Para quem leva os games a sério, um bom headset com som surround 7.1 faz toda a diferença — seja para ouvir os passos do inimigo se aproximando ou para se perder completamente na trilha sonora de um RPG. Separamos duas ótimas opções em oferta na Amazon para você aproveitar agora.
Headset Gamer Redragon Zeus Pro Preto Sem Fio 7.1 H510-PRO
O Zeus Pro é a aposta da Redragon para quem quer liberdade de movimento sem abrir mão da qualidade sonora. Com conexão sem fio e áudio surround 7.1, ele entrega posicionamento preciso dos sons no jogo, microfone removível com cancelamento de ruído e bateria de longa duração — ideal para longas sessões de jogo sem fio preso.
Para quem busca uma entrada acessível no universo do som surround 7.1, o Havit H2230d é uma opção sólida. Seus drivers de 50mm garantem um som encorpado, a conexão P3 oferece compatibilidade ampla com PCs, notebooks e consoles, e o design focado no conforto o torna uma boa pedida para o dia a dia dos games.
Os preços em eletrônicos mudam rápido, e essas ofertas podem não durar muito. Se algum desses headsets chamou sua atenção, vale garantir logo pelo link antes que o estoque acabe ou o desconto expire.
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O presidente da China, Xi Jinping, participará pela primeira vez da cerimônia de abertura da Conferência Mundial de Inteligência Artificial (WAIC), em Shangai, onde fará o discurso inaugural do evento. O anúncio foi feito nesta segunda-feira, 13, pelo Ministério das Relações Exteriores chinês e ocorre em um momento em que Pequim intensifica sua estratégia para acelerar o desenvolvimento da inteligência artificial (IA), fortalecer sua competitividade tecnológica e ampliar sua influência na definição das regras globais para a tecnologia.
A participação de Xi marca sua primeira presença presencial na conferência desde a criação da WAIC, em 2018. Nos anos anteriores, o presidente havia enviado mensagens de felicitação ao evento, enquanto o primeiro-ministro Li Qiang representou o governo nas cerimônias de abertura de 2024 e 2025.
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A edição deste ano terá duração de quatro dias e reunirá mais de 140 fóruns, cerca de 1,4 mil convidados, 1,1 mil expositores e mais de 300 lançamentos mundiais de produtos ligados à IA.
IA ganha espaço na estratégia chinesa
O protagonismo de Xi no evento reflete o peso crescente da IA na política industrial chinesa. Durante uma visita a uma incubadora de startups em Shangai, em 2025, o presidente afirmou que a tecnologia entrava em um período de “desenvolvimento explosivo” e defendeu que a cidade assumisse a liderança tanto no desenvolvimento quanto na governança da IA, segundo declarações divulgadas pelo governo chinês.
A estratégia também aparece no relatório de trabalho do governo para 2026, que prevê a construção de uma “nova forma de economia inteligente”, a ampliação da iniciativa nacional “IA+”, o incentivo à adoção comercial da tecnologia e o fortalecimento de sua governança. Desde 2023, Pequim também busca ampliar sua participação na formulação de normas internacionais para IA. Naquele ano, Xi apresentou a Iniciativa de Governança Global de IA e, na edição de 2025 da WAIC, a China defendeu a criação de uma Organização Mundial de Cooperação em IA.
O fortalecimento da política para o setor ocorre paralelamente ao avanço dos modelos chineses de IA frente aos concorrentes americanos. Dados da plataforma americana OpenRouter mostram que, no início de junho, os modelos desenvolvidos na China ultrapassaram os dos EUA em participação de tokens processados na plataforma. No mesmo período, a participação da DeepSeek quase dobrou, passando de 9% no começo do ano para 18%.
Outro indicador do avanço chinês foi divulgado pelo Índice de IA 2026, da Universidade de Stanford. O levantamento aponta que a diferença de desempenho entre os principais modelos de IA dos EUA e da China caiu para 2,7% em março, sinalizando uma redução da distância tecnológica entre os dois países em um dos setores considerados estratégicos para a economia e a geopolítica.
Don’t want Siri to use your interactions with a specific app? In your phone’s Settings, go to the Siri AI section and scroll down to App Access. Then, choose which app you want to change and toggle Learn from this App to the left. “Allow Siri to learn how you use this app to make suggestions across apps,” reads a beta version of the description under this toggle. These are enabled by default if Siri AI is turned on.
This revamped Siri is baked into the phone’s search function. So, if you swipe down in the middle of the screen, Siri pops up with a Search or Ask bar. You can type into that blank space or tap the microphone icon to ask your question. If you hit enter, more often than not it will send the query to Siri for answers. For example, I typed “What’s a good route for driving to Sacramento?” into Siri. It pulled up the Maps app with a suggested driving path pre-chosen. Not bad! If you want, you can still tap Show Results below the text bar for the more traditional web search vibe.
On-Screen Awareness
In addition to personal context from that indexing process, Siri can also pull details from what’s currently visible on your screen. This type of on-screen awareness was available before as Siri’s “Visual Intelligence,” and it contributes to Siri feeling like it’s actually helpful no matter what you’re doing.
This makes it easy to double-check something I’m seeing on social media. For example, I was scrolling on Bluesky and saw multiple posts about the singer Lorde criticizing Meta’s AI smartglasses, but I hadn’t seen a source for this news. So, when one of the posts was visible on my screen, I asked Siri AI, “Where did she say this?” I didn’t need to provide specifics about who “she” was or what comment I was referring to; Siri pulled that info from my screen. Then, Siri confirmed that this happened at a festival in Madrid and provided links where I could read more.
For Siri AI, seeing is believing. Well, at least seeing what’s on your screen and what’s around you. Beyond just on-screen awareness, Apple has a new Siri tab in the camera app, alongside your standard photo and video options. If you tap the circular button in the middle, Siri automatically analyzes the images and provides you with a quick paragraph of context. Tapping the message icon on the left uploads an image to Siri with the option to add a prompt for more details. Tapping the image searchicon on the right browses the web for relevant links.
If you swipe down on that paragraph from Siri AI, then it expands into a longer answer with source links.
Courtesy of Reece Rogers
Everything, Everywhere
Siri AI is more than just Apple’s smartphone assistant; it’s also part of the user experience across the entire ecosystem. Siri is on iPads and Macs, with screenshot integrations on iPads and a dedicated shortcut on Macs. Even the Vision Pro has this new Siri, for the handful of readers who actually own that hardware. There are hardware requirements, though. For example, Siri AI is only available on the iPhone 15 Pro and newer devices—even if you can download iOS 27, it doesn’t mean you’ll automatically get the new Siri.
Zoning in on the iPhone, Siri AI’s features are even more widespread than I’ve already mentioned above. “Write with Siri” is another tool for when you’re drafting notes or composing text messages. For example, when I was texting my partner about how to organize our apartment, I tapped the Siri button, told it the gist of what I wanted to communicate (more storage bins). Then it drafted a paragraph-long text message that sounded decently like how I would write and loaded it into the message box. A step up from the auto-suggestions of yore.
O Reino Unido passará a supervisionar diretamente quatro das maiores empresas de computação em nuvem do mundo para reduzir os riscos que falhas tecnológicas ou ataques cibernéticos representam para o sistema financeiro. O governo britânico classificou Microsoft, Google, Amazon e Oracle como “terceiros críticos”, tornando essas companhias sujeitas à fiscalização dos reguladores financeiros do país.
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A medida entra em vigor na próxima segunda-feira, 13 de julho, e reflete a dependência crescente de bancos, seguradoras e outras instituições financeiras da infraestrutura de computação em nuvem fornecida por essas empresas.
Segundo o governo, uma interrupção em um único provedor pode afetar diversas organizações ao mesmo tempo e comprometer serviços essenciais utilizados por milhões de clientes.
“À medida que bancos, seguradoras e infraestruturas do mercado financeiro se tornam cada vez mais dependentes de serviços em nuvem, uma interrupção em um grande fornecedor pode afetar várias empresas ao mesmo tempo, impactando potencialmente os serviços dos quais os clientes dependem”, afirmou o governo britânico em comunicado.
Reino Unido quer evitar apagões digitais que prejudiquem infraestrutura crítica, como bancos – Imagem: BirgitKorber / iStock
Governo quer evitar apagão digital
Com a nova regulamentação, as empresas passarão a ser monitoradas pelo Banco da Inglaterra, pela Autoridade de Regulação Prudencial (PRA) e pela Autoridade de Conduta Financeira (FCA).
Entre as exigências estão a realização de testes periódicos de resiliência, autoavaliações sobre a capacidade de resposta a incidentes e a comunicação obrigatória de ocorrências graves, como ataques cibernéticos, falhas de energia e impactos provocados por desastres naturais.
As autoridades também poderão exigir demonstrações de como esses provedores responderiam a cenários extremos capazes de comprometer suas operações.
A decisão ocorre em um momento em que a infraestrutura dessas empresas se tornou parte essencial do funcionamento do setor financeiro. Além do armazenamento de dados, seus serviços sustentam sistemas de bancos digitais, plataformas de pagamento e ferramentas automatizadas de detecção de fraudes.
Essa concentração também ampliou as preocupações com possíveis efeitos em cascata. Um exemplo citado no debate regulatório foi uma falha registrada no ano passado em operações de computação em nuvem da Amazon no norte da Virgínia, nos Estados Unidos. O problema afetou os serviços online de mais de duas mil empresas, incluindo o Lloyds Banking Group, reforçando os alertas sobre a dependência de um número reduzido de fornecedores globais.
Segundo dados do comitê do Tesouro britânico, clientes dos principais bancos e sociedades de crédito imobiliário do país enfrentaram, entre 2023 e 2025, o equivalente a mais de um mês de interrupções em serviços de tecnologia da informação.
A iniciativa britânica segue um caminho semelhante ao adotado pela União Europeia, que já havia enquadrado empresas de tecnologia e serviços em um regime regulatório voltado à proteção da infraestrutura financeira. No Reino Unido, porém, a definição dos fornecedores considerados críticos levou mais de 18 meses desde que os reguladores receberam poderes para realizar esse tipo de supervisão.
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Movimento visa reduzir dependência de provedores de nuvem – Imagem: Tada Images / Shutterstock
Microsoft, Google, Amazon e Oracle receberam positivamente a decisão.
Em nota ao jornal The Guardian, um porta-voz do Google Cloud afirmou: “Com uma implementação eficaz e um envolvimento significativo do setor, esta nova estrutura de Terceiros Críticos pode aprimorar a resiliência a longo prazo do ecossistema financeiro do Reino Unido e aumentar a compreensão, a transparência e a confiança entre todas as partes”.
O anúncio também reacendeu o debate sobre a necessidade de ampliar esse modelo de supervisão para outras empresas de tecnologia.
Para Meg Hillier, presidente do comitê do Tesouro britânico, o avanço da inteligência artificial no setor financeiro pode justificar, no futuro, a inclusão de desenvolvedores de IA no regime de fiscalização. “Isso deve ser monitorado de perto para garantir que o país não fique vulnerável em caso de falha de um grande fornecedor”, afirmou.
Vitoria Lopes Gomez
Vitoria Lopes Gomez é jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e redatora do Olhar Digital.
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A Apple está processando a OpenAI sob acusação de roubar segredos comerciais da companhia. A denúncia, apresentada nesta sexta-feira (10), cita que documentos com informações sobre tecnologias, recursos e até mesmo produtos não anunciados teriam sido roubados por ex-funcionários que se mudaram para a dona do ChatGPT.
O processo aberto pela Apple acusa Tang Tan, diretor de hardware da OpenAI, de persuadir funcionários da Apple a entregarem informações confidenciais da empresa em entrevistas de emprego. Ele trabalhou na Apple por cerca de 24 anos e atuou em projetos de design do iPhone e Apple Watch, por exemplo.
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Também é citado Chang Liu, ex-engenheiro elétrico sênior da Apple. Mesmo após ter ingressado na OpenAI, ele ainda teria conseguido acesso aos arquivos de nuvem da fabricante do iPhone e também baixado dezenas de arquivos confidenciais, acusa o documento.
No processo, a Apple diz que a má conduta da OpenAI “é normalizada e exemplificada pela liderança” da gigante da inteligência artificial (IA).
“No entanto, uma coisa é clara: em todos os níveis, desde membros da equipe técnica até o diretor de hardware, de forma coordenada com parceiros de negócios, a OpenAI vem roubando segredos comerciais e informações confidenciais da Apple”, diz o processo.
OpenAI é acusada de roubar segredos comerciais e de produtos da Apple. (Imagem: Tomohiro Ohsumi/Getty Images)
Segundo o documento, a Apple aponta que o negócio de hardware da OpenAI possui “bases extremamente precárias, corrompido em sua essência pela dependência ilegal de segredos comerciais indevidamente apropriados”.
O processo chega em um momento crítico para a OpenAI. A empresa de IA vem trabalhando no lançamento de seu primeiro dispositivo físico, que teria lançamento previsto para 2027. No fim de junho deste ano, a companhia anunciou o seu primeiro chip proprietário voltado para a tecnologia.
A Apple diz que “não tem outra escolha” e que a ação judicial é necessária “para expor e começar a remediar o roubo generalizado de segredos comerciais” da companhia.
OpenAI ajudou Apple com IA
A parceria entre Apple e OpenAI foi iniciada em 2024. A dona do iPhone testava a integração do ChatGPT em seus sistemas operacionais, como no iOS 18, como parte do Apple Intelligence. A proposta era tornar a assistente virtual Siri mais inteligente e capaz, o que não aconteceu no período proposto e gerou críticas à Apple.
Quase dois anos depois, a Apple fechou uma nova parceria com o Google para desenvolver e lançar a Siri AI, que ainda segue em fase de testes no iOS 27.
Por causa disso, a OpenAI estaria insatisfeita com o acordo entre as companhias e também com o pouco destaque de seu chatbot dentro dos dispositivos da empresa de Cupertino.
Apple filed a lawsuit against OpenAI and its hardware chief on Friday for allegedly stealing the iPhone maker’s trade secrets, including unreleased parts and prototypes, confidential designs, and documents about stealth projects.
The lawsuit accuses OpenAI chief hardware officer Tang Tan, who spent 24 years at Apple and oversaw iPhone product design, and his colleagues at the AI company of encouraging people departing or considering leaving Apple to bring with them proprietary and unreleased technology. Tan allegedly helped coach recruits on how to evade Apple’s data security protocols and directed them to bring confidential Apple parts to job interviews at OpenAI.
“OpenAI’s nascent hardware business now rests on the shakiest of foundations, rotten to its core by its illegal reliance on misappropriated trade secrets,” Apple says in the lawsuit, which was filed in US district court in San Jose. The company describes OpenAI as resorting “to taking unlawful shortcuts” while under “mounting pressure to deliver its first commercial hardware product.”
OpenAI and Tan did not immediately respond to requests for comment.
Apple spokesperson Hannah Smith says the company “will always defend our teams’ hard work and innovations, and we are taking all appropriate steps to do so.”
The lawsuit opens what may become the highest-stakes and most dramatic battle over intellectual property theft in Silicon Valley since autonomous ride-hailing company Waymo in 2017 accused Uber of stealing hardware designs when it brought on a former Waymo engineer who had left with thousands of confidential files. Uber agreed to pay $245 million to settle the lawsuit during the middle of a trial the following year.
Apple and OpenAI have been partners since 2024, when the companies announced a landmark deal to distribute ChatGPT on iPhones, Macbooks, and iPads. But the relationship has frayed in recent years, prompting Apple to rely more on Google’s Gemini AI technology as the foundation for the company’s in-house AI models. OpenAI and Apple are expected to more fiercely compete in the coming years in the emerging market for AI-powered consumer devices.
OpenAI has hired more than 400 former Apple employees, according to the lawsuit. That includes several former Apple veterans who are leading OpenAI’s development of AI-powered consumer devices. Last year, OpenAI paid $6.5 billion to acquire a startup called io Products that was cofounded by longtime Apple executives including Tan, Scott Cannon, Evans Hankey, and famed designer Jony Ive.
io Products and Chang Liu, an electrical engineer at OpenAI who was at Apple until January, are also named as defendants in the lawsuit. (Liu didn’t immediately respond to a request for comment.)
Apple’s investigation into the alleged theft relies on data and messages gathered from its employees’ devices. The company caught onto the alleged theft early this year after Liu never returned his company-issued laptop and wrote to a former colleague about still having access to Apple’s internal file-sharing system, according to the lawsuit. (Apple says in the filing that Liu’s access was enabled by a bug that’s now been fixed.)
Liu “downloaded dozens of Apple’s confidential hardware-related files,” including a presentation on manufacturing and testing complex circuit boards used in Apple’s hardware, the lawsuit states. It adds that Liu also coached an Apple employee he was recruiting to join OpenAI on how to “‘avoid trouble with the security team’ when copying confidential Apple files.”
Apple wrote to OpenAI in February raising initial concerns about alleged theft but did not receive any response. That led to further investigation and the filing of the lawsuit.
Apple learned that before leaving, Tan emailed himself information about the company’s suppliers. Other employees leaving for OpenAI have done the same, Apple alleges. In addition, Tan “has directed job candidates still working for Apple to bring ‘Actual parts’ from Apple to their interviews for ‘show and tell’ sessions in which he and his team at OpenAI can elicit still more Apple confidential information,” the lawsuit alleges, naming batteries, logic boards, and shields as sought-after components.
Um cometa com cerca de dez quilômetros de diâmetro — aproximadamente o mesmo tamanho do asteroide associado à extinção dos dinossauros — está prestes a fazer sua aproximação mais favorável da Terra em décadas. O cometa 10P/Tempel 2, descoberto há 153 anos, poderá ser visto com binóculos ou um telescópio pequeno já a partir deste mês.
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No dia 3 de agosto de 2026, durante a aproximação máxima, o cometa estará a 0,4144 unidades astronômicas (AU) da Terra — o equivalente a cerca de 62 milhões de quilômetros. Uma AU corresponde à distância média entre a Terra e o Sol.
Da descoberta ao cálculo preciso da órbita
Em 4 de julho de 1873, o astrônomo alemão Wilhelm Tempel avistou um objeto tênue se movendo em direção ao sudeste, na constelação de Peixes. Ele voltou a observá-lo na noite seguinte e continuou acompanhando o objeto até 20 de outubro, quando desapareceu do campo de visão;
Os cálculos iniciais, baseados na trajetória, indicavam um período orbital de 5 ou 5,5 anos. Em 19 de julho de 1878, Tempel observou o retorno do cometa, permitindo uma estimativa mais precisa: 5,16 anos. Hoje sabe-se que o período orbital real é de 5,37 anos. A órbita do 10P vai de pouco dentro da órbita de Júpiter até pouco dentro da órbita de Marte;
O período curto torna o 10P um alvo frequente de observação, mas nem toda passagem oferece boas condições de visibilidade;
“Enquanto os avanços telescópicos permitem observá-lo em cada aparição, o período de aproximadamente 5,5 anos resulta em aparições que alternam entre geometrias de observação favoráveis e desfavoráveis”, explica um artigo científico sobre o objeto.
Imagem do cometa PanSTARRS (C/2025 R3); “primo” 10P estará visível entre julho e agosto – Imagem: SOHO – Editada por IA/Gemini
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O mesmo artigo detalha que o cometa esteve bem posicionado em 1978, 1988 e 1999, mas mal posicionado em 1983, 1994 e 2004, quando atingiu o periélio do lado oposto ao Sol em relação à Terra. A passagem de 2026 se enquadra entre as favoráveis.
À medida que o cometa se aproxima do Sol e aquece, ele sublima gelo e gás, alterando sua composição. Pesquisadores que acompanharam o 10P ao longo do tempo identificaram que sua rotação desacelerou de forma significativa, resultado atribuído ao outgassing assimétrico — processo pelo qual o cometa libera material de forma irregular enquanto aquece e esfria ao longo da órbita.
O período orbital de cinco anos e a proximidade relativa do 10P tornaram-no alvo de conceitos de missão espacial que nunca saíram do papel. Entre eles está uma proposta de reaproveitamento da sonda Mariner 3, da NASA. Até o momento, nenhuma missão foi lançada para observar o cometa de perto.
Como e quando observar
Desde o início deste mês, o cometa deverá ser visível na constelação de Capricórnio para quem tiver binóculos ou um telescópio pequeno. As melhores condições de observação devem ocorrer próximo ao periélio — a aproximação máxima ao Sol —, quando o brilho deve atingir magnitude 7, com o objeto transitando perto da constelação de Piscis Austrinus.
O cometa será visível para observadores nos dois hemisférios, mas aparecerá bem mais alto no céu para quem estiver no hemisfério sul.
Rodrigo Mozelli
Rodrigo Mozelli é jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e, atualmente, é redator do Olhar Digital.
Empresas que investem em grandes volumes de dados, mas não conseguem transformá-los em decisões de negócio, desperdiçam uma oportunidade de ganhar vantagem competitiva. A avaliação foi feita por Karla Lima, CMO da Werfen Brasil, durante a palestra “Inteligência de mercado não é relatório, é vantagem competitiva”, realizada na segunda-feira, 6, no Fórum B2B, em São Paulo. O evento termina nesta terça-feira, 7.
Segundo a executiva, o valor da inteligência de mercado não está na produção de dashboards ou relatórios, mas na capacidade das equipes de interpretar informações, formular hipóteses e testar caminhos capazes de gerar resultados. “Os dados são, sim, petróleo, mas são petróleo bruto. Sem refino, eles não vão fazer absolutamente nada. Os relatórios só têm valor quando a gente toma uma decisão em cima daquele dado que a gente encontrou”, afirmou.
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Dados precisam ser interpretados
Ao longo da apresentação, Karla argumentou que muitas empresas acumulam informações sem desenvolver a capacidade analítica necessária para transformá-las em vantagem competitiva. Na avaliação dela, investir em auditorias, pesquisas e plataformas de dados não é suficiente quando faltam profissionais preparados para interpretar os resultados.
“Se você não tem pessoas competentes que conseguem olhar, fazer análise, achar hipóteses, testar e evoluir com isso, nada vai te diferenciar no mercado”, disse.
Para ilustrar a ideia, a executiva comparou a tomada de decisão baseada em dados ao uso de aplicativos de navegação. Segundo ela, ferramentas como GPS indicam diferentes rotas, mas cabe ao usuário decidir qual caminho seguir diante das informações disponíveis. “O dado mostra alguns caminhos e você tem que decidir. Mesmo que seja a decisão de não seguir aquele caminho, ela precisa ser tomada”.
Ela também fez um paralelo com a área da saúde, onde exames laboratoriais orientam o diagnóstico, mas precisam ser interpretados em conjunto com a avaliação clínica. “Se a gente tem uma quantidade enorme de dados e não consegue combinar essa análise para fazer uma tomada de decisão, aquilo não serve para nada”.
Mercado deve orientar a estratégia
Outro ponto defendido pela executiva foi que a inteligência de mercado deve começar pela observação do ambiente externo, e não apenas pelos indicadores internos das empresas. Para ela, entender movimentos econômicos, mudanças de comportamento dos consumidores e estratégias dos concorrentes amplia a capacidade de identificar oportunidades.
“O mercado te guia. A gente não pode ser egoísta a ponto de olhar só para dentro. Eu preciso olhar para fora. Eu preciso entender o que está acontecendo lá fora, o que o concorrente está fazendo e o que o mercado está ditando”, explicou.
Como exemplos de transformações recentes, Karla citou o crescimento das canetas emagrecedoras e das plataformas de apostas esportivas, que, segundo ela, vêm produzindo impactos em diferentes setores da economia. Ainda que esses movimentos pareçam distantes da realidade de algumas empresas, afirmou, eles podem alterar hábitos de consumo e gerar novos cenários competitivos. “Sempre tem algum insight a partir dos dados externos. O importante é decidir o que priorizar e testar essas hipóteses”.
Durante a sessão de perguntas, participantes levantaram dúvidas sobre como medir o impacto da inteligência de mercado nas decisões corporativas e justificar investimentos na área. Karla reconheceu que essa mensuração não é simples, mas defendeu que as equipes acompanhem o desdobramento dos insights produzidos e participem mais de perto das decisões de negócio. “Inteligência de mercado não entrega relatório. Entrega vantagem competitiva. Quem interpreta melhor o mercado prioriza o jogo”.
OpenAI’s chief futurist Joshua Achiam notified colleagues on Tuesday that he is leaving the company later this month after nearly nine years, WIRED has learned. Achiam, who previously led a team tasked with upholding the organization’s nonprofit mission, told OpenAI staff that his departure was not motivated by any specific reason, but was something he’s been thinking about for a while.
“The world is in on the secret now and it feels possible to work on the mission from outside the walls of a frontier lab,” Achiam said in a note to staff obtained by WIRED. “I believe we can get to a world of peace, unprecedented prosperity, and unimaginable possibilities, social and scientific. Whatever I do next, I will continue to work with you on making this vision real.”
OpenAI has not yet announced if anyone will fill Achiam’s role, which sat at the intersection of the company’s AI safety and policy teams, and involved studying the potential harms and benefits caused by the rise of artificial intelligence. Achiam worked with senior company leaders, including Global Affairs Chief Chris Lehane, to advocate for government regulations aligned with OpenAI’s mission: to ensure AGI benefits all of humanity.
OpenAI has reorganized its safety, product, and research teams numerous times since ChatGPT launched in 2022, after which the company grew rapidly from a small research lab into a massive tech company. In 2024, OpenAI announced the formation of a “mission alignment team” led by Achiam that was tasked with upholding the company’s mission. OpenAI disbanded the group in February and announced that Achiam would be taking on a new role as chief futurist.
In the last year, OpenAI has worked to bridge the gap between its AI research and policy teams as part of an effort to develop rules and standards that anticipate where its technology is headed. As the two departments began collaborating more closely, several OpenAI researchers, including Boaz Barak, Noam Brown, and Adrien Ecoffet say they have become more involved in policy work.
Former White House AI adviser Dean Ball started at OpenAI this week as the company’s head of strategic futures, and he will briefly overlap with Achiam. Ball is also expected to work with researchers and policy leaders in his role.
Achiam is the latest safety-focused leader to depart OpenAI, joining a growing list of exits as the company prepares to go public. Jan Leike, who co-led OpenAI’s Superalignment team researching how to keep advanced AI models under human control, left to join Anthropic in 2024.
That same year, head of policy research Miles Brundage and Steven Adler, who led research on dangerous capabilities of AI models, both departed OpenAI to found nonprofits that advocate for AI labs to adhere to strong safety and security standards. Andrea Vallone, who led OpenAI’s research on how ChatGPT should respond to users experiencing mental or emotional distress, left to join Leike’s team at Anthropic at the end of 2025.
After joining OpenAI as an intern in 2017, Achiam went on to become a research scientist focused on AI safety. He was known internally as a stalwart defender of OpenAI’s safety-focused mission, but was also controversial for his occasional criticisms of the broader AI safety community.
Earlier this year, he testified in federal court that he interrupted Elon Musk’s parting speech when he left OpenAI in 2018, remarking that the then-billionaire’s plan to develop AGI at Tesla could come at the expense of safety. Musk allegedly responded by calling Achiam a “jackass,” a moment that Dario Amodei (now the CEO of Anthropic) and David Luan (who went on to become the head of Amazon’s AGI lab) commemorated the moment by gifting Achiam a statue of a golden donkey’s rear-end, inscribed with the words, “Never stop being a jackass for safety.”
Se você está pensando em investir em um tablet de qualidade, este é um bom momento para ficar de olho na Amazon. O iPad lançado em 2025 com chip A16 aparece em três configurações com boas oportunidades de compra — diferentes cores e capacidades de armazenamento para atender perfis variados de usuários. Confira as opções selecionadas:
Apple 2025 iPad (Wi-Fi, 128 GB) – Prateado (A16)
O iPad de 2025 na cor Prateado trouxe o chip A16, que entregou um salto de desempenho considerável em relação às gerações anteriores. Com 128 GB de armazenamento, é uma escolha sólida para quem usa o tablet no dia a dia — seja para trabalho, estudo ou entretenimento. O acabamento clássico em prata mantém o visual elegante que a linha iPad consolidou ao longo dos anos.
A versão Rosa do iPad 2025 com chip A16 chegou como uma das opções mais procuradas da linha. Com a mesma capacidade de 128 GB, ela combina desempenho atual com um visual diferenciado. Boa pedida para quem quer um tablet completo sem abrir mão de personalidade na escolha da cor.
Para quem precisa de espaço de sobra, o iPad 2025 na versão Azul com 512 GB de armazenamento é a configuração mais robusta da seleção. Ideal para guardar projetos, fotos, vídeos e aplicativos sem se preocupar com memória cheia. O chip A16 garante fluidez até em tarefas mais exigentes, tornando essa versão interessante para uso profissional ou criativo.
Os preços e a disponibilidade de estoque podem mudar a qualquer momento, então vale acessar os links agora para garantir a sua unidade. São opções confiáveis, com entrega pela Amazon e todo o suporte da Apple por trás.
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Lançada entre 2008 e 2012, a Saga Crepúsculo trouxe muitos personagens marcantes para além dos protagonistas Bella e Edward. Entre eles está Jasper Hale, interpretado por Jackson Rathbone, que desempenha o papel de um vampiro que se alterna entre ajudar e tentar atacar a protagonista vivida por Kirsten Stewart.
Enquanto para muitos fãs da obra esse foi o papel definidor da carreira de Rathbone, ele não foi seu único trabalho em Hollywood. Mais de uma década após o fim das adaptações, ele continua um artista bastante ativo, cujos trabalhos também se estendem para o mundo da música.
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Jackson Rathborne já tem quase 20 anos de carreira
Nascido em 1984 em Cingapura como filho de pais norte-americanos, Jackson Rathborne passou a infância mudando entre países como Noruega e Indonésia graças ao trabalho de seu pai na indústria petrolífera. Ele passou a morar na cidade de Midland, Texas, durante sua adolescência, quando começou a atuar no grupo Pickwick Players.
Formado pela Interlochen Arts Academy, ele tentou entrar no Conservatório Real da Escócia, mas foi rejeitado;
Assim, Rathborne decidiu se mudar para Los Angeles para iniciar sua carreira como ator;
Um de seus primeiros trabalhos foi em Disney 411, programa no qual ele entrevistava personalidades do canal infantil da empresa, como Hilary Duff;
Ele conciliou o emprego com papeis pequenos em The O.C. e Pray For Morning, antes de conseguir o protagonismo do drama Beautiful People (2005) — que ele considera ter sido o trabalho mais desafiador de sua carreira;
Depois de Crepúsculo, ele participou de longas como S.Darko e do filme live action de Avatar, no papel de Sokka.
Ao mesmo tempo que continuou seus trabalhos como ator, Jackson Rathbone também participou ativamente da banda 100 Monkeys como vocalista, guitarrista, baixista, tecladista e baterista. Em 2011, ele também participou de Aim High, que pretendia ser a primeira “série social” feita especialmente para o Facebook.
Por onde anda Jackson Rathbone atualmente?
Apesar de Jasper ter sido o papel de maior destaque da carreira de Jackson Rathbone, ele permanece uma figura ativa em Hollywood, embora tenha se dedicado a projetos menores. No mundo do cinema, ele participou em anos recentes de projetos como Mixtape, The Island e Books & Drinks.
Ele também esteve presente em séries como The Last Ship (2017) e The Guardians of Justice (2022). No entanto, seu envolvimento com a banda 100 Monkeys terminou em 2012, quando chegou a acionar sua equipe legal para evitar que seus antigos companheiros continuassem a usar o nome.
Ainda em 2026, Rathbone pretende lançar o primeiro álbum da banda Starmother, batizado de Disco Punk is Dead. Uma figura bastante ativa no Instagram, o artista continua participando de várias convenções de fãs de Crespúsculo, bem como compartilhando fotografias e vídeos com outros membros do elenco dos filmes.
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For our very first WIRED Book Club livestream, Kate Knibbs will be joined by the author of The Yahoo Boys: Love, Deception, and the Real Lives of Nigeria’s Romance Scammers, Carlos Barragán.
Barragán, a journalist and researcher at The New York Times, flew to Lagos to embed himself with a group of young, desperate grifters. The account he brings back is a funny, sad, enraging read about how the internet can fuel heartbreak.
On the Panel
Kate Knibbs: senior writer at WIRED, covering prediction markets, the future of media, and how AI is changing the internet. She also leads WIRED Book Club.
Carlos Barragán: reporter and researcher for The New York Times based in Madrid. He was formerly a reporter at El Confidencial before receiving his MFA in nonfiction writing from Columbia University. The Yahoo Boys is his first book.
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O WhatsApp desmentiu nesta quarta-feira (1º) os boatos relacionados à reserva de nomes de usuários famosos e empresas conhecidas no app de mensagens que surgiram logo após a disponibilidade da função, no início da semana. Segundo a plataforma, isso não será possível.
“As pessoas estão fazendo alegações falsas sobre a reserva de nomes de usuário populares ou bem conhecidos”, escreveu o perfil oficial do mensageiro no X.
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Na sequência da postagem, o WhatsApp afirmou que “apenas os proprietários legítimos das contas podem reservar nomes de figuras públicas bem conhecidas”, negando rumores que surgiram no antigo Twitter.
Reservas poderão passar por avaliação
Ainda de acordo com o aplicativo pertencente à Meta, restrições foram aplicadas a certos nomes de usuários e variações que remetem a eles. Isso inclui nomes relacionados a celebridades, figuras públicas, entidades governamentais e contas verificadas pela gigante da tecnologia.
Essas limitações permitirão que apenas os proprietários legítimos serão capazes de reivindicar tais nomes, após avaliação da empresa;
Caso terceiros tentem fazer a reserva desses nomes de usuário associados a personalidades e empresas, o sistema informará que eles não estão disponíveis;
A empresa decidiu esclarecer como funciona a ferramenta depois de vários relatos no próprio X e em outras redes sociais sobre supostos usos indevidos;
No FAQ divulgado pelo WhatsApp, também é informado que nomes de usuários existentes no Instagram e no Facebook serão reservados para seus proprietários.
Reserva de nomes de usuários já está disponível no WhatsApp. (Imagem: WhatsApp/Divulgação)
O mensageiro revelou, ainda, que não será possível pesquisar nomes de usuários, assim como acontece com números de telefones. Além disso, haverá uma chave de segurança para evitar mensagens indesejadas quando um desconhecido tentar entrar em contato usando o novo recurso.
“Todas as medidas atuais permanecem em vigor para prevenir contatos indesejados, incluindo alertas com detalhes sobre remetentes desconhecidos (seja uma conta nova, se vocês compartilham grupos, de que país eles são) e a capacidade de bloquear e denunciar”, afirmou o app de mensagens.
Quando a função será lançada?
Nas respostas divulgadas pelo WhatsApp, o mensageiro disse que o nome de usuário será opcional, ou seja, o número de telefone continuará disponível normalmente. Outro detalhe importante é que alterações poderão ser feitas a qualquer momento.
Por outro lado, o serviço de mensagens da Meta não disse quando a funcionalidade será lançada, mas deu a entender que a estreia acontecerá ainda em 2026. “Estamos levando nosso tempo e ouvindo o feedback para que, quando for lançado mais tarde este ano, acertemos em cheio”, ressaltou.
Siga no TecMundo e saiba como reservar o seu nome de usuário no WhatsApp nesta matéria.
The ground literally shook after the two goals that secured Mexico’s victory over Ecuador in round of 32 of the 2026 World Cup. Mexico’s Digital Platform for Early Warning and Comprehensive Risk Management (SASSLA) reported that the fans’ celebrations following goals by Julián Quiñones and Raúl Jiménez caused “a significant artificial signal” recorded by a Raspberry Shake seismograph located near the Mexico City Stadium.
The seismic alert system noted on its social media accounts that “the outburst of euphoria and mass cheering produced vibrations in the local area.” A similar phenomenon occurred during Mexico’s debut against Germany at the 2018 World Cup in Russia, when Mexico’s Institute of Geological and Atmospheric Research reported that, following Hirving Lozano’s winning goal a seismic signal of artificial origin was detected, “possibly caused by mass jumping” by the fans.
The phenomenon can even occur thousands of miles from where matches being played: Geophysicists detected a quake in Bergen, Norway, when the country’s team scored goals in the knockout rounds last week.
Something similar happened in 2024, when a Taylor Swift concert at SoFi Stadium in Los Angeles generated long-duration, low-frequency signals—with harmonic frequency peaks between 1 and 10 Hz—detected by seismic monitoring sensors.
For several years now, the term “artificial earthquake” has been used to describe this type of atypical vibration recorded by seismological systems during sporting events or large-scale performances. However, various experts believe that the term is not the most appropriate way to describe this type of phenomenon.
First, it should be clarified that artificial earthquakes do exist and have been the subject of study for decades. Research by the geosciences department at Durham University defines them as “human-induced earthquakes,” caused by activities capable of altering the geological behavior of the ground, such as the construction of high-rise buildings, groundwater extraction, tunnel excavation, enhanced oil recovery, hydraulic fracturing (fracking), or underground gas storage.
Under this definition, the vibrations detected by the SASSLA systems following the Mexican team’s goals cannot be considered an “artificial earthquake.” Experts explain that, for ground movement to be classified as an earthquake, it must be associated with a geological process. The mere fact that a seismograph records a disturbance does not mean it can be classified as an earthquake.
Arturo Iglesias, a researcher at the Institute of Geophysics at the National Autonomous University of Mexico, explained several years ago that, although human activity generates movements capable of being recorded by seismographs, this does not imply that they are actual geological phenomena that can be measured using seismic magnitudes or cause changes in the subsurface.
Iglesias added that seismic monitoring systems are capable of detecting micro-movements in the ground, whether of natural origin or resulting from human activities. He also noted that their readings can be influenced by factors such as the location of the stations, the characteristics of the terrain, or the intensity of certain activities taking place on the surface.
“Even if a person jumps next to a sensor, it’s detected, but it’s not an earthquake. An earthquake caused by the scattered activity of fans is a joke,” Iglesias stresses.
However, the unusual vibrations generated by the simultaneous movement of thousands of people—as occurred after the Mexican national team scored its goals on Tuesday—have become an increasingly relevant field of research.
Experts maintain that a better understanding of these signals will enable the development of more precise methods for analyzing seismic activity and make it easier to distinguish between the different types of vibrations recorded by instruments. Furthermore, this knowledge could strengthen emerging applications, such as seismic interferometry—a technique that harnesses vibrations produced by everyday sources to study the structure of the subsurface without the need for controlled explosions or waiting for a natural earthquake to occur.
A empresa chinesa Zhipu AI, conhecida como Z.ai, apresentou o modelo de inteligência artificial GLM-5.2, apontado por pesquisadores como capaz de atingir desempenho próximo ao sistema Mythos em tarefas ligadas à detecção de falhas de segurança digital. A divulgação foi publicada pelo The Verge no último domingo (28).
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Segundo a avaliação relatada, embora o modelo chinês ainda fique atrás de soluções da Anthropic e da OpenAI em atividades gerais, a diferença teria diminuído em cenários específicos de cibersegurança, sobretudo na identificação de vulnerabilidades em sistemas.
O avanço chama a atenção de autoridades dos Estados Unidos, que já tratam modelos avançados capazes de encontrar brechas digitais como potenciais riscos à segurança nacional, especialmente em um contexto de restrições tecnológicas impostas à China.
Avanço técnico e impacto geopolítico na IA
Linhas de um código-fonte – (Reprodução: Chris Ried/Unsplash)
O GLM-5.2, desenvolvido pela Zhipu AI, integra o grupo dos chamados modelos de pesos abertos, o que permite seu download e execução em diferentes tipos de hardware disponíveis no mercado. Essa característica amplia o acesso à tecnologia, mas também levanta preocupações sobre uso indevido.
EUA x China – Imagem: Quality Stock Arts/Shutterstock
No cenário mais amplo, o texto indica que a disputa tecnológica entre China e Estados Unidos se intensifica, com destaque para restrições impostas pelo governo norte-americano ao acesso chinês a modelos avançados e componentes necessários para treinamento de sistemas de inteligência artificial.
Autoridades dos Estados Unidos, segundo o material analisado, consideram ferramentas como Mythos e outros modelos avançados potenciais ameaças à segurança nacional, sobretudo quando aplicadas à identificação de falhas em infraestruturas digitais críticas.
Além disso, o lançamento recente de versões mais avançadas da OpenAI, como o GPT-5.6, também aparece no contexto de debates regulatórios e preocupações sobre possíveis usos indevidos dessas tecnologias.
Wagner Edwards
Wagner Edwards é Bacharel em Jornalismo e atua como Analista de SEO e de Conteúdo no Olhar Digital. Possui experiência, também, na redação, edição e produção de textos para notícias e reportagens.
A primeira semana de julho chega com lançamentos para todos os gostos nos cinemas e nas plataformas de streaming. Entre os destaques estão produções de animação, mistério, ficção científica, suspense e uma nova série derivada de uma franquia bastante conhecida.
A primeira dica é Elle, série prelúdio de Legalmente Loira que acompanha a juventude de Elle Woods antes dos acontecimentos dos filmes. Na Netflix, Enola Holmes 3 marca o retorno de Millie Bobby Brown como a jovem detetive em uma nova aventura cheia de mistério.
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Nos cinemas, Minions & Monstros leva os personagens amarelos para uma jornada caótica envolvendo cinema e criaturas assustadoras. De volta ao streaming, Vapor Humano estreia na Netflix com uma trama japonesa de ficção científica e suspense, enquanto Silo retorna ao Apple TV com sua terceira temporada.
Confira a lista completa com os principais lançamentos de filmes e séries da semana!
Elle (01/07)
O primeiro destaque da semana vai para Elle, nova série derivada do universo de Legalmente Loira. A produção acompanha uma versão mais jovem de Elle Woods, anos antes de ela se tornar a icônica estudante de Direito de Harvard.
Elle
Na trama, Elle (Lexi Minetreevive sua adolescência em 1995, em meio aos desafios do ensino médio, amizades complicadas, romances inesperados e descobertas pessoais.
Enola Holmes 3 (01/07)
Filme de aventura e mistério
Onde assistir: Netflix
Também chega à Netflix nesta semana Enola Holmes 3, novo filme da franquia estrelada por Millie Bobby Brown. A produção continua a história da irmã mais nova de Sherlock Holmes, que agora se vê diante de um dos casos mais importantes de sua carreira.
Enola Holmes 3
Na trama, Enola está a caminho de seu casamento com Lord Tewkesbury, em Malta, quando seus planos são interrompidos por um novo mistério. Após receber a notícia de que Sherlock foi sequestrado, a jovem detetive precisa entrar em ação mais uma vez.
Minions & Monstros (02/07)
Filme de animação
Onde assistir: cinemas
Nos cinemas, o destaque da semana é Minions & Monstros, novo filme da franquia derivada de Meu Malvado Favorito. Desta vez, os personagens amarelos embarcam em uma aventura envolvendo cinema, monstros e, claro, muita confusão.
Minions & Monstros
A nova animação acompanha os Minions em uma jornada cinematográfica para encontrar criaturas assustadoras que possam aparecer em seu próprio filme de monstros.
Vapor Humano (02/07)
Série de ficção científica e suspense
Onde assistir: Netflix
A Netflix também estreia nesta semana Vapor Humano, nova série japonesa inspirada no clássico filme de ficção científica lançado em 1960. A produção mistura suspense, crime e elementos sobrenaturais em uma trama cheia de mistério.
Vapor Humano
A história começa quando uma morte acontece ao vivo na televisão, e o responsável pelo crime é um homem capaz de se transformar em gás, habilidade que o torna praticamente impossível de ser capturado.
Silo – Temporada 3 (03/07)
Série de ficção científica
Onde assistir: Apple TV
Fechando a lista desta semana, Silo retorna ao Apple TV com sua terceira temporada. A série de ficção científica acompanha uma sociedade formada pelas últimas dez mil pessoas da Terra, que vivem em um enorme silo subterrâneo para se proteger do mundo mortal do lado de fora.
Silo
No centro da trama está Juliette, personagem de Rebecca Ferguson, uma engenheira que começa a buscar respostas sobre um assassinato e acaba descobrindo um mistério muito maior do que imaginava.
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Houston, TX, USA – September 10, 2018: The Marriott Marquis is a Four Diamond hotel located in downtown Houston and features a Texas shaped pool, five restaurants and beautiful views from all angles.Joe Hendrickson
1777 Walker St., (713) 654-1777
Adjacent to the George R. Brown Convention Center downtown, the Marriott Marquis has another 100,000 square feet of meeting space of its own, including Houston’s largest ballroom. Often mentioned as the top hotel in town, it caters to business travelers and pleasure seekers alike, famously featuring the world’s largest Texas-shaped lazy river on its roof. If you don’t think that’s something anyone would brag about then you haven’t spent enough time in the state.
1100 Texas Ave., (713) 221-0011
A more affordable lodging option located in what was formerly Shell Oil’s headquarters, this refurbished downtown hotel offers quick access to the convention center and Daikin Park, which the Astros call home. You may not be able to paddle around in the rooftop plunge pool like you would at the Marquis, but a quick, cooling dip at the end of the day will not disappoint, nor will the free cookies at bedtime.
Courtesy of Bunkhouse Hotels
4110 Loretto Dr., (832) 844-0057
This new, midcentury-inspired gem can be found in the Montrose neighborhood, a block away from the Menil Collection, arguably the best and most eclectic museum in town. The boutique property includes just 71 rooms and is designed to fit in with its surroundings, which are largely residential and very subdued in comparison to the more raucous downtown. Despite its small size, it still has room for a small event space, private pool, and a slick lobby lounge.
111 N Post Oak Ln., (713) 680-2626
The Houstonian occupies a massive 27 acres in Houston’s West Oaks district, just outside the Loop. Despite its central location, the hotel offers a level of seclusion you won’t find anywhere else in town. It’s probably why George H. W. Bush used the hotel as his official residence for years in the 1980s and spent time here for decades after. The 125,000-square-foot spa is also the largest in the state.
2222 W Loop S, (713) 627-7600
Another Galleria-area hotel, this is an all-around good option for business travelers who need executive-focused amenities like 24-hour business and fitness center access, shuttle service, and meeting and event space (all 50,000 square feet of it). With 485 guest rooms on its 23 floors, there’s probably space for your whole organization to find a berth for the week.
Where to Work
Houston has hundreds of coworking spaces, so chances are you’ll be able to find something close to where you’re staying. As with most things in this city, travel time is an essential consideration. These picks may be some of the best options in town, but no sane Houstonian would recommend you spend an hour in traffic to get to one of them if another solid option is closer.
Courtesy of POST
401 Franklin St., (713) 999-2550
Named for the former post office that used to occupy this Museum District space (it was a railroad depot before that), POST was redeveloped in 2019 as a cultural center that includes food-hall-style dining, an art museum, a concert hall, and a rooftop garden. It’s also got loads of workspace options ranging from single desks to full offices, with day passes starting at $25.
4201 Main St.
Rice University helped to develop the Ion District, which occupies 16 acres in Midtown and serves as a technology park and innovation center for tech and energy outfits, and now includes the largest climate and sustainable energy incubator in the country. Coworking passes (starting at $60/day) get you access to the venue’s copious networking events plus snacks and coffee.
1430 Yale St., (832) 203-5115
This boutique office space is ideal for those doing business in the Heights, with amenities including an on-site notary, conference room rentals, and virtual office options for those who need a physical address in town. Plenty of usage options are available from $25 day passes to $359 monthly memberships (which include free conference room access).
Where to Get Coffee
Yes, there are nearly 200 Starbucks in the greater Houston area, and while you’re welcome to visit them or any other corporate chain for your pick-me-up, these spots offer a more refined (and independent) experience that, if nothing else, will help you impress your business colleagues with your sophisticated palate.
Blendin focuses on sourcing coffee from unique locations with a “tree to cup” philosophy, which means your cup (or bag of beans) is likely to hail from a single farm in Panama, Ethiopia, Burundi, or somewhere further afield. Put yourself in the hands of the barista at one of the two locations to help you find the perfect base for your latte.
1018 Westheimer Rd.
At this beloved local coffee shop with a full menu, you’re best off pairing your Vietnamese matcha or Golden Monkey tea with a hearty brunch, like a smoked salmon scramble or scratch biscuits topped with smoked ham. Skip lunch to make room.
Pesquisas recentes indicam que o entendimento tradicional sobre a trajetória do Homo sapiens pode estar incompleto. Evidências reunidas por diferentes estudos sugerem presença humana em florestas tropicais muito antes do que se supunha. A informação foi publicada nesta sexta-feira (26) no Live Science.
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As conclusões envolvem análises de sítios arqueológicos, arte rupestre e vestígios de ferramentas em regiões da África e do Sudeste Asiático. O período avaliado alcança centenas de milhares de anos. Segundo essas descobertas, grupos humanos teriam ocupado ambientes úmidos e densos desde fases iniciais da evolução, o que desafia a ideia de origem restrita a savanas abertas.
Humanos podem ter ocupado florestas tropicais muito antes do previsto
(Imagem: Wikimedia Commons)
O conjunto de pesquisas revisadas aponta uma mudança no modelo clássico da evolução humana, que antes situava o surgimento do Homo sapiens em ambientes de savana no leste da África. Esse cenário agora é ampliado para incluir outros ecossistemas.
De acordo com análises citadas no material, a presença de humanos modernos em áreas tropicais pode ter ocorrido há cerca de 300 mil anos, com indícios adicionais em regiões do Sudeste Asiático, como a ilha de Sulawesi, onde foi registrada arte rupestre antiga.
O arqueólogo e antropólogo Patrick Roberts afirma que compreender essa relação com florestas tropicais ajuda a interpretar características singulares da espécie humana. Ele declarou: “Compreender como, quando e onde os humanos modernos habitaram as florestas tropicais pode nos dar uma visão sobre algo do que significa ser unicamente humano.”
Novas leituras sobre a origem humana
O modelo atual descrito por pesquisadores ligados ao Max Planck Institute of Geoanthropology sugere que a evolução não ocorreu em um único centro populacional, mas em diferentes grupos distribuídos pelo continente africano.
Esses grupos teriam trocado genes e conhecimento ao longo do tempo, enquanto se adaptavam a ambientes variados, incluindo florestas tropicais e regiões mais abertas. Essa interação pode ter contribuído para a diversidade biológica e comportamental da espécie.
Desafios para encontrar evidências em florestas
Imagem: Nok Lek Travel Lifestyle/Shutterstock
O material também destaca que a preservação de fósseis em florestas tropicais é extremamente difícil. O solo ácido acelera a decomposição de restos orgânicos, o que reduz a chance de encontrar ossadas antigas.
Por isso, grande parte das evidências vem de ferramentas de pedra encontradas em regiões como África Central e Ocidental. Esses artefatos indicam presença humana em florestas há dezenas de milhares de anos, com registros que podem chegar a 150 mil anos.
Ferramentas e sinais indiretos de ocupação
Pesquisadores encontraram instrumentos líticos em áreas que já eram florestas tropicais no passado. Esses objetos sugerem que grupos humanos não apenas passaram por esses ambientes, mas também podem ter vivido neles por longos períodos.
Outro indício vem de análises de dentes antigos, que ajudam a identificar dietas associadas a ambientes fechados e sombreados. Em um caso citado, vestígios de até 63 mil anos mostram consumo de recursos típicos de florestas tropicais.
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Possibilidades abertas pela genética ambiental
Especialistas mencionam a perspectiva de recuperar DNA antigo em ambientes tropicais por meio de sedimentos. Essa técnica ainda está em desenvolvimento, mas já identificou material genético de plantas em registros muito antigos.
Segundo pesquisadores citados no texto, o avanço desse tipo de análise pode revelar como populações humanas se deslocaram, interagiram e até quais doenças enfrentaram em diferentes períodos.
Wagner Edwards
Wagner Edwards é Bacharel em Jornalismo e atua como Analista de SEO e de Conteúdo no Olhar Digital. Possui experiência, também, na redação, edição e produção de textos para notícias e reportagens.
Voltando a alertar sobre os perigos do uso desenfreado das ferramentas de inteligência artificial (IA), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acredita que os humanos vão perder o controle sobre a tecnologia em algum momento, diante dos avanços recentes. O tema foi abordado durante evento da Petrobras em Três Lagoas (MS), nesta quinta-feira (25).
De acordo com ele, a “IA é um monstro que vai fugir do conhecimento do ser humano” e isso não deve demorar a acontecer, com as capacidades demonstradas pelos sistemas inteligentes, levando-os a superar seus criadores. Esse tipo de tecnologia tem gerado uma preocupação crescente no chefe do Executivo, que se manifestou em várias outras ocasiões.
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“Algoritmo não tem coração”
O Brasil é um dos países que mais utilizam chatbots inteligentes, com cerca de 71% dos adultos conectados tendo acessado esses recursos pelo menos uma vez, acima da média mundial. Mesmo com a popularização da ferramenta e reconhecendo seus benefícios, Lula afirmou que prefere lidar com os humanos.
Para o petista, a “inteligência humana” deve prevalecer nas relações sociais e ser a base para a tomada de decisões;
De acordo com ele, os bots não são capazes de demonstrar sentimentos, paixão e solidariedade, essenciais para uma boa convivência;
“A gente não pode virar algoritmo. Algoritmo não tem coração, não tem visão social, não estende a mão para quem necessita mais”, destacou;
O discurso aconteceu em meio à cerimônia que celebrou a retomada das obras da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN-3) da Petrobras em Três Lagoas, paralisadas em 2014.
A IA tem sido tema recorrente nos discursos de Lula. (Imagem: Ton Molina/Getty Images)
Este ano, o presidente também se mostrou preocupado com o uso da IA nas eleições, alertando sobre a possibilidade de manipulações de conteúdos aproveitando recursos avançados para agilizar a produção desses materiais. Alegando que a tecnologia serve aos “mentirosos”, ele afirmou que não aceitará essas ferramentas em sua campanha.
Ainda sobre a IA, o petista apontou que ela “pode fomentar práticas extremamente nefastas” como a promoção de discursos de ódio, pornografia infantil e armas autônomas. A concentração do desenvolvimento da tecnologia nas “mãos de poucos” foi outro tema citado em seus discursos.
Investimentos de R$ 23 bilhões na área
Com o objetivo de reduzir a dependência de tecnologias estrangeiras, o governo federal elaborou o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), cuja versão final foi apresentada no ano passado. A ideia é investir R$ 23 bilhões no setor até 2028.
Dividida em cinco eixos, a iniciativa prevê melhorias em infraestrutura e desenvolvimento, IA para serviços públicos, formação e capacitação de novos profissionais e inovação empresarial. Regulação e governança também estão no foco do investimento.
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A Anthropic e a Amazon anunciaram a ampliação de sua parceria para garantir até 5 gigawatts (GW) de capacidade computacional, em um movimento que tenta dar conta da crescente demanda pelo modelo de inteligência artificial (IA) Claude. A corrida por IA não é só sobre modelos mais avançados, é também sobre quem consegue colocar eles […]
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