Xbox lançará controle próprio para jogos em nuvem do Game Pass! Veja imagens


Imagens de um controle dedicado ao Xbox Cloud Gaming foram vazadas nesta quinta-feira (14), revelando que a Microsoft está desenvolvendo um periférico compacto voltado aos usuários do serviço de jogos em nuvem do Game Pass. A descoberta inicial é do Tecnoblog, que encontrou os documentos de registro.

O acessório aparece poucos meses após Asha Sharma assumir a nova CEO da divisão de games da empresa. Desde que tomou posse, a executiva já promoveu mudanças relevantes no serviço. Algumas das melhorias incluem uma redução global nos preços da assinatura do Game Pass Ultimate e melhorias na interface da plataforma. O novo controle seria mais um movimento nessa direção.

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O vazamento do controle dedicado ao Xbox Cloud Gaming inclui imagens do acessório nas cores preto e branco e detalha especificações técnicas do produto — que ainda não foi confirmado oficialmente pela Microsoft.

Especificações do controle do Xbox Cloud Gaming

De acordo com as informações vazadas, o novo controle apresenta um design compacto, com bateria interna recarregável e conectividade Bluetooth — além de Wi-Fi integrado, uma novidade para controles da linha Xbox. O aparelho virá disponível nas cores preto e branco.

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Em termos de conectividade, o periférico conta com Bluetooth 5.3 e Wi-Fi 6, com suporte a conexões de 2,4 GHz e 5 GHz. O chip utilizado é o Realtek RTL8730E, equipado com dois núcleos ARM Cortex-A7 de 1,2 GHz, e a bateria interna tem capacidade de 500 mAh.

Quanto ao layout, o controle mantém a disposição clássica dos botões do Xbox. Na parte superior é possível identificar uma porta USB-C, um botão de pareamento e uma área reservada para indicadores luminosos — possivelmente para distinguir entre o modo Xbox tradicional e o modo Xbox Cloud Gaming.

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As imagens divulgadas mostram um design mais enxuto, muito próximo ao de modelos como o SN30 Pro — referência no segmento de controles compactos. A comparação com produtos da 8BitDo é inevitável, dado o formato reduzido e a proposta multiplataforma do acessório.

Assinantes do Discord Nitro terão acesso a nível básico do Game Pass com mais de 50 jogos

Vale lembrar também que a Microsoft anunciou recentemente uma parceria com o Discord que inclui uma versão de entrada do Xbox Game Pass para assinantes do Discord Nitro. 

O plano, chamado de Starter Edition, oferece acesso a uma biblioteca com mais de 50 jogos para PC e consoles Xbox sem custo adicional para membros elegíveis.

Entre os títulos disponíveis estão Fallout 4, Stardew Valley, DayZ, Deep Rock Galactic, Overcooked 2 e Grounded, com previsão de novos jogos sendo adicionados periodicamente ao catálogo. 

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A assinatura também inclui 10 horas mensais de jogatina via Xbox Cloud Gaming, permitindo transmitir títulos em dispositivos compatíveis sem a necessidade de download completo. O controle poderia ser usado nessa opção, por exemplo.

A movimentação se soma à recente redução de preços do Xbox Game Pass no Brasil: o plano Ultimate, que custava R$ 119,90 por mês, passou a ser oferecido por R$ 76,90, enquanto o PC Game Pass saiu de R$ 69,90 para R$ 59,99 mensais.

Microsoft não confirmou os vazamentos do controle por enquanto

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Até o momento, a Microsoft não se pronunciou sobre o periférico revelado nas imagens publicadas pelo Tecnoblog. Não há previsão de lançamento para o novo controle, seja no Brasil ou no exterior.

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Fonte das informações: Cointelegraph

We Now Know How Many People the CDC Is Monitoring for Hantavirus


The Centers for Disease Control and Prevention is monitoring a total of 41 people in the US for the Andes hantavirus after a cruise ship was hit with a rare outbreak but that the risk to the public remains low.

This includes a group of 18 passengers from the cruise ship who are now in quarantine facilities in Nebraska and Georgia, according to health officials. The agency is also monitoring passengers who returned home before the outbreak was identified and others who were exposed during travel, specifically on flights where a symptomatic case was present.

“Most people under monitoring are considered high-risk exposures, and CDC recommends that everyone under monitoring stay at home and avoid being around people during their 42 day monitoring period,” David Fitter, incident manager for CDC’s hantavirus response, told reporters during a media briefing on Thursday. “We emphasize not to travel across all these groups.”

The Andes virus is a strain of hantavirus found in South America that can be transmitted from person to person. Typically, hantavirus is passed to humans when they come into contact with rodent droppings or urine. A respiratory virus, the disease can cause difficulty breathing and carries a fatality rate of around 35 percent. As of Thursday, the World Health Organization has confirmed 11 cases of the Andes virus among passengers of the MV Hondius cruise ship, including three deaths.

A Department of Health and Human Services official confirmed to WIRED that all Americans who were on board the Hondius at any point during its journey are now back in the US.

The CDC has legal authority to issue federal quarantine and isolation orders to prevent the spread of certain communicable diseases into or within the US. Fitter said on Thursday that the CDC is not using that authority to manage all 41 of the individuals who were potentially exposed to the hantavirus.

“Our approach is based on risk and evidence,” he said. “We are working closely with passengers and public health partners to ensure monitoring and rapid access to care if symptoms develop. Our goal is to work with them and alongside them, building plans based on their specific situations to protect the health and safety of passengers and American communities.”

Individuals will be monitored for 42 days, which is the amount of time it can take for hantavirus symptoms to appear after exposure. Symptoms begin as flu-like, with fever, muscle aches, and fatigue, and rapidly progress to severe respiratory distress.

Fonte das informações: Cointelegraph

Vênus pode esconder sondas soviéticas preservadas até hoje


Pesquisadores sugerem que algumas das antigas sondas enviadas a Vênus pela União Soviética e pela NASA podem ainda existir na superfície do planeta, contrariando a ideia de que elas teriam sido rapidamente destruídas pelas condições extremas do ambiente venusiano. O estudo foi publicado na revista científica Geoarchaeology.

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Entre 1961 e 1984, a União Soviética lançou 18 sondas como parte dos programas Venera e Vega. Dessas, 10 conseguiram pousar no planeta mais quente do Sistema Solar. Algumas chegaram a operar por poucos minutos ou horas, transmitindo dados e imagens inéditas da superfície venusiana antes de pararem de funcionar devido ao calor intenso e à pressão atmosférica extrema.

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Superfície de Vênus capturada pela câmera da sonda Venera 14 – Imagem: Russian Academy of Sciences / Ted Stryk

Ambiente hostil de Vênus desafia espaçonaves

A superfície de Vênus registra temperaturas próximas de 467 °C, superiores até mesmo às de Mercúrio. Além disso, a pressão atmosférica chega a cerca de 92 vezes a pressão ao nível do mar na Terra. Segundo os autores do estudo, essas condições levaram cientistas a acreditar por décadas que qualquer vestígio das missões seria rapidamente apagado.

O artigo destaca ainda que o planeta possui processos geológicos ativos, incluindo eventos vulcânicos, sísmicos e movimentações de massa. Por isso, predominava a hipótese de que restos artificiais desapareceriam em pouco tempo.

Apesar disso, os pesquisadores argumentam que a situação pode ser diferente. De acordo com a análise, a atmosfera extremamente densa de Vênus reduz a velocidade de impacto dos objetos durante a descida. Isso significa que, mesmo deformadas e inutilizadas, partes metálicas das sondas podem ter permanecido na superfície.

As primeiras sondas soviéticas, como Venera 3, 4, 5, 6, 7 e 8, foram desenvolvidas numa época em que parte da comunidade científica acreditava que Vênus poderia ter características semelhantes às da Terra, incluindo até possíveis oceanos.

A Venera 3, por exemplo, foi criada para realizar um eventual pouso em água. No entanto, as informações enviadas principalmente pela Venera 4 mostraram que o planeta tinha condições muito mais severas do que o esperado.


Segundo os pesquisadores, essas primeiras espaçonaves não eram reforçadas o suficiente para suportar o calor e a pressão venusianos. Elas acabaram despressurizadas, deformadas e “cozidas” pelas condições extremas. Ainda assim, os autores acreditam que seus restos metálicos podem continuar presentes na superfície.

Sete sondas têm maior chance de ainda existir

O estudo aponta que algumas missões posteriores, construídas já com conhecimento mais detalhado sobre Vênus, possuem maior probabilidade de terem resistido ao tempo. Os pesquisadores consideram que as sondas Venera 5, 6, 7 e 10, além das VeGa 1 e 2 e da Pioneer Venus Night Probe, da NASA, podem ter permanecido relativamente preservadas.

Um dos principais fatores de desgaste seria o dióxido de carbono em estado supercrítico presente na atmosfera venusiana a partir de cerca de 12 quilômetros de altitude. Nessa condição, o gás apresenta comportamento semelhante ao de um líquido e poderia penetrar pequenas aberturas das sondas, atuando como solvente.

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Os cientistas também reconhecem a possibilidade de algumas espaçonaves terem sido soterradas por processos geológicos. Mesmo assim, eles afirmam que regiões de planícies baixas de Vênus apresentam processos de sedimentação lentos e fracos, favorecendo a preservação desses materiais.

Segundo os autores, futuras missões ao planeta poderão confirmar se essas estruturas ainda permanecem identificáveis na superfície venusiana, décadas após o fim das operações.

Ana Luiza Figueiredo

Ana Luiza Figueiredo

Ana Figueiredo é repórter de tecnologia do Olhar Digital. É formada em jornalismo pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

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Fonte das informações: Cointelegraph

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Fonte das informações: Cointelegraph

Testing for ‘Bad Cholesterol’ Doesn’t Tell the Whole Story


For decades, assessing cholesterol risk has been built around a simple idea: Lower “bad” cholesterol, lower your chance of a heart attack. The test at the center of that approach measures how much low-density lipoprotein, or LDL cholesterol, is circulating in part of the blood. It has shaped everything from clinical guidelines to the widespread use of statins, medications that reduce LDL.

It works. Lowering LDL cholesterol reduces heart attacks, strokes, and early death. But it doesn’t tell the whole story.

The LDL cholesterol test measures the amount of cholesterol inside the low-density lipoprotein particles circulating in the bloodstream. Those LDL particles containing the cholesterol can get trapped in artery walls, forming plaques that can eventually block blood flow. As the test measures the amount of cholesterol being carried, not the number of LDL particles themselves, two people can have the same LDL cholesterol level but very different numbers of particles, and therefore different levels of risk.

That gap has pushed researchers toward a different way of measuring risk. Apolipoprotein B, or apoB, reflects the total number of cholesterol-carrying particles in the blood rather than how much cholesterol they contain. A growing body of research suggests it’s a more accurate way of identifying who is at risk and who’s not.

In March 2026, the American Heart Association and American College of Cardiology recognized this. Their updated cholesterol guidelines acknowledged apoB as a potentially more precise marker, in line with earlier European recommendations. But they stopped short of recommending apoB as the primary method for testing.

“They review the evidence and rank apoB as superior, but the actual rules of the road continue to prioritize LDL,” says Allan Sniderman, a cardiologist at McGill University.

Sniderman was an author on a 2026 JAMA modeling study that analyzed lifetime outcomes for around 250,000 US adults eligible for statin treatment. Comparing LDL cholesterol, non-HDL cholesterol, and apoB, the study found that using apoB to guide treatment decisions would prevent more heart attacks and strokes than current approaches, while remaining cost-effective.

ApoB testing can be done through standard blood tests. So why has it not filtered into routine care? Not even in Europe, where the guidelines have reflected its usefulness for years.

Part of the answer is inertia. For decades, LDL cholesterol has been both a scientific breakthrough and a public health success story. It is simple, widely understood, and directly linked to treatments that work.

“For 50 years, LDL cholesterol was an amazing discovery,” Sniderman says. “It’s not that it isn’t a good marker. It is a good marker.”

Børge Nordestgaard, president of the European Atherosclerosis Society, agrees that LDL cholesterol remains central for a reason. “The evidence is immense; it’s beyond discussion,” he says. “Statins reduce heart attacks, strokes, and early death through LDL cholesterol lowering.”

That success helped shape a powerful narrative: LDL is “bad cholesterol,” and lowering it saves lives. But that simplicity has also limited how risk is understood.

“The result is patients and physicians know little or nothing about apoB,” Sniderman says.

More recent research suggests that the cholesterol picture is more complex, especially in people already taking statins. Previous studies led by Nordestgaard have shown that in treated patients, high levels of apolipoprotein B and non-HDL cholesterol remain associated with increased risk of heart attacks and mortality, while LDL cholesterol does not. ApoB, in particular, emerged as the most accurate marker.

For Kausik Ray, a cardiologist at Imperial College London, the challenge is not choosing one marker over another, but understanding what each one captures, and what it misses.

“We’re not interested in cholesterol for its own sake,” Ray says. “We’re trying to prevent heart attacks and strokes.”

Fonte das informações: Cointelegraph

Por que os cães viram a cabeça ao ouvir barulhos?


Observar o comportamento canino revela nuances fascinantes sobre como os animais processam o ambiente ao seu redor. Muitos tutores questionam por que cães viram a cabeça ao ouvir sons específicos ou palavras familiares ditas com entonação diferente. Portanto, este artigo explora as razões científicas e comunicativas por trás desse gesto adorável que fortalece o vínculo entre humanos e animais.

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Quais são as razões auditivas por que cães viram a cabeça?

A principal explicação reside na capacidade cognitiva e auditiva extremamente refinada desenvolvida pelos cães durante a comunicação com seres humanos. Segundo um artigo publicado pelo Science Direct, o movimento de inclinar a cabeça pode estar relacionado ao processamento de sons familiares e à tentativa do animal de interpretar palavras importantes. Além disso, os pesquisadores observaram que cães altamente treinados costumam inclinar o crânio com maior frequência ao ouvir comandos específicos associados à memória.

Portanto, ao virar levemente a cabeça, o animal demonstra concentração intensa enquanto tenta associar estímulos auditivos a informações já armazenadas anteriormente. Esse comportamento detalhado é fundamental para que ele compreenda melhor a origem e o significado dos sons emitidos pelos tutores diariamente. Consequentemente, o gesto funciona como um mecanismo natural de atenção e interpretação sonora que fortalece diretamente a interação social e o aprendizado canino.

👂 Ajuste Acústico
O cão inclina a cabeça para alinhar as orelhas e captar melhor a direção do som.

👁️ Visão Facilitada
A inclinação ajuda a retirar o focinho da frente dos olhos para enxergar expressões humanas.

🧠 Processamento Cognitivo
Indica que o animal está tentando associar o som a algo importante em sua memória.

Como o focinho atrapalha a visão periférica dos animais?

Uma teoria complementar sugere que o focinho proeminente pode obstruir a parte inferior do campo visual do cão, dificultando a leitura labial humana. Ao inclinar a face, o pet consegue enxergar melhor a boca e as expressões faciais de quem está falando. Além disso, essa mudança de ângulo amplia a percepção de pistas visuais que acompanham os comandos verbais emitidos pelo tutor.

Contudo, raças com focinhos mais curtos, como pugs e buldogues, tendem a realizar esse movimento com uma frequência levemente menor em alguns casos. Entretanto, a inclinação permanece como um comportamento instintivo de foco e concentração em quase todas as linhagens caninas. Assim, o gesto demonstra que o animal está dedicando total atenção à interação social proposta pelo ser humano.


Por que os cães viram a cabeça ao ouvir barulhos?
Focinho comprido obstrui visão inferior dificultando leitura das expressões faciais humanas – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Existe relação entre inteligência e por que cães viram a cabeça?

Pesquisas recentes indicam que cães considerados superdotados ou com alta capacidade de aprendizado realizam esse gesto com mais constância. Durante os testes, os animais que inclinavam a cabeça conseguiam identificar nomes de objetos e brinquedos com uma taxa de acerto superior. Portanto, entender por que cães viram a cabeça pode ser uma janela para compreender o nível de engajamento cognitivo do seu pet.

Ademais, esse comportamento sugere que o cérebro do animal está trabalhando ativamente para cruzar informações sonoras com memórias arquivadas. Quando o tutor diz palavras como passeio ou petisco, o cão inclina a cabeça para confirmar se a mensagem realmente condiz com suas expectativas. A tabela abaixo resume as principais motivações observadas por especialistas em comportamento animal.

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Fator Motivador Tipo de Resposta Objetivo Principal
Frequência Aguda Auditiva Localizar Som
Palavra Familiar Cognitiva Reconhecimento
Expressão Facial Visual Leitura Emocional
Comando de Voz Social Obediência

Quando a inclinação de cabeça pode ser um sinal de alerta?

Apesar de ser um gesto charmoso em contextos de interação, a inclinação persistente sem estímulos sonoros pode indicar problemas de saúde. Infecções de ouvido, otites ou problemas no sistema vestibular são causas comuns que levam o cão a manter a cabeça torta. Além disso, se o animal apresentar desequilíbrio ou movimentos oculares involuntários, a busca por um veterinário torna-se indispensável e urgente.

Portanto, observe se o comportamento ocorre apenas durante conversas ou se o cão parece desconfortável no dia a dia. Contudo, na grande maioria das situações, o gesto é apenas uma evidência da incrível inteligência emocional e biológica desses animais. Valorizar esses momentos de comunicação fortalece a amizade e garante que o pet se sinta compreendido em seu ambiente doméstico.

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Gabriel do Rocio Martins Correa

Gabriel do Rocio Martins Correa é colaboração para o olhar digital no Olhar Digital

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Fonte das informações: Cointelegraph

The Pentagon Releases New Trove of Declassified UFO Files


Trump first teased the release in February in a Truth Social post. The Pentagon coordinated the release in partnership with the White House, Director of National Intelligence Tulsi Gabbard, the Energy Department, NASA, and the FBI. Many of the files in this new drop contain documents that are already publicly available. However, some versions of these known documents in the new files contain more pages, or fewer redactions, than previously released versions.

More than 60 percent of Americans believe that the government is concealing information about UAP, according to YouGov, while 40 percent think UAP are likely alien in origin, according to Gallup. Congress has held hearings into whether there’s been a decades-long program to recover “non-human” technologies, yet evidence remains elusive.

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Courtesy of the US Department of Defense

“If it’s just more blobby photos or redacted documents that don’t have any details in them, it’s more of the same,” Adam Frank, an astrophysicist at the University of Rochester who studies the search for alien life, says of the new files. “What we need are actual scientific results from the investigations that should have been done if the most extraordinary claims being made are true.”

The document drop follows a week of high-profile discussions of aliens, including Stephen Colbert’s interview with former President Barack Obama, released on Wednesday. Obama cast doubt on government cover-ups about aliens by joking that “some guy guarding the installation would have taken a selfie with the alien and sent it to his girlfriend.”

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Courtesy of the US Department of Defense

Members of the Artemis II crew also second-guessed the idea of a vast government-wide conspiracy to hide the discovery of extraterrestrial life in a discussion with The Daily this week.

“Do you realize that if we found alien life out there, and we came back and reported on it, NASA would never have a budget issue for the rest of eternity?” said Reid Weisman, the commander of Artemis II. “So trust me.”

Victor Glover, the astronaut who piloted the mission, added: “Why would we hide that from you?”

Fonte das informações: Cointelegraph

WhatsApp expande visual Liquid Glass do iOS 26 para menu de contexto e emojis


O WhatsApp experimenta novos elementos visuais baseados no Liquid Glass do iOS 26. As adições foram encontradas em uma versão de testes do aplicativo para iPhone pelo site WABetaInfo.

As novidades da vez estão no menu de contexto e na bandeja de reações rápidas com emojis — seções visíveis ao tocar e segurar sobre uma mensagem. Atualmente, essas áreas têm visual opaco, o que contrasta com partes da interface que já foram adaptadas à linguagem de design do iOS 26. As adições são incrementais, mas refinam a experiência geral com o mensageiro, tornando a aparência do aplicativo mais coesa.

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As mudanças mais recentes foram encontradas no menu de contexto e na bandeja de reações. (Fonte: WABetaInfo/Reprodução)

Liquid Glass também chegará à tela de chat

Futuramente, o WhatsApp para iPhone também deve receber uma tela de chat repaginada no estilo Liquid Glass. O novo visual foi flagrado no começo deste mês, mas ainda não está disponível nem para testadores.

The image shows a new Liquid Glass design for the chat interface on WhatsApp beta for iOS
A tela de chat do WhatsApp para iOS também receberá um retrabalho visual. (Fonte: WABetaInfo/Reprodução)

Neste caso, as mudanças afetam a área de título e a caixa de texto. Os botões do aplicativo são envolvidos por áreas translúcidas que interagem com a luz como se fossem líquidos — características centrais do Liquid Glass. As alterações são discretas e parecem não comprometer a legibilidade do conteúdo.

Sem previsão de lançamento

As mudanças visuais no menu de contexto e na bandeja de reações ainda estão em desenvolvimento. O WABetaInfo identificou algumas inconsistências visuais na interface, o que pode estar segurando o lançamento por parte da Meta.

Não há previsão para a liberação definitiva do visual retrabalhado. É provável que testadores sejam os primeiros a experimentá-lo antes do público geral.

Quer ficar por dentro das novidades do mundo da tecnologia? Acesse o TecMundo e acompanhe as últimas notícias sobre WhatsApp, Apple e muito mais.

Fonte das informações: Cointelegraph

Enquanto debatemos o asfalto da rua, cidades costeiras brasileiras já têm data para ficar debaixo d’água


O aumento do nível do mar não é mais um cenário hipotético distante, mas uma realidade que bate à porta de diversas cidades costeiras brasileiras. Relatórios globais sobre o clima soam o alerta máximo, apontando o Brasil como um dos focos de vulnerabilidade crítica. Regiões densamente povoadas enfrentam o risco iminente de inundações permanentes, exigindo ações de planejamento urbano imediatas e drásticas.

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Quais são as cidades costeiras brasileiras mais ameaçadas pelo oceano?

De acordo com um relatório detalhado do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), a situação de algumas cidades brasileiras é considerada crítica. A análise projeta cenários preocupantes para o futuro próximo, onde o avanço do mar comprometerá severamente a infraestrutura e a habitabilidade dessas regiões costeiras.

Entre as áreas mais vulneráveis, destacam-se grandes centros urbanos e capitais. A topografia plana e a alta densidade demográfica próximo à linha d’água tornam essas localidades alvos fáceis para as inundações costeiras agravadas pelas mudanças climáticas.

🚨 Recife (Pernambuco): Classificada como uma das cidades mais vulneráveis do mundo, Recife enfrenta sérios riscos devido aos seus canais e altitude baixa, agravando as inundações frequentes.

Santos (São Paulo): A região da Baixada Santista sofre com o avanço do mar que ameaça a infraestrutura portuária, vital para a economia do país, além de áreas residenciais consolidadas.

🏖️ Rio de Janeiro (Rio de Janeiro): A topografia complexa, com áreas nobres e favelas próximas ao mar, coloca a cidade maravilhosa em alerta vermelho, com riscos de perdas econômicas e humanas significativas.

Por que o planejamento urbano ignora o risco iminente?

Historicamente, o desenvolvimento urbano no Brasil priorizou a expansão rápida em detrimento da sustentabilidade de longo prazo. A visão de curto prazo muitas vezes negligencia os avisos dos cientistas climáticos, concentrando recursos em soluções imediatas para problemas estruturais crônicos.

A falta de políticas públicas consistentes e a especulação imobiliária nas faixas litorâneas são obstáculos consideráveis. A mudança de paradigma exige abandonar a lógica de construir cada vez mais perto da água e adotar estratégias de adaptação resiliente.

  • Falta de integração entre dados climáticos e planos diretores municipais.
  • Interesses econômicos de curto prazo do setor imobiliário nas orlas.
  • Dificuldade de financiamento para obras de infraestrutura de adaptação preventiva.
  • Descontinuidade de projetos devido às mudanças frequentes nas administrações públicas.


Enquanto debatemos o asfalto da rua, cidades costeiras brasileiras já têm data para ficar debaixo d'água
Relatórios climáticos apontam vulnerabilidade extrema em capitais e grandes centros urbanos – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Como as cidades litorâneas podem se adaptar ao aumento do nível do mar?

A adaptação exige uma abordagem multifacetada, combinando soluções de engenharia robustas com infraestrutura verde e soluções baseadas na natureza. Não existe uma solução única, sendo necessário um conjunto de medidas personalizadas para cada contexto costeiro específico.

O foco deve migrar de medidas reativas, como construir pequenos muros de contenção, para estratégias proativas e abrangentes. O planejamento urbano de longo prazo é essencial para gerenciar a transição das áreas de maior risco de inundação.

Estratégia de Adaptação Descrição Eficácia a Longo Prazo
Defesas Rígidas (Engenharia) Construção de diques, paredões e comportas marítimas para bloquear a entrada do mar. Limitada
Infraestrutura Verde Restauração de manguezais, dunas e restingas, que atuam como barreiras naturais contra tempestades. Alta
Retiro Estratégico Realocação planejada de populações e infraestruturas de áreas de alto risco para zonas mais seguras e elevadas. Muito Alta

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O que acontece se não agirmos para proteger nossas cidades costeiras brasileiras?

A inação diante deste cenário resultará em catástrofes econômicas e sociais sem precedentes. A perda de infraestrutura urbana básica, como redes de esgoto e sistemas de transporte, causará um colapso nos serviços essenciais dessas regiões, gerando caos generalizado.

Além dos prejuízos materiais bilionários, enfrentaremos uma crise humanitária aguda. O surgimento de refugiados climáticos internos, obrigados a abandonar seus lares permanentemente, criará um desafio social complexo de reassentamento e integração em outras localidades.

Qual o papel da sociedade na exigência de um planejamento urbano resiliente?

A sociedade civil tem a responsabilidade de pressionar os governantes para que o planejamento urbano contemple as projeções climáticas. A participação em audiências públicas e o engajamento com organizações não governamentais são mecanismos fundamentais de controle social.

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É preciso exigir transparência nos dados sobre áreas de risco e acompanhar a execução dos planos de adaptação. A conscientização coletiva sobre a gravidade da situação é o primeiro passo para garantir que o futuro das nossas costas seja de sobrevivência e adaptação, não de tragédia anunciada.

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Joaquim Luppi

Joaquim Luppi

Joaquim Luppi é colaborador do Olhar Digital. Técnico em Informática pelo IFRO, atua em instalação e manutenção de computadores, redes, sistemas operacionais, programação e desenvolvimento full-stack.

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Gabriel do Rocio Martins Correa

Gabriel do Rocio Martins Correa é colaboração para o olhar digital no Olhar Digital

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Fonte das informações: Cointelegraph

Telehealth Abortion Is Still Possible Without Mifepristone


Abortion provider Carafem’s phones were ringing nonstop over the weekend after a US federal appeals court reinstated a nationwide requirement that the drug mifepristone, one of two pills used for a medication abortion, must be obtained in person. The decision, handed down on Friday, left patients unsure if they could gain access to their treatment through telehealth. “People are afraid, and they’re angry,” says Carafem’s chief operations officer, Melissa Grant. “I had people contact us saying, This can’t be true. Do you still have the medication available? Can’t you just give it to me? They were bargaining.”

With the restriction in place, Carafem quickly pivoted to a backup approach. Instead of prescribing the two-drug protocol typical for a medication abortion—mifepristone, which blocks progesterone and prevents the pregnancy from progressing, and then misoprostol, which causes the uterus to contract—the organization began prescribing misoprostol on its own. While slightly less effective than the dual-pill option, it’s been widely used in the past. “We feel comfortable prescribing it,” says Grant.

Some Planned Parenthood clinics also pivoted to the misoprostol-only regimen this weekend. “Planned Parenthood providers are doing everything they can to make sure patients know that medication abortion is still safe, legal, and available,” says Danika Severino, vice president of care and access at Planned Parenthood Federation of America.

On Monday, the Supreme Court offered a temporary reprieve, pausing the appeals court ruling for a week. The measure allows patients to once again get mifepristone through virtual clinics at least until May 11, when SCOTUS will take another look at the case. Carafem and Planned Parenthood say they are prepared to shift back to misoprostol-only if necessary. Other providers, including the digital abortion clinic HeyJane, have confirmed that they will also take that approach if necessary.

Mifepristone was developed in the 1980s in France and has been extensively studied for safety and efficacy. It was approved by the Food and Drug Administration in 2000. Under President Joseph Biden, the FDA first allowed the drug to be obtained by mail instead of in person in April 2021, during the Covid-19 pandemic. The agency permanently lifted the in-person dispensing requirement in 2023.

After the Supreme Court overturned Roe v. Wade in 2022, ending the constitutional right to an abortion, medication abortion via telehealth became a more sought-after option, especially for patients in states that adopted abortion restrictions. Approximately one in three abortions that took place in the first half of 2025 used abortion pills obtained through telehealth, according to public health nonprofit Plan C.

Access to mifepristone has become the next major battleground in reproductive health, with anti-abortion politicians and lobbyists seeking to reinstate in-person dispensing requirements on the drug and, by doing so, make medication abortion harder to obtain.

After conflicting legal rulings in 2023 sparked confusion over whether mifepristone would be available from virtual clinics, some of them planned to temporarily shift to offering misoprostol-only medication abortions. Some virtual clinics have offered single-pill options even before that. Carafem offered misoprostol-only medication abortions beginning in 2020, in an effort to provide patients with options for virtual care during the early days of Covid.

Originally developed to treat gastric ulcers, misoprostol has been used for medication abortion since the late 1980s. It remains the primary method of medication abortion in many parts of the world where access to mifepristone is limited.

“Mifepristone and misoprostol are both very safe medications, and in general, having mifepristone increases the efficacy and decreases complication rates of medication abortion,” says Rachel Jensen, a fellow with the American College of Obstetricians and Gynecologists, which endorses the misoprostol-only protocol when mifepristone isn’t available. The single-drug regimen is also endorsed by the World Health Organization, the Society of Family Planning, and the National Abortion Federation.

Fonte das informações: Cointelegraph

Apple lança coleção Orgulho com papel de parede personalizável e pulseira para Apple Watch


O iOS 26.5 Release Candidate foi lançado nesta segunda-feira (4) e, com ele, a Apple apresentou a nova coleção “Orgulho” de produtos e papéis de parede. O pacote celebra as comunidades LGBTQIA+ com muitas cores e o capricho característico da marca.

A coleção é composta por uma pulseira loop esportiva para Apple Watch, vendida por R$ 549 na Apple Store brasileira, um mostrador exclusivo para Apple Watch e papéis de parede para iPhone e iPad.

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O Apple Watch Series 11 aparece com o mostrador Orgulho Luminância e a pulseira loop esportiva edição Orgulho.
A nova pulseira da coleção Orgulho custa R$ 549 na Apple Store brasileira. (Fonte: Apple/Divulgação)

O mostrador se chama “Orgulho Luminância” e complementa o design da pulseira de tecido com um arco-íris de 11 cores. Ele está disponível em dois padrões geométricos: radial, com raios coloridos alinhados às marcações de hora, e vertical, que reflete as listras lineares da pulseira.

O papel de parede para iPhone e iPad também segue a temática de arco-íris e herda a estética da coleção. As cores são personalizáveis: o usuário pode escolher a paleta exibida nas faixas verticais, com no mínimo 1 e no máximo 12 cores.

O papel de parede da nova coleção Orgulho para Apple Watch aparece em um iPad Pro de 11 polegadas e em um iPhone 17 Pro.
As cores do papel de parede são personalizáveis. (Fonte: Apple/Divulgação)

O mostrador Orgulho Luminância e os papéis de parede para iPhone e iPad estão disponíveis nas respectivas galerias no watchOS 26.5, iOS 26.5 e iPadOS 26.5.

iOS 26.5 será lançado em breve

O iOS 26.5 está na última etapa antes da liberação ao público geral. A atualização costuma ser distribuída cerca de uma semana após a estreia da Release Candidate, salvo se a Apple identificar algum problema grave que precise ser corrigido antes.

Além dos novos papéis de parede, a atualização introduz suporte a criptografia de ponta a ponta em mensagens RCS, pareamento Bluetooth via cabo USB-C e sincronização de Live Activities com mais smartwatches — este último recurso disponível apenas na Europa.

A compilação também contém indícios de que a Apple permitirá o download de apps fora da App Store no Brasil — prática conhecida como sideloading. O recurso ainda não está funcional, mas deve ser habilitado em uma atualização futura.

Quer ficar por dentro das novidades do mundo da tecnologia? Acesse o TecMundo e acompanhe as últimas notícias sobre Apple, iOS e muito mais.

Fonte das informações: Cointelegraph

Volkswagen vira maior acionista da Rivian e supera Amazon


A Volkswagen passou a ocupar a posição de maior acionista da Rivian, ultrapassando a Amazon, segundo documentos recentes enviados à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC). A participação do grupo alemão na fabricante de veículos elétricos cresceu de 8,6% para 15,9% em menos de dois anos.

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O avanço da fatia acionária está ligado a uma joint venture firmada entre as empresas, oficializada em novembro de 2024, voltada ao desenvolvimento de arquitetura elétrica e software. A tendência é que a participação da Volkswagen continue aumentando conforme metas do acordo forem atingidas.

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Fachadas de Rivian e Volkswagen. O grupo alemão agora o maior acionista da fabricante de carros elétricos – Imagem: Tada Images e Anton Pentegov/Shutterstock

Investimento de US$ 5,8 bilhões

A Volkswagen se comprometeu a investir US$ 5,8 bilhões na Rivian, com os aportes sendo liberados de acordo com marcos específicos. O acordo começou com um investimento inicial de US$ 1 bilhão, seguido por outro aporte do mesmo valor em meados de 2025.

Mais recentemente, a Rivian recebeu US$ 1 bilhão adicional após concluir testes de inverno do modelo VW ID.EVERY1, um hatchback compacto de quatro portas. O veículo será o primeiro da joint venture a utilizar o software e a arquitetura elétrica desenvolvidos em conjunto.

Amazon perde a liderança

Os documentos mais recentes da SEC mostram que o grupo Volkswagen agora detém 209,7 milhões de ações da Rivian. A Amazon, que era a principal acionista, passou a ter 12,28% de participação.

A gigante de tecnologia foi uma das primeiras investidoras da Rivian, com um aporte de US$ 700 milhões quando a empresa ainda era privada. Em 2021, antes do IPO, a Amazon informou possuir cerca de 20% da companhia.

Além de acionista, a Amazon também atua como cliente. Em setembro de 2019, as empresas firmaram um acordo para a produção de 100 mil vans elétricas de entrega.

Outros acionistas principais

Entre os demais investidores relevantes estão a Oryx Global, com 8,6%, e a Vanguard, com 5,1%.

O fundador e CEO da Rivian, RJ Scaringe, mantém cerca de 1,1% de participação na empresa.

Momento crítico para a Rivian

O acordo com a Volkswagen ocorre em um período considerado decisivo para a Rivian, que tem direcionado grandes volumes de recursos para pesquisa e desenvolvimento enquanto avança na produção de novos veículos.


A empresa iniciou a produção do SUV médio R2 em abril e espera começar as entregas nas semanas seguintes. Ao mesmo tempo, segue ampliando investimentos em tecnologia, incluindo sistemas de autonomia.

Potencial para expansão

A joint venture entre Volkswagen e Rivian pode abrir caminho para licenciamento de tecnologia a outras empresas ou novas categorias de produtos. O acordo, no entanto, não inclui áreas como inteligência artificial e direção autônoma, que continuam sendo foco de investimento da Rivian.

Segundo documentos da empresa, os gastos com P&D chegaram a US$ 1,7 bilhão em 2025, acima dos US$ 1,6 bilhão registrados em 2024. Parte relevante desses recursos foi destinada ao desenvolvimento de tecnologias autônomas, o que levou a companhia a adiar sua meta de lucratividade para depois de 2027.

Em outro documento, relacionado a uma parceria com a Uber, a Rivian indicou que não espera alcançar EBITDA positivo no próximo ano, justamente por conta dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento.

Ana Luiza Figueiredo

Ana Luiza Figueiredo

Ana Figueiredo é repórter de tecnologia do Olhar Digital. É formada em jornalismo pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

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Fonte das informações: Cointelegraph

Tovala Family Meals Review: Good Food, Lots of Salt


A garlic-herb salmon with risotto was probably the best among the family meals I tried. The chopped asparagus was less than visually appealing when drizzled in garlic butter, but still tasty and a bit crisp. The salmon was tender and flaky. And the sweet pea risotto had no choice but to be delicious. There was so much cheese, butter, and lemon it was pretty much a concert of fats and acid.

That chicken parm was likewise a mountain of cheese and salt. It reminded me, pleasantly, of countless family meals I had as a child in the 1980s: cheese-topped chicken, garlic bread, shells stuffed with ricotta and topped with even more cheese. The big difference is that there is simply no way my mother would have cooked this meal without a vegetable.

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Toval app via Matthew Korfhage

And nutrition is where Toval runs aground a little. The nutritional notes on that chicken parm meal betray 2,300 milligrams of sodium per serving, pretty much the entire daily allowance for an adult human. This is also on par with comparable servings of Stouffer’s meat lasagna. The Tovala meal also carried about 10 times the cholesterol as Stouffer’s.

Many other meals followed a similar pattern, loading up on fats and salt in order to make meals tasty. The net effect is that it’s a lot more like rich restaurant food than what most people prepare at home. Whether this is a good or a bad quality is up to you.

Only one meal of the seven I tried failed utterly: I flagged a teriyaki chicken dinner to my editor as a possible cultural crime against Japan. The meal was sweet soy drenching pale and steaming chicken, with an implausible side of thick egg rolls and some loose, unseasoned broccoli. It felt like the “Japanese” food you’d get at a mall food court in the ’90s. But again, this was a rare major misstep.

A more pernicious issue, in meals designed for the whole family, is the near-universal high-fat, cholesterol, and sodium content. Many with the income and inclination to eat hearty, low-effort meals like the ones from Tovala are either parents with children, or people in the retirement bracket. Each has their own reason to desire a little more nutrition, and less fat and salt.

By the end of a couple of weeks of testing recipes, I’ll admit I felt a little relieved. I was grateful to feel my arteries slowly reopen. Tovala’s culinary model makes a lot of sense to me, as a smart way of splitting the difference between prepared meals and fresh food. And the company has proven it can cook well. It might be nice if they’d also cook a diet that felt more sustainable.


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Fonte das informações: Cointelegraph

Xbox Game Pass recebe Aphelion e mais jogos na semana! Confira os lançamentos (02)


O Xbox Game Pass é um dos serviços de assinatura de games mais democráticos da atualidade, já que é possível acessá-lo de diferentes plataformas — incluindo os próprios, consoles da Microsoft, assim como no PC, nuvem, celulares, tablets e até Smart TVs Samsumg e LG com modelos de 2022 para cá.

Felizmente, seu catálogo também é atualizado quase que semanalmente, trazendo inúmeras opções para os assinantes aproveitarem — e o melhor de tudo: gastando pouco em comparação às novas tendências de preços da indústria.

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Quatro novos jogos já estão disponíveis no Game Pass para as jogatinas do fim de semana

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Se veio em busca de novos jogos para jogar através do Xbox Game Pass, está no lugar certo. O serviço ganhou um reforço de peso esta semana com a chegada de quatro títulos para os assinantes aproveitarem. Confira abaixo mais informações sobre as novas aventuras!

Aphelion

Aphelion é uma aventura sci-fi em terceira pessoa desenvolvida pela Don’t Nod, com lançamento direto no Xbox Game Pass. A história acompanha a astronauta Ariane após um pouso forçado em um planeta congelado, enquanto tenta resgatar seu parceiro ferido.

O jogo alterna o controle entre Ariane e Thomas, explorando ambientes hostis e situações em constante mudança. A narrativa foi criada em parceria com a Agência Espacial Europeia, trazendo uma abordagem baseada em ciência real para a jornada.

Trepang2

Trepang2 é um FPS de ritmo acelerado ambientado em um futuro próximo, focado em combate intenso e ação direta. O jogador assume o papel de um combatente altamente letal, enfrentando ondas de inimigos em cenários violentos.

A jogabilidade aposta em movimentação ágil, com mecânicas como desviar de tiros e executar ataques rápidos. A proposta é oferecer um shooter frenético, com foco em destruição e combates dinâmicos.

Heroes of Might & Magic: Olden Era

Heroes of Might & Magic: Olden Era chega como um prelúdio da clássica franquia de estratégia por turnos, também disponível em day one no Xbox Game Pass. O título revisita as origens da série com foco em batalhas táticas e construção de exércitos.

Os jogadores comandam tropas, utilizam magia e enfrentam adversários em campanhas solo ou multiplayer. A proposta mantém os pilares da franquia, com sistemas estratégicos e combates baseados em turnos.

Sledding Game

Por fim, Sledding Game é um jogo multiplayer focado em esportes na neve e também foi lançado em day one no Game Pass. A experiência inclui descidas em montanhas, realização de manobras e interação entre jogadores em tempo real.

Com chat de voz por proximidade, o título permite criar rampas, personalizar avatares e participar de lobbies públicos ou privados. O sistema de física ragdoll adiciona imprevisibilidade às partidas, com obstáculos e até a presença de um yeti durante as corridas.

Curtiu as indicações para jogar no Xbox Game Pass? Vale a pena dar uma conferida em Aphelion, hein? Jogue e conte pra gente o que achou nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!

Fonte das informações: Cointelegraph

O pacto de silêncio dos animais do Pantanal nos horários mais quentes do dia


No coração do Pantanal, o sol do meio-dia impõe uma regra absoluta que desafia a lógica da cadeia alimentar. Durante os picos de calor, uma estratégia de sobrevivência no Pantanal entra em vigor: o silêncio e a imobilidade total. Predadores e presas compartilham a mesma sombra em uma trégua biológica necessária para a manutenção da vida.

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Por que a estratégia de sobrevivência no Pantanal envolve uma trégua entre espécies?

Segundo o estudo publicado pela Embrapa, o jacaré-do-pantanal utiliza o comportamento de termorregulação para equilibrar a temperatura corporal interna. Em horários críticos, o esforço físico para caçar ou fugir pode elevar a temperatura a níveis letais para o organismo.

Essa necessidade fisiológica cria um fenômeno visualmente impactante, onde animais que normalmente seriam rivais permanecem a poucos metros de distância. A economia de energia torna-se a prioridade máxima, sobrepondo-se ao instinto básico de predação por algumas horas durante o dia.

☀️ 10:00 – Início do Pico: A temperatura sobe e os jacarés buscam áreas de transição entre água e terra para iniciar o resfriamento.

💤 12:00 – Trégua Biológica: Predadores e presas entram em estado de baixa atividade para evitar choque térmico em áreas sombreadas.

🍃 16:00 – Retorno da Atividade: Com a queda da radiação solar, os instintos de caça e fuga são retomados gradualmente pela fauna.

Como os animais regulam a temperatura interna em climas extremos?

A termorregulação é um processo vital que permite aos animais ectotérmicos, como os répteis, controlar sua temperatura através do ambiente externo. Eles utilizam a radiação solar para se aquecer e a água ou sombras densas para resfriar, mantendo o metabolismo em níveis estáveis.

Mamíferos como as capivaras também adotam comportamentos específicos, reduzindo drasticamente o ritmo cardíaco e a movimentação durante o calor. Quando o sol atinge o pico, qualquer movimento brusco consome oxigênio e gera calor metabólico que pode ser fatal para o organismo.

  • Imobilidade estratégica para conservação total de fluidos corporais.
  • Busca por microclimas mais frescos em margens de rios e pântanos.
  • Abertura da boca em répteis para facilitar a perda de calor por evaporação.
  • Sincronização de atividades vitais com os horários de menor radiação solar.


O pacto de silêncio dos animais do Pantanal nos horários mais quentes do dia
Répteis e mamíferos reduzem ritmo cardíaco para evitar colapso térmico sob o sol – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Quais riscos a quebra da estratégia de sobrevivência no Pantanal pode trazer?

O custo metabólico de uma perseguição sob o sol escaldante é imenso, podendo levar à exaustão extrema em poucos minutos. Para o predador, o gasto calórico elevado pode não compensar o valor nutricional da presa, resultando em um déficit energético perigoso.

Para a presa, a fuga desordenada pode causar falência orgânica por superaquecimento antes mesmo de ocorrer a captura física. Por esse motivo, a natureza impõe um pacto de silêncio onde o respeito ao clima extremo torna-se a única regra válida para todos.

Fator de Risco Impacto no Organismo
Hipertermia Danos irreversíveis ao sistema nervoso e órgãos vitais.
Desidratação Redução drástica da mobilidade e dos reflexos naturais.
Colapso Metabólico Morte súbita por esforço físico em ambiente de alta temperatura.

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É comum ver jacarés e capivaras descansando juntos no calor?

Observadores de vida selvagem e fotógrafos frequentemente registram cenas que parecem contradizer a cadeia trófica clássica do bioma brasileiro. Nessas ocasiões, grupos de capivaras permanecem em bancos de areia a poucos centímetros de distância de grandes jacarés.

Essa convivência momentânea não indica amizade, mas sim uma conformidade absoluta com as leis da termodinâmica biológica. Ambos os grupos entendem, instintivamente, que o perigo representado pelo calor solar é maior do que a ameaça mútua presente naquele instante.

Qual é o papel da água nessa dinâmica de descanso profundo?

A água atua como um regulador térmico altamente eficiente, absorvendo o calor de forma muito mais lenta do que o solo seco da planície. Mergulhar parcialmente permite que os animais dissipem o excesso de temperatura acumulada durante a exposição direta ao sol.

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Além disso, a proximidade com o recurso hídrico facilita uma fuga rápida ou hidratação imediata caso a temperatura ambiente mude. A água é o refúgio final onde a trégua de calor se consolida, permitindo que a vida pantaneira persista mesmo nos dias mais hostis.

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Joaquim Luppi

Joaquim Luppi

Joaquim Luppi é colaborador do Olhar Digital. Técnico em Informática pelo IFRO, atua em instalação e manutenção de computadores, redes, sistemas operacionais, programação e desenvolvimento full-stack.

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Gabriel do Rocio Martins Correa

Gabriel do Rocio Martins Correa é colaboração para o olhar digital no Olhar Digital

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Fonte das informações: Cointelegraph

Emergency First Responders Say Waymos Are Getting Worse


Emergency first responder leaders told federal regulators in a private meeting last month that they were frustrated with the performance of autonomous vehicles on their streets—that city firefighters, police officers, EMTs, and paramedics are forced to spend time during emergencies resolving issues with frozen or stuck cars. One fire official called them “a safety issue for our crews as well as the victims.” WIRED obtained an audio recording of the meeting.

Officials from San Francisco and Austin, where Waymo has been ferrying passengers without drivers for more than a year, said the vehicles’ performance is getting worse. “We are actually seeing something interesting: backsliding of some things that had improved upon,” Mary Ellen Carroll, the executive director of San Francisco’s Department of Emergency Management, told officials with the National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), which oversees self-driving vehicle safety in the US. “They are committing more traffic violations.”

“We’ve seen some behavior we haven’t seen in a few years. … Waymo is frequently now blocking our fire stations from access,” added Chief Patrick Rabbitt, the head of the San Francisco Fire Department. “Their default is to freeze.” The situation can prevent firetrucks from responding to emergencies in a “timely and appropriate” way, he said.

In Austin, first responders have been frequently stymied by Waymos “freezing up,” said Lt. William White, the head of Highway Enforcement Command at the Austin Police Department. White said that, contrary to what Waymo had told first responders, the vehicles often fail to recognize or respond to officers’ hand signals, which can lead to cascading delays during emergencies or unusual road incidents.

“I believe the technology was deployed too quickly in too vast amounts, with hundreds of vehicles, when it wasn’t really ready,” White said. NHTSA did not respond to WIRED’s request for comment.

The complaints come as Waymo embarks on an ambitious expansion across the US and the world. Today, the company offers driverless rides in parts of 10 US cities, with plans to launch service in 10 more before the end of the year, including London. Waymo said last month that it’s now providing 500,000 paid rides weekly—a figure that’s still dwarfed by human-powered ride-hail services (Uber provides some 400 times that number weekly) but has grown tenfold since last year.

But these comments from cities where the service is already operating threaten to slow the rollout of driverless technology, which, according to Waymo’s data, reduces serious crashes compared to human-driven cars. Waymo is already facing political opposition, especially from organized labor, in several dense, blue, and potentially lucrative cities, including Boston, New York City, Seattle, and Washington, DC.

In a statement, Waymo spokesperson Julia Ilina wrote: “We deeply value our partnership with first responders and our shared commitment to safety. Their ongoing feedback has been instrumental in driving impactful improvements to the Waymo service.” The company says it has conducted in-person training for more than 35,000 emergency responders across the country.

Public Comment Periods

The comments made in the private meeting are blunter than what the government officials have generally said in public. But they reflect long-simmering and sometimes vocal frustrations expressed by city leaders since at least late last year. Since autonomous vehicle operations are regulated in California and Texas by state rather than city officials, local first responder departments and those who represent them can generally only request that developers like Waymo make specific changes to their operations.

On Wednesday, Austin first responders appeared before the City Council to discuss Waymo’s response to an incident last month in which a driverless vehicle blocked an ambulance for two minutes responding to a shooting in the city’s downtown, which killed three people and injured at least 14. Though officers were able to connect quickly with Waymo operators to move the vehicle, they reported that it had taken up to three minutes to connect with a remote agent in the past. They reiterated that Waymos don’t always respond well to hand signals, especially ones from police mounted on motorcycles.

Waymo declined to attend the meeting, and two front-row chairs labeled “RESERVED FOR: WAYMO” remained empty throughout the two-hour session.

Fonte das informações: Cointelegraph

MCP e a passagem da IA “assistiva” para a IA integrada aos sistemas


Enquanto para boa parte do mercado a inteligência artificial tem sido tratada como uma camada periférica, com um chatbot aqui, uma automação pontual ali, pilotos que não atravessam a fronteira entre demonstração e operação.

O desafio real, porém, não é fazer um modelo “responder bem”, e sim colocá-lo para atuar com segurança dentro dos fluxos que movem o negócio, consultando dados corretos, chamando ferramentas, executando rotinas e deixando rastros claros do que foi feito.

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É nesse ponto que padrões de integração ganham relevância. Entre eles, o Model Context Protocol (MCP) aparece como uma tentativa de organizar tecnicamente o acesso de modelos de IA de maneira genérica a: sistemas, ferramentas, rotas de API.

Em vez de construir integrações específicas para cada modelo e para cada caso de uso, este protocolo propõe uma forma padronizada de conectar agentes a serviços e processos, reduzindo o improviso e aumentando a confiabilidade.

Na prática, isso reduz erros em integrações, encurta o tempo para colocar um fluxo em produção e diminui a dependência de implementações “sob medida” a cada novo conector.

A adoção do MCP muda o papel da IA. Ela deixa de ser apenas uma interface conversacional e passa a se aproximar de um operador autorizado, com permissões, regras e auditoria.

Isso significa que, ao invés de limitar-se a orientar um usuário sobre como integrar um serviço, um agente pode consultar documentação, identificar endpoints, acionar chamadas e executar tarefas de forma automática.

O ganho não está só em velocidade, mas está principalmente em transformar intenção em execução com menos fricção, mantendo governança. E é aí um dos pontos onde a IA mostra seu valor para os negócios.

Essa transição também impacta produtividade e qualidade. A automação passa a ocorrer onde o trabalho acontece, ou seja, no fluxo de integração, na leitura de documentação, na validação de parâmetros, no acionamento de rotas e no encadeamento de ações.

Com isso, tarefas repetitivas tendem a ser aceleradas, o tempo de processamento de informações diminui e a possibilidade de erro pode ser reduzida, desde que exista um desenho claro de permissões e trilhas de auditoria.

Outro efeito importante é a arquitetura. Protocolos de integração padronizados criam um caminho para que diferentes ferramentas e modelos se conectem de forma consistente à infraestrutura tecnológica de uma empresa.

Isso favorece evolução incremental e novos recursos baseados em IA podem ser desenvolvidos sem recomeçar do zero a cada mudança de modelo, e a organização consegue padronizar controles e práticas de segurança.

Em setores regulados ou sensíveis, esse ponto costuma ser tão determinante quanto a própria performance das soluções.

A discussão, portanto, deve ser “como integrar IA com responsabilidade ao core do negócio”. A maturidade não aparece quando um assistente responde rápido, mas quando um sistema consegue incorporar agentes em rotinas reais com governança, rastreabilidade e limites bem definidos.

O que separa entusiasmo de transformação é infraestrutura e, cada vez mais, padrões que conectam modelos a ferramentas de maneira segura e operacional diminuem a resistência natural de novas tecnologias, principalmente as que têm comportamentos não determinísticos como modelos de LLM.

Fonte das informações: Cointelegraph

Dona do Google, Alphabet divulga receita de R$ 550 bilhões


A Alphabet, controladora do Google, divulgou seus resultados do primeiro trimestre de 2026 nesta quarta-feira (29). A empresa ficou com receita acima do esperado pelos investidores, chegando aos US$ 109,9 bilhões (cerca de R$ 552,6 bilhões). O setor de computação em nuvem também foi destaque.

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Em relação à receita, a expectativa dos analistas consultados pela LSEG era menor, de US$ 107,2 bilhões. O número foi um aumento de 20% em comparação ao primeiro trimestre do ano passado – marcando a maior taxa de crescimento trimestral da Alphabet desde 2022.

O lucro por ação foi de US$ 5,11 e o lucro líquido chegou a US$ 62,57 bilhões, um aumento de 81% em relação ao ano passado.

O Google Cloud, divisão em nuvem da big tech, também superou as estimativas. O setor arrecadou US$ 20,02 bilhões, contra US$ 18,05 bilhões esperados pela StreetAccount. O número foi um aumento de 63% em comparação com o ano passado.

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Google Cloud, divisão em nuvem do Google, superou expectativas – Imagem: Mijansk786/Shutterstock

Receita de outras áreas da Alphabet e Google

Já as áreas de publicidade no YouTube e custos de aquisição de tráfego ficaram levemente abaixo do esperado:

  • Publicidade no YouTube: US$ 9,88 bilhões, contra US$ 9,99 bilhões estimados pea StreetAccount;
  • Custos de aquisição de tráfego: US$ 15,22 bilhões, contra US$ 15,3 bilhões estimados pela StreetAccount.

Mesmo com os números no YouTube aquém do esperado, a publicidade no geral cresceu: a receita publicitária do Google chegou a US$ 77,25 bilhões, um aumento de 15% em relação ao mesmo período do ano passado.

Outra categoria chamou atenção: “Outras Apostas”, que inclui a empresa de carros autônomos Waymo. Essa área gerou US$ 411 milhões em receita, uma queda em relação aos US$ 450 milhões do ano passado.

As estimativas dos analistas foram repercutidas pelo site CNBC.

Vitoria Lopes Gomez

Vitoria Lopes Gomez

Vitoria Lopes Gomez é jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e redatora do Olhar Digital.

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Fonte das informações: Cointelegraph

‘STAGED’: Conspiracy Theories Are Everywhere Following White House Correspondents’ Dinner Shooting


In the immediate aftermath of the attack on the White House Correspondents’ Dinner on Saturday night, influencers, pundits, and random posters lit up social media platforms like X, Bluesky, and Instagram with conspiracy theories about the attack and the alleged shooter.

Both left- and right-wing accounts claimed, without evidence, that the attack was staged.

President Donald Trump, Vice President JD Vance, and dozens of other high-profile administration officials and journalists were attending the dinner at the Hilton hotel in Washington, DC, when a suspect, later identified by media reports as Cole Tomas Allen from California, allegedly ran past security towards the event. He was detained by law enforcement while the president and vice president were evacuated. Police said they believe Cole acted alone, but did not expand on who his intended target was or what his motive may have been. “We believe the suspect was targeting administration officials,” acting attorney general Todd Blanche told NBC’s Meet the Press on Sunday morning.

On Bluesky, which has a predominantly left-leaning user base, many people simply wrote the word “STAGED” over and over again, echoing the response to the Trump assassination attempt in Butler, Pennsylvania, in 2024.

On X, many claimed the shooting was staged as a way to bolster support for Trump’s plan to build a new ballroom in the White House. The president referenced the ballroom in a press conference after the incident and a Truth Social post on Sunday morning. Many prominent online Trump boosters echoed the need for the ballroom, including far-right podcaster Jack Posobiec, Libs of TikTok creator Chaya Raichik, and Tom Fitton, the right-wing activist who runs Judicial Watch.

Their quick response, conspiracy theorists claimed, was evidence of a coordinated campaign following the shooting. “Is this another staged event,” one X user asked in a post that has been viewed more than 5 million times.

Other social media users who claimed the incident was staged pointed to a Fox News clip that featured the station’s White House correspondent Aishah Hasnie speaking from the Hilton hotel. Hasnie told viewers that prior to the shooting, press secretary Karoline Leavitt’s husband allegedly told her, “You need to be very safe,” before the call was cut off.

“Fox News just cut one of their reporters off as they seemed to indicate the shooting was a preplanned false flag,” one X user wrote in a post that has been viewed more than 2 million times. Hasnie later clarified in an X post that her cell service had cut out in a location with notoriously bad service, adding: “He was telling me to be careful with my own safety because the world is crazy. He was expressing his concern for my safety.”

“I don’t want to be fomenting conspiracies,” wrote Angelo Carusone, the chair and president of Media Matters, on Bluesky about the Fox News interview. “But I mean … this was super weird. Super weird.”

Leavitt herself was also the focus of conspiracy theories after she said “shots will be fired” in an interview ahead of the dinner, referring to the jokes Trump was scheduled to deliver. Following the attack, X users claimed the comment was “strange,” “sus,” or a “curious choice of words,” while sharing memes that suggested the shooting was staged. At least one mainstream outlet appeared to amplify the conspiracy theory as well, describing Leavitt’s comment as “eerie” and “bizarre.”



Fonte das informações: Cointelegraph

Anthropic amplia parceria com Amazon para sustentar crescimento da IA Claude


A Anthropic e a Amazon anunciaram a ampliação de sua parceria para garantir até 5 gigawatts (GW) de capacidade computacional, em um movimento que tenta dar conta da crescente demanda pelo modelo de inteligência artificial (IA) Claude.

A corrida por IA não é só sobre modelos mais avançados, é também sobre quem consegue colocar eles para funcionar, e é justamente aí que entra o novo acordo entre Anthropic e Amazon, que aprofunda uma colaboração iniciada em 2023 e agora ganha escala industrial. A ideia é basicamente ampliar a capacidade de computação para treinar e operar o Claude, que vem crescendo rápido em uso e receita.

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Mais potência para dar conta da demanda

O novo contrato prevê até 5 GW de capacidade computacional, um volume enorme de infraestrutura para IA. Parte dessa expansão começa já no primeiro semestre deste ano, com a entrada dos chips Trainium2, e deve avançar até dezembro, com novas gerações como o Trainium3.

Hoje, o Claude já atende mais de 100 mil clientes na Amazon Bedrock, plataforma que permite às empresas acessar modelos de IA prontos, e roda em mais de um milhão de processadores voltados para esse tipo de tecnologia.

Esse reforço não vem por acaso. A própria Anthropic admite que o uso disparou este ano, tanto por empresas quanto por consumidores. A receita anualizada saltou de cerca de US$ 9 bilhões no fim de 2025 para mais de US$ 30 bilhões, um crescimento que acabou pressionando desempenho e estabilidade, principalmente nos horários de pico.

Para sustentar essa expansão, as empresas planejam investir mais de US$ 100 bilhões ao longo de dez anos em tecnologia da AWS. Isso inclui chips como Graviton e diferentes gerações do Trainium, além da possibilidade de usar futuros chips de IA personalizados da Amazon.

Além disso, a empresa também reforçou seu compromisso financeiro direto com a Anthropic: são mais US$ 5 bilhões investidos agora, com possibilidade de chegar a US$ 20 bilhões adicionais no futuro. No total, o aporte da gigante já soma US$ 8 bilhões anteriores.

Claude mais integrado à nuvem

Outro ponto importante é a integração do Claude dentro da AWS. A proposta é que empresas consigam usar a plataforma completa do modelo diretamente na nuvem da Amazon, sem precisar de contratos ou credenciais extras, o que simplifica o acesso e facilita a adoção dentro de ambientes corporativos que já usam a infraestrutura da AWS.

Hoje, o Claude já tem uma posição estratégica no mercado: é o único modelo avançado disponível simultaneamente nas três grandes nuvens, AWS, Google Cloud e Microsoft Azure.

O acordo também prevê expansão da capacidade de inferência, ou seja, uso prático da IA, na Ásia e na Europa. A ideia é reduzir latência e melhorar o atendimento à base internacional, que também vem crescendo. Segundo a Anthropic, essa ampliação deve trazer ganhos rápidos: mais poder computacional já nos próximos três meses e quase 1 GW adicional até o fim do ano.

Fonte das informações: Cointelegraph

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