Parece ficção, mas ficou mais barato mandar coisas ao espaço


Colocar uma carga em órbita ficou muito mais barato nas últimas décadas. Um novo estudo mostra que o valor por quilo lançado ao espaço caiu 96% desde 1960, e a redução pode continuar até 2040.

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A pesquisa analisou milhares de lançamentos para entender como a evolução tecnológica, a entrada de empresas privadas e a reutilização de foguetes mudaram o mercado espacial.

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A corrida espacial ganhou novos participantes com a chegada do mercado privado. – Imagem: Via X/@narendramodi

Estudo analisou mais de 4 mil lançamentos

O levantamento reuniu 4.405 lançamentos realizados entre 1960 e 2025, formando o maior banco de dados de foguetes já usado em uma pesquisa desse tipo. A análise incluiu mais de 330 configurações desenvolvidas por países como Estados Unidos, Rússia, China, Índia, Brasil e Japão.

A diferença em relação a estudos anteriores é que os pesquisadores não avaliaram apenas o preço dos foguetes. O cálculo também levou em conta a quantidade de carga transportada durante toda a vida útil dos veículos.

Segundo Francesco Nicoli, professor associado de economia política da Universidade Politécnica de Turim, na Itália, pesquisas anteriores “consideravam o custo dos foguetes, mas não quanto eles lançavam durante sua vida útil”, o que dificultava calcular o valor real para chegar ao espaço.

Com a nova metodologia, o estudo mostrou uma queda expressiva: o envio de 1 quilo para a órbita passou de US$ 87.023 (cerca de R$ 478,6 mil), em 1960, para US$ 3.868 (aproximadamente R$ 21,3 mil), em 2025.

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O Falcon 9 e a reutilização em larga escala aceleraram a transformação da indústria de lançamentos espaciais. – Imagem: Michael Vi / Shutterstock

Falcon 9 ajudou a acelerar a redução

Mas por que lançar foguetes ficou tão mais barato? A pesquisa aponta dois momentos importantes. O primeiro foi o fim da Guerra Fria e a chegada do chamado “New Space”, que ampliou a participação comercial no setor.

O segundo veio com o Falcon 9, da SpaceX, e o uso de foguetes reutilizáveis em grande escala.

O fim da Guerra Fria e a mudança para o chamado ‘New Space’, com o uso comercial do espaço, parecem ter acelerado a curva de aprendizado.

Alessio Terzi, professor assistente de políticas públicas da Universidade de Cambridge


Ele acrescenta que “nossos dados mostram uma aceleração desde o lançamento do Falcon 9 da SpaceX e da reutilização em larga escala”.

A análise também revelou que, sempre que a quantidade acumulada de carga enviada ao espaço dobrou, o valor médio para colocar 1 quilo em órbita caiu 21,2%.

Entre os fatores que impulsionaram essa transformação estão:

  • Crescimento do mercado espacial comercial;
  • Reutilização de foguetes em larga escala;
  • Maior volume de cargas enviadas ao longo do tempo;
  • Aprendizado e eficiência acumulados pelo setor.
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Custos de lançamento podem cair ainda mais até 2040, abrindo novas possibilidades para missões espaciais. – Crédito: Wang Jiangbo/Xinhua

Queda pode continuar, mas há riscos no caminho

Se a tendência atual continuar, o estudo estima que o valor médio para enviar 1 quilo à órbita pode chegar a US$ 1.600 (cerca de R$ 8,8 mil) em 2030 e a US$ 300 (aproximadamente R$ 1,6 mil) em 2040.

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Os pesquisadores, porém, alertam que esse avanço não está garantido. O aumento do lixo espacial pode tornar as operações em órbita mais complexas, enquanto uma concentração excessiva do mercado em uma única empresa poderia reduzir a concorrência e pressionar os preços.

As tensões geopolíticas também podem influenciar esse cenário, levando países a investir novamente em sistemas próprios de lançamento, mesmo que isso represente custos maiores.

A pesquisa mostra que o acesso ao espaço passou por uma grande transformação nas últimas décadas, mas a próxima fase dessa evolução dependerá da capacidade do setor de superar novos desafios tecnológicos, econômicos e estratégicos.

Valdir Antonelli

Valdir Antonelli

Valdir Antonelli é jornalista com especialização em marketing digital e consumo.

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Fonte das informações: Cointelegraph

Final da Copa do Mundo traz esquenta para quarta temporada de Ted Lasso


A grande final da Copa do Mundo FIFA 2026 ganhou um ingrediente especial para quem também é fã de séries. Em meio às atrações musicais do intervalo entre Espanha e Argentina, a Apple aproveitou a audiência global do torneio para colocar Ted Lasso novamente em evidência e aumentar a expectativa pela aguardada quarta temporada.

Depois de uma apresentação de Madonna, que contou com as participações dos brasileiros Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho, o evento ainda recebeu um show do BTS. Na sequência, Jason Sudeikis e Brendan Hunt apareceram caracterizados como Ted Lasso e Treinador Beard para anunciar a entrada de Justin Bieber no palco.

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A participação foi encarada por muitos fãs como mais uma ação promocional da nova fase da série, que estreia em agosto no Apple TV+. A estratégia também reforça a ligação entre a produção e o futebol justamente durante o maior evento esportivo do planeta.

Elenco de Ted Lasso marcou presença durante toda a Copa

A final não foi a única aparição do universo de Ted Lasso durante a Copa do Mundo. Ao longo das últimas semanas, diferentes integrantes do elenco participaram de ações promocionais, entrevistas e eventos ligados ao torneio, aproximando ainda mais a série do público apaixonado por futebol.

Jason Sudeikis, Brendan Hunt, Juno Temple, Jeremy Swift e Abbie Hern estiveram presentes, por exemplo, na partida entre Argentina e Suíça pelas quartas de final, disputada em Kansas City. Além de acompanhar Lionel Messi em campo, o elenco participou de uma grande watch party organizada na cidade, que também serviu para divulgar a nova temporada.

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Além disso, Cristo Fernández, que interpreta o carismático Dani Rojas, também marcou presença em vários jogos da seleção mexicana. O astro também chamou a atenção por se tornar um jogador de futebol na vida real, agora integrando a equipe do El Paso Locomotive FC, da segunda divisão da USL Championship.

Juno Temple viveu momento digno de Keeley Jones

Fora dos gramados, Juno Temple contou que viveu uma situação curiosa que imediatamente a fez lembrar de Keeley Jones, sua personagem em Ted Lasso. Hospedada em um hotel de Los Angeles, ela ligou a televisão e acabou assistindo justamente a um comercial estrelado por ela mesma, repetindo quase exatamente uma cena exibida na primeira temporada da série.

A atriz classificou a coincidência como um momento surreal e disse que a vida acabou imitando a ficção. Ela também revelou que a campanha publicitária fazia parte de uma ação ligada ao verão do futebol nos Estados Unidos, reforçando como Ted Lasso continua associado ao esporte mesmo durante o intervalo entre temporadas.

Quarta temporada aposta no futebol feminino

Durante o evento, Jason Sudeikis comentou que seu envolvimento com o esporte cresceu ainda mais desde o início da produção da série. Segundo o ator, o contato com diferentes culturas do futebol fez com que ele desenvolvesse uma admiração ainda maior pela modalidade ao longo dos últimos anos.

Boa parte das gravações da quarta temporada aconteceu justamente em Kansas City, incluindo cenas filmadas no CPKC Stadium, casa do Kansas City Current. O estádio tem um papel importante na nova fase da produção, já que os próximos episódios serão centrados na criação do time feminino do AFC Richmond.

Juno Temple também destacou que considera o momento perfeito para colocar o futebol feminino em evidência. A atriz afirmou esperar que o público valorize essa nova abordagem, além de acompanhar a evolução dos personagens após os acontecimentos da terceira temporada.

Quando a quarta temporada de Ted Lasso será lançada?

A expectativa em torno da quarta temporada só aumentou durante a Copa do Mundo, especialmente após as diversas aparições do elenco e da presença de Ted Lasso na cerimônia da final. Para muitos espectadores, a série conseguiu aproveitar o clima do torneio para lembrar que seu retorno está muito próximo.

Os novos episódios chegam ao Apple TV+ em 5 de agosto, marcando o fim de uma espera de mais de três anos desde o encerramento da terceira temporada. Com foco no futebol feminino e novos desafios para os personagens, a produção promete abrir um novo capítulo na história do carismático treinador que conquistou fãs dentro e fora dos campos.

E aí, ansioso para conferir os novos episódios de Ted Lasso? Comenta aí!

Fonte das informações: Cointelegraph

How to Disable Music Videos in Spotify


Spotify, it’s fair to say, has made some weird user-experience choices.

There are a number of panels in the app, and the layout is confusing. The service constantly tracks your activity. The app also seems to have an odd hostility to playing actual albums. This all works to create a general feeling that Spotify’s designers are trying to push you into using the service in a particular way.

It’s understandable, then, that some people are annoyed with the way music videos have been added to the platform. For the most part, they would start to play by default, in the background, whenever an artist had uploaded a video for the song. Some music videos have very different audio from the original tracks, particularly if they include sketches or sound effects, which can prove distracting if you prefer the album version of the song. And even if you enjoy music videos (which I do), the decision to have videos play by default—using up bandwidth and battery power—upset a lot of people.

There are a few other quirks. On Spotify’s desktop app, the videos are barely visible; they stay contained in the tiny album art panel until you manage to find the hidden, extremely small Now playing button that enlarges them. Also, the selection of videos that are on the platform, and the ones that are mysteriously absent, seems totally random. Because of this, I check YouTube first when I really want to watch a music video.

The most annoying thing, though, had been a lack of any obvious way to disable all videos. That changed recently—there’s now a toggle in the settings to disable music videos in Spotify entirely, alongside controls that disable the Canvas feature (animated album art) and video podcasts.

On mobile you can do this by tapping your user profile icon in the top-left to bring up the side panel. Then tap Settings and privacy, followed by Content and display.

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Photograph: Justin Pot

In the Videos and Canvas section you will see three toggles: one for music videos, one for Canvas, and one for all other videos. This last toggle disables video podcasts, meaning you’ll get the audio-only version of podcasts instead. Turn all these off, and Spotify will use a lot less bandwidth.

On the desktop app, it’s a little different. Click your user profile icon in the top-right corner, then click Settings. Scroll down to the Videos and Canvas section to find the options to disable music videos and Canvas.

I tested this and it worked. The music video icon in playlists and albums disappeared, as did the collection of music videos on Artist pages. The only remnant of the disabled feature is a Switch to video button in the Now Playing sidebar, which appears below the album art. Click it and you’ll be told the video can’t play unless you turn videos back on in the settings. Odd, for sure, but for the most part turning this off means you don’t have to think about music videos in Spotify anymore.

I sincerely wish that Spotify would roll out music videos with more care. Sometimes I really do want to see a video—just not every time I play a track. Playlists of music videos might be welcome if they ran separately from the audio-only playlists. I just don’t want to get a music video when I’m looking for the album version of a song, and I don’t think I’m alone in that. I can only hope that Spotify’s future interface design choices will keep things more clearly separated.

Fonte das informações: Cointelegraph

Som que envolve: os melhores headsets 7.1 surround em promoção agora


Se você ainda joga sem um headset com som surround 7.1, está perdendo uma parte importante da experiência. A imersão no áudio faz diferença real — seja para ouvir passos no battle royale ou sentir cada detalhe da trilha sonora de um RPG. Reunimos duas ótimas opções em oferta na Amazon para quem quer dar um upgrade no setup gamer sem abrir mão de qualidade.

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O Zeus Pro é a aposta da Redragon para quem quer liberdade de movimento sem abrir mão do áudio envolvente. Com conexão sem fio e suporte ao surround 7.1 virtual, ele entrega posicionamento preciso de sons durante as partidas. O design robusto e o microfone destacável completam um conjunto pensado para longas sessões de jogo.

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O Havit H2230d aposta em drivers de 50mm para uma reprodução sonora potente e detalhada, com suporte ao surround 7.1 virtual. A conexão P3 garante compatibilidade com PCs, consoles e dispositivos móveis, tornando-o uma opção versátil para diferentes plataformas. O microfone integrado e o design leve o tornam prático para o uso diário.

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As ofertas podem mudar a qualquer momento, então vale conferir os links agora para garantir o melhor momento de compra. Um bom headset com surround 7.1 transforma a forma como você joga — e as opções acima mostram que não é preciso gastar uma fortuna para ter esse nível de áudio.

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Fonte das informações: Cointelegraph

Email malicioso engana agentes de IA para invadir PCs de usuários


Um grupo de pesquisadores detalhou como agentes de inteligência artificial, como o OpenClaw, escondem uma grande falha na forma de trabalhar. A partir de um único e simples email, é possível enganar esses agentes por meio de comandos ocultos. O estudo chegou a criar uma ferramenta chamada de MemGhost, que possibilita os ataques de manipulação.

A pesquisa “When Claws Remember But Do Not Tell” foi realizada por pesquisadores da Universidade John Hopkins e da Universidade de Tecnologia de Nanyang. Diferente de outros problemas no mundo da cibersegurança, o que esse grupo descobriu não se trata de um vírus tradicional ou de uma falha no código de programação, mas sim da exploração de um comportamento natural das IAs.

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O coletivo de estudiosos chamou o método de Injeção Furtiva de Memória, que ocorre quando um texto malicioso é inserido em um ambiente de IA. Esse código é capaz de assumir o controle das ações do assistente sem que o dono da conta perceba e então começar a lhe dar ordens ocultas.

Um agente de IA é uma tecnologia que consegue se lembrar do usuário e das perguntas que ele realiza. Porém, como ele tem essa memória persistente para as lembranças, se um ataque acomete esse ambiente aparentemente seguro, não existe mais confiança e a porteira para golpes fica aberta.

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O OpenClaw se tornou um dos principais agentes disponíveis recentemente (Imagem: OpenClaw/reprodução)

O risco dessa descoberta não está necessariamente no roubo de dados, mas na perpetuação de uma mentira. Um cibercriminoso poderia passar meses enviando comandos ocultos para um agente de IA e interferir diretamente na vida pessoal ou profissional daquele usuário. A manipulação a longo prazo é o objetivo.

Uma mentira que se repete

Sistemas de código aberto, como o OpenClaw, guardam as preferências do usuário em suas memórias. Eles anotam seus contatos, organizam a agenda e leem seus emails. É exatamente neste último tópico que um ataque pode ocorrer: o email. Basta uma simples mensagem para a IA entender tudo errado.

Para provar a gravidade da falha, os especialistas criaram o MemGhost, uma ferramenta ofensiva que automatiza esse golpe. O MemGhost é, ironicamente, uma outra IA. Ele foi treinado em laboratório para redigir o e-mail malicioso perfeito, ou seja, um texto capaz de burlar os filtros de segurança da vítima, dar ordens à IA e exigir que ela esconda seus rastros.

  • O ataque começa quando o atacante envia um email para a caixa de entrada do usuário, mas com instruções ocultas que só o agente de IA pode ler;
  • Quando o OpenClaw lê esse email, ele começa a executar a ordem oculta, escrevendo uma informação falsa no seu próprio arquivo de memória;
  • A IA responde o email e sequer avisa à vítima que alterou sua memória. É como se nada tivesse acontecido.
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Sistema de funcionamento do método de Injeção Furtiva de Memória (Imagem: When Claws Remember but Do Not Tell/reprodução)

A partir desse momento, esse agente de IA utilizado passa a agir de acordo com que foi escrito naquele email. É como se o atacante se tornasse um ventríloquo controlando uma marionete, que neste caso é a inteligência artificial comprometida. No fim, a vítima sequer desconfia que há algo de errado.

Nos testes laboratoriais realizados com o modelo GPT-5.4 rodando o OpenClaw, a injeção furtiva teve uma taxa de sucesso de impressionantes 87,5% quando a IA operava em segundo plano.

O perigo disso tudo é a citada manipulação. Cada vez mais emails são enviados, com novos códigos e novas instruções. Essas instruções podem dizer que o usuário teve seu limite do banco aumentado para R$ 10 mil. E também fazer com que a IA ignore um email de phishing que aquela vítima pode clicar e cair em mais um golpe.

Há como se proteger?

O caso apontado pelos pesquisadores é complexo por uma série de razões. Uma delas é a dificuldade de conter o problema. Essa questão não é necessariamente uma brecha, mas sim o próprio comportamento natural da IA. O estudo não fornece dicas de como se proteger, mas de mudanças na construção dessas tecnologias.

A principal recomendação de curto prazo é criar um “agente leitor” isolado. Uma IA sem permissão de escrita de arquivos deve ler os e-mails e passar apenas um resumo higienizado para a IA principal. Para usuários comuns, o ideal seria a IA nunca escrever na memória permanente sem antes exibir um alerta na tela: “Posso salvar esta informação?”.

Por falar em grandes problemas, um novo tipo de vírus engana o Windows e usa a Steam para infectar projetos de desenvolvedores em um grande efeito cascata. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

Fonte das informações: Cointelegraph

Salad Chains Are Seeing Foot Traffic Drop Over Cyclosporiasis Fears


Fear of explosive diarrhea seems to be scaring customers away from the purveyors of salad in business districts and strip malls across the US.

On Sunday, July 11, as news of a massive cyclospora outbreak—possibly linked to contaminated lettuce—made headlines, traffic at Chopt fell by 7.1 percent, compared to the chain’s average Sunday traffic in 2026, according to Placer.ai data. The same day, foot traffic at Panera Bread was down 7.4 percent, and Sweetgreen was down 3.1 percent, compared to those chains’ Sunday averages.

While Placer.ai tells WIRED that it has only “a few days of data to work with,” the company says that the decline of visitors to places with “lettuce-heavy menus” began around July 10.

Industry averages suggest that customers were more likely to ditch salad-heavy chains, with foot traffic across quick-service chains like McDonald’s, Chick-fil-A, and Wendy’s up 0.8 percent compared to their average Sunday traffic. Traffic for all fast-casual chains—the menus of which tend to include more fresh produce than fast-food rivals—was down 2.4 percent.

None of these salad chains have been linked to the outbreak, which may have sickened nearly 7,000 people, according to the latest Centers for Disease Control and Prevention estimates. In fact, federal authorities have not yet named any ingredient, grower, or supplier as the potential cause.

However, the Health and Human Services department in Michigan, the state at the center of the outbreak, described lettuce or salad greens as a “potential source.” Past cyclospora outbreaks have been tied to raw produce, including herbs, raspberries, and lettuce. The easiest way to kill the parasite is with heat, and people do not typically cook berries or fresh greens.

Wall Street also seems spooked by the turbo diarrhea rampage. At the time of publication, Sweetgreen shares were down 23.3 percent over the past five days. (Chopt and Panera Bread are privately traded companies.) None of the “lettuce-heavy” chains responded to WIRED’s request for comment.

While Sweetgreen’s stock is suffering, the only chain with suspected links to the outbreak is Taco Bell. Some locations in the Detroit region posted notices that they were “currently unable to sell lettuce, cilantro onion, pico de gallo, and guacamole due to a nationwide recall,” and The Washington Post reported that health officials are investigating whether the chain played a role in the outbreak.

Shares of Taco Bell’s parent company, Yum Brands, are down 7.2 percent in the past five days. Placer.ai found that Taco Bell’s foot traffic was down 5.8 percent on July 11 compared to the chain’s average traffic on Sundays. In Michigan—where the case count has reached 4,312—traffic was down 11.5 percent compared to the Sunday average. Anxiety spreading online about the risks of contracting the parasite could continue to keep would-be gordita buyers away.

Still, not everyone is afraid of leafy greens. Two customers outside of a Sweetgreen location in Manhattan’s Financial District told WIRED on Thursday that they hadn’t even heard of the cyclospora outbreak. New York has far fewer cases than Michigan, with 510 cases so far in 2026. More than 380 are in New York City, though, which represents a threefold increase over last year at this date, according to the local health department.

Outside of a Chopt a few blocks away, Victoria Atweh had nothing but positive things to say about her first time visiting the salad chain.

As for the cyclospora outbreak, Atweh says, “I honestly didn’t even think about it.”

Fonte das informações: Cointelegraph

Som envolvente e imersivo: os melhores headsets 7.1 surround em promoção na Amazon


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Fonte das informações: Cointelegraph

Xi Jinping estreia na Conferência Mundial de IA e reforça prioridade da China


O presidente da China, Xi Jinping, participará pela primeira vez da cerimônia de abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC), em Shangai, onde fará o discurso inaugural do evento. O anúncio foi feito nesta segunda-feira, 13, pelo Ministério das Relações Exteriores chinês e ocorre em um momento em que Pequim intensifica sua estratégia para acelerar o desenvolvimento da inteligência artificial (IA), fortalecer sua competitividade tecnológica e ampliar sua influência na definição das regras globais para a tecnologia.

A participação de Xi marca sua primeira presença presencial na conferência desde a criação da WAIC, em 2018. Nos anos anteriores, o presidente havia enviado mensagens de felicitação ao evento, enquanto o primeiro-ministro Li Qiang representou o governo nas cerimônias de abertura de 2024 e 2025.

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A edição deste ano terá duração de quatro dias e reunirá mais de 140 fóruns, cerca de 1,4 mil convidados, 1,1 mil expositores e mais de 300 lançamentos mundiais de produtos ligados à IA.

IA ganha espaço na estratégia chinesa

O protagonismo de Xi no evento reflete o peso crescente da IA na política industrial chinesa. Durante uma visita a uma incubadora de startups em Shangai, em 2025, o presidente afirmou que a tecnologia entrava em um período de “desenvolvimento explosivo” e defendeu que a cidade assumisse a liderança tanto no desenvolvimento quanto na governança da IA, segundo declarações divulgadas pelo governo chinês.

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A estratégia também aparece no relatório de trabalho do governo para 2026, que prevê a construção de uma “nova forma de economia inteligente”, a ampliação da iniciativa nacional “IA+”, o incentivo à adoção comercial da tecnologia e o fortalecimento de sua governança. Desde 2023, Pequim também busca ampliar sua participação na formulação de normas internacionais para IA. Naquele ano, Xi apresentou a Iniciativa de Governança Global de IA e, na edição de 2025 da WAIC, a China defendeu a criação de uma Organização Mundial de Cooperação em IA.

O fortalecimento da política para o setor ocorre paralelamente ao avanço dos modelos chineses de IA frente aos concorrentes americanos. Dados da plataforma americana OpenRouter mostram que, no início de junho, os modelos desenvolvidos na China ultrapassaram os dos EUA em participação de tokens processados na plataforma. No mesmo período, a participação da DeepSeek quase dobrou, passando de 9% no começo do ano para 18%.

Outro indicador do avanço chinês foi divulgado pelo Índice de IA 2026, da Universidade de Stanford. O levantamento aponta que a diferença de desempenho entre os principais modelos de IA dos EUA e da China caiu para 2,7% em março, sinalizando uma redução da distância tecnológica entre os dois países em um dos setores considerados estratégicos para a economia e a geopolítica.

Fonte das informações: Cointelegraph

Siri AI Is Becoming Apple’s Everything Tool


Don’t want Siri to use your interactions with a specific app? In your phone’s Settings, go to the Siri AI section and scroll down to App Access. Then, choose which app you want to change and toggle Learn from this App to the left. “Allow Siri to learn how you use this app to make suggestions across apps,” reads a beta version of the description under this toggle. These are enabled by default if Siri AI is turned on.

This revamped Siri is baked into the phone’s search function. So, if you swipe down in the middle of the screen, Siri pops up with a Search or Ask bar. You can type into that blank space or tap the microphone icon to ask your question. If you hit enter, more often than not it will send the query to Siri for answers. For example, I typed “What’s a good route for driving to Sacramento?” into Siri. It pulled up the Maps app with a suggested driving path pre-chosen. Not bad! If you want, you can still tap Show Results below the text bar for the more traditional web search vibe.

On-Screen Awareness

In addition to personal context from that indexing process, Siri can also pull details from what’s currently visible on your screen. This type of on-screen awareness was available before as Siri’s “Visual Intelligence,” and it contributes to Siri feeling like it’s actually helpful no matter what you’re doing.

This makes it easy to double-check something I’m seeing on social media. For example, I was scrolling on Bluesky and saw multiple posts about the singer Lorde criticizing Meta’s AI smartglasses, but I hadn’t seen a source for this news. So, when one of the posts was visible on my screen, I asked Siri AI, “Where did she say this?” I didn’t need to provide specifics about who “she” was or what comment I was referring to; Siri pulled that info from my screen. Then, Siri confirmed that this happened at a festival in Madrid and provided links where I could read more.

For Siri AI, seeing is believing. Well, at least seeing what’s on your screen and what’s around you. Beyond just on-screen awareness, Apple has a new Siri tab in the camera app, alongside your standard photo and video options. If you tap the circular button in the middle, Siri automatically analyzes the images and provides you with a quick paragraph of context. Tapping the message icon on the left uploads an image to Siri with the option to add a prompt for more details. Tapping the image search icon on the right browses the web for relevant links.

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If you swipe down on that paragraph from Siri AI, then it expands into a longer answer with source links.

Courtesy of Reece Rogers

Everything, Everywhere

Siri AI is more than just Apple’s smartphone assistant; it’s also part of the user experience across the entire ecosystem. Siri is on iPads and Macs, with screenshot integrations on iPads and a dedicated shortcut on Macs. Even the Vision Pro has this new Siri, for the handful of readers who actually own that hardware. There are hardware requirements, though. For example, Siri AI is only available on the iPhone 15 Pro and newer devices—even if you can download iOS 27, it doesn’t mean you’ll automatically get the new Siri.

Zoning in on the iPhone, Siri AI’s features are even more widespread than I’ve already mentioned above. “Write with Siri” is another tool for when you’re drafting notes or composing text messages. For example, when I was texting my partner about how to organize our apartment, I tapped the Siri button, told it the gist of what I wanted to communicate (more storage bins). Then it drafted a paragraph-long text message that sounded decently like how I would write and loaded it into the message box. A step up from the auto-suggestions of yore.

Fonte das informações: Cointelegraph

Apagão digital? Reino Unido vai monitorar big techs de perto


O Reino Unido passará a supervisionar diretamente quatro das maiores empresas de computação em nuvem do mundo para reduzir os riscos que falhas tecnológicas ou ataques cibernéticos representam para o sistema financeiro. O governo britânico classificou Microsoft, Google, Amazon e Oracle como “terceiros críticos”, tornando essas companhias sujeitas à fiscalização dos reguladores financeiros do país.

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A medida entra em vigor na próxima segunda-feira, 13 de julho, e reflete a dependência crescente de bancos, seguradoras e outras instituições financeiras da infraestrutura de computação em nuvem fornecida por essas empresas.

Segundo o governo, uma interrupção em um único provedor pode afetar diversas organizações ao mesmo tempo e comprometer serviços essenciais utilizados por milhões de clientes.

“À medida que bancos, seguradoras e infraestruturas do mercado financeiro se tornam cada vez mais dependentes de serviços em nuvem, uma interrupção em um grande fornecedor pode afetar várias empresas ao mesmo tempo, impactando potencialmente os serviços dos quais os clientes dependem”, afirmou o governo britânico em comunicado.

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Reino Unido quer evitar apagões digitais que prejudiquem infraestrutura crítica, como bancos – Imagem: BirgitKorber / iStock

Governo quer evitar apagão digital

Com a nova regulamentação, as empresas passarão a ser monitoradas pelo Banco da Inglaterra, pela Autoridade de Regulação Prudencial (PRA) e pela Autoridade de Conduta Financeira (FCA).

Entre as exigências estão a realização de testes periódicos de resiliência, autoavaliações sobre a capacidade de resposta a incidentes e a comunicação obrigatória de ocorrências graves, como ataques cibernéticos, falhas de energia e impactos provocados por desastres naturais.

As autoridades também poderão exigir demonstrações de como esses provedores responderiam a cenários extremos capazes de comprometer suas operações.

A decisão ocorre em um momento em que a infraestrutura dessas empresas se tornou parte essencial do funcionamento do setor financeiro. Além do armazenamento de dados, seus serviços sustentam sistemas de bancos digitais, plataformas de pagamento e ferramentas automatizadas de detecção de fraudes.


Essa concentração também ampliou as preocupações com possíveis efeitos em cascata. Um exemplo citado no debate regulatório foi uma falha registrada no ano passado em operações de computação em nuvem da Amazon no norte da Virgínia, nos Estados Unidos. O problema afetou os serviços online de mais de duas mil empresas, incluindo o Lloyds Banking Group, reforçando os alertas sobre a dependência de um número reduzido de fornecedores globais.

Segundo dados do comitê do Tesouro britânico, clientes dos principais bancos e sociedades de crédito imobiliário do país enfrentaram, entre 2023 e 2025, o equivalente a mais de um mês de interrupções em serviços de tecnologia da informação.

A iniciativa britânica segue um caminho semelhante ao adotado pela União Europeia, que já havia enquadrado empresas de tecnologia e serviços em um regime regulatório voltado à proteção da infraestrutura financeira. No Reino Unido, porém, a definição dos fornecedores considerados críticos levou mais de 18 meses desde que os reguladores receberam poderes para realizar esse tipo de supervisão.

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amazon web services e azure, serviços em nuvem da amazon e microsoft
Movimento visa reduzir dependência de provedores de nuvem – Imagem: Tada Images / Shutterstock

Microsoft, Google, Amazon e Oracle receberam positivamente a decisão.

Em nota ao jornal The Guardian, um porta-voz do Google Cloud afirmou: “Com uma implementação eficaz e um envolvimento significativo do setor, esta nova estrutura de Terceiros Críticos pode aprimorar a resiliência a longo prazo do ecossistema financeiro do Reino Unido e aumentar a compreensão, a transparência e a confiança entre todas as partes”.

O anúncio também reacendeu o debate sobre a necessidade de ampliar esse modelo de supervisão para outras empresas de tecnologia.

Para Meg Hillier, presidente do comitê do Tesouro britânico, o avanço da inteligência artificial no setor financeiro pode justificar, no futuro, a inclusão de desenvolvedores de IA no regime de fiscalização. “Isso deve ser monitorado de perto para garantir que o país não fique vulnerável em caso de falha de um grande fornecedor”, afirmou.

Vitoria Lopes Gomez

Vitoria Lopes Gomez

Vitoria Lopes Gomez é jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e redatora do Olhar Digital.

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Fonte das informações: Cointelegraph

Apple processa OpenAI e acusa dona do ChatGPT de roubar segredos confidenciais


A Apple está processando a OpenAI sob acusação de roubar segredos comerciais da companhia. A denúncia, apresentada nesta sexta-feira (10), cita que documentos com informações sobre tecnologias, recursos e até mesmo produtos não anunciados teriam sido roubados por ex-funcionários que se mudaram para a dona do ChatGPT.

O processo aberto pela Apple acusa Tang Tan, diretor de hardware da OpenAI, de persuadir funcionários da Apple a entregarem informações confidenciais da empresa em entrevistas de emprego. Ele trabalhou na Apple por cerca de 24 anos e atuou em projetos de design do iPhone e Apple Watch, por exemplo.

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Também é citado Chang Liu, ex-engenheiro elétrico sênior da Apple. Mesmo após ter ingressado na OpenAI, ele ainda teria conseguido acesso aos arquivos de nuvem da fabricante do iPhone e também baixado dezenas de arquivos confidenciais, acusa o documento.

No processo, a Apple diz que a má conduta da OpenAI “é normalizada e exemplificada pela liderança” da gigante da inteligência artificial (IA).

“No entanto, uma coisa é clara: em todos os níveis, desde membros da equipe técnica até o diretor de hardware, de forma coordenada com parceiros de negócios, a OpenAI vem roubando segredos comerciais e informações confidenciais da Apple”, diz o processo.

Sam Altman, CEO da OpenAI
OpenAI é acusada de roubar segredos comerciais e de produtos da Apple. (Imagem: Tomohiro Ohsumi/Getty Images)

Segundo o documento, a Apple aponta que o negócio de hardware da OpenAI possui “bases extremamente precárias, corrompido em sua essência pela dependência ilegal de segredos comerciais indevidamente apropriados”.

O processo chega em um momento crítico para a OpenAI. A empresa de IA vem trabalhando no lançamento de seu primeiro dispositivo físico, que teria lançamento previsto para 2027. No fim de junho deste ano, a companhia anunciou o seu primeiro chip proprietário voltado para a tecnologia.

A Apple diz que “não tem outra escolha” e que a ação judicial é necessária “para expor e começar a remediar o roubo generalizado de segredos comerciais” da companhia.

OpenAI ajudou Apple com IA

A parceria entre Apple e OpenAI foi iniciada em 2024. A dona do iPhone testava a integração do ChatGPT em seus sistemas operacionais, como no iOS 18, como parte do Apple Intelligence. A proposta era tornar a assistente virtual Siri mais inteligente e capaz, o que não aconteceu no período proposto e gerou críticas à Apple.

Quase dois anos depois, a Apple fechou uma nova parceria com o Google para desenvolver e lançar a Siri AI, que ainda segue em fase de testes no iOS 27.

Por causa disso, a OpenAI estaria insatisfeita com o acordo entre as companhias e também com o pouco destaque de seu chatbot dentro dos dispositivos da empresa de Cupertino.

Fonte das informações: Cointelegraph

Apple Is Suing OpenAI for Allegedly Stealing Hardware Secrets


Apple filed a lawsuit against OpenAI and its hardware chief on Friday for allegedly stealing the iPhone maker’s trade secrets, including unreleased parts and prototypes, confidential designs, and documents about stealth projects.

The lawsuit accuses OpenAI chief hardware officer Tang Tan, who spent 24 years at Apple and oversaw iPhone product design, and his colleagues at the AI company of encouraging people departing or considering leaving Apple to bring with them proprietary and unreleased technology. Tan allegedly helped coach recruits on how to evade Apple’s data security protocols and directed them to bring confidential Apple parts to job interviews at OpenAI.

“OpenAI’s nascent hardware business now rests on the shakiest of foundations, rotten to its core by its illegal reliance on misappropriated trade secrets,” Apple says in the lawsuit, which was filed in US district court in San Jose. The company describes OpenAI as resorting “to taking unlawful shortcuts” while under “mounting pressure to deliver its first commercial hardware product.”

OpenAI and Tan did not immediately respond to requests for comment.

Apple spokesperson Hannah Smith says the company “will always defend our teams’ hard work and innovations, and we are taking all appropriate steps to do so.”

The lawsuit opens what may become the highest-stakes and most dramatic battle over intellectual property theft in Silicon Valley since autonomous ride-hailing company Waymo in 2017 accused Uber of stealing hardware designs when it brought on a former Waymo engineer who had left with thousands of confidential files. Uber agreed to pay $245 million to settle the lawsuit during the middle of a trial the following year.

Apple and OpenAI have been partners since 2024, when the companies announced a landmark deal to distribute ChatGPT on iPhones, Macbooks, and iPads. But the relationship has frayed in recent years, prompting Apple to rely more on Google’s Gemini AI technology as the foundation for the company’s in-house AI models. OpenAI and Apple are expected to more fiercely compete in the coming years in the emerging market for AI-powered consumer devices.

OpenAI has hired more than 400 former Apple employees, according to the lawsuit. That includes several former Apple veterans who are leading OpenAI’s development of AI-powered consumer devices. Last year, OpenAI paid $6.5 billion to acquire a startup called io Products that was cofounded by longtime Apple executives including Tan, Scott Cannon, Evans Hankey, and famed designer Jony Ive.

io Products and Chang Liu, an electrical engineer at OpenAI who was at Apple until January, are also named as defendants in the lawsuit. (Liu didn’t immediately respond to a request for comment.)

Apple’s investigation into the alleged theft relies on data and messages gathered from its employees’ devices. The company caught onto the alleged theft early this year after Liu never returned his company-issued laptop and wrote to a former colleague about still having access to Apple’s internal file-sharing system, according to the lawsuit. (Apple says in the filing that Liu’s access was enabled by a bug that’s now been fixed.)

Liu “downloaded dozens of Apple’s confidential hardware-related files,” including a presentation on manufacturing and testing complex circuit boards used in Apple’s hardware, the lawsuit states. It adds that Liu also coached an Apple employee he was recruiting to join OpenAI on how to “‘avoid trouble with the security team’ when copying confidential Apple files.”

Apple wrote to OpenAI in February raising initial concerns about alleged theft but did not receive any response. That led to further investigation and the filing of the lawsuit.

Apple learned that before leaving, Tan emailed himself information about the company’s suppliers. Other employees leaving for OpenAI have done the same, Apple alleges. In addition, Tan “has directed job candidates still working for Apple to bring ‘Actual parts’ from Apple to their interviews for ‘show and tell’ sessions in which he and his team at OpenAI can elicit still more Apple confidential information,” the lawsuit alleges, naming batteries, logic boards, and shields as sought-after components.

Fonte das informações: Cointelegraph

Cometa descoberto em 1873 terá melhor passagem em décadas


Um cometa com cerca de dez quilômetros de diâmetro — aproximadamente o mesmo tamanho do asteroide associado à extinção dos dinossauros — está prestes a fazer sua aproximação mais favorável da Terra em décadas. O cometa 10P/Tempel 2, descoberto há 153 anos, poderá ser visto com binóculos ou um telescópio pequeno já a partir deste mês.

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No dia 3 de agosto de 2026, durante a aproximação máxima, o cometa estará a 0,4144 unidades astronômicas (AU) da Terra — o equivalente a cerca de 62 milhões de quilômetros. Uma AU corresponde à distância média entre a Terra e o Sol.

Da descoberta ao cálculo preciso da órbita

  • Em 4 de julho de 1873, o astrônomo alemão Wilhelm Tempel avistou um objeto tênue se movendo em direção ao sudeste, na constelação de Peixes. Ele voltou a observá-lo na noite seguinte e continuou acompanhando o objeto até 20 de outubro, quando desapareceu do campo de visão;
  • Os cálculos iniciais, baseados na trajetória, indicavam um período orbital de 5 ou 5,5 anos. Em 19 de julho de 1878, Tempel observou o retorno do cometa, permitindo uma estimativa mais precisa: 5,16 anos. Hoje sabe-se que o período orbital real é de 5,37 anos. A órbita do 10P vai de pouco dentro da órbita de Júpiter até pouco dentro da órbita de Marte;
  • O período curto torna o 10P um alvo frequente de observação, mas nem toda passagem oferece boas condições de visibilidade;
  • “Enquanto os avanços telescópicos permitem observá-lo em cada aparição, o período de aproximadamente 5,5 anos resulta em aparições que alternam entre geometrias de observação favoráveis e desfavoráveis”, explica um artigo científico sobre o objeto.
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Imagem do cometa PanSTARRS (C/2025 R3); “primo” 10P estará visível entre julho e agosto – Imagem: SOHO – Editada por IA/Gemini

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O mesmo artigo detalha que o cometa esteve bem posicionado em 1978, 1988 e 1999, mas mal posicionado em 1983, 1994 e 2004, quando atingiu o periélio do lado oposto ao Sol em relação à Terra. A passagem de 2026 se enquadra entre as favoráveis.

À medida que o cometa se aproxima do Sol e aquece, ele sublima gelo e gás, alterando sua composição. Pesquisadores que acompanharam o 10P ao longo do tempo identificaram que sua rotação desacelerou de forma significativa, resultado atribuído ao outgassing assimétrico — processo pelo qual o cometa libera material de forma irregular enquanto aquece e esfria ao longo da órbita.


O período orbital de cinco anos e a proximidade relativa do 10P tornaram-no alvo de conceitos de missão espacial que nunca saíram do papel. Entre eles está uma proposta de reaproveitamento da sonda Mariner 3, da NASA. Até o momento, nenhuma missão foi lançada para observar o cometa de perto.

Como e quando observar

Desde o início deste mês, o cometa deverá ser visível na constelação de Capricórnio para quem tiver binóculos ou um telescópio pequeno. As melhores condições de observação devem ocorrer próximo ao periélio — a aproximação máxima ao Sol —, quando o brilho deve atingir magnitude 7, com o objeto transitando perto da constelação de Piscis Austrinus.

O cometa será visível para observadores nos dois hemisférios, mas aparecerá bem mais alto no céu para quem estiver no hemisfério sul.

Rodrigo Mozelli

Rodrigo Mozelli

Rodrigo Mozelli é jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e, atualmente, é redator do Olhar Digital.

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Fonte das informações: Cointelegraph

Inteligência de mercado exige decisões para gerar vantagem competitiva


Empresas que investem em grandes volumes de dados, mas não conseguem transformá-los em decisões de negócio, desperdiçam uma oportunidade de ganhar vantagem competitiva. A avaliação foi feita por Karla Lima, CMO da Werfen Brasil, durante a palestra “Inteligência de mercado não é relatório, é vantagem competitiva”, realizada na segunda-feira, 6, no Fórum B2B, em São Paulo. O evento termina nesta terça-feira, 7.

Segundo a executiva, o valor da inteligência de mercado não está na produção de dashboards ou relatórios, mas na capacidade das equipes de interpretar informações, formular hipóteses e testar caminhos capazes de gerar resultados. “Os dados são, sim, petróleo, mas são petróleo bruto. Sem refino, eles não vão fazer absolutamente nada. Os relatórios só têm valor quando a gente toma uma decisão em cima daquele dado que a gente encontrou”, afirmou.

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Dados precisam ser interpretados

Ao longo da apresentação, Karla argumentou que muitas empresas acumulam informações sem desenvolver a capacidade analítica necessária para transformá-las em vantagem competitiva. Na avaliação dela, investir em auditorias, pesquisas e plataformas de dados não é suficiente quando faltam profissionais preparados para interpretar os resultados.

“Se você não tem pessoas competentes que conseguem olhar, fazer análise, achar hipóteses, testar e evoluir com isso, nada vai te diferenciar no mercado”, disse.

Para ilustrar a ideia, a executiva comparou a tomada de decisão baseada em dados ao uso de aplicativos de navegação. Segundo ela, ferramentas como GPS indicam diferentes rotas, mas cabe ao usuário decidir qual caminho seguir diante das informações disponíveis. “O dado mostra alguns caminhos e você tem que decidir. Mesmo que seja a decisão de não seguir aquele caminho, ela precisa ser tomada”.

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Ela também fez um paralelo com a área da saúde, onde exames laboratoriais orientam o diagnóstico, mas precisam ser interpretados em conjunto com a avaliação clínica. “Se a gente tem uma quantidade enorme de dados e não consegue combinar essa análise para fazer uma tomada de decisão, aquilo não serve para nada”.

Mercado deve orientar a estratégia

Outro ponto defendido pela executiva foi que a inteligência de mercado deve começar pela observação do ambiente externo, e não apenas pelos indicadores internos das empresas. Para ela, entender movimentos econômicos, mudanças de comportamento dos consumidores e estratégias dos concorrentes amplia a capacidade de identificar oportunidades.

“O mercado te guia. A gente não pode ser egoísta a ponto de olhar só para dentro. Eu preciso olhar para fora. Eu preciso entender o que está acontecendo lá fora, o que o concorrente está fazendo e o que o mercado está ditando”, explicou.

Como exemplos de transformações recentes, Karla citou o crescimento das canetas emagrecedoras e das plataformas de apostas esportivas, que, segundo ela, vêm produzindo impactos em diferentes setores da economia. Ainda que esses movimentos pareçam distantes da realidade de algumas empresas, afirmou, eles podem alterar hábitos de consumo e gerar novos cenários competitivos. “Sempre tem algum insight a partir dos dados externos. O importante é decidir o que priorizar e testar essas hipóteses”.

Durante a sessão de perguntas, participantes levantaram dúvidas sobre como medir o impacto da inteligência de mercado nas decisões corporativas e justificar investimentos na área. Karla reconheceu que essa mensuração não é simples, mas defendeu que as equipes acompanhem o desdobramento dos insights produzidos e participem mais de perto das decisões de negócio. “Inteligência de mercado não entrega relatório. Entrega vantagem competitiva. Quem interpreta melhor o mercado prioriza o jogo”.

Fonte das informações: Cointelegraph

OpenAI’s Chief Futurist Is Leaving the Company


OpenAI’s chief futurist Joshua Achiam notified colleagues on Tuesday that he is leaving the company later this month after nearly nine years, WIRED has learned. Achiam, who previously led a team tasked with upholding the organization’s nonprofit mission, told OpenAI staff that his departure was not motivated by any specific reason, but was something he’s been thinking about for a while.

“The world is in on the secret now and it feels possible to work on the mission from outside the walls of a frontier lab,” Achiam said in a note to staff obtained by WIRED. “I believe we can get to a world of peace, unprecedented prosperity, and unimaginable possibilities, social and scientific. Whatever I do next, I will continue to work with you on making this vision real.”

OpenAI has not yet announced if anyone will fill Achiam’s role, which sat at the intersection of the company’s AI safety and policy teams, and involved studying the potential harms and benefits caused by the rise of artificial intelligence. Achiam worked with senior company leaders, including Global Affairs Chief Chris Lehane, to advocate for government regulations aligned with OpenAI’s mission: to ensure AGI benefits all of humanity.

OpenAI has reorganized its safety, product, and research teams numerous times since ChatGPT launched in 2022, after which the company grew rapidly from a small research lab into a massive tech company. In 2024, OpenAI announced the formation of a “mission alignment team” led by Achiam that was tasked with upholding the company’s mission. OpenAI disbanded the group in February and announced that Achiam would be taking on a new role as chief futurist.

In the last year, OpenAI has worked to bridge the gap between its AI research and policy teams as part of an effort to develop rules and standards that anticipate where its technology is headed. As the two departments began collaborating more closely, several OpenAI researchers, including Boaz Barak, Noam Brown, and Adrien Ecoffet say they have become more involved in policy work.

Former White House AI adviser Dean Ball started at OpenAI this week as the company’s head of strategic futures, and he will briefly overlap with Achiam. Ball is also expected to work with researchers and policy leaders in his role.

Achiam is the latest safety-focused leader to depart OpenAI, joining a growing list of exits as the company prepares to go public. Jan Leike, who co-led OpenAI’s Superalignment team researching how to keep advanced AI models under human control, left to join Anthropic in 2024.

That same year, head of policy research Miles Brundage and Steven Adler, who led research on dangerous capabilities of AI models, both departed OpenAI to found nonprofits that advocate for AI labs to adhere to strong safety and security standards. Andrea Vallone, who led OpenAI’s research on how ChatGPT should respond to users experiencing mental or emotional distress, left to join Leike’s team at Anthropic at the end of 2025.

After joining OpenAI as an intern in 2017, Achiam went on to become a research scientist focused on AI safety. He was known internally as a stalwart defender of OpenAI’s safety-focused mission, but was also controversial for his occasional criticisms of the broader AI safety community.

Earlier this year, he testified in federal court that he interrupted Elon Musk’s parting speech when he left OpenAI in 2018, remarking that the then-billionaire’s plan to develop AGI at Tesla could come at the expense of safety. Musk allegedly responded by calling Achiam a “jackass,” a moment that Dario Amodei (now the CEO of Anthropic) and David Luan (who went on to become the head of Amazon’s AGI lab) commemorated the moment by gifting Achiam a statue of a golden donkey’s rear-end, inscribed with the words, “Never stop being a jackass for safety.”

Fonte das informações: Cointelegraph

iPad com chip A16 em oferta: confira as melhores versões para comprar agora


Se você está pensando em investir em um tablet de qualidade, este é um bom momento para ficar de olho na Amazon. O iPad lançado em 2025 com chip A16 aparece em três configurações com boas oportunidades de compra — diferentes cores e capacidades de armazenamento para atender perfis variados de usuários. Confira as opções selecionadas:

Apple 2025 iPad (Wi-Fi, 128 GB) - Prateado (A16)

Apple 2025 iPad (Wi-Fi, 128 GB) – Prateado (A16)

O iPad de 2025 na cor Prateado trouxe o chip A16, que entregou um salto de desempenho considerável em relação às gerações anteriores. Com 128 GB de armazenamento, é uma escolha sólida para quem usa o tablet no dia a dia — seja para trabalho, estudo ou entretenimento. O acabamento clássico em prata mantém o visual elegante que a linha iPad consolidou ao longo dos anos.

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Apple 2025 iPad (Wi-Fi, 128 GB) - Rosa (A16)

Apple 2025 iPad (Wi-Fi, 128 GB) – Rosa (A16)

A versão Rosa do iPad 2025 com chip A16 chegou como uma das opções mais procuradas da linha. Com a mesma capacidade de 128 GB, ela combina desempenho atual com um visual diferenciado. Boa pedida para quem quer um tablet completo sem abrir mão de personalidade na escolha da cor.

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Apple 2025 iPad (Wi-Fi, 512 GB) - Azul (A16)

Apple 2025 iPad (Wi-Fi, 512 GB) – Azul (A16)

Para quem precisa de espaço de sobra, o iPad 2025 na versão Azul com 512 GB de armazenamento é a configuração mais robusta da seleção. Ideal para guardar projetos, fotos, vídeos e aplicativos sem se preocupar com memória cheia. O chip A16 garante fluidez até em tarefas mais exigentes, tornando essa versão interessante para uso profissional ou criativo.

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Fonte das informações: Cointelegraph

Por onde anda Jackson Rathbone, o Jasper de Crepúsculo?


Lançada entre 2008 e 2012, a Saga Crepúsculo trouxe muitos personagens marcantes para além dos protagonistas Bella e Edward. Entre eles está Jasper Hale, interpretado por Jackson Rathbone, que desempenha o papel de um vampiro que se alterna entre ajudar e tentar atacar a protagonista vivida por Kirsten Stewart.

Enquanto para muitos fãs da obra esse foi o papel definidor da carreira de Rathbone, ele não foi seu único trabalho em Hollywood. Mais de uma década após o fim das adaptações, ele continua um artista bastante ativo, cujos trabalhos também se estendem para o mundo da música.

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Jackson Rathborne já tem quase 20 anos de carreira

Nascido em 1984 em Cingapura como filho de pais norte-americanos, Jackson Rathborne passou a infância mudando entre países como Noruega e Indonésia graças ao trabalho de seu pai na indústria petrolífera. Ele passou a morar na cidade de Midland, Texas, durante sua adolescência, quando começou a atuar no grupo Pickwick Players.

  • Formado pela Interlochen Arts Academy, ele tentou entrar no Conservatório Real da Escócia, mas foi rejeitado;
  • Assim, Rathborne decidiu se mudar para Los Angeles para iniciar sua carreira como ator;
  • Um de seus primeiros trabalhos foi em Disney 411, programa no qual ele entrevistava personalidades do canal infantil da empresa, como Hilary Duff;
  • Ele conciliou o emprego com papeis pequenos em The O.C. e Pray For Morning, antes de conseguir o protagonismo do drama Beautiful People (2005) — que ele considera ter sido o trabalho mais desafiador de sua carreira;
  • Depois de Crepúsculo, ele participou de longas como S.Darko e do filme live action de Avatar, no papel de Sokka.

Ao mesmo tempo que continuou seus trabalhos como ator, Jackson Rathbone também participou ativamente da banda 100 Monkeys como vocalista, guitarrista, baixista, tecladista e baterista. Em 2011, ele também participou de Aim High, que pretendia ser a primeira “série social” feita especialmente para o Facebook.

Por onde anda Jackson Rathbone atualmente?

Apesar de Jasper ter sido o papel de maior destaque da carreira de Jackson Rathbone, ele permanece uma figura ativa em Hollywood, embora tenha se dedicado a projetos menores. No mundo do cinema, ele participou em anos recentes de projetos como Mixtape, The Island e Books & Drinks.

Ele também esteve presente em séries como The Last Ship (2017) e The Guardians of Justice (2022). No entanto, seu envolvimento com a banda 100 Monkeys terminou em 2012, quando chegou a acionar sua equipe legal para evitar que seus antigos companheiros continuassem a usar o nome.

Ainda em 2026, Rathbone pretende lançar o primeiro álbum da banda Starmother, batizado de Disco Punk is Dead. Uma figura bastante ativa no Instagram, o artista continua participando de várias convenções de fãs de Crespúsculo, bem como compartilhando fotografias e vídeos com outros membros do elenco dos filmes.

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Fonte das informações: Cointelegraph

Submit Your Questions: Inside The World of Online Romance Scams


For our very first WIRED Book Club livestream, Kate Knibbs will be joined by the author of The Yahoo Boys: Love, Deception, and the Real Lives of Nigeria’s Romance Scammers, Carlos Barragán.

Barragán, a journalist and researcher at The New York Times, flew to Lagos to embed himself with a group of young, desperate grifters. The account he brings back is a funny, sad, enraging read about how the internet can fuel heartbreak.

On the Panel

  • Kate Knibbs: senior writer at WIRED, covering prediction markets, the future of media, and how AI is changing the internet. She also leads WIRED Book Club.
  • Carlos Barragán: reporter and researcher for The New York Times based in Madrid. He was formerly a reporter at El Confidencial before receiving his MFA in nonfiction writing from Columbia University. The Yahoo Boys is his first book.

Ask a Question

Submit your burning questions about the book in the comments section below. The event will be streamed right here, so bookmark this page and mark your calendar to return on July 16 at 12pm ET / 9am PT.

How to Watch

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Fonte das informações: Cointelegraph

Hora de renovar o som: selecionamos ótimos fones Bluetooth em promoção


Se você está pensando em trocar os fones de ouvido ou presentear alguém, este é um bom momento para pesquisar. Reunimos três opções de fones Bluetooth sem fio em oferta na Amazon, com modelos para diferentes perfis e bolsos. Confira.

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Fonte das informações: Cointelegraph

WhatsApp desmente boatos sobre reservas de nomes de usuários famosos


O WhatsApp desmentiu nesta quarta-feira (1º) os boatos relacionados à reserva de nomes de usuários famosos e empresas conhecidas no app de mensagens que surgiram logo após a disponibilidade da função, no início da semana. Segundo a plataforma, isso não será possível.

“As pessoas estão fazendo alegações falsas sobre a reserva de nomes de usuário populares ou bem conhecidos”, escreveu o perfil oficial do mensageiro no X.

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Na sequência da postagem, o WhatsApp afirmou que “apenas os proprietários legítimos das contas podem reservar nomes de figuras públicas bem conhecidas”, negando rumores que surgiram no antigo Twitter.

Reservas poderão passar por avaliação

Ainda de acordo com o aplicativo pertencente à Meta, restrições foram aplicadas a certos nomes de usuários e variações que remetem a eles. Isso inclui nomes relacionados a celebridades, figuras públicas, entidades governamentais e contas verificadas pela gigante da tecnologia.

  • Essas limitações permitirão que apenas os proprietários legítimos serão capazes de reivindicar tais nomes, após avaliação da empresa;
  • Caso terceiros tentem fazer a reserva desses nomes de usuário associados a personalidades e empresas, o sistema informará que eles não estão disponíveis;
  • A empresa decidiu esclarecer como funciona a ferramenta depois de vários relatos no próprio X e em outras redes sociais sobre supostos usos indevidos;
  • No FAQ divulgado pelo WhatsApp, também é informado que nomes de usuários existentes no Instagram e no Facebook serão reservados para seus proprietários.
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Reserva de nomes de usuários já está disponível no WhatsApp. (Imagem: WhatsApp/Divulgação)

O mensageiro revelou, ainda, que não será possível pesquisar nomes de usuários, assim como acontece com números de telefones. Além disso, haverá uma chave de segurança para evitar mensagens indesejadas quando um desconhecido tentar entrar em contato usando o novo recurso.

“Todas as medidas atuais permanecem em vigor para prevenir contatos indesejados, incluindo alertas com detalhes sobre remetentes desconhecidos (seja uma conta nova, se vocês compartilham grupos, de que país eles são) e a capacidade de bloquear e denunciar”, afirmou o app de mensagens.

Quando a função será lançada?

Nas respostas divulgadas pelo WhatsApp, o mensageiro disse que o nome de usuário será opcional, ou seja, o número de telefone continuará disponível normalmente. Outro detalhe importante é que alterações poderão ser feitas a qualquer momento.

Por outro lado, o serviço de mensagens da Meta não disse quando a funcionalidade será lançada, mas deu a entender que a estreia acontecerá ainda em 2026. “Estamos levando nosso tempo e ouvindo o feedback para que, quando for lançado mais tarde este ano, acertemos em cheio”, ressaltou.

Siga no TecMundo e saiba como reservar o seu nome de usuário no WhatsApp nesta matéria.

Fonte das informações: Cointelegraph

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