Se você está pensando em trocar os fones de ouvido ou presentear alguém, este é um bom momento para pesquisar. Reunimos três opções de fones Bluetooth sem fio em oferta na Amazon, com modelos para diferentes perfis e bolsos. Confira.
PHILIPS Fone de Ouvido Sem Fio TWS TAT1109BK/00
O modelo TWS da Philips traz conectividade Bluetooth, microfone integrado para chamadas e até 24 horas de autonomia de bateria — ideal para quem passa longas horas ouvindo música ou em reuniões. O design intra-auricular sem fio garante mais liberdade de movimento no dia a dia.
Fone de Ouvido Bluetooth 5.3 TWS Beesev-ONE (Preto)
O Beesev-ONE aposta no Bluetooth 5.3 para uma conexão mais estável e no destaque para os graves, voltado a quem curte um som mais encorpado. O estojo conta com visor digital que exibe o nível de bateria, e a compatibilidade abrange dispositivos iOS e Android sem complicação.
O JBL Wave Beam 2 é uma opção robusta para quem tem um estilo de vida ativo. O fone conta com resistência à água e poeira, conectividade Bluetooth e o som característico da JBL em um formato intra-auricular leve e discreto. Uma escolha segura para treinos e uso cotidiano.
Os estoques em promoção costumam ser limitados, então vale verificar o preço atual diretamente na Amazon antes de decidir. Aproveite para comparar os modelos e escolher o que melhor se encaixa na sua rotina.
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O WhatsApp desmentiu nesta quarta-feira (1º) os boatos relacionados à reserva de nomes de usuários famosos e empresas conhecidas no app de mensagens que surgiram logo após a disponibilidade da função, no início da semana. Segundo a plataforma, isso não será possível.
“As pessoas estão fazendo alegações falsas sobre a reserva de nomes de usuário populares ou bem conhecidos”, escreveu o perfil oficial do mensageiro no X.
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Na sequência da postagem, o WhatsApp afirmou que “apenas os proprietários legítimos das contas podem reservar nomes de figuras públicas bem conhecidas”, negando rumores que surgiram no antigo Twitter.
Reservas poderão passar por avaliação
Ainda de acordo com o aplicativo pertencente à Meta, restrições foram aplicadas a certos nomes de usuários e variações que remetem a eles. Isso inclui nomes relacionados a celebridades, figuras públicas, entidades governamentais e contas verificadas pela gigante da tecnologia.
Essas limitações permitirão que apenas os proprietários legítimos serão capazes de reivindicar tais nomes, após avaliação da empresa;
Caso terceiros tentem fazer a reserva desses nomes de usuário associados a personalidades e empresas, o sistema informará que eles não estão disponíveis;
A empresa decidiu esclarecer como funciona a ferramenta depois de vários relatos no próprio X e em outras redes sociais sobre supostos usos indevidos;
No FAQ divulgado pelo WhatsApp, também é informado que nomes de usuários existentes no Instagram e no Facebook serão reservados para seus proprietários.
Reserva de nomes de usuários já está disponível no WhatsApp. (Imagem: WhatsApp/Divulgação)
O mensageiro revelou, ainda, que não será possível pesquisar nomes de usuários, assim como acontece com números de telefones. Além disso, haverá uma chave de segurança para evitar mensagens indesejadas quando um desconhecido tentar entrar em contato usando o novo recurso.
“Todas as medidas atuais permanecem em vigor para prevenir contatos indesejados, incluindo alertas com detalhes sobre remetentes desconhecidos (seja uma conta nova, se vocês compartilham grupos, de que país eles são) e a capacidade de bloquear e denunciar”, afirmou o app de mensagens.
Quando a função será lançada?
Nas respostas divulgadas pelo WhatsApp, o mensageiro disse que o nome de usuário será opcional, ou seja, o número de telefone continuará disponível normalmente. Outro detalhe importante é que alterações poderão ser feitas a qualquer momento.
Por outro lado, o serviço de mensagens da Meta não disse quando a funcionalidade será lançada, mas deu a entender que a estreia acontecerá ainda em 2026. “Estamos levando nosso tempo e ouvindo o feedback para que, quando for lançado mais tarde este ano, acertemos em cheio”, ressaltou.
Siga no TecMundo e saiba como reservar o seu nome de usuário no WhatsApp nesta matéria.
The ground literally shook after the two goals that secured Mexico’s victory over Ecuador in round of 32 of the 2026 World Cup. Mexico’s Digital Platform for Early Warning and Comprehensive Risk Management (SASSLA) reported that the fans’ celebrations following goals by Julián Quiñones and Raúl Jiménez caused “a significant artificial signal” recorded by a Raspberry Shake seismograph located near the Mexico City Stadium.
The seismic alert system noted on its social media accounts that “the outburst of euphoria and mass cheering produced vibrations in the local area.” A similar phenomenon occurred during Mexico’s debut against Germany at the 2018 World Cup in Russia, when Mexico’s Institute of Geological and Atmospheric Research reported that, following Hirving Lozano’s winning goal a seismic signal of artificial origin was detected, “possibly caused by mass jumping” by the fans.
The phenomenon can even occur thousands of miles from where matches being played: Geophysicists detected a quake in Bergen, Norway, when the country’s team scored goals in the knockout rounds last week.
Something similar happened in 2024, when a Taylor Swift concert at SoFi Stadium in Los Angeles generated long-duration, low-frequency signals—with harmonic frequency peaks between 1 and 10 Hz—detected by seismic monitoring sensors.
For several years now, the term “artificial earthquake” has been used to describe this type of atypical vibration recorded by seismological systems during sporting events or large-scale performances. However, various experts believe that the term is not the most appropriate way to describe this type of phenomenon.
First, it should be clarified that artificial earthquakes do exist and have been the subject of study for decades. Research by the geosciences department at Durham University defines them as “human-induced earthquakes,” caused by activities capable of altering the geological behavior of the ground, such as the construction of high-rise buildings, groundwater extraction, tunnel excavation, enhanced oil recovery, hydraulic fracturing (fracking), or underground gas storage.
Under this definition, the vibrations detected by the SASSLA systems following the Mexican team’s goals cannot be considered an “artificial earthquake.” Experts explain that, for ground movement to be classified as an earthquake, it must be associated with a geological process. The mere fact that a seismograph records a disturbance does not mean it can be classified as an earthquake.
Arturo Iglesias, a researcher at the Institute of Geophysics at the National Autonomous University of Mexico, explained several years ago that, although human activity generates movements capable of being recorded by seismographs, this does not imply that they are actual geological phenomena that can be measured using seismic magnitudes or cause changes in the subsurface.
Iglesias added that seismic monitoring systems are capable of detecting micro-movements in the ground, whether of natural origin or resulting from human activities. He also noted that their readings can be influenced by factors such as the location of the stations, the characteristics of the terrain, or the intensity of certain activities taking place on the surface.
“Even if a person jumps next to a sensor, it’s detected, but it’s not an earthquake. An earthquake caused by the scattered activity of fans is a joke,” Iglesias stresses.
However, the unusual vibrations generated by the simultaneous movement of thousands of people—as occurred after the Mexican national team scored its goals on Tuesday—have become an increasingly relevant field of research.
Experts maintain that a better understanding of these signals will enable the development of more precise methods for analyzing seismic activity and make it easier to distinguish between the different types of vibrations recorded by instruments. Furthermore, this knowledge could strengthen emerging applications, such as seismic interferometry—a technique that harnesses vibrations produced by everyday sources to study the structure of the subsurface without the need for controlled explosions or waiting for a natural earthquake to occur.
A empresa chinesa Zhipu AI, conhecida como Z.ai, apresentou o modelo de inteligência artificial GLM-5.2, apontado por pesquisadores como capaz de atingir desempenho próximo ao sistema Mythos em tarefas ligadas à detecção de falhas de segurança digital. A divulgação foi publicada pelo The Verge no último domingo (28).
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Segundo a avaliação relatada, embora o modelo chinês ainda fique atrás de soluções da Anthropic e da OpenAI em atividades gerais, a diferença teria diminuído em cenários específicos de cibersegurança, sobretudo na identificação de vulnerabilidades em sistemas.
O avanço chama a atenção de autoridades dos Estados Unidos, que já tratam modelos avançados capazes de encontrar brechas digitais como potenciais riscos à segurança nacional, especialmente em um contexto de restrições tecnológicas impostas à China.
Avanço técnico e impacto geopolítico na IA
Linhas de um código-fonte – (Reprodução: Chris Ried/Unsplash)
O GLM-5.2, desenvolvido pela Zhipu AI, integra o grupo dos chamados modelos de pesos abertos, o que permite seu download e execução em diferentes tipos de hardware disponíveis no mercado. Essa característica amplia o acesso à tecnologia, mas também levanta preocupações sobre uso indevido.
EUA x China – Imagem: Quality Stock Arts/Shutterstock
No cenário mais amplo, o texto indica que a disputa tecnológica entre China e Estados Unidos se intensifica, com destaque para restrições impostas pelo governo norte-americano ao acesso chinês a modelos avançados e componentes necessários para treinamento de sistemas de inteligência artificial.
Autoridades dos Estados Unidos, segundo o material analisado, consideram ferramentas como Mythos e outros modelos avançados potenciais ameaças à segurança nacional, sobretudo quando aplicadas à identificação de falhas em infraestruturas digitais críticas.
Além disso, o lançamento recente de versões mais avançadas da OpenAI, como o GPT-5.6, também aparece no contexto de debates regulatórios e preocupações sobre possíveis usos indevidos dessas tecnologias.
Wagner Edwards
Wagner Edwards é Bacharel em Jornalismo e atua como Analista de SEO e de Conteúdo no Olhar Digital. Possui experiência, também, na redação, edição e produção de textos para notícias e reportagens.
A primeira semana de julho chega com lançamentos para todos os gostos nos cinemas e nas plataformas de streaming. Entre os destaques estão produções de animação, mistério, ficção científica, suspense e uma nova série derivada de uma franquia bastante conhecida.
A primeira dica é Elle, série prelúdio de Legalmente Loira que acompanha a juventude de Elle Woods antes dos acontecimentos dos filmes. Na Netflix, Enola Holmes 3 marca o retorno de Millie Bobby Brown como a jovem detetive em uma nova aventura cheia de mistério.
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Nos cinemas, Minions & Monstros leva os personagens amarelos para uma jornada caótica envolvendo cinema e criaturas assustadoras. De volta ao streaming, Vapor Humano estreia na Netflix com uma trama japonesa de ficção científica e suspense, enquanto Silo retorna ao Apple TV com sua terceira temporada.
Confira a lista completa com os principais lançamentos de filmes e séries da semana!
Elle (01/07)
O primeiro destaque da semana vai para Elle, nova série derivada do universo de Legalmente Loira. A produção acompanha uma versão mais jovem de Elle Woods, anos antes de ela se tornar a icônica estudante de Direito de Harvard.
Elle
Na trama, Elle (Lexi Minetreevive sua adolescência em 1995, em meio aos desafios do ensino médio, amizades complicadas, romances inesperados e descobertas pessoais.
Enola Holmes 3 (01/07)
Filme de aventura e mistério
Onde assistir: Netflix
Também chega à Netflix nesta semana Enola Holmes 3, novo filme da franquia estrelada por Millie Bobby Brown. A produção continua a história da irmã mais nova de Sherlock Holmes, que agora se vê diante de um dos casos mais importantes de sua carreira.
Enola Holmes 3
Na trama, Enola está a caminho de seu casamento com Lord Tewkesbury, em Malta, quando seus planos são interrompidos por um novo mistério. Após receber a notícia de que Sherlock foi sequestrado, a jovem detetive precisa entrar em ação mais uma vez.
Minions & Monstros (02/07)
Filme de animação
Onde assistir: cinemas
Nos cinemas, o destaque da semana é Minions & Monstros, novo filme da franquia derivada de Meu Malvado Favorito. Desta vez, os personagens amarelos embarcam em uma aventura envolvendo cinema, monstros e, claro, muita confusão.
Minions & Monstros
A nova animação acompanha os Minions em uma jornada cinematográfica para encontrar criaturas assustadoras que possam aparecer em seu próprio filme de monstros.
Vapor Humano (02/07)
Série de ficção científica e suspense
Onde assistir: Netflix
A Netflix também estreia nesta semana Vapor Humano, nova série japonesa inspirada no clássico filme de ficção científica lançado em 1960. A produção mistura suspense, crime e elementos sobrenaturais em uma trama cheia de mistério.
Vapor Humano
A história começa quando uma morte acontece ao vivo na televisão, e o responsável pelo crime é um homem capaz de se transformar em gás, habilidade que o torna praticamente impossível de ser capturado.
Silo – Temporada 3 (03/07)
Série de ficção científica
Onde assistir: Apple TV
Fechando a lista desta semana, Silo retorna ao Apple TV com sua terceira temporada. A série de ficção científica acompanha uma sociedade formada pelas últimas dez mil pessoas da Terra, que vivem em um enorme silo subterrâneo para se proteger do mundo mortal do lado de fora.
Silo
No centro da trama está Juliette, personagem de Rebecca Ferguson, uma engenheira que começa a buscar respostas sobre um assassinato e acaba descobrindo um mistério muito maior do que imaginava.
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Houston, TX, USA – September 10, 2018: The Marriott Marquis is a Four Diamond hotel located in downtown Houston and features a Texas shaped pool, five restaurants and beautiful views from all angles.Joe Hendrickson
1777 Walker St., (713) 654-1777
Adjacent to the George R. Brown Convention Center downtown, the Marriott Marquis has another 100,000 square feet of meeting space of its own, including Houston’s largest ballroom. Often mentioned as the top hotel in town, it caters to business travelers and pleasure seekers alike, famously featuring the world’s largest Texas-shaped lazy river on its roof. If you don’t think that’s something anyone would brag about then you haven’t spent enough time in the state.
1100 Texas Ave., (713) 221-0011
A more affordable lodging option located in what was formerly Shell Oil’s headquarters, this refurbished downtown hotel offers quick access to the convention center and Daikin Park, which the Astros call home. You may not be able to paddle around in the rooftop plunge pool like you would at the Marquis, but a quick, cooling dip at the end of the day will not disappoint, nor will the free cookies at bedtime.
Courtesy of Bunkhouse Hotels
4110 Loretto Dr., (832) 844-0057
This new, midcentury-inspired gem can be found in the Montrose neighborhood, a block away from the Menil Collection, arguably the best and most eclectic museum in town. The boutique property includes just 71 rooms and is designed to fit in with its surroundings, which are largely residential and very subdued in comparison to the more raucous downtown. Despite its small size, it still has room for a small event space, private pool, and a slick lobby lounge.
111 N Post Oak Ln., (713) 680-2626
The Houstonian occupies a massive 27 acres in Houston’s West Oaks district, just outside the Loop. Despite its central location, the hotel offers a level of seclusion you won’t find anywhere else in town. It’s probably why George H. W. Bush used the hotel as his official residence for years in the 1980s and spent time here for decades after. The 125,000-square-foot spa is also the largest in the state.
2222 W Loop S, (713) 627-7600
Another Galleria-area hotel, this is an all-around good option for business travelers who need executive-focused amenities like 24-hour business and fitness center access, shuttle service, and meeting and event space (all 50,000 square feet of it). With 485 guest rooms on its 23 floors, there’s probably space for your whole organization to find a berth for the week.
Where to Work
Houston has hundreds of coworking spaces, so chances are you’ll be able to find something close to where you’re staying. As with most things in this city, travel time is an essential consideration. These picks may be some of the best options in town, but no sane Houstonian would recommend you spend an hour in traffic to get to one of them if another solid option is closer.
Courtesy of POST
401 Franklin St., (713) 999-2550
Named for the former post office that used to occupy this Museum District space (it was a railroad depot before that), POST was redeveloped in 2019 as a cultural center that includes food-hall-style dining, an art museum, a concert hall, and a rooftop garden. It’s also got loads of workspace options ranging from single desks to full offices, with day passes starting at $25.
4201 Main St.
Rice University helped to develop the Ion District, which occupies 16 acres in Midtown and serves as a technology park and innovation center for tech and energy outfits, and now includes the largest climate and sustainable energy incubator in the country. Coworking passes (starting at $60/day) get you access to the venue’s copious networking events plus snacks and coffee.
1430 Yale St., (832) 203-5115
This boutique office space is ideal for those doing business in the Heights, with amenities including an on-site notary, conference room rentals, and virtual office options for those who need a physical address in town. Plenty of usage options are available from $25 day passes to $359 monthly memberships (which include free conference room access).
Where to Get Coffee
Yes, there are nearly 200 Starbucks in the greater Houston area, and while you’re welcome to visit them or any other corporate chain for your pick-me-up, these spots offer a more refined (and independent) experience that, if nothing else, will help you impress your business colleagues with your sophisticated palate.
Blendin focuses on sourcing coffee from unique locations with a “tree to cup” philosophy, which means your cup (or bag of beans) is likely to hail from a single farm in Panama, Ethiopia, Burundi, or somewhere further afield. Put yourself in the hands of the barista at one of the two locations to help you find the perfect base for your latte.
1018 Westheimer Rd.
At this beloved local coffee shop with a full menu, you’re best off pairing your Vietnamese matcha or Golden Monkey tea with a hearty brunch, like a smoked salmon scramble or scratch biscuits topped with smoked ham. Skip lunch to make room.
Pesquisas recentes indicam que o entendimento tradicional sobre a trajetória do Homo sapiens pode estar incompleto. Evidências reunidas por diferentes estudos sugerem presença humana em florestas tropicais muito antes do que se supunha. A informação foi publicada nesta sexta-feira (26) no Live Science.
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As conclusões envolvem análises de sítios arqueológicos, arte rupestre e vestígios de ferramentas em regiões da África e do Sudeste Asiático. O período avaliado alcança centenas de milhares de anos. Segundo essas descobertas, grupos humanos teriam ocupado ambientes úmidos e densos desde fases iniciais da evolução, o que desafia a ideia de origem restrita a savanas abertas.
Humanos podem ter ocupado florestas tropicais muito antes do previsto
(Imagem: Wikimedia Commons)
O conjunto de pesquisas revisadas aponta uma mudança no modelo clássico da evolução humana, que antes situava o surgimento do Homo sapiens em ambientes de savana no leste da África. Esse cenário agora é ampliado para incluir outros ecossistemas.
De acordo com análises citadas no material, a presença de humanos modernos em áreas tropicais pode ter ocorrido há cerca de 300 mil anos, com indícios adicionais em regiões do Sudeste Asiático, como a ilha de Sulawesi, onde foi registrada arte rupestre antiga.
O arqueólogo e antropólogo Patrick Roberts afirma que compreender essa relação com florestas tropicais ajuda a interpretar características singulares da espécie humana. Ele declarou: “Compreender como, quando e onde os humanos modernos habitaram as florestas tropicais pode nos dar uma visão sobre algo do que significa ser unicamente humano.”
Novas leituras sobre a origem humana
O modelo atual descrito por pesquisadores ligados ao Max Planck Institute of Geoanthropology sugere que a evolução não ocorreu em um único centro populacional, mas em diferentes grupos distribuídos pelo continente africano.
Esses grupos teriam trocado genes e conhecimento ao longo do tempo, enquanto se adaptavam a ambientes variados, incluindo florestas tropicais e regiões mais abertas. Essa interação pode ter contribuído para a diversidade biológica e comportamental da espécie.
Desafios para encontrar evidências em florestas
Imagem: Nok Lek Travel Lifestyle/Shutterstock
O material também destaca que a preservação de fósseis em florestas tropicais é extremamente difícil. O solo ácido acelera a decomposição de restos orgânicos, o que reduz a chance de encontrar ossadas antigas.
Por isso, grande parte das evidências vem de ferramentas de pedra encontradas em regiões como África Central e Ocidental. Esses artefatos indicam presença humana em florestas há dezenas de milhares de anos, com registros que podem chegar a 150 mil anos.
Ferramentas e sinais indiretos de ocupação
Pesquisadores encontraram instrumentos líticos em áreas que já eram florestas tropicais no passado. Esses objetos sugerem que grupos humanos não apenas passaram por esses ambientes, mas também podem ter vivido neles por longos períodos.
Outro indício vem de análises de dentes antigos, que ajudam a identificar dietas associadas a ambientes fechados e sombreados. Em um caso citado, vestígios de até 63 mil anos mostram consumo de recursos típicos de florestas tropicais.
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Possibilidades abertas pela genética ambiental
Especialistas mencionam a perspectiva de recuperar DNA antigo em ambientes tropicais por meio de sedimentos. Essa técnica ainda está em desenvolvimento, mas já identificou material genético de plantas em registros muito antigos.
Segundo pesquisadores citados no texto, o avanço desse tipo de análise pode revelar como populações humanas se deslocaram, interagiram e até quais doenças enfrentaram em diferentes períodos.
Wagner Edwards
Wagner Edwards é Bacharel em Jornalismo e atua como Analista de SEO e de Conteúdo no Olhar Digital. Possui experiência, também, na redação, edição e produção de textos para notícias e reportagens.
Voltando a alertar sobre os perigos do uso desenfreado das ferramentas de inteligência artificial (IA), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acredita que os humanos vão perder o controle sobre a tecnologia em algum momento, diante dos avanços recentes. O tema foi abordado durante evento da Petrobras em Três Lagoas (MS), nesta quinta-feira (25).
De acordo com ele, a “IA é um monstro que vai fugir do conhecimento do ser humano” e isso não deve demorar a acontecer, com as capacidades demonstradas pelos sistemas inteligentes, levando-os a superar seus criadores. Esse tipo de tecnologia tem gerado uma preocupação crescente no chefe do Executivo, que se manifestou em várias outras ocasiões.
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“Algoritmo não tem coração”
O Brasil é um dos países que mais utilizam chatbots inteligentes, com cerca de 71% dos adultos conectados tendo acessado esses recursos pelo menos uma vez, acima da média mundial. Mesmo com a popularização da ferramenta e reconhecendo seus benefícios, Lula afirmou que prefere lidar com os humanos.
Para o petista, a “inteligência humana” deve prevalecer nas relações sociais e ser a base para a tomada de decisões;
De acordo com ele, os bots não são capazes de demonstrar sentimentos, paixão e solidariedade, essenciais para uma boa convivência;
“A gente não pode virar algoritmo. Algoritmo não tem coração, não tem visão social, não estende a mão para quem necessita mais”, destacou;
O discurso aconteceu em meio à cerimônia que celebrou a retomada das obras da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN-3) da Petrobras em Três Lagoas, paralisadas em 2014.
A IA tem sido tema recorrente nos discursos de Lula. (Imagem: Ton Molina/Getty Images)
Este ano, o presidente também se mostrou preocupado com o uso da IA nas eleições, alertando sobre a possibilidade de manipulações de conteúdos aproveitando recursos avançados para agilizar a produção desses materiais. Alegando que a tecnologia serve aos “mentirosos”, ele afirmou que não aceitará essas ferramentas em sua campanha.
Ainda sobre a IA, o petista apontou que ela “pode fomentar práticas extremamente nefastas” como a promoção de discursos de ódio, pornografia infantil e armas autônomas. A concentração do desenvolvimento da tecnologia nas “mãos de poucos” foi outro tema citado em seus discursos.
Investimentos de R$ 23 bilhões na área
Com o objetivo de reduzir a dependência de tecnologias estrangeiras, o governo federal elaborou o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), cuja versão final foi apresentada no ano passado. A ideia é investir R$ 23 bilhões no setor até 2028.
Dividida em cinco eixos, a iniciativa prevê melhorias em infraestrutura e desenvolvimento, IA para serviços públicos, formação e capacitação de novos profissionais e inovação empresarial. Regulação e governança também estão no foco do investimento.
Siga no TecMundo e saiba mais sobre as previsões dos rivais Elon Musk e Sam Altman sobre a IA superando a inteligência humana em breve.
You’ll actually feel like you’re on the water as you flick on the touchscreen to glide across very pretty lakes and rivers, following along with a coach who chats you up and tells you when to relax and when to push.
The heart of the experience, for me, is the competition. You get a live feed of how other rowers are doing on the same course. You can see how many meters ahead or behind you they are, and can jump position by pulling extra hard. It’s a little like Mario Kart, if you were powering the kart (and could not hinder your opponents with banana peels or thunderclouds). When I see a woman in her sixties in front of me but close enough to reel in, you know I’m pushing hard to get past her (even though there are probably dozens of other ladies in their sixties so far ahead I’ll never feel their wake).
You also get coaching on your form, both on the screen and via an email sent to you following your session. In the session I just did, I returned to my desk to find an email informing me that my precision was very good, whereas my power and endurance were not. I’ll work on that.
I am still very new to rowing, but the Hydrow machine has succeeded in getting me excited about it, which is the best you can ask from a piece of workout gear.
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A China apresentou, em uma exposição de equipamentos militares realizada em Pequim, novos sistemas voltados ao combate de drones. O evento, que durou três dias na semana passada, reuniu tecnologias de defesa e contramedidas em combate a aeronaves não tripuladas.
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Entre os destaques estavam dispositivos a laser desenvolvidos para uso portátil, projetados para serem operados por um ou dois militares e transportados em mochilas. A proposta é permitir neutralizações rápidas de drones com menor custo em relação a armamentos tradicionais.
Segundo informações divulgadas no evento, parte dessas soluções integra uma linha chamada Lijian, criada pela companhia Harbin Xinguang Optic-Electronics Technology, uma empresa do setor de óptica e eletrônica da cidade de Harbin, com foco em sistemas compactos e integráveis a redes mais amplas de defesa.
Características dos sistemas e aplicações militares
O Lijian III pode queimar um drone em 4 segundos e precisa de menos de 5 segundos para esfriar antes de disparar o próximo laser, de acordo com seu fabricante – (Divulgação: Harbin Xinguang Optic-Electronics Technology )
Os equipamentos apresentados incluem versões portáteis e fixas, todas voltadas ao combate de veículos aéreos não tripulados (drones). Os modelos Lijian 2 e Lijian 3, por exemplo, têm peso aproximado entre 30 kg e 25 kg, e foram projetados com três componentes principais: emissor de laser, sistema de resfriamento e unidade de controle manual.
De acordo com os dados divulgados na feira, a versão Lijian 3 consegue neutralizar um drone em cerca de quatro segundos e necessita de menos de cinco segundos para resfriamento antes de um novo disparo. O alcance operacional dos modelos portáteis chega a aproximadamente 500 metros.
Drones de uso militar. Imagem: Centro de Comando dos EUA
Já a versão fixa, identificada como Lijian 10G, amplia o alcance para cerca de 1.200 metros, mas exige estrutura maior, incluindo sistema de resfriamento líquido. Em contrapartida, os modelos portáteis utilizam resfriamento a ar, o que reduz o tamanho total do equipamento.
A tecnologia também foi apresentada com capacidade de integração a sistemas de inteligência artificial, além de possibilidade de uso de radares compactos para identificação de alvos.
Segundo informações atribuídas a representantes da empresa durante a exposição, os equipamentos já teriam sido implantados em áreas consideradas estratégicas, como instalações aéreas militares.
O custo estimado de cada unidade gira em torno de 2 milhões de yuans, valor equivalente a aproximadamente 295 mil dólares. As soluções foram exibidas como parte de uma estratégia mais ampla de fortalecimento de capacidades de defesa contra drones.
Wagner Edwards
Wagner Edwards é Bacharel em Jornalismo e atua como Analista de SEO e de Conteúdo no Olhar Digital. Possui experiência, também, na redação, edição e produção de textos para notícias e reportagens.
Meta is pausing a divisive employee tracking program after an internal security issue exposed potentially sensitive data collected through the initiative to other workers.
“We have carefully designed this program with privacy safeguards and while we have no indication at this time that any data was improperly accessed by Meta employees, we’re pausing it while we investigate,” says company spokesperson Tracy Clayton.
Meta rolled out the Model Compatibility Initiative (MCI) tool in April to US employees. The tool “collects computer inputs such as mouse movements, click locations and keystrokes, as well as screen content,” according to workers who have been petitioning against it over privacy, security, and personal liberty concerns. When MCI first launched, employees couldn’t opt out, but that changed to a limited degree after workers protested.
Meta executives have repeatedly defended the data-gathering project, saying it was necessary to train AI systems to operate computer software the way humans do and that employees were the best examples for the artificial intelligence to learn from.
On Monday, a Meta engineer issued an internal security notice stating that databases filled with information gathered by MCI had been exposed to anyone inside the company.
A former employee actively involved in pushing back against MCI describes the lapse as “a mess” —and one that employees had expected would occur. “When workers raised concerns, leadership doubled down and failed to acknowledge the risks workers raised about the safety and privacy of worker and customer data,” the person says. “Leadership has clearly created an authoritarian environment where workers are no longer respected or heard.”
But after critical comments poured into internal forums on Monday expressing frustration about the security issue, Meta shocked some of its staff by pausing MCI altogether, telling WIRED about the development before announcing it to employees.
A Xiaomi consolidou sua reputação no Brasil oferecendo smartphones com hardware competitivo a preços acessíveis — e agora há três boas opções em oferta na Amazon para quem quer renovar o celular sem gastar demais. Confira a seleção.
O Redmi Note 14 chegou com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno, combinação que garante fluidez no dia a dia e espaço de sobra para fotos, aplicativos e vídeos. A coloração Midnight Black dá um visual discreto e elegante ao aparelho.
Evolução direta do Note 14, o Redmi Note 15 trouxe melhorias na câmera e no desempenho geral, mantendo a configuração de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. Uma escolha sólida para quem busca um intermediário atualizado.
O Redmi 15C é a opção mais acessível desta seleção, mas não decepciona: traz 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, ideal para quem precisa de um celular confiável para o uso cotidiano sem pagar caro por isso.
Os preços e a disponibilidade de estoque na Amazon podem mudar a qualquer momento, então vale acessar os links agora mesmo para garantir a oferta antes que acabe.
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A Samsung homologou o Galaxy Z Flip 8 na Anatel na última quarta-feira (17), flagrou o site Tecnoblog. A certificação do aparelho prepara terreno para a estreia do dobrável no Brasil.
O documento descreve o dispositivo com o código de modelo SM-F776B – similar ao Z Flip 7, identificado pelo código SM-F766B. A papelada da Anatel confirma poucos detalhes da ficha técnica e, até agora, sem grandes surpresas.
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O Galaxy Z Flip 7 é identificado como SM-F776B. (Fonte: Anatel/Reprodução)
A homologação aponta que o aparelho será equipado por duas baterias (EB-BF776BAY e EB-BF777DAY) que somam 4.174 mAh no total. A capacidade é exatamente igual à do Galaxy Z Flip 7, mas agora distribuída em diferentes proporções – 3.024 mAh em um componente, 1.150 mAh no outro. A recarga fica por conta do carregador de 25 W (EP-TA800) incluído na caixa. Há suporte para recarregamento reverso.
As conexões do smartphone incluem suporte a 5G, Wi-Fi 7 de três bandas (2,4, 5 e 6 GHz), Bluetooth e NFC.
O Galaxy Z Flip 8 deve manter a construção do modelo anterior, sem grandes diferenças visuais. O aparelho deve continuar com duas câmeras traseiras, que dividem espaço na tela externa. Internamente, o dobrável deve ser equipado com o processador Exynos 2600 ou algum modelo Qualcomm, dependendo da região.
Quando o Galaxy Z Flip 8 será lançado?
O Galaxy Z Flip 8 deve ser lançado no próximo Galaxy Unpacked, especulado para acontecer em 22 de julho deste ano. Por enquanto, a Samsung não confirmou a data do evento.
A capacidade total das baterias do Galaxy Z Flip 8 será igual a do Galaxy Z Flip 7, mas distribuída de forma diferente entre os componentes. (Fonte: Anatel/Reprodução)
Junto com ele, a Samsung também deve apresentar o Galaxy Z Fold 8 “Wide”, possivelmente o primeiro dobrável largo da família, e o Galaxy Z Fold 8 Ultra, sucessor direto do Z Fold 7.
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“We thought that’s probably the one that’s least likely to pop up,” Geisbert says. “We guessed wrong.”
Concerned by that knowledge gap, in 2011 he decided to modify a vaccine, which led to the crab-eating macaque study. In the same study, he also finally tested a blend of existing ebola vaccines on the Bundibugyo strain, but they didn’t provide 100-percent protection.
If the 2012 outbreak had occurred after the major Zaire outbreak, Geisbert says, it’s possible pharmaceutical companies might’ve been more keen to commercialize a vaccine that protects against the Bundibugyo strain.
But with the present outbreak rivaling the 2013 to 2016 one in terms of scale and scope, efforts to play catch-up are going into high gear. Geisbert suspects WHO’s experience with Ervebo is one of the reasons they favor his vaccine candidate, which is basically “Bundibugyo Ervebo,” he says.
WHO also noted the success of a similar rVSV-based vaccine targeting the Sudan strain of ebola in a ring vaccination trial in 2025.
The rVSV-based Bundibugyo candidate’s suitability for ring vaccination was backed by a 2023 study showing most of the monkeys were protected from the virus even after they were exposed if they had been vaccinated. That is crucial for ring vaccination to work. While the researchers vaccinated the monkeys an unrealistically quick 20 minutes after exposure, the proof of concept sets it apart from Moderna and the University of Oxford’s candidates under development.
“There hasn’t really been much development since that 2023 study, because we weren’t really expecting to see that strain and also because historically it’s been associated with lower-rate mortality as well,” said Courtney Woolsey, the lead author on the paper (Geisbert was a coauthor) and an assistant professor within the University of Texas Medical Branch.
“Nobody really makes money off these vaccines,” she adds, “so there are funding barriers as well to advance these vaccines where people likely aren’t going to make money.”
The nonprofit Coalition for Epidemic Preparedness Innovations has offered funding of up to $3.2 million to prepare and start testing the material needed to manufacture Gesbert’s vaccine, which would be the first step towards human trials.
The “extensive safety data and prior regulatory experience” from the rVSV-based vaccines used to combat the Zaire strain “could help expedite approval pathways if it is shown to be successful,” Rachael Bonawitz, filovirus disease programme lead at CEPI, tells WIRED over email, adding that developers would also be able to build on existing manufacturing processes.
“Even if it’s not used in this outbreak, hopefully there will be clinical material that can be used in humans available for the next outbreak,” Geisbert says, “because it will probably pop up again.”
Even as it shows promise, there is still a chance his vaccine won’t work. Scientists have not been able to obtain a live Bundibugyo virus sample for testing due to stretched resources in the DRC and the logistical and bureaucratic complexity of obtaining and transporting refrigerated blood back to the US. While scientists believe the current strain is around 98-percent similar to the strain that caused the previous outbreaks, that unknown 2 percent presents a risk the vaccine won’t be as effective as it was against the previous strain.
“When you look at the sequences it’s not different enough that I would predict that there would be a problem, but nothing’s foolproof,” Geisbert says.
The International AIDS Vaccine Initiative in New York will prepare the vaccine candidate for production. The nonprofit biomedical research organization focuses on developing vaccines for global diseases where there is little financial incentive for development.
“The baton has been handed off, and I just sit back and hope that it works, whether it’s the vaccine, whether it’s somebody else’s vaccine,” Geisbert says.
Conforme noticiado pelo Olhar Digital, nesta quarta-feira (17) a Lua fará uma conjunção com Vênus, chegando a provocar um “eclipse” do planeta para alguns observadores. No mesmo cenário, Júpiter e Mercúrio também estarão visíveis, completando uma espécie de minidesfile planetário no céu. Mercúrio esteve em conjunção com a Lua recentemente,…
A Huawei planeja um lançar com tela tripla um tanto quanto diferente e um esquema de patentes mostrou como esse aparelho deve ser. O site PostFast reportou a informação e criou um projeto conceitual de design do dispositivo em parceria com o informante XLeaks7 – e ele não se parece com nada que a indústria já lançou.
Primeiro de tudo, esse celular triplo da Huawei funcionaria de maneira similar aos modelos Flip, já bem comuns no mercado. A diferença é que o projeto tem um segundo mecanismo de dobra na carcaça, fazendo com que a tela seja dividida em três partes e não somente em duas, como em aparelhos ordinários.
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O interessante é que o usuário poderia dobrá-lo como se fosse um tipo de sanduíche, mas mantendo a pegada compacta que os modelos Flip têm. A proposta consegue ser ainda mais ousada do que a própria Huawei já fez com o Huawei Mate XT Ultimate, lançado no ano passado como o primeiro TriFold disponível.
Há poucos detalhes sobre o dispositivo, mas a tela do aparelho parece ser bem longa (Imagem: PostFast e XLeaks7/Reprodução)
O site indica que esse smartphone pode ser chamado de Huawei Pura X Trifold, mas particularmente acredito que a fabricante possa ir por outro caminho. Seja como for, esse é mais um formato que pode ditar tendência na indústria de telefonia móvel e apresentar um novo jeito de utilizar smartphones.
Não chega a ser surpresa que é a Huawei trabalhando nesse smartphone de dobra dupla no formato flip. Com o Mate XT Ultimate, a empresa já mostrou que sabe fazer aparelhos inéditos e com muita qualidade, então um novo celular inédito já viria com uma dose de experiência do time de engenharia após trabalharem no Ultimate.
Um Flip triplo é uma boa ideia?
Talvez o mais interessante dessa patente e das imagens divulgadas é que mesmo quando totalmente dobrado, o celular ainda parece bem compacto. Um receio em aparelhos com muitas dobras é que eles façam muito volume nos bolsos, afinal de contas o processo de desenvolvimento desses produtos não é nada simples.
Embora seja difícil imaginar muitos cenários de uso para esse aparelho, há um nicho que pode ficar bem satisfeito. Como a tela deve ser verticalmente bem longa, pode ser muito boa para o uso de redes sociais, como X, Instagram e Facebook, que se beneficiam muito na rolagem vertical constante dos conteúdos.
Por outro lado, talvez a ergonomia para jogar e digitar na horizontal pode não ser a melhor, mas somente testes práticos podem comprovar isso. Além disso, os aparelhos Flip naturalmente não são pensados para esse uso específico.
Vale lembrar que embora haja esse esquema de patentes, isso não significa que a Huawei realmente lançará esse smartphone. Muitos aparelhos passam pelo processo de desenvolvimento, mas não chegam ao mercado por uma série de razões, como dificuldades de fabricação.
Por falar na Huawei, a companhia revelou que realizou um aumento no preço dos seus celulares por conta da forte demanda no mercado de IA. Para mais informações sobre novos smartphones e produtos de tecnologia, fique de olho no site do TecMundo e se mantenha bem informado.
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What ties the roster together more than any title or office is a shared preoccupation with artificial intelligence, longevity, and the near future. Asked on a sign-up form to predict the future, registrants returned again and again to the same theme: that AI will reorder work, war, education, and belief within a few years. Several foresee mass labor displacement and a swing back toward unions and government programs; others predict an “AI winter,” domestic terrorism targeting data centers, criminal defendants choosing AI lawyers over public defenders, or religious revival provoked by the disruption.
“Societal degeneration,” predicted one person, “will continue to accelerate.”
Members also list talents like “funhouse construction,” accent imitation, backcountry skiing, urban exploration, and “meditative and psychedelic inquiry into the nature of reality”; one offers “compassion and existential dread,” another “dinner parties, keeping secrets, remembering birthdays.” Their book recommendations skew toward the canonical and optimization-minded, Marcus Aurelius and Milan Kundera alongside Annie Duke’s Thinking in Bets, Peter Attia’s Outlive, and, from at least one attendee, Thiel’s own Zero to One.
Dialog also plays matchmaker. Its participant form asks registrants whether they are “looking for love” and offers to include “Single Man,” “Single Woman,” or “Other” respondents in “future matchmaking.” A separate site, dating.dialog.org, hosts an app pitched as “meaningful connections for exceptional people.”
The form also gathers sensitive answers, including each registrant’s “political leaning,” which Dialog promises “WILL NOT be shared in the app or with other participants, ever.” That data, and the matchmaking responses, were exposed in the leak.
The records sit in Airtable, a commercial database. For each participant, Dialog logs a membership status, every retreat the person has attended, a biography, a home city, and a private access token. WIRED is not publishing the tokens, which function as login credentials, or the personalized account links that contain them.
The leaked registration list also names senior figures absent from the public directory of 113: Randy Kroszner, a former governor of the Federal Reserve who now serves on the Bank of England’s Financial Policy Committee; Hallie Hoffman, a former general counsel and acting chief of staff of the Drug Enforcement Administration; Jonathan Greenblatt, the chief executive of the Anti-Defamation League; Peter Goettler, the president of the Cato Institute; Ryan Stowers, the executive director of the Charles Koch Foundation; and Roger Myerson, a Nobel laureate economist at the University of Chicago.
It also lists a cluster of Google and Google DeepMind executives, among them Tom Lue, who leads global affairs for the company’s frontier AI division, and one working journalist, Souad Mekhennet, a national security correspondent for The Washington Post. (She is listed as running an event called “Ulysses Book Club.”)
The rest of the membership spans hedge fund and private equity billionaires, current and former foreign officials, network television actors, best-selling authors, and religious leaders.
One of several internal documents Dialog left exposed on the same online database that held its registration records is a guide for event moderators, urging them to remind participants that everything is “off the record” and that comments should be concise and “nonobvious.” It also coaches them to model brief introductions to “avoid status signaling” in a room full of senators, dignitaries, and tycoons.
O sorteio do concurso 3710 da Lotofácil, com prêmio de R$ 8 milhões, foi realizado na manhã deste domingo (14)
Veja na matéria os números sorteados do concurso 3710 da Lotofácil – Olhar Digital
O sorteio do concurso 3710 da Lotofácil, com prêmio de R$ 8 milhões, foi realizado na manhã deste domingo (14), direto do Espaço da Sorte, na Avenida Paulista, em São Paulo (SP).
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Se você não conseguiu assistir ao sorteio ao vivo pela RedeTV! às 11h, pode conferir a transmissão completa pelo canal oficial da Caixa e da RedeTV! no YouTube e no perfil da Loterias Caixa no Facebook.
Participaram deste concurso aqueles que registraram suas apostas até as 19h deste domingo (14), adquirindo um bilhete em uma unidade lotérica, no site ou no aplicativo das Loterias Caixa. A aposta simples, com 15 dezenas, custa R$ 3,50.
Resultado da Lotofácil 3710
O sorteio da Lotofácil, concurso 3710, foi realizado na manhã deste domingo (14) pela Caixa Econômica Federal, em São Paulo (SP). O prêmio do concurso estava estimado em mais de R$ 8 milhões.
O próximo sorteio é o 3711 e ele acontece na segunda-feira, 15 de junho de 2026.
Qual o prêmio estimado do próximo sorteio da Lotofácil?
O prêmio estimado para o sorteio 3711 é de R$ 2 milhões.
Wagner Edwards
Wagner Edwards é Bacharel em Jornalismo e atua como Analista de SEO e de Conteúdo no Olhar Digital. Possui experiência, também, na redação, edição e produção de textos para notícias e reportagens.
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A Apple anunciou, durante a WWDC 2025, que o iOS 27 vai permitir que os usuários troquem senhas fracas ou comprometidas com apenas um toque na tela. O recurso usa inteligência artificial para acessar sites e atualizar as credenciais automaticamente, sem que o usuário precise fazer nada além de aprovar a ação.
Atualmente, o aplicativo Senhas do iPhone já avisa quando uma senha foi exposta em vazamentos de dados. O problema é que, depois do alerta, o usuário precisa entrar no site, localizar a área de configurações de conta e fazer a troca manualmente.
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Com o iOS 27, esse processo vai mudar. O sistema vai navegar pelos sites automaticamente, localizar a opção de troca de senha e atualizar a credencial por conta própria. Tudo isso acontece depois que o usuário aprova a operação.
iOS 27 vai usar IA para trocar senhas comprometidas automaticamente, sem que o usuário precise acessar cada site manualmente.
Como a tecnologia funciona
O recurso combina o Apple Intelligence, que é o conjunto de ferramentas de IA da Apple, com o navegador Safari. Juntos, eles conseguem “navegar” por sites de forma autônoma, como se fosse um usuário humano acessando as páginas.
Basicamente, a IA aprende a interagir com diferentes interfaces de sites para completar tarefas específicas. Isso é chamado de ação agêntica, ou seja, quando um sistema de IA age de forma independente para realizar uma tarefa no lugar do usuário.
Existe uma certa desconfiança com a legitimidade de senhas criadas com Inteligência Artificial, e se elas são realmente seguras. No caso do iOS 27, a Apple afirma que sim. O aplicativo Senhas da Apple já gera combinações complexas por padrão, com letras, números e símbolos. Segundo testes com a ferramenta de verificação da NordPass, essas senhas são classificadas como fortes e levariam séculos para serem descobertas por ataques de força bruta.
Limitações do recurso
Apesar da proposta promissora, o recurso ainda levanta algumas questões práticas. A demonstração feita pela Apple durante o evento mostrou tudo funcionando perfeitamente, mas o cenário real é mais complexo.
Muitos sites têm processos de troca de senha diferentes entre si. Além disso, contas que usam autenticação em dois fatores, aquela verificação extra por SMS ou aplicativo, podem dificultar a navegação automática do sistema.
A eficácia real do recurso vai depender de quantos sites serão suportados no lançamento e de como a Apple vai lidar com essas variações.
Quando chega ao público
O iOS 27 será liberado para o público geral no segundo semestre de 2025. Desenvolvedores já têm acesso à versão beta do sistema. O novo aplicativo Siri AI, que também foi apresentado no evento, não estará disponível de imediato. Os usuários que quiserem testá-lo precisarão entrar em uma lista de espera.
Para saber mais sobre os lançamentos recentes da Apple, acesse a cobertura do TecMundo.
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Dyson’s vacuum lineup had a new look planned for this year. Some of the vacuums have already arrived, like the Dyson PencilVac and Dyson Spot+Scrub robot vacuum, but others we’ve still been waiting to see. That wait is over as of this month, as Dyson has finally dropped the rest of its anticipated models.
Here’s what’s different about each of the new models, what’s still to come, and whether or not it’s time to start shopping for a new Dyson vacuum.
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The Dyson V16 Piston Animal
Courtesy of Dyson
Dyson calls the V16 Piston Animal ($980) its most powerful cordless vacuum yet. It has 315 air-watts of suction power and a new Dyson Hyperdymium 900-watt motor. There’s a new cleaner head—the All Floor Cones Sense—with conical brush bars that look a bit like the PencilVac Fluffycones, with a similar design and color scheme. The All Floor Cones Sense head also promises to detect changes in floor type and respond automatically (hence the “Sense”). It also still comes with the Fluffy Optic cleaner head for hard floors, as seen on the V15 Detect and Gen5detect.
The V16 Piston Animal also has a debris bin that can compress dust and debris, allowing it to hold up to 30 days’ worth. It also has an emptying mechanism now that lets you push out the debris, making it easier to empty. Dyson has promised a self-emptying docking station for this model, but it’s not yet available; Dyson says it’ll be available to purchase in the future.
There’s also a Submarine variant that retails for $1,100. That version adds on a wet roller head similar to the V15 Detect Submarine, but Dyson says this version has new hydration control technology for more targeted water use while cleaning, and a boost mode when you’re dealing with stains.
Dyson V10 Konical
Courtesy of Dyson
The Dyson V10 Konical ($500) is Dyson’s first self-emptying vacuum, but the massive docking station you’ll sometimes see it photographed with—the auto-empty Dok, which will retail for $150—won’t be available to purchase until August.
After years of suffering in silence with her trauma, Vega eventually called out her accuser in one of the most public forums in existence: Facebook. Within just a few days, she was contacted by eight other women, most of them also American college students studying abroad, with eerily similar stories of their own encounters with […]
O MEC (Ministério da Educação) lançou a 6ª edição da pesquisa Perfil Socioeconômico e Cultural dos Estudantes de Graduação das Universidades Federais, que atualiza informações sobre as condições de vida dos graduandos nas instituições federais. A pesquisa coleta dados diretamente com estudantes de graduação das universidades federais para mapear renda, moradia, alimentação, trabalho, acesso a […]
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A Anthropic e a Amazon anunciaram a ampliação de sua parceria para garantir até 5 gigawatts (GW) de capacidade computacional, em um movimento que tenta dar conta da crescente demanda pelo modelo de inteligência artificial (IA) Claude. A corrida por IA não é só sobre modelos mais avançados, é também sobre quem consegue colocar eles […]
Atualmente, a cidade de São Paulo tem cerca doze milhões de habitantes, mas em 1936, quando o Aeroporto de Congonhas foi inaugurado, a população da capital paulista tinha acabado de superar a marca do primeiro milhão. Localizado na região sul da cidade, Congonhas completa 90 anos de idade, neste domingo (12). A arquitetura é assinada […]