OpenAI Executive Kevin Weil Is Leaving the Company


Kevin Weil, OpenAI’s former chief product officer who was recently tapped to build a new AI workspace for scientists, Prism, is leaving the company, WIRED has confirmed. Weil was previously an early executive leading product at Instagram.

“Today is my last day at OpenAI, as OpenAI for Science is being decentralized into other research teams,” Weil said in a social media post on Friday, shortly after WIRED reported his departure. “It’s been a mind-expanding two years, from Chief Product Officer to joining the research team and starting OpenAI for Science.”

OpenAI is also sunsetting Prism, which the company launched as a web app in January this year to give scientists a better way to work with AI. The company is folding the roughly 10-person team behind it under OpenAI’s head of Codex, Thibault Sottiaux, and aims to incorporate Prism’s capabilities into its desktop Codex app. An OpenAI spokesperson confirmed the changes, and tells WIRED this is part of the company’s effort to unify its business and product strategy. OpenAI has broader ambitions to turn Codex, its AI coding application, into an “everything app.”

Weil, who joined OpenAI in June 2024, announced last September that he would be starting a new initiative inside of the company called “OpenAI for Science.” Now, OpenAI is dispersing those employees throughout the company’s product, research, and infrastructure teams. An OpenAI spokesperson reiterated the company’s commitment to accelerating scientific discovery, and says it’s one of the clearest ways AI can benefit humanity. Earlier on Friday, the company announced a new series of AI models—GPT-Rosalind—built to help life sciences researchers work faster.

OpenAI is currently trying to refocus the company around a few key areas, such as enterprise offerings and coding, as the company faces increasing pressure from rivals like Anthropic and gears up to file for an IPO later this year. Last month, OpenAI’s CEO of AGI deployment Fidji Simo told staff that the company needs to simplify its product offerings. The push to divert resources to more consequential efforts resulted in OpenAI discontinuing its Sora video-generation app.

Unrelated to Weil’s news, two other executives announced that they were departing OpenAI on Friday. OpenAI’s chief technology officer of enterprise applications, Srinivas Narayanan, announced internally that he was leaving the company to spend time with his family. Narayanan had previously joined OpenAI as the company’s VP of engineering. And Bill Peebles, head of Sora, posted on X that he was done at OpenAI as well.

Weil, Peebles, and Narayanan’s exits are just the latest in a series of executive shakeups at OpenAI. The company recently announced a major reorganization of its executive team as Simo took a medical leave to focus on her health. In the same announcement, OpenAI said cofounder and president Greg Brockman would oversee the company’s products in the interim, and the company’s chief marketing officer, Kate Rouch, would take a leave of absence due to medical issues. Chief operating officer Brad Lightcap transitioned to a “special projects” role as part of the restructuring as well.

OpenAI CEO Sam Altman seemed to acknowledge the various upheavals in a recent blog post. “I am also very aware that OpenAI is now a major platform, not a scrappy startup, and we need to operate in a more predictable way now,” he wrote. “It has been an extremely intense, chaotic, and high-pressure few years.”

Fonte das informações: Cointelegraph

Impressora 3D Creality Ender-3 V3 SE com 37% de desconto: boa entrada no mundo da impressão 3D


Quem quer dar os primeiros passos na impressão 3D — ou ampliar o parque de máquinas sem gastar muito — encontrou uma boa janela de oportunidade. A Creality Ender-3 V3 SE está com desconto expressivo no Mercado Livre, saindo por R$ 1.562,14 em vez dos R$ 2.499,00 originais. São R$ 936,86 a menos, o que representa 37% de economia.

Impressora 3d Creality 3d Ender-3 V3 Se

A Ender-3 V3 SE é uma das versões mais acessíveis da linha V3 da Creality e trouxe melhorias relevantes em relação às gerações anteriores da família Ender-3. O modelo chegou com nivelamento automático de cama via sensor CR Touch, estrutura em formato CoreXZ que contribui para maior estabilidade durante a impressão e velocidade de impressão de até 250 mm/s — número considerável para uma máquina nessa faixa de preço. A interface é simples, com tela colorida touchscreen, o que facilita a operação mesmo para quem está começando.

Para quem busca uma impressora FDM confiável, com boa comunidade de suporte e compatibilidade ampla com filamentos padrão (PLA, PETG, TPU, entre outros), a Ender-3 V3 SE cumpre bem o papel. O desconto atual torna a proposta ainda mais interessante, especialmente considerando que modelos com recursos semelhantes costumam custar mais.

Impressora 3D Creality Ender-3 V3 SE

Impressora FDM com nivelamento automático, velocidade de até 250 mm/s, tela touchscreen e compatibilidade com diversos tipos de filamento. Boa opção para iniciantes e makers.

R$ 2.499,00 R$ 1.562,14 (-37% OFF)

Impressora 3d Creality 3d Ender-3 V3 Se

O estoque em promoções como essa costuma ser limitado e os preços podem mudar a qualquer momento. Se a Ender-3 V3 SE está na sua lista de considerações, vale acessar a oferta agora para garantir o valor com desconto.

Aviso: este artigo contém um ou mais links gerados a partir de um programa de afiliados. O valor não muda para você e o Olhar Digital poderá receber uma comissão. Nenhuma empresa participou da escolha para os links e não existiu aprovação prévia deste conteúdo, que segue independente como sempre foi.

Fonte das informações: Cointelegraph

iOS 27 deve ganhar controle deslizante para ajustar transparência do Liquid Glass


A Apple deve oferecer um controle mais refinado sobre o Liquid Glass no iOS 27, antecipou Mark Gurman, da Bloomberg. Em vez de duas opções fixas de transparência, o sistema passaria a contar com um controle deslizante para ajustar a translucidez na intensidade exata desejada pelo usuário.

No iOS 26, a Apple incluiu duas opções para ajustar a aparência do Liquid Glass: Limpo, com visual transparente, e Tingido, com fundo levemente colorido para favorecer o contraste. A escolha era refletida em todo o sistema operacional. No iOS 27, essas duas opções seriam substituídas por um controle deslizante, oferecendo ajuste mais granular sobre a translucidez da interface.

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A Apple pretende dar mais controle sobre o nível de transparência do Liquid Glass. (Imagem: Apple/Divulgação)

Segundo Gurman, a Apple já implementou esse tipo de barra deslizante no relógio da tela de bloqueio, mas enfrentou dificuldades para estender a opção às demais áreas do sistema. Se os obstáculos forem superados, o controle refinado pode chegar ao iOS 27 como um recurso de personalização.

Melhorias em toda a interface

O iOS 27 não deve introduzir mudanças radicais na interface, mas deve representar uma evolução notável em relação ao iOS 26. Gurman descreve as alterações como incrementais e graduais.

Quando foi lançado, o Liquid Glass foi um dos aspectos mais debatidos do iOS 26: a linguagem de design, embora elegante, comprometia a legibilidade de conteúdos na tela. A Apple foi aperfeiçoando a aparência a cada atualização, mas ainda há espaço para melhorias.

Quando o iOS 27 será lançado?

O iOS 27 será apresentado na WWDC 2026, evento para desenvolvedores marcado para 8 de junho deste ano. A atualização deve ser um dos principais destaques da cerimônia de abertura — e o TecMundo vai cobrir tudo, como sempre.

Quer ficar por dentro das novidades do mundo da tecnologia? Acesse o TecMundo e acompanhe as últimas notícias sobre Apple, iOS e muito mais.

Fonte das informações: Cointelegraph

The 10 Best TV Shows to Stream This Month (April 2026)


After years of suffering in silence with her trauma, Vega eventually called out her accuser in one of the most public forums in existence: Facebook. Within just a few days, she was contacted by eight other women, most of them also American college students studying abroad, with eerily similar stories of their own encounters with Vela, who was known to many as “Manu.” This three-part docuseries traces how Vega found the courage to stand up to her attacker and how the far-reaching power of using one’s voice on social media can be used for more than just sharing memes and family photos. Ultimately, Vega’s efforts led authorities to determine that Manu had assaulted between 50 and 100 young women.

Star Wars: Maul—Shadow Lord

From The Mandalorian to Skeleton Crew, Disney+ has produced a dozen Star Wars TV shows since its streaming debut, and fans are always clamoring for more. This month, that means the premiere of Star Wars: Maul—Shadow Lord, a gritty, animated series for adults that is set after the events of the universe’s famous Clone Wars and told from the perspective of Maul, one of the space opera’s most notorious supervillains. But it unravels more like a crime-drama, as it follows Maul’s rogue attempts to use his Sith skills to rebuild his Shadow Collective, a massive crime syndicate comprised of Sith leaders, Mandalorian warriors, bounty hunters, and more, all united by the goal of usurping Darth Sidious and destroying his Sith Order. IYKYK.

The Testaments

The Handmaid’s Tale marked a watershed moment for Hulu when, in 2017, it became the first streaming series to nab the Emmy for Outstanding Drama Series—solidifying the streamer’s reputation as a bona fide player. As that groundbreaking series signed off in 2025 after six seasons, it’s hardly surprising that Hulu would want to keep Margaret Atwood’s dystopian world alive, so now we have The Testaments. Set 15 years after the events of the original series, much of the series takes place at an elite prep school for young women learning to be the dutiful wives of the next wave of Commanders. Aunt Lydia (Ann Dowd) returns to terrify a new generation of young women, including Agnes (One Battle After Another’s breakout star Chase Infiniti), a pious young woman who is beginning to question the rules she has grown up obeying, and Daisy (Lucy Halliday), a Canadian teen and recent Gilead convert—all of whom have secrets they’re keeping.

Kara Swisher Wants to Live Forever

“There’s so much bad information that the good information gets drowned.” That’s the central thesis behind famed tech journalist Kara Swisher’s decision to dive headfirst into the science (and scams) of longevity—a multi-billion-dollar industry that shows no signs of slowing down—in this six-episode docuseries. Armed with her investigative skills and famously dry wit, Swisher talks to the brains behind brands promising wellness acolytes longer lives with everything from gene editing to AI-driven medical care to bleeding-edge anti-aging treatments. OpenAI CEO Sam Altman, outspoken “biohacker” Bryan Johnson, nepo baby venture capitalist Reed Jobs, and Nobel Prize-winning biochemist Jennifer Doudna are among those who help Swisher separate fact from fiction in the quest to live forever.

Margo’s Got Money Troubles

Margo Millet (Elle Fanning) is a clever, ambitious young woman with her whole life in front of her—until an affair with her English professor leaves her pregnant and suddenly thrust into adulthood. With mounting bills and limited options to gain real income, Margo ultimately turns to OnlyFans, where she quickly gains a large and lucrative following—and the judgment that comes along with that. Based on Rufi Thorpe’s bestselling 2024 novel, this dark dramedy cleverly uses its setup to challenge the many still-existing stigmas surrounding sex work and even single motherhood. While Fanning is the undoubted star, she is ably supported by an A-list team of costars, including Michelle Pfeiffer as her mom and former Hooters waitress Shyanne, and Nick Offerman as her dad Jinx, a former pro wrestler.

This Is a Gardening Show

First he was Between Two Ferns, now he’s got his own DIY gardening series. Emmy-winning actor-comedian Zach Galifianakis brings his absurdist comedy to this hilarious docuseries, which is (mostly) as earnest as it is funny. Each episode introduces viewers to a new group of gardeners and the reasons why they choose to spend so much time digging in the dirt. While it’s largely aimed at laughs, there’s also a real exploration of the many reasons why people choose to garden, which often leads to very real and important questions about mental health, sustainability, the disconnection many people feel in the modern world, the many flaws in our current “perverse” (Galifianakis’ word) food production system, and what that might mean for future generations. Appropriately, the series debuts on Earth Day (April 22).

Stranger Things: Tales From ’85

Much like Hulu wasn’t about to say goodbye entirely to The Handmaid’s Tale, just because Stranger Things said goodbye on New Year’s Eve doesn’t mean the gang from Hawkins, Indiana, is totally parting ways with Netflix. In this animated spinoff, the kids—Eleven, Mike, Will, Dustin, Lucas, and Max—are going back in time slightly, to 1985, where the friends are desperately trying to reacquaint themselves with “normal” life after their terrifying dealings with the Upside Down. But they soon realize that something is still amiss in Hawkins, and quickly find themselves embroiled in yet another paranormal adventure. Much like the nostalgia-fueled live action series, the animated show is meant to be reminiscent of the Saturday morning cartoons that were a staple of every ‘80s kid’s pop culture diet. Notably, the show is also being heavily promoted as a more family-friendly entry in the series—meaning monsters for all. All 10 episodes will drop on April 23.

Buffy the Vampire Slayer

Buffy the Vampire Slayer is officially dead—at least for now. In mid-March, Sarah Michelle Gellar announced via Instagram that Hulu had put a stake through the heart of the long-awaited Buffy reboot, which would see the ‘90s icon reprise her role as the vampire world’s biggest headache. But just because there presumably won’t be new episodes to enjoy doesn’t mean you can’t revisit the beloved original series.



Fonte das informações: Cointelegraph

Plugins do WordPress são comprometidos com códigos maliciosos


Dezenas de plugins para WordPress foram comprometidos por backdoors que distribuem código malicioso para milhares de sites que utilizam essas extensões. A descoberta foi feita após os plugins serem vendidos para um novo proprietário corporativo, que descobriu os backdoors no código-fonte.

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Austin Ginder, fundador da Anchor Hosting, alertou sobre o ataque em um post de blog na semana passada, descrevendo um ataque à cadeia de suprimentos contra a fabricante de plugins Essential Plugin. Segundo Ginder, alguém comprou a Essential Plugin no ano passado e o backdoor foi adicionado ao código-fonte dos plugins logo em seguida.

O backdoor permaneceu inativo até o início deste mês, quando foi ativado e começou a distribuir código malicioso para qualquer site com os plugins instalados. A Essential Plugin afirma em seu site ter mais de 400 mil instalações de plugins e mais de 15 mil clientes. A página de instalação de plugins do WordPress indica que os plugins afetados estão em mais de 20 mil instalações ativas do WordPress.

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Atalho do app do WordPress na tela de um smartphone
Plugins foram desativados – Imagem: IB Photography/Shutterstock

Riscos da mudança de propriedade

Os plugins permitem que proprietários de sites baseados no WordPress estendam a funcionalidade do site, mas, ao fazer isso, concedem aos plugins acesso às suas instalações, o que pode expor esses sites a extensões maliciosas e possível comprometimento.

Ginder alertou que usuários do WordPress não são notificados sobre mudanças de propriedade de plugins, expondo os usuários a potenciais ataques de takeover (tomada de controle) pelos novos proprietários.

De acordo com Ginder, esta é a segunda descoberta de sequestro de plugin WordPress em duas semanas. Pesquisadores de segurança há muito alertam sobre os riscos de atores maliciosos comprarem software e alterarem seu código para comprometer um grande número de computadores ao redor do mundo.

Plugins removidos do diretório do WordPress


Os plugins foram removidos do diretório do WordPress e agora listam seu fechamento como “permanente“. Ginder alertou que proprietários do WordPress devem verificar se ainda têm um dos plugins maliciosos instalados e removê-lo. Ginder incluiu uma lista dos plugins afetados em seu post de blog.

Representantes da Essential Plugin não se manifestaram.

Rodrigo Mozelli

Rodrigo Mozelli

Rodrigo Mozelli é jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e, atualmente, é redator do Olhar Digital.

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Fonte das informações: Cointelegraph

Lula chama ‘taxa das blusinhas’ de desnecessária e indica mudanças


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que a taxação das compras internacionais de baixo valor foi desnecessária e que o governo prepara uma medida para aliviar os aumentos relacionados ao imposto. O comentário surgiu durante entrevista nesta terça-feira (14).

Em vigor desde o segundo semestre de 2024, a “taxa das blusinhas” é aplicada às compras online de até US$ 50 em vendedores baseados no interior, ou R$ 250 pela cotação do dia. Além do imposto de 20%, essas transações também pagam 17% de ICMS, cobrado pelos estados.

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Pressão para aprovação da taxa

Falando aos sites DCM, Brasil 247 e Revista Fórum, Lula compartilhou detalhes dos bastidores da aprovação da taxação das compras internacionais. De acordo com ele, a pressão exercida por grandes varejistas foi decisiva para a mudança na legislação.

  • “O Congresso aprovou, sob pressão do comércio varejista comerciante de São Paulo, Rio de Janeiro, as lojas mais organizadas fizeram uma pressão, o que foi um absurdo”, apontou o mandatário;
  • Apesar do apoio dado pelo governo, à época, o presidente disse que era contrário à taxação dessas transações feitas em plataformas de comércio eletrônico;
  • “Nós concordamos com o Congresso, mas eu achava desnecessário o aumento das blusinhas, porque são compras muito pequenas, de R$ 20, R$ 70, que não têm nada muito significativo”, destacou;
  • O petista disse, ainda, que o imposto de importação causou prejuízos principalmente à população de baixa renda, que se esforçou para continuar a comprar.
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Conforme Lula, a população de baixo poder aquisitivo foi a mais impactada pelo imposto. (Imagem: andresr/Getty Images)

Quanto aos planos para reduzir os impactos da taxa das blusinhas, Lula comentou que o governo está desenvolvendo um plano de trabalho relacionado ao assunto. Porém, não quis fornecer maiores informações.

De acordo com o chefe do Executivo, os detalhes serão divulgados somente “quando tudo estiver pronto”. Ele revelou que a medida para aliviar o aumento dos preços nas compras internacionais entrará em vigor 40 dias após o anúncio.

Alívio para endividados

Além da possibilidade de mudança na taxa das blusinhas, o presidente também comentou que o governo trabalha em um novo programa de renegociação de dívidas. O pacote de ações objetiva, ainda, o aumento da renda.

Essas medidas devem beneficiar pessoas que ganham até cinco salários mínimos e têm pendências com cartão de crédito, cheque especial e empréstimos. É possível que dívidas relacionadas ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) também sejam incluídas.

Uma pesquisa divulgada no mês passado apontou que a cobrança nas compras internacionais foi o maior erro do atual governo. Confira mais detalhes nesta matéria.

Fonte das informações: Cointelegraph

Juiz de Nevada estende proibição a Kalshi


Um juiz de Nevada prorrogou a proibição que impede Kalshi de oferecer contratos baseados em eventos no estado, alegando que os produtos constituem jogos de azar não licenciados de acordo com a lei estadual.

O juiz Jason Woodbury afirmou em uma audiência em Carson City na sexta-feira que concederá uma liminar solicitada pelo Conselho de Controle de Jogos de Nevada, proibindo a empresa de permitir que os residentes negociem resultados como esportes, eleições e eventos de entretenimento sem uma licença de jogos, de acordo com a Reuters.

A decisão prorroga uma liminar emitida em 20 de março, que permanecerá em vigor até 17 de abril, enquanto o tribunal finaliza as restrições de longo prazo.

A Kalshi, sediada em Nova Iorque, argumentou que seus contratos são derivativos financeiros, especificamente “swaps”, que estão sob a supervisão exclusiva da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC).

Relacionado: Tribunal de apelações nega pedido de Kalshi para bloquear ação de execução em Nevada

Juiz afirma que contratos de Kalshi são semelhantes a apostas esportivas

De acordo com a Reuters, Woodbury rejeitou o argumento de Kalshi, alegando que existe uma comparação direta entre as apostas esportivas tradicionais e a plataforma de Kalshi. Ele afirmou que fazer uma aposta por meio de uma casa de apostas licenciada e comprar um contrato vinculado ao resultado de um jogo são, na prática, a mesma coisa.

“Não importa como se analise, essa conduta é indistinguível”, teria dito o juiz, acrescentando que tal atividade se qualifica como jogo de azar segundo a lei de Nevada e não pode ser oferecida sem a devida licença.

Volume teórico de Kalshi. Fonte: Kalshi

Este caso marca a primeira vez que um estado conseguiu impor uma proibição judicial atualmente em vigor contra a empresa.

No mês passado, os legisladores de Utah também aprovaram um projeto de lei direcionado a Kalshi e Polymarket que classifica apostas do tipo “proposição” em eventos durante jogos como jogos de azar, com o objetivo de bloquear tais ofertas no estado.

Relacionado: CEO da Kalshi rebate acusações criminais no Arizona como “total abuso de poder”

CFTC promete batalha judicial sobre a supervisão do mercado de previsões

A CFTC reivindicou autoridade sobre os mercados de previsão, com o presidente Michael Selig alertando que a agência está preparada para defender sua jurisdição em juízo contra quaisquer contestações de estados ou outros órgãos reguladores.

Em um discurso proferido em uma conferência do setor no mês passado, Selig afirmou que os mercados de previsão podem funcionar como “máquinas da verdade”, argumentando que, quando os participantes investem dinheiro em suas opiniões, esses mercados podem produzir sinais mais transparentes e confiáveis ​​sobre eventos futuros do que as pesquisas de opinião tradicionais.

Revista: Bitcoin pode levar 7 anos para se tornar pós-quântico — coautor do BIP-360

A Cointelegraph está comprometida com um jornalismo independente e transparente. Este artigo de notícias é produzido de acordo com a Política Editorial da Cointelegraph e tem como objetivo fornecer informações precisas e oportunas. Os leitores são incentivados a verificar as informações de forma independente. Leia a nossa Política Editorial https://br.cointelegraph.com/editorial-policy

Fonte das informações: Cointelegraph

Stablecoins em euro lideram mercado fora do dólar, aponta Visa


Stablecoins denominadas em euro representam mais de 80% do mercado de stablecoins fora do dólar americano, que, segundo a Dune, atingiu cerca de US$ 1,2 bilhão em oferta total, de acordo com um relatório encomendado pela Visa.

A Dune afirmou que as stablecoins em euro responderam por 85% do volume de transferências no mercado fora do dólar, com a EURC (EURC), da Circle, emergindo como o principal token em euro no segmento.

O relatório apontou para o crescimento do uso de stablecoins em euro na infraestrutura de pagamentos, enquanto Visa e Mastercard expandiram separadamente o suporte de liquidação para a EURC em partes de suas redes.

A Dune disse que o mercado de stablecoins fora do dólar agora movimenta cerca de US$ 10 bilhões em volume mensal de transferências, refletindo um forte aumento no uso nos últimos três anos.

Mesmo assim, as stablecoins em euro ainda representam uma pequena parcela do setor mais amplo de stablecoins, que atualmente totaliza entre US$ 300 bilhões e US$ 316 bilhões, enquanto o euro ainda responde por cerca de 20% das reservas globais de câmbio, segundo dados da DefiLlama.

Volume de transferências da EURC, mensal, gráfico histórico. Fonte: Dune

MiCA impulsiona avanço das stablecoins em euro

A pesquisa indica que empresas europeias que operam em euros estão recorrendo às stablecoins, impulsionadas pela clareza regulatória na Zona do Euro, disse Nic Puckrin, CEO e cofundador da plataforma educacional Coin Bureau, ao Cointelegraph.

“A EURC é uma escolha natural porque é emitida pela Circle, uma entidade consolidada que já conquistou confiança com seu produto USDC”, acrescentou.

A oferta total da EURC ultrapassou US$ 506 milhões em 27 de fevereiro, segundo o relatório. Excluindo a EURC, 80% da atividade das stablecoins em euro estava relacionada a pagamentos, remessas, folha de pagamento e fluxos de tesouraria.

Oferta total de EUR em USD, gráfico histórico. Fonte: Dune

Puckrin afirmou que o principal fator por trás do crescimento do uso de stablecoins na União Europeia é a clareza regulatória proporcionada pelo Regulamento de Mercados em Criptoativos (MiCA), que entrou em vigor para prestadores de serviços de criptoativos em 30 de dezembro de 2024.

Ele acrescentou que atrasos em torno do euro digital podem abrir mais espaço para emissores privados de stablecoins preencherem lacunas nos pagamentos digitais na Europa.

A Circle também tem promovido a EURC e o USDC (USDC) como ferramentas para fluxos de câmbio euro-dólar 24 horas por dia por meio de sua infraestrutura StableFX, oferecendo às instituições uma forma de movimentar recursos entre moedas fora do horário bancário tradicional.

Ainda assim, a adoção em maior escala dependerá de provedores de pagamento, equipes de tesouraria e instituições financeiras licenciadas terem acesso a infraestrutura compatível suficiente para utilizar stablecoins em euro em larga escala, disse Mouloukou Sanoh, cofundador e CEO da plataforma de liquidez transfronteiriça Mansa, ao Cointelegraph.

“As empresas que estão vencendo são aquelas que resolvem problemas para operadores de pagamento licenciados, não aquelas que constroem L1s genéricas ou outras plataformas, mas sim infraestrutura que permite que um responsável de tesouraria em um provedor de serviços de pagamento ou instituição de dinheiro eletrônico movimente recursos em tempo real sem necessidade de pré-financiamento, fricção regulatória ou caos operacional”, afirmou.