320 pixels) (imagem: Divulgação/Samsung)
O Galaxy Tab S10 Lite é um tablet com uma proposta mais acessível a todos os outros da linha S10 da Samsung. Além de apresentar ficha técnica equilibrada para tarefas básicas a medianas, o kit inclui capa protetora que também funciona para apoiá-lo sobre uma superfície e a S Pen, útil para anotações e desenhos.
O dispositivo apresenta um display LCD de 10,9 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz. A combinação proporciona um ótimo espaço para navegação e visualização de conteúdos, além de entregar fluidez gráfica para o consumo de filmes, leituras e jogos leves.
O tablet da Samsung utiliza um processador fabricado pela própria empresa, o Exynos 1380 (5 nm), acompanhado por 8 GB de memória RAM. A configuração de hardware possibilita desempenho para downloads de arquivos, navegação em apps de streaming e até algumas tarefas apoiadas em IA.
Galaxy Tab S10 Lite conta com recursos inteligentes do Galaxy AI (imagem: Divulgação/Samsung)
O Tab S10 Lite sai da caixa com o Android 15 baseado na One UI 7 e dessa forma tem acesso de forma nativa as ferramentas do Galaxy AI. O usuário vai poder em meio as funcionalidades, apagar objetos indesejados nas imagens, circular itens para obter resultados e receber auxílio em escritas.
O gadget vem equipado por uma bateria de 8.000 mAh que sustenta até 16 horas de reprodução de vídeos, segundo a fabricante. Além disso, apresenta suporte a carregamento com fio de 25 W. Por fim, dispõe de uma câmera frontal de 5 MP e outra traseira de 8 MP, que atendem a necessidades básicas.
O notebook Acer Aspire A16 está saindo por apenas R$ 3.999 em até 10x sem juros aplicando o cupom de R$ 100 OFF na página no Mercado Livre. A oferta representa um desconto de 39% sobre o preço original de R$ 6.599. Essa é uma boa oportunidade para comprar o presente desse Dia das Mães, que chega até sábado nas principais capitais, segundo a loja.
E o notebook da Acer entrega uma boa ficha técnica para tarefas rotineiras, incluindo processador Intel Core Ultra 5, SSD de 512 GB e uma RAM de 16 GB.
Acer Aspire 16 é notebook moderno e potente para o dia a dia
Notebook Acer Aspire 16 (imagem: Divulgação)
Em relação ao desempenho, o notebook em oferta conta com chip Intel Core Ultra 5 115U, que oferece dois núcleos de desempenho, quatro de eficiência e dois de baixo consumo, mais NPU dedicada para tarefas de IA. Apesar de não rodar tão bem softwares pesados ou jogos, o conjunto deve entregar uma boa potência para o uso comum.
Além disso, o processador é acompanhado por uma RAM de 16 GB do tipo LPDDR5, que auxilia na fluidez em multitarefa. Sobre o armazenamento, o Acer Aspire 16 vem com SSD de 512 GB, e é compatível com expansão de até 1 TB com barramento PCIe 4.0 x4 NVMe.
Já a bateria, segundo a Acer, deve chegar até 8 horas de autonomia graças aos 4.500 mAh de capacidade do notebook. O carregamento é feito via cabo Tipo-C de 65 W. E o dispositivo pode ser facilmente carregado para qualquer lugar em uma mochila ou pasta de trabalho, já que pesa apenas 1,69 Kg.
Notebook Acer Aspire 16 (imagem: Divulgação)
Sobre o sistema operacional, o Acer Aspire 16 vem com Windows 11 e com o Copilot, sendo compatível com as funcionalidades de inteligência artificial do assistente. Na conectividade, o notebook Acer ainda oferece suporte para Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.1.
A tela grande de 16 polegadas garante boa visualização de conteúdos, com resolução 1.920 x 1.200 pixels e tecnologia antirreflexo. E por fim, o teclado segue o padrão ABNT2, que inclui teclas como o “ç” para usuários brasileiros, e também oferece teclado numérico dedicado.
O Galaxy Z Flip 7 de 512 GB está saindo por apenas R$ 5.399,10 no Pix com o cupom de 10% OFF que aparece na página no Mercado Livre. Se comprado hoje, o celular dobrável da Samsung chega entre amanhã (5) e quarta-feira (6) nas principais capitais segundo a varejista, e está com desconto de 41% em relação ao preço original de R$ 9.199.
O smartphone Samsung com tela dobrável de 6,9 polegadas e alto desempenho pode ser uma boa opção de presente para o Dia das Mães desse ano.
Galaxy Z Flip 7 é celular dobrável de alto desempenho da Samsung
Desenhado com formato de celular dobrável do tipo “flip”, o Galaxy Z Flip 7 se destaca tanto pela portabilidade — quando dobrado, fica bem pequeno para ser carregado — quanto pela versatilidade. Enquanto o interior do smartphone entrega uma tela grande para o consumo de conteúdo, seu exterior acessa funções rápidas e notificações.
Em relação às telas, o celular da Samsung conta com um display interno de 6,9 polegadas, com tecnologia AMOLED Dinâmica, taxa de atualização de 120 Hz e brilho forte. Na parte externa, há uma tela menor de 4,1 polegadas que usa Super AMOLED mas é tão fluida e brilhante (até 2.600 nits) quanto o display dobrável do interior.
Já para o desempenho, a ficha técnica traz um processador Exynos 2500 de 3 nanômetros e 10 núcleos da Samsung, apoiado por uma RAM de 12 GB para garantir a agilidade na multitarefa e troca entre aplicativos. Enquanto isso, o sistema operacional promete se manter atualizado pelas próximas sete versões do Android.
Samsung Galaxy Z Flip 7 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Na bateria, o Z Flip 7 conta com 4.300 mAh de capacidade, não deixando muito a desejar em comparação com outros celulares fora da categoria dobrável. Segundo a Samsung, o componente deve entregar até 31 horas de autonomia para reprodução de vídeos, e é compatível com carregamento rápido de 25 W com fio.
Já as câmeras incluem dois sensores na parte externa do celular, um com 50 MP e outro de 12 MP, ambos dedicados à captura ampla de imagens e com filmagem 4K até 60 fps. Na frontal, há uma lente de 10 MP que também filma em 4K e suporta a tecnologia HDR de aprimoramento.
Lembrando que o Galaxy Z Flip 7 de 512 GB está saindo por R$ 5.399,10 no Pix com o cupom de 10% OFF que aparece no Mercado Livre. Mas para chegar até o Dia das Mães, o celular precisa ser comprado logo.
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O Lenovo Idea Tab está saindo por R$ 1.673 no Pix em promoção no Mercado Livre. O valor representa um desconto de 33% em relação ao valor de lançamento de R$ 2.499. O tablet de edição limitada da Copa do Mundo 2026 inclui capa e papéis de parede personalizados com as cores do torneio.
Lenovo Idea Tab é um tablet que promete bom custo-benefício
Lenovo Idea Tab inclui na caixa uma caneta que precisa de pilha AAAA (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
O tablet possui tela WVA de 11″ com resolução 2.5K que entrega alta qualidade de imagem para consumo de conteúdo e boa saturação de cores, como comprovado nos nossos testes. A taxa de atualização de 90 Hz assegura fluidez gráfica satisfatória. Todavia, o brilho máximo de apenas 500 nits vai oferecer dificuldades de visualização sob a luz solar.
A bateria de 7.040 mAh é outro ponto forte, ao entregar pelo menos 8 horas de autonomia com uso contínuo de streaming. O usuário vai obter um bom período tanto para tarefas de produtividade com o auxílio de apps como YouTube e para lazer com o Spotify. Na caixa, há um o adaptador para carregamento de 20 W.
O Lenovo Idea Tab composto pelo SoC MediaTek Dimensity 6300 aliado a 8 GB de RAM, fornece boa performance para executar atividades cotidianas de lazer e trabalho. Até vai bem com o uso de inteligência artificial já que conta com recursos como o Circle to Search; mas não crie expectativas para rodar jogos.
Em termos de design e construção, apresenta uma aparência bem elegante ao levar corpo em alumínio e tem espessura de apenas 6,99 mm. Ao longo das bordas, inclui slot para cartão microSD, quatro saídas de áudio com suporte a Dolby Atmos e entrada para fones de ouvido P2; algo bem raro para tablets hoje em dia.
O tablet da Lenovo inclui câmeras básicas, traseira de 8 MP e frontal de 5 MP, que gravam em Full HD. Como demais especificações, apresenta conectividade a Bluetooth 5.2, Wi-Fi (dual-band) e certificação IP52 contra respingos d’água e poeira.
O Lenovo Idea Tab sai de fábrica com Android 16 e terá atualizações de segurança até 2029. Você pode adquirir o tablet de edição limitada da Copa do Mundo 2026 para o Dia das Mães por R$ 1.673 no Pix no Mercado Livre.
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O Motorola Razr Ultra de 1 TB está em oferta por R$ 6.299 em até 12x sem juros na Amazon, um abatimento de 37% sobre o valor original que o deixa próximo do preço de lançamento do novo Razr 70, que chegou custando R$ 5.999.
O celular dobrável antecessor ao recém-anunciado Razr 70 Ultra possui o mesmo kit de câmeras do novo gadget, além de uma tela POLED flexível com especificações bem próximas. Desta forma, se torna uma excelente opção de presente para o Dia das Mães 2026.
Motorola Razr 60 Ultra tem chip Snapdragon e câmeras do Razr 70 Ultra
O Motorola Razr 60 Ultra se destaca por sua tela POLED flexível de 7 polegadas, com taxa de atualização de 165 Hz e brilho de até 4.500 nits quase igual à presente no recém-anunciado Razr 70 Ultra, que possui brilho de 5.000 nits. E fica à frente do Razr 70, cujo display dobrável de 6,9″ traz taxa de 120 Hz e brilho de 3.000 nits.
A tela externa é a mesma nos dois Ultras, um painel LTPO AMOLED de 4″ com taxa de 165 Hz e brilho de 3.000 nits, protegida pelo vidro Gorilla Glass Ceramic. Já a do Razr 70 possui 3,6″, taxa de 90 Hz e brilho de 1.700 nits e revestimento Gorilla Glass Victus.
O chip interno é diferente nos três modelos. O Razr 60 Ultra possui um Qualcomm Snapdragon 8 Elite, o Razr 70 Ultra conta com o Snapdragon 8 Elite Gen 5, e o Razr 70, o MediaTek 7400X. Os Ultras têm 16 GB de RAM expansível até 32 GB via RAM Boost, e o Razr 60 Ultra é o único (até o momento) com 1 TB de armazenamento.
Razr 60 possui dobradiças de titânio, assim como o Razr 70 Ultra (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Razr 60 Ultra possui corpo de alumínio com dobradiças de titânio, assim como os novos dobráveis da Motorola. Ele é reforçado pela certificação IP48 presente também nos demais, que adiciona resistência moderada contra poeira e proteção contra mergulhos de até 1,5 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
O kit de câmeras do Razr 60 Ultra é o mesmo do Razr 70 Ultra: uma wide com OIS, uma ultrawide e uma frontal, todas de 50 MP. O Razr 70, por sua vez, é equipado com uma wide de abertura ligeiramente menor e uma frontal de 32 MP. A ultrawide é igual às dos demais, mas fica limitado a gravar vídeos em 4K; os demais filmam em até 8K.
Os três celulares suportam redes Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação, com os Ultras sendo compatíveis com Wi-Fi 7, e o Razr 70, com Wi-Fi 6E. As baterias são de 4.700 mAh (Razr 60 Ultra), 5.000 mAh (Razr 70 Ultra) e 4.800 mAh (Razr 70), com os Ultras suportando carregamento ultrarrápido de 68 W.
Tela flexível do Motorola Razr 60 Ultra é bem próxima à do Razr 70 Ultra (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Razr 60 Ultra foi atualizado para o Android 16, enquanto os demais o rodam ao sair da caixa. O celular de 2025 deve receber apenas mais dois updates do sistema operacional, enquanto os mais novos são elegíveis a pelo menos três, parando no Android 19.
O Motorola Razr 60 Ultra (1 TB) está em promoção por R$ 6.299 em até 12x sem juros na Amazon, um abatimento de 37% sobre o preço de lançamento — que o aproxima do valor do novo Razr 70. E como é bastante parecido com o Razr 70 Ultra, o Razr 60 Ultra é um ótimo presente premium para o Dia das Mães 2026.
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O iPhone 17 Pro Max de 256 GB chega a 28% de desconto em oferta na Amazon. O celular mais poderoso da Apple ainda tem previsão de entrega, pelo menos nas principais capitais, para antes do Dia das Mães 2026. Você pode adquiri-lo (ou presenteá-lo) por R$ 10.122 no Pix; o gadget foi lançado em 2025 por R$ 13.999.
iPhone 17 Pro Max tem tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP
iPhone 17 Pro Max tem novo design traseiro em relação a gerações passadas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
As três câmeras traseiras de 48 MP são abrigadas em uma moldura a parte ocupada de ponta a ponta. Os sensores são o grande-angular com f/1.8, periscópio de zoom óptico 4x e ultrawide de 120˚, cada qual com as suas propostas. A câmera frontal Center Stage de 18 MP agora é capaz de abrir o modo Paisagem com o celular na vertical.
O iPhone 17 Pro Max sem dúvidas é considerado um celular com tela grande, uma vez que o painel LTPO Super Retina XDR OLED mede 6,9 polegadas. O componente possui suporte as tecnologias HDR10 e Dolby Vision adicionando cores mais vibrantes e ProMotion adaptável de até 120 Hz garantindo eficiência energética.
Internamente, chip Apple A19 Pro (3 nm) e a memória RAM de 12 GB asseguram desempenho estelar em todos os sentidos. Incluindo uma performance otimizada de 40% ao processador da geração anterior, segundo a empresa da maçã.
Tela do iPhone 17 Pro Max atinge pico de brilho de 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A bateria de 4.823 mAh promete autonomia de até 37 horas para reprodução de vídeo, de acordo com a Apple. O smartphone possui suporte a carregamento rápido de 40 W, MagSafe de 25 W e reverso de 4.5 W. Já no aspecto de conectividade, conta com conexões modernas de Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0.
O iPhone 17 Pro Max possui construção em alumínio somada ao Ceramic Shiled e inclui certificação IP68 assegurando resistência contra poeira e imersão em água. A versão de 256 GB está saindo por R$ 10.122 no Pix em oferta no Mercado Livre.
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Tinder ganha nova camada de segurança, mas serviço é proibido no Brasil (imagem: Unsplash/Good Faces Agency)Resumo
Tinder anuncia reconhecimento de íris para combater perfis falsos com IA.
O reconhecimento de íris ocorre via World ID, parceria com a Tools for Humanity, empresa cofundada por Sam Altman, CEO da Open AI.
A novidade foi testada no Japão e chega em outras partes do mundo em breve, com bônus e selo de verificação para usuários que fizerem a checagem.
No Brasil, o World ID foi proibido em janeiro de 2025 pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados.
O Tinder anunciou uma nova ferramenta para combater casos de catfish utilizando inteligência artificial na plataforma: o reconhecimento de íris via World ID. A novidade fica disponível a partir do serviço World graças a uma parceria com a Tools for Humanity, empresa cofundada por Sam Altman, CEO da Open AI.
Nos países em que estará disponível, o reconhecimento de íris do Tinder será no próprio app, com direito a bônus para usados os usuários que fizerem a checagem. Eles ganharão selo de verificado. Não há informações sobre banimento de contas sem essa confirmação.
O recurso foi testado no Japão e chega em outras partes do mundo “em breve”. Essa tecnologia, vale lembrar, está proibida no Brasil, após decisão da ANPD. Ou seja: nada de World ID no Tinder BR, pelo menos por enquanto.
Dispositivo da World é uma das opções para criar World ID, disponível também via app (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
IA em golpes de namoro
O reconhecimento de íris é um “passo natural” da plataforma, de acordo com o Match Group, dono do Tinder. Vale lembrar que o app de namoro já exige um vídeo de verificação de humanidade para seus usuários, e o World ID vem como uma camada extra de combate a golpes.
Segundo a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, usuários de apps de namoro perderam US$ 1 bilhões em fraudes somente em 2025, o que dá cerca de R$ 5 bilhões. Além disso, trazendo para a realidade brasileira, a Meta processou duas empresas e duas pessoas por produzirem deepfakes do médico Drauzio Varella para vender medicamentos falsos na internet.
Deepfakes com IA levam empresas a buscarem novas soluções de segurança (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Segundo a BBC, uma usuária do Tinder no Reino Unido afirmou que 30% das contas visualizadas ao navegar pelo app são de bots, com descrições, melhorias e até mesmo chat com IA. Um levantamento da Norton divulgado em janeiro também reforça esse relato, apontando que mais da metade dos usuários de aplicativos de namoro nos EUA já se encontraram em situações do tipo.
Por que o World ID foi proibido no Brasil?
No Brasil, o serviço que oferece a criação da World ID não está disponível desde o início de 2025, por decisão da ANPD. Isso porque a proposta do então Worldcoin era oferecer dinheiro aos participantes do projeto que fizessem a leitura de íris. A Coordenação-Geral de Fiscalização CGF) da autarquia federal entendeu que essa oferta “interfere na livre manifestação da vontade do indivíduo” e pode influenciar pessoas em posição de vulnerabilidade.
Por aqui, continua valendo o Face Check, verificação facial anunciada em dezembro de 2025. A ferramenta funciona de forma semelhante ao reconhecimento feito em apps de banco, e promete reforçar a segurança contra perfis falsos, deepfakes e entrada de menores de idade.
Da série presente para o Dia das Mães 2026: fone de ouvido Bluetooth. O Achados do Tecnoblog mais uma vez montou uma lista com os melhores preços encontrados atualmente pelo gadget. Reunimos diferentes categorias, com specs mais básicas até outras avançadas, para ajudar na decisão do modelo ideal para presentear:
Os AirPods de 3ª Geração estão sendo vendidos por R$ 1.249 em até 10x sem juros na Amazon. O valor representa uma redução de 48% pelo wearable lançado pela Apple em 2021 por R$ 2.399. Entre os destaques, entrega áudio espacial aprimorado e um equalizador adaptativo de acordo com o estilo da música para elevar a experiência sonora.
Um ponto a ser levado em consideração, por ser um modelo mais antigo, é a dependência ao carregamento exclusivo via conexão Lightning.
AirPods Pro 3 mede frequência cardíaca e tem ANC aprimorado
Os AirPods Pro 3 são os fones de última geração da Apple e entregam desempenho em todos os sentidos. A começar pelo recurso ANC duas vezes melhor ao antecessor, segundo a empresa. O gadget traz o chip H2 com alto alcance dinâmico para graves. Um sensor inédito em cada fone permite acompanhar a frequência cardíaca através do app Fitness.
Já em questão de conectividade, apresenta Bluetooth 5.3 e compatibilidade com carregamento USB-C e também MagSafe. A certificação IP57 entrega boa resistência contra poeira e água. Atualmente estão à venda na Amazon por R$ 2.108 no Pix.
O Galaxy Buds 3 está por R$ 799 no Pix em oferta no Mercado Livre, o que significa uma redução de 53% comparado ao preço original de R$ 1.699. O gadget da Samsung possui áudio Hi-Fi de 24 bits que entrega alta definição e fidelidade as músicas.
Equipado com a inteligência artificial do Galaxy AI, apresenta função ANC adaptativa que reconhece o nível de ruído do ambiente e o modo Detecção de Voz que reduz o volume e ativa o som ambiente quando identifica que o usuário está em uma conversa.
Galaxy Buds Core conta com Galaxy AI e certificação IP54
O Galaxy Buds Core são os fones custo-benefício da Samsung. A melhor oferta encontrada hoje faz ele custar R$ 242 no Pix no Mercado Livre. Integrado com o Galaxy AI, possui função de Intérprete em Tempo Real para permitir a comunicação em outro idioma. Além disso, a autonomia de até 35 horas com ANC desativado impressiona.
QCY H3 Pro possui 3 níveis de ANC e bateria para até 55 horas
O fone de ouvido over-ear QCY H3 Pro está disponível por R$ 359,10 no Pix com o cupom ABRIL5 no Magazine Luiza. O valor é um pouco abaixo ao praticado pela loja oficial. O modelo apresenta ficha técnica interessante com drivers potentes de 40 mm, três níveis de ANC e conexão multiponto que permite parear com dois dispositivos simultaneamente.
JBL Tune 520BT é dobrável e possui conexão multiponto
O JBL Tune 520BT é uma boa opção de fone on-ear com boa relação custo-benefício. O dispositivo está à venda em oferta no Magazine Luiza por R$ 196 no Pix. Os destaques são a tecnologia JBL Pure Bass no qual entregam graves bem profundos e a autonomia extensa de até 57 horas. O design dobrável também facilita o transporte em mochilas ou bolsas médias.
O JBL Wave Buds 2 é outra opção de custo-benefício pelo que entrega. Uma das funções principais, o Smart Ambient possibilita controlar o nível de vedação para abafar os ruídos externos indesejados. Além disso, o Bluetooth 5.3 entrega boa estabilidade de conexão ao smartphone. O dispositivo sai por R$ 244 em até 8x sem juros na Amazon.
JBL Wave Beam 2 tem certificação IP54 e até 40 horas de vida
Assim como o Wave Buds 2, o JBL Wave Beam 2 é um fone de entrada que no geral entrega uma boa proposta. O gadget também possui a função Smart Ambient para vedar sons externos e conexão multiponto que permite pareamento com dois dispositivos simultâneos. O fone de ouvido sai com 31% de desconto, por R$ 255 em até 8x sem juros na Amazon.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Assistente da Apple deve ganhar IA do Google ainda neste ano (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O chefe do Google Cloud, Thomas Kurian, confirmou que a nova Siri com Gemini deve chegar ainda em 2026.
Segundo o executivo, a IA do Google servirá de base para “futuras funcionalidades” da Apple Intelligence.
Rumores indicam um custo de US$ 1 bilhão por ano aos cofres da Apple, que deve integrar parte de sua infraestrutura aos data centers do Google.
A nova Siri com Gemini deve chegar ainda em 2026, segundo o chefe do Google Cloud, Thomas Kurian. Ele falou sobre a iniciativa nesta quarta-feira (22/04), durante a conferência Google Cloud Next 2026, em Las Vegas.
De acordo com o portal MacRumors, o executivo confirmou que os modelos da empresa servirão de base para “futuras funcionalidades da Apple Intelligence, incluindo uma Siri mais personalizada que será lançada ainda este ano”.
A IA do Google será o o motor da nova assistente virtual da Apple, repaginada para receber funções baseadas em inteligência artificial. A confirmação reforça o compromisso da dona do iPhone de lançar os novos recursos após uma série de ajustes no cronograma. Segundo rumores, o acordo deve custar à gigante de Cupertino cerca de US$ 1 bilhão (R$ 4,9 bilhões) por ano.
Longo histórico de adiamentos
WWDC 2024 marcou o anúncio da Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O caminho para a chegada da Siri inteligente tem sido marcado por adiamentos internos. A Apple adiou a estreia da nova versão da assistente, pela primeira vez, em março de 2025. Na época, ela prometia o lançamento no ano seguinte, e reiterou ao longo do ano que a atualização seria entregue em algum momento de 2026.
A dificuldade para que a tecnologia finalmente veja a luz do dia já balançou cargos dentro da companhia. Os atrasos minaram a confiança do ex-CEO, Tim Cook, no então chefe de IA da companhia, John Giannandrea, que deixou a Apple neste ano.
O que esperar da nova Siri?
A grande mudança deve ocorrer na capacidade da assistente de manter diálogos contínuos e contextuais, de forma mais próxima à experiência oferecida por chatbots. O novo sistema deve permitir a interação mais profunda com apps nativos do ecossistema da Apple, como Mail, Música, Fotos e até o ambiente de desenvolvimento Xcode.
Entre as funcionalidades previstas estão análise e resumo de documentos enviados pelo usuário, edição de imagens por comandos de voz — como recortes e ajustes de cor — e localização e cruzamento de informações entre diferentes fontes.
Como a integração vai funcionar?
Integração entre Gemini e Apple Intelligence deve usar infraestrutura do Google (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A implementação envolverá uma integração profunda entre as infraestruturas das duas empresas. Por isso, de acordo com o MacRumors, a Apple solicitou que o Google investigasse a configuração de servidores dedicados dentro de seus centros de dados para lidar com o aumento massivo de tráfego esperado.
Ainda não há definição pública se os novos recursos rodarão sob o sistema de Computação em Nuvem Privada da Apple ou se utilizarão integralmente a infraestrutura do Google.
Além do aprimoramento por voz, informações de bastidores revelam que a Siri pode estrear como um aplicativo de chatbot independente no iPhone. Segundo a Bloomberg, a Apple já realiza testes com esse formato para oferecer uma experiência similar à de concorrentes como ChatGPT e o próprio Gemini.
O primeiro contato público com as novidades deve acontecer na Worldwide Developers Conference (WWDC). O evento está previsto para 8 de junho de 2026, data em que a Apple pode apresentar o iOS 27.
John Ternus substituirá Tim Cook no comando da Apple (imagem: divulgação)
É oficial: Tim Cook não será mais o CEO da Apple. Em 1º de setembro de 2026, o cargo será ocupado por John Ternus, atual vice-presidente sênior de Engenharia de Hardware.
Cook passará a atuar como presidente executivo do conselho, após meses de especulação sobre a troca na chefia. A transição foi aprovada por unanimidade pelo próprio conselho e faz parte de um plano de sucessão de longo prazo.
Até a mudança, Cook seguirá no cargo e trabalhará diretamente com Ternus para conduzir a passagem de bastão.
Ternus está na Apple há mais de duas décadas e lidera o desenvolvimento de hardware da empresa. Ele participou de projetos centrais como iPhone, Mac e AirPods, além de ter ganhado protagonismo recente com a evolução dos chips próprios e novos dispositivos.
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Oppo Find X9 Pro na cor titânio-grafite (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
O Find X9 Pro é a aposta da marca chinesa Oppo para o segmento ultra-premium no Brasil. O smartphone é o primeiro flagship da empresa lançado oficialmente por aqui, e chega por R$ 11.999 para disputar mercado com Apple, Samsung e Xiaomi.
O grande chamariz é o conjunto de câmeras com recursos profissionais e assinatura Hassenblad, que superou o S26 Ultra e o Xiaomi 17 Ultra no ranking do DXOMark.
Mas pude notar que o Find X9 Pro é bem mais que um cameraphone, se destacando no desempenho, bateria, design e otimização da interface.
Eu usei o Oppo Find X9 Pro como meu celular principal por 10 dias, e conto todos os prós e contras do aparelho neste review completo, a seguir.
O Tecnoblog é um veículo jornalístico independente que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises não têm intenção publicitária, por isso ressaltam os pontos positivos e negativos de cada produto. Nenhuma empresa pagou, revisou ou teve acesso antecipado a este conteúdo. O Find X9 Pro foi cedido por empréstimo pela Oppo e será devolvido após os testes. Para mais informações, acesse a nossa Política Editorial.
O que vem na caixa do Oppo Find X9 Pro?
A Oppo entrega uma experiência bastante completa para quem compra o Find X9 Pro. Ao abrir a caixa, além do aparelho, você encontra o guia rápido do telefone, uma capinha de silicone e a chave extratora da bandeja de chip.
Mas o destaque mesmo vai para o carregador de 80 W com cabo USB-A/USB-C, que também acompanha o produto.
Design elegante e funcional
O Oppo Find X9 Pro é um smartphone que passa sensação premium já na primeira olhada. A unidade que eu testei é na cor titânio grafite, um tom sóbrio entre o marrom e o cinza, mas ele também está disponível na cor branca.
A traseira do smartphone é revestida por vidro, e conta com proteção contra marcas de dedos. O material tem toque aveludado e possibilita uma pegada firme, nada escorregadia, o que é bom para quem não curte usar capinha, como eu.
A marca Oppo também aparece na parte de trás do celular, em um leve relevo, bem como o “H” de Hasselblad que fica junto às câmeras.
Oppo Find X9 Pro tem câmeras Hasselblad (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
E por falar no módulo de câmeras, apesar de saltado, ele não prejudica a estabilidade do aparelho quando apoiado sobre uma superfície plana, como uma mesa. Esse foi um ponto negativo do S26 Ultra, por exemplo, e não se repete aqui.
Nas laterais, há uma moldura em alumínio. Na direita ficam os botões físicos de Liga/Desliga, volume e um botão deslizante dedicado à câmera, que a ativa com dois toques rápidos, funciona como controle de zoom e permite disparar o obturador.
Já na esquerda, temos a Snap Key, que pode ser mapeada para acionar diversas funções, algo semelhante ao Botão de Ação dos iPhones. Você pode usar essa tecla para alterar o modo de toque para silencioso ou vibração, para ativar ou desativar o Não Perturbe, ligar ou desligar a lanterna e por aí vai.
Tecla lateral de ação (Snap Key) do Oppo Find X9 Pro (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
O Find X9 Pro tem certificação IP68/IP69 contra água e poeira, que em condições de laboratório permite submersão em água doce até 1,5 m por 30 minutos e também protege o celular contra jatos de água de alta pressão.
Na parte frontal, o smartphone conta com proteção Gorilla Glass Victus 2, resistente a quedas e riscos. Nesse quesito, vale ressaltar que a Corning trabalha com proteções mais avançadas para a Samsung (Gorilla Armor) e Apple (Ceramic Shield).
Tela entrega alto brilho, cores vivas e imersão
A tela LTPO AMOLED do Oppo Find X9 Pro me agradou bastante pelo tamanho, cores e brilho. O display de 6,78 polegadas tem bordas extremamente finas, de apenas 1,15 mm, que contribuem para a sensação de imersão no conteúdo e para a ergonomia ao utilizar o aparelho com só uma mão.
A taxa de atualização é de 120 Hz, que proporciona sensação de fluidez gráfica, algo que é acentuado pela otimização de animações do sistema ColorOS.
Oppo Find X9 Pro na cor branca (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Além disso, o painel tem suporte a Dolby Vision e HDR10+, garantindo maior alcance de brilho, contraste refinado e cores mais fiéis em conteúdos compatíveis.
E por falar em cores, esse é um painel de 10 bits — isto é, 1.07 bilhão de cores — em comparação, o S26 Ultra traz uma tela 8-bit.
O smartphone tem brilho típico de 800 nits, e chega a 1800 nits no modo de alto brilho (HBM), garantindo boa visibilidade mesmo quando você usa o celular sob o sol forte, o que eu pude comprovar durante os testes. Já o brilho máximo em pico é de 3.600 nits, para conteúdos HDR, por exemplo, melhorando o contraste e destacando áreas iluminadas da imagem.
Tela do Oppo Find X9 Pro é AMOLED e tem 6,78 polegadas (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Além disso, a Oppo utiliza um display com PWM de 2160 Hz, o que ajuda a reduzir a cintilação e pode proporcionar mais conforto visual, especialmente em ambientes com brilho baixo.
E não podemos esquecer do sensor de digitais que fica abaixo do display. Ele é bastante rápido no desbloqueio, entregando boa sensibilidade até mesmo quando as mãos estão molhadas.
Áudio peca em médios e graves
O áudio foi um dos poucos pontos baixos da minha experiência com o Oppo Find X9 Pro. Durante os testes, pude comparar o smartphone ao Galaxy S26 Ultra, e a diferença é significativa, com pontos para a Samsung.
Com dois alto-falantes estéreo, um na parte superior e outro na parte inferior do aparelho, o Find X9 Pro peca em graves e médios, entregando som agudizado, apesar do volume alto.
Em séries e filmes, esse problema não é tão evidente a ponto de comprometer a experiência. No entanto, em músicas onde os graves são mais presentes, é bastante perceptível a carência de um som mais encorpado.
Câmeras: mil e uma possibilidades
As câmeras do Oppo Find X9 Pro são realmente excelentes, não à toa o smartphone está à frente do S26 Ultra e Xiaomi 17 Ultra no ranking do DXOMark. O conjunto conta com assinatura da Hasselblad e entrega as seguintes especificações:
50 MP (ultrawide); f/2.0; 120°
50 MP (grande-angular); f/1.5; 84°; OIS
200 MP (telefoto); f/2.1; 34°; OIS
2 MP (auxiliar monocromática); f/2.4; 88°
Já na parte frontal, temos outra câmera com sensor de 50 megapixels, mas com abertura de lente f/2.0 e ângulo de visão de 90º.
Não posso deixar de ressaltar também o software de câmera do Find X9 Pro que traz um universo de possibilidades para entusiastas de fotografia: desde o modo mestre, que permite personalizar parâmetros como exposição, balanço de branco e ISO, até o vídeo profissional, que permite gravar em LOG para obter um material bruto visualmente sem perdas.
Recursos de câmera do Oppo Find X9 Pro (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
As imagens capturadas com o Oppo Find X9 Pro são ricas em detalhes, preservando texturas, sombras e cores. E, apesar do excelente time de lentes e sensores, é possível ver o pós-processamento trabalhando firme por aqui.
Para usuários comuns, que não estão afim de explorar muita coisa, o modo foto identifica automaticamente a cena para indicar o modo macro, e as opções de troca de lente são intuitivas, e a Oppo também traz o Modo Retrato convencional, que desfoca o fundo da imagem facilmente.
Veja alguns resultados que eu consegui a seguir:
O Find X9 Pro faz vídeos em até 4K a 120 fps / 60 fps / 30 fps com a câmera traseira. Ele oferece zoom óptico de até 3x e digital de 18x.
O modo ultra-estável funciona bem quando a iluminação ajuda, mas ele não traz o bloqueio horizontal, como vemos em aparelhos da Samsung e Motorola.
À noite, o nível de ruído é bem controlado, e as cores me impressionaram por continuarem vibrantes. A lente principal consegue entregar um bom nível de detalhes e maior estabilidade, enquanto a ultrawide sofre um pouco para focar em objetos que se movem em cena e acaba trepidando com qualquer movimento.
A câmera de selfies faz vídeos em 4K a 60 fps, que entregam cores bastante fiéis à realidade.
Kit Teleconversor Hasselblad
A Oppo também apresentou o kit teleconversor Hasselblad, que permite adicionar uma extensão à câmera periscópica do Find X9 Pro. Com o acessório, que é acoplado a uma capinha magnética, a distância focal passa a 230 mm, e é possível chegar zoom óptico de 10x.
Para usar, você precisa acessar as configurações de câmera do Find X9 Pro e escolher o modo Teleconversor Hasselblad.
Kit teleconversor Hasselblad (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
É algo essencial? Definitivamente, não. Mas para amantes de fotografia, é um souvenir interessante, que pode agregar em fotos de objetos distantes ao ar livre.
Um ponto negativo é que ao usar o acessório, você é condicionado ao modo automático, sem possibilidade de mudar o formato do arquivo para JPEG Max ou RAW.
Vale ressaltar que a Oppo não tem previsão para vender o kit teleconversor de forma oficial no mercado brasileiro. No entanto, você o encontra para importação em plataformas como eBay e AliExpress por a partir de R$ 1.300.
Sistema e recursos: fluidez surpreendente com ColorOS
Um dos pontos que mais me agradou no Oppo Find X9 Pro foi o ColorOS 16, baseado no Android 16. O sistema que vem embarcado no smartphone é bem otimizado, altamente personalizável e entrega uma experiência fluida, com animações e transições suaves, algo bem próxima ao que eu tenho no dia a dia com meu iPhone.
Arrisco dizer que a interface personalizada da Oppo é mais fluida que a popular One UI 8.5, presente nos celulares Galaxy — pelo menos essa é a sensação ao utilizar ambas ao mesmo tempo — apesar da Samsung ganhar em consistência/recursos de uma forma mais ampla.
Oppo Find X9 Pro roda ColorOS 16 com Android 16 (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Por falar em recursos, o ColorOS também traz IA integrada, e é possível encontrá-la em diversas partes do sistema, como na galeria de fotos, no próprio processamento das imagens durante a captura e no gravador de voz, que reconhece a fala e é capaz de gerar títulos e resumos automaticamente.
Um destaque de IA é o recurso AI Mind Space, uma espécie de segundo cérbero que captura, organiza e transforma informações do seu dia a dia em memórias estruturadas e acionáveis.
A Oppo promete cinco anos de atualização de versão do Android, o que não é pouco, mas é menos que as concorrentes Samsung e Motorola em seus respectivos smartphones topo de linha de 2026.
Assim como a linha Galaxy S26, o Oppo Find X9 Pro é um dos primeiros smartphones a receber a integração do Quick Share com AirDrop da Apple, para transferência de arquivos. Entretanto, até o final dos meus testes, a função não tinha sido disponibilizada no Brasil.
Esse poderia ser um contra, mas não foi, pois a Oppo já conta com um sistema de transferência bastante eficiente chamado O+Connect, que permite conectar o celular a um Mac ou iPhone, desde que este também tenha o software instalado. Desse modo, é bem mais fácil trabalhar com envio de fotos, vídeos e documentos.
Desempenho otimizado e eficiência energética
O Oppo Find X9 Pro vem equipado com o processador MediaTek Dimensity 9500, um chip topo de linha fabricado em litografia de 3 nm, que trabalha em conjunto com 16 GB de memória RAM. Já o armazenamento é de 512 GB no padrão UFS 4.1, o mais moderno disponível em smartphones até a publicação desse review. O resultado é uma performance fluida, sem o menor sinal de engasgo, e um ótimo gerenciamento de energia.
Todas as funções rodam de forma satisfatória, inclusive as mais complexas, multi-tarefas e que exigem maior poder gráfico, como jogos e edição de vídeo.
Jogando Genshin Impact no Oppo Find X9 Pro (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Em meus testes, usei o Oppo Find X9 Pro para rodar os jogos Genshin Impact e Call of Duty: Mobile por, em média, meia hora, e o celular conseguiu executar tudo no máximo, sem queda de fps ou superaquecimento. O único momento em que o celular esquentou um pouquinho mais foi ao fazer o download de recursos para os jogos, chegando a 48ºC (CPU). Durante o carregamento, a temperatura máxima da bateria foi 38ºC.
No Geekbench 6, o celular da Oppo chegou a 2602 no teste single-core e 7451 em multi-core. Já o teste de GPU resultou em 24454 pontos. Para fins de comparação, o Galaxy S26 Ultra com Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy fez 3592 em single-core e 10964 em multi-core, além de 24715 em GPU OpenCL.
Geekbench 6 no Oppo Find X9 Pro (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Bateria para dois dias longe das tomadas
Em bateria, o Oppo Find X9 Pro é um dos grandes destaques do modelo. O componente é feito em silício-carbono e tem capacidade para 7.500 mAh — número que chama a atenção, e isso sem comprometer a espessura do aparelho.
Durante os testes do Tecnoblog, a duração média da bateria foi de 40 horas e 20 minutos. Praticamente 2 dias longe das tomadas, sem preocupações, em uso real, combinando tela ligada e períodos de descanso. Nesse período, usei o que mais usei foi Instagram, WhatsApp, câmeras, Spotify, Netflix, além de apps de produtividade, como Notion e Clickup.
AccuBattery mostrando expectativa de bateria no Oppo Find X9 Pro (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Na recarga, o carregador de 80 W que acompanha a caixa do produto enche o tanque em 1 hora e 45 minutos. O carregamento com tecnologia SUPERVOOC é especialmente interessante para quando precisamos daquele fôlego extra em períodos curtos de recarga, indo de 18% a 54% em apenas 25 minutos.
Conectividade: (quase) tudo o que se espera de um flagship
O Oppo Find X9 Pro tem praticamente tudo o que é esperado de um smartphone topo de linha em termos de conectividade, incluindo tecnologias com os padrões mais recentes, ágeis e estáveis. A ficha técnica inclui Bluetooth 6.0, Wi-Fi 7, 5G e e-SIM.
Também estão presentes NFC, para pagamento por aproximação, e sensor infravermelho, que permite usar o celular como controle remoto.
O aparelho só não é nota 10 nesse quesito porque não traz a tecnologia ultra wideband (UWB) para rastrear objetos com precisão como os concorrentes da Apple e Samsung.
Vale a pena comprar o Oppo Find X9 Pro?
O Oppo Find X9 Pro é um smartphone excelente, com câmeras avançadas, bateria de longa duração, sistema bem otimizado e com processador de alto desempenho. Dito isso, recomendá-lo deveria ser uma tarefa fácil, certo?
Errado: o preço dificulta um pouco as coisas. Por R$ 11.999, é complicado apostar em um grande sucesso do aparelho no Brasil, ainda mais em um mercado dominado por Apple e Samsung.
Como esse é o primeiro flagship da marca a chegar ao mercado nacional, ainda não sabemos como será a evolução de preços do smartphone por aqui — se teremos uma queda acentuada até o meio do ano ou na Black Friday, por exemplo.
De todo modo, se eu tivesse essa grana sobrando e fosse comprar um dos celulares Android vendidos oficialmente no país, essa provavelmente seria a minha escolha em 2026. E eu digo isso depois de testar o S26 Ultra, que é um concorrente de peso.
Se você busca um celular para fotos e vídeos profissionais, o Oppo Find X9 Pro é uma escolha acertada. Não só pelas câmeras, mas pela autonomia que ele entrega e pelo poder de fogo.
Mas e você, o que achou desse smartphone? Não esquece de deixar a sua opinião na Comunidade do Tecnoblog!
Entenda como os bits quânticos podem revolucionar a computação (imagem: Reprodução/1QBit Blog)
O qubit, ou bit quântico, é a unidade fundamental que define a computação quântica, superando a lógica binária tradicional. Diferente do bit comum, ele utiliza as leis da física subatômica para processar informações em escalas massivas.
Seu poder vem da superposição, que permite ao qubit assumir vários estados simultaneamente e testar diversas soluções em massa. Esse processo é potencializado pelo entrelaçamento, que conecta partículas para uma troca de dados instantânea e processamento paralelo.
Essa tecnologia é essencial para acelerar a descoberta de novos fármacos e otimizar sistemas logísticos globais complexos. Além disso, ela redefine os limites da Inteligência Artificial e desafia os padrões atuais de segurança e criptografia digital.
A seguir, conheça o conceito de qubits, como eles funcionam detalhadamente e os diferentes tipos existentes. Também saiba em quais áreas a tecnologia pode ser aplicada.
O qubit é a unidade básica da computação quântica que, diferente do bit clássico limitado a 0 ou 1, usa a superposição para processar múltiplos estados simultaneamente. Por meio do entrelaçamento, as unidades agem de forma conectada, resolvendo cálculos complexos com uma eficiência impossível para o hardware tradicional.
O que significa qubit?
O termo “qubit” foi cunhado pelo físico Benjamin Schumacher em 1995, durante uma conversa com o também físico William Wootters. A expressão é uma abreviação de quantum bit (bit quântico, em português), unindo a lógica do dígito binário tradicional às propriedades da mecânica quântica.
Schumacher oficializou o conceito no artigo “Quantum Coding”, publicado ainda em 1995 sob a influência de seu mentor John Wheeler. O nome facilitou a compreensão da unidade básica de processamento, tornando-se o pilar central da computação quântica atual.
Os qubits ajudam os computadores quânticos a realizerem cálculos complexos em frações de segundo (imagem: divulgação/Amazon)
Para que serve o qubit?
O qubit aproveita fenômenos como superposição e entrelaçamento para processar informações em múltiplos estados simultâneos. Essa lógica permite que computadores quânticos resolvam cálculos de otimização e química molecular em uma velocidade inalcançável para os sistemas binários tradicionais.
Sua aplicação é essencial no desenvolvimento de novos fármacos e na segurança digital, onde modelos baseados na Esfera de Bloch superam limites atuais. Ao simplificar a simulação de moléculas complexas, os qubits transformam problemas matemáticos antes impossíveis em soluções práticas e instantâneas para a indústria.
Como funciona o qubit
O qubit utiliza superposição quântica para representar múltiplos estados simultaneamente, diferente do bit comum, limitado apenas a 0 ou 1. Essa característica permite que máquinas processem volumes massivos de dados paralelamente, saltando etapas da computação tradicional.
O sistema ganha potência com o entrelaçamento quântico, fenômeno que conecta partículas para trabalharem em sincronia instantânea, mesmo distantes. Controlados por lasers ou micro-ondas, esses qubits formam uma rede ultraveloz capaz de resolver equações altamente complexas.
Na prática, o computador quântico usa interferências para anular respostas incorretas e amplificar a solução exata de forma estratégica. É como se a máquina explorasse todos os caminhos de um labirinto ao mesmo tempo, ignorando os becos sem saída.
Ao final, o estado quântico colapsa e entrega um resultado legível, convertido em bits comuns para o usuário. Essa tecnologia é a aposta para revolucionar a medicina e a segurança digital com cálculos até então impossíveis.
Os qubits expandem as formas de processar volumes massivos de dados (imagem: Reprodução/Devopedia)
Quais são os tipos de bit quânticos?
Os qubits são implementados em diversos sistemas físicos para codificar e manipular informações quânticas. Cada tipo aproveita diferentes propriedades quânticas com compensações em termos de escalabilidade, tempo de coerência e precisão de controle.
Supercondutores: circuitos resfriados ao zero absoluto onde a eletricidade flui sem resistência. É a aposta da IBM e Google por serem escaláveis, embora sensíveis a ruídos externos;
Íons aprisionados: átomos com carga elétrica suspensos no vácuo por campos eletromagnéticos. Eles retêm a informação por muito tempo e são ultraprecisos, mas o controle de grandes grupos de átomos é um desafio de engenharia;
Fotônicos: utilizam partículas de luz (fótons) para processar dados por meio de fibras ópticas e espelhos. Podem operar em temperatura ambiente, mas “prender” a luz para realizar cálculos ainda é uma tarefa complexa;
Pontos quânticos: elétrons isolados em semicondutores aproveitando a infraestrutura atual dos chips de silício. São promissores para a produção em massa, apesar de serem altamente sensíveis a interferências elétricas;
Topológicos: uma aposta teórica da Microsoft que armazena dados em “tranças” geométricas de partículas chamadas anyons. Teoricamente, são imunes a erros de hardware, mas sua existência física ainda é difícil de comprovar e manipular;
Átomos neutros: átomos manipulados por feixes de lasers (pinças ópticas) para criar redes organizadas em 2D ou 3D. Oferecem um excelente equilíbrio entre estabilidade da informação e facilidade para escalar o sistema;
Centros NV (Diamante): defeitos na estrutura do diamante que permitem controlar o “spin” (rotação) de elétrons em temperatura ambiente. São favoritos para criar sensores ultraprecisos, embora menos potentes para computação pura;
Spin em silício: baseiam-se na rotação de elétrons ou núcleos atômicos em cristais de silício purificado. Garantem vida longa aos dados e alta compatibilidade com a indústria de semicondutores atual;
Ressonância magnética nuclear (NMR): utilizam o núcleo de átomos em moléculas orgânicas manipuladas por ondas de rádio. Foram pioneiros nos primeiros testes quânticos, mas hoje são considerados limitados para sistemas de grande escala.
Microsoft afirma ser possível colocar 1 milhão de qubits topológicos na palma da mão (imagem: divulgação/Divulgação)
O que dá para fazer com qubits?
Os qubits aproveitam as leis da física subatômica para processar volumes massivos de dados simultaneamente. Na prática, essa tecnologia abre portas para avanços importantes:
Simulação de materiais e fármacos: permite modelar reações químicas e interações moleculares em nível atômico, acelerando a descoberta de remédios e materiais sem a necessidade de testes em laboratório;
Otimização de sistemas complexos: resolve equações de logística e finanças que envolvem bilhões de variáveis em segundos, encontrando as melhores rotas de transporte ou o equilíbrio exato de riscos em carteiras de investimento;
Segurança e criptografia quântica: consegue decifrar chaves de segurança atuais com o algoritmo de Shor, mas também viabiliza redes de comunicações ultraprotegidas utilizando a Distribuição de Chaves Quânticas (QKD), impossíveis de hackear;
Aceleração de buscas em Big Data: utiliza o algoritmo de Grover para vasculhar bancos de dados gigantescos de forma quase instantânea, transformando o reconhecimento de padrões e a análise de informações desestruturadas em tempo real;
Machine Learning: turbina o treinamento de Inteligências Artificiais, permitindo que redes neurais aprendam tarefas complexas, como tradução simultânea e diagnósticos médicos por imagem, com uma precisão e velocidade sem precedentes.
O machine learning será uma das áreas da tecnologia que irá se beneficiar dos qubits (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Qual é a diferença entre qubit e bit?
O bit é a unidade básica da computação clássica, funcionando como um interruptor que assume apenas dois estados: ligado (1) ou desligado (0). Ele processa dados de maneira sequencial por meio de transistores, utilizando pulsos de voltagem elétrica para realizar cálculos lógicos simples.
O qubit é uma versão quântica que usa a sobreposição para representar 0, 1 ou uma combinação de ambos ao mesmo tempo. Partículas como o spin do elétron permitem o entrelaçamento, criando uma rede interconectada capaz de resolver problemas complexos em frações de segundo.
Dá para substituir bits por qubits?
Os qubits não substituem os bits em PCs, pois exigem resfriamento extremo e lógica de superposição. Enquanto o bit é binário e previsível, o qubit processa múltiplas possibilidades simultaneamente, sendo uma “ferramenta de precisão” para cálculos científicos e não para executar softwares ou sistemas operacionais.
O futuro aponta para sistemas híbridos, onde a CPU processa o dia a dia e o chip quântico resolve gargalos complexos. Devido à instabilidade física e à taxa de erros dessas partículas, a transição para máquinas totalmente autônomas ainda levará décadas de maturação técnica.
O Motorola Signature (512 GB) está com o menor preço desde o seu lançamento no Brasil há pouco mais de 1 mês por R$ 8.999. A oferta encontrada no Mercado Livre registra o novo celular premium da Motorola por R$ 6.746 no Pix com o cupom de R$ 1.000 OFF disponível para resgate na vitrine; o que indica desconto de 25%.
Motorola Signature tem câmeras Sony de 50 MP e tela de 6,8″
Motorola Signature tem acabamento premium de couro sintético e alumínio nas bordas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Signature é um celular ultra premium que chegou para concorrer com outros topos de linha. A tela LTPO AMOLED de 6,8 polegadas promete entregar taxa variável de até 165 Hz, assegurando excelente fluidez em todos as áreas. O brilho atinge pico de 6.200 nits que permite visualização clara sob luz intensa e de quebra um dos maiores do segmento. O painel também traz suporte a HDR10+ e Dolby Vision.
O novo flagship da Motorola apresenta quatro câmeras (três traseiras e frontal) de 50 MP. São elas: o sensor principal Sony Lytia 828, capaz de gravar em 8K, periscópia Sony Lytia 600, ultrawide e selfie Sony Lytia 500. Além do sistema ser versátil, os sensores da Sony garantem fotografias com altos níveis de definição.
O dispositivo carrega o processador Snapdragon 8 Gen 5 não-elite e 12 GB de memória RAM. Embora o chip não seja o de última geração da Qualcomm, entrega CPU de até 3.8 GHz. Portanto, a performance entregue possibilita experiência multitarefa e execução de tarefas exigentes com folga.
O melhor celular da Motorola traz bateria com capacidade de 5.200 mAh, além de suportar carregamento com fio de até 90 W e sem fio de 50 W, o que indica carga suficiente para uso em poucos minutos. No mais, oferece conectividade Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e sistema de áudio estéreo com Dolby Atmos.
O Motorola Signature (512 GB) está com um desconto inédito de 25% no Mercado Livre e promete novas atualizações de sistema operacional até o Android 23, o que indica garantia da fabricante de sete anos de updates.
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