O Hades burla varreduras para roubar credenciais e chaves de servidores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O malware Hades utiliza técnica de injeção de prompt para invadir servidores, inserindo textos sobre armas nucleares para confundir IAs de segurança e roubar credenciais de acesso.
37 pacotes Python e 106 pacotes JavaScript já foram contaminados.
Especialistas alertam que a prevenção depende de cuidados básicos de segurança cibernética, como checar a autoria dos arquivos e análise humana do código-fonte.
Engenheiros de software, cientistas de dados e desenvolvedores que trabalham com inteligência artificial estão na mira de uma nova ameaça cibernética chamada Hades. O golpe foca em plataformas onde os profissionais baixam pacotes de códigos para usar em projetos e usa uma técnica conhecida como injeção de prompt, que insere um texto no meio do código exigindo instruções para criar armas biológicas e nucleares.
O objetivo dessa tática é confundir as IAs que escaneiam o arquivo em busca de vírus. Quando um bot tenta ler o pedido sobre armas, ela trava por questões de segurança, e a verdadeira ameaça passa despercebida para o computador da vítima ou os servidores de uma empresa.
Como um texto sobre armas nucleares engana uma IA?
A resposta está nos filtros éticos integrados aos modelos de linguagem. Quando os hackers escondem o malware dentro do pacote que o desenvolvedor vai baixar, eles inserem um comentário de texto direcionado ao sistema de segurança exigindo um passo a passo para fabricar uma arma de destruição em massa.
Ao se deparar com o pedido proibido, o mecanismo da IA entra em ação na hora, travando e abortando a leitura do documento. Como a verificação para na metade, a parte final do código, que é onde o vírus está escondido, dribla a análise.
Se um desenvolvedor perguntar à IA se o pacote recém-baixado está livre de vírus, ele receberá um falso “sinal verde”, simplesmente porque o arquivo não foi examinado até o fim.
Scanners de segurança baseados em IA viraram alvo de cibercriminosos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O que o vírus rouba e como domina os servidores?
Enganar o antivírus de IA é apenas o primeiro passo. Segundo um relatório da plataforma de segurança Socket.dev, o alvo dos criminosos não é apenas o computador do funcionário que baixou o pacote infectado. Assim que se instala, o malware Hades vasculha a máquina do desenvolvedor atrás de credenciais de alto escalão, caçando chaves de acesso e senhas temporárias de servidores na nuvem, como os da AWS.
Com esses dados na mão, os invasores conseguem pular do computador de um único engenheiro para toda a infraestrutura de uma empresa.
Como se proteger?
Até agora, especialistas estimam que 37 pacotes Python e 106 pacotes JavaScript já foram contaminados por essa onda de ataques. Ainda assim, o sucesso do golpe depende de descuido humano. Embora os alvos sejam profissionais qualificados, muitos acabam esquecendo de regras básicas de segurança cibernética e baixam os arquivos sem checar quem o verdadeiro autor.
Para as equipes de segurança, a lição que fica é que a inteligência artificial não deve ser a única linha de defesa. Métodos tradicionais continuam sendo indispensáveis, como a análise humana do código-fonte e o teste do arquivo dentro de uma sandbox (ambiente virtual fechado e seguro que não coloca o computador real em risco).
Entenda a importância do Mainframe para o funcionamento de diversas tecnologias do nosso dia a dia (imagem: Reprodução/In Com)
Um mainframe é um computador de alto desempenho capaz de processar volumes massivos de dados e transações de forma contínua e segura. Essas máquinas atuam como o núcleo operacional de grandes organizações, garantindo que sistemas vitais operem sem interrupções.
Sua arquitetura robusta se destaca pela alta disponibilidade e por um subsistema de entrada e saída potente, agilizando a transferência de informações. Além disso, a virtualização avançada permite que uma única máquina física execute múltiplos sistemas operacionais isolados simultaneamente.
Entre suas vantagens, o mainframe oferece ampla tolerância a falhas, utilizando componentes que mantêm a operação estável sob pane. Já a segurança nativa centralizada protege ecossistemas complexos de dados, garantindo uma vida útil excepcional que pode durar décadas.
A seguir, entenda melhor o conceito de mainframe, suas aplicações e funcionamento detalhado. Também conheça os pontos fortes e fracos desta tecnologia.
Um mainframe é um computador de altíssimo desempenho, projetado para processar volumes massivos de dados e transações continuamente com máxima segurança. Essencial para bancos e governos, essa máquina foca na total disponibilidade do sistema, operando cargas de trabalho críticas onde qualquer segundo de interrupção seria fatal.
Para que serve um mainframe?
Um mainframe serve como o núcleo operacional de grandes organizações, processando bilhões de transações com máxima segurança e estabilidade. Sua engenharia é feita para garantir que sistemas vitais nunca saiam do ar, oferecendo resiliência total contra falhas de hardware.
Na prática, ele sustenta os bastidores de bancos, seguradoras e companhias aéreas ao gerenciar bancos de dados massivos e cruzar informações simultâneas em tempo real. É a máquina definitiva para rodar aplicações de missão crítica, como folhas de pagamentos complexas e censos governamentais.
Mainframes costumam ocupar uma grande espaço físico e exige refrigeração especial (imagem: Reprodução/IDC)
Como funciona um mainframe?
Um mainframe opera um ecossistema hiperconectado, desenhado para mover volumes massivos de dados simultaneamente. Sua arquitetura prioriza a vazão de informações (throughput), utilizando canais de altíssima velocidade para evitar qualquer gargalo no sistema.
Isso ocorre por meio de uma divisão de trabalho: enquanto os processadores centrais cuidam das regras de negócio, chips auxiliares assumem as tarefas secundárias. Esse subsistema de entrada e saída (I/O) alivia a CPU principal, garantindo eficiência máxima mesmo sob estresse.
A mágica desse pilar da tecnologia da informação acontece via virtualização, que divide a máquina em múltiplos sistemas operacionais isolados. Essa engenharia permite rodar milhares de cargas de trabalho diferentes ao mesmo tempo, com total segurança e sem interferência mútua.
Para fechar, o mainframe atua com redundância extrema de hardware, trazendo peças reservas integradas que assumem o controle instantaneamente em caso de pane. Se um componente falhar, outro entra em ação de forma invisível, garantindo o funcionamento contínuo.
O funcionamento de um mainframe pode ser dividido em quatro etapas (imagem: Nano Banana)
Quais são as características de um mainframe?
Os mainframes combinam poder bruto e resiliência incomparável para sustentar ecossistemas corporativos. Suas características fundamentais são:
Alta disponibilidade e vazão: são desenhados para processar fluxos massivos de dados sem interrupções, operando continuamente com um tempo de atividade (uptime) que beira a perfeição;
Subsistema de I/O superpotentes: possuem uma capacidade extrema de entrada e saída (I/O), agilizando a transferência de dados entre discos e redes sem sobrecarregar o processador principal;
Virtualização avançada: uma única máquina física consegue rodar múltiplos sistemas operacionais isolados simultaneamente, otimizando o uso de hardware com total segurança e gerenciamento remoto;
Escala monumental e alto investimento: são equipamentos de grande porte físico e custo elevado, cujo valor se justifica pela robustez necessária para centralizar operações de multinacionais;
Foco em missões críticas: sua estrutura é dedicada exclusivamente a tarefas vitais de altíssima complexidade, como o processamento de transações bancárias globais e grandes censos governamentais.
Quais são os exemplos de uso de um mainframe?
Os mainframes são os motores invisíveis que sustentam os serviços mais essenciais do nosso cotidiano. Alguns deles são:
Operações bancárias e cartões: processam instantaneamente saques, transferências e compras com cartão de crédito, gerenciando com segurança bilhões de contas correntes simultâneas;
Recursos humanos: gerenciam bancos de dados massivos de multinacionais, rodando grandes folhas de pagamentos de colaboradores e prestadores de serviços;
Sistemas de ERP e logística: coordenam o planejamento de recursos empresariais (ERP) e o controle de estoques de indústrias, garantindo a eficiência de cadeias globais de suprimentos;
Mercado de seguros e saúde: centralizam o controle de milhões de apólices ativas e realizam o cruzamento de dados para a análise e liberação de sinistros complexos sem margem para erros;
Reservas e passagens aéreas: sustentam as plataformas mundiais de aviação, cruzando dados de assentos, rotas e conexões em tempo real sem permitir que o sistema caia;
Registros e dados governamentais: atuam como o cérebro do setor público, processando com segurança censos demográficos, cadastros nacionais de eleitores e a arrecadação de impostos;
Análise de dados e IA corporativas: processam volumes massivos de informações em tempo real, aplicando algoritmos de inteligência artificial direto no fluxo de transações.
Os mainframes são utilizados para processo massivo de transações em bancos (imagem: Reprodução/ACM)
Quais são as vantagens de um mainframe?
Estes são os pontos fortes de um mainframe:
Tolerância a falhas e alta disponibilidade: possuem componentes redundantes que assumem a operação instantaneamente em caso de pane, reduzindo o tempo de inatividade (downtime) a praticamente zero;
Segurança nativa e controle centralizado: oferecem blindagem máxima de dados para cumprir normas de conformidade rigorosas, unificando a gestão de grandes volumes de informações em um único ecossistema seguro;
Vazão massiva de dados (throughput): contam com canais de entrada e saída (I/O) ultraeficientes que movem oceanos de informações simultaneamente, evitando gargalos ao processar bilhões de transações;
Virtualização avançada e escalabilidade: conseguem rodar múltiplos sistemas operacionais isolados na mesma máquina, ampliando o poder de processamento sob demanda sem a necessidade de alterar a infraestrutura física;
Compatibilidade retroativa e longevidade: garantem o retorno do investimento por décadas ao rodar sistemas modernos e programas antigos (legados) lado a lado, sem exigir o descarte de códigos históricos.
Quais são as desvantagens de um mainframe?
Estes são os pontos fracos de um mainframe:
Custos elevados e infraestrutura exigente: o investimento inicial em hardware e licenças é altíssimo, somado a despesas permanentes com salas climatizadas, refrigeração especial e alto consumo de energia;
Escassez de mão de obra qualificada: encontrar profissionais que dominem essas plataformas é um desafio crítico no mercado de TI, inflacionando os salários e exigindo treinamentos caros de nicho;
Fidelização forçada (Vendor lock-in): o mercado global é concentrado nas mãos de pouquíssimas fabricantes, prendendo as empresas a ecossistemas fechados e a contratos de manutenção altamente rígidos;
Menor agilidade para inovações rápidas: por serem focados em estabilidade extrema, eles são menos flexíveis e demoram mais para se adaptar ao desenvolvimento rápido e ferramentas modernas;
Modernização complexa e sistemas legados: atualizar a estrutura é um processo lento e arriscado, pois muitas organizações ficam presas a códigos antigos (legados) difíceis de migrar para a nuvem.
Os mainframes são uma peça importante para grandes organizações, mas exigem uma mão de obra qualificada (imagem: Reprodução/IBM)
Qual é a diferença entre mainframe e supercomputador?
O mainframe é uma máquina corporativa projetada para equilibrar confiabilidade e alta vazão de dados, permitindo que milhares de usuários executem transações simultâneas. O foco está em processar volumes massivos de operações comerciais diárias com segurança e sem interrupções.
O supercomputador é uma máquina de poder bruto focada em velocidade de cálculo puro para resolver equações matemáticas e problemas científicos altamente complexos. Em vez de gerenciar múltiplos usuários, ele canaliza toda a capacidade para rodar uma única tarefa de alta complexidade o mais rápido possível.
Qual é a diferença entre mainframe e servidor?
O mainframe é um grande computador corporativo especializado em processar volumes massivos de transações simultâneas com máxima segurança e confiabilidade. Sua arquitetura oferece uma vazão de dados e uma tolerância a falhas incomparáveis, sustentando operações de missão crítica que não podem parar.
O servidor é uma máquina modular e de uso mais geral que fornece dados, aplicativos ou serviços para computadores conectados em rede. Funcionando de maneira distribuída, eles são altamente flexíveis e fáceis de escalar, sendo ideais para demandas cotidianas de conectividade de qualquer empresa.
O Galaxy A37 (256 GB) está em oferta no Magazine Luiza com grande desconto de 41% comparado ao valor original. O novo smartphone intermediário da Samsung com preço de lançamento de R$ 3.599, sai por R$ 2.109 no Pix com o cupom TEL100.
Galaxy A37: tela AMOLED de 120 Hz e câmera de 50 MP
O A37 em teoria como um dispositivo mais básico, apresenta uma tecnologia de tela bem satisfatória. A tela de 6,7 polegadas entrega taxa de atualização de 120 Hz e resolução Full HD+. Uma configuração que fornece excelente fluidez gráfica e de navegação, além de boa qualidade de imagens. O brilho de até 1.900 nits permite a visualização sob luz intensa.
O trio de câmeras traseiras segue com as mesmas resoluções de 50 MP para a wide, 12 MP na ultrawide e 5 MP na macro para fotografias mais aproximadas. A grande novidade a geração passada é o sensor principal maior, igual ao do A57. A evolução possibilita captar mais luz para gerar imagens com nitidez superior.
O processador Exynos 1480 (4 nm) somado a 6 GB de RAM vai permitir uma performance equilibrada para navegar em redes sociais e outras tarefas menos exigentes. O armazenamento de 256 GB fornece um espaço confortável para guardar arquivos e baixar aplicativos, mas não possibilita expansão via cartão microSD.
Galaxy A37 possui um painel de 6,7″ com proteção Corning Gorilla Glass Victus+ (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)
A bateria de 5.000 mAh promete larga autonomia de até dois dias de uso, segundo a Samsung. O suporte a carregamento rápido de até 45 W chega a entregar 60% de carga em apenas trinta minutos. Em conectividade o celular apresenta compatibilidade a Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e 5G.
O Galaxy A37 (256 GB) em oferta por R$ 2.109 no Pix com o cupom TEL100 no Magalu inclui certificação IP68 contra água e poeira e tem promessa de atualizações até o sistema Android 22 pela Samsung.
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O iPad Pro de 13 polegadas está em oferta histórica encontrada no Magazine Luiza por R$ 6.272 no Pix com o cupom PEGA30. O modelo com chip M4 foi lançado pela Apple em 2024 por R$ 15.899, o que indica uma queda generosa de 61%. Para quem busca um tablet de alto desempenho, este nunca esteve tão barato como agora.
iPad Pro conta com chip M4 e tela OLED de 13″
iPad Pro (2024) inaugurou o painel OLED para os tablets da Apple (imagem: Divulgação/Apple)
O iPad Pro de 2024 estreou no painel a tecnologia OLED, reconhecida por proporcionar maior ângulo de visão e reprodução de cores vibrantes através de materiais orgânicos autoemissores de luz. As cenas escuras notadamente atingem um preto mais denso.
A tela de 13 polegadas também apresenta resolução de 2.752 x 2.064 pixels, taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz e brilho máximo de 1.600 nits em conteúdos compatíveis com HDR.
O tablet com 256 GB de armazenamento possui chip M4 com CPU de 9 núcleos (sendo três de desempenho) e GPU deca-core com suporte a Ray Tracing, tecnologia responsável por proporcionar uma renderização gráfica mais realista. Além disso, é feito para Apple Intelligence. Em resumo, será possível executar tarefas exigentes e simultâneas em alta performance.
iPad Pro tem design ultrafino com espessura de 5,1 mm (Imagem: Reprodução/Apple)
A câmera grande-angular traseira de 12 MP, com abertura ƒ/1.8 e zoom digital de até 5X, registra vídeos em 4K no formato ProRes. Logo, fornece resultados para filmagens com grande nível de detalhes. A câmera frontal de 12 MP também traz recursos avançados como Modo Retrato com efeito bokeh e Controle de Profundidade.
O tablet compõe quatro alto-falantes e quatro microfones para possibilitar gravações de áudio e chamadas de vídeo. Para carregamento, possui uma porta Thunderbolt e inclui cabo USB-C e adaptador de energia de 20W. Em termos de autonomia, a bateria de lítio pode proporcionar até 10 horas de reprodução, segundo a Apple.
O iPad Pro apresenta conexões de Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3 e suporte a eSIM. Por meio do FaceID ainda é possível desbloquear a tela e realizar pagamentos via Apple Pay. Aproveite para garanti-lo pelo menor preço histórico por R$ 6.272 no Pix com o cupom PEGA30 no Magalu.
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Reino Unido começa a testar vacinas feitas com ajuda de IA (imagem: Pexels/Gustavo Fring)Resumo
Vacina PEVAC-PS, desenvolvida com auxílio de inteligência artificial, concluiu sua primeira fase de avaliação em humanos no Reino Unido.
Os testes não registraram efeitos colaterais significativos e mostraram que o conceito funciona.
A pesquisa, realizada pela Universidade de Cambridge, avaliou a vacina em 39 voluntários saudáveis e já prepara uma nova rodada de testes.
Uma vacina experimental desenvolvida com auxílio de inteligência artificial pode agir contra futuras mutações do coronavírus. Em testes no Reino Unido, a PEVAC-PS concluiu sua primeira fase de avaliação em humanos e não registrou efeitos colaterais significativos.
A vacina foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Cambridge, da Inglaterra, e avaliada em 39 voluntários saudáveis. A proposta é que ela possa agir contra diferentes tipos de sarbecovírus, grupo que inclui o SARS-CoV-1, as variantes do SARS-CoV-2 (causador da pandemia da Covid-19) e outros vírus encontrados em animais com potencial de transmissão para humanos.
Como a IA projetou a vacina?
Pesquisadores usaram IA para identificar traços em comum em diferentes variantes (imagem: Growtika/Unsplash)
Os pesquisadores usaram a plataforma DIOSynVax (sigla em inglês para Vacina Sintética Digitalmente Otimizada para a Imunidade, em tradução livre) para analisar RBDs (Domínios de Ligação ao Receptor) de uma proteína chamada glicoproteína espicular (spike) em múltiplos vírus, disponíveis em programas de vigilância globalmente. O estudo procurou partes do vírus que tendem a mudar pouco, mesmo quando novas variantes surgem.
Com essa informações, a IA ajudou a projetar uma sequência sintética inédita de RBD, descrita pela equipe como um “superantígeno”, criado para treinar o sistema imunológico a reconhecer pontos funcionais e mais conservados de diferentes tipos de coronavírus.
Um dos alvos mapeados foi a região associada ao anticorpo monoclonal S309, conhecido por reagir contra diferentes vírus da família dos sarbecovírus.
Através da mesma plataforma, já há pesquisas em andamento para uma vacina universal contra a gripe sazonal, uma dose voltada à gripe aviária H5N1 e soluções para febres hemorrágicas, incluindo vírus da família do Ebola. Esses testes, porém, ainda estão sendo conduzidos em animais.
Teste inicial mostrou resposta imune
Proposta quer evitar caos da pandemia de Covid-19 (imagem: Yuri Samoilo/Flickr)
A pesquisa realizou os testes em 39 participantes entre 18 e 50 anos na Inglaterra e, segundo a publicação, a vacina ativou respostas imunes contra o SARS-CoV-2, o SARS original e vírus relacionados de origem animal. De acordo com a BBC, o impacto inicial foi considerado “modesto”, mas provou que o conceito funciona.
Por isso, a equipe já prepara uma nova rodada de testes, incluindo cerca de 200 pessoas, para avaliar a eficácia da vacina em uma população mais diversa. À BBC, o líder da pesquisa, professor Jonathan Heeney, afirma que a abordagem deve nos proteger “daquilo que pode causar o próximo surto ou doença”.
O investigador-chefe do teste na Universidade de Southampton, Saul Faust, também defende o desenvolvimento desse tipo de imunizante antes de novos surtos. Para ele, avançar clinicamente com vacinas desse tipo antes do início de uma epidemia pode salvar vidas e evitar toda a catástrofe econômica da última pandemia, como lockdowns.
Vírus ainda circula no Brasil
Embora em patamar baixo em comparação aos anos de pandemia e aos primeiros meses após as campanhas de vacinação, o SARS-CoV-2 segue em circulação no Brasil. E um dos maiores problemas é justamente a capacidade de mutação do vírus.
Em 2026, há registro de 1.108 sequenciamentos do SARS-CoV-2, sendo que 77 estão em circulação no país. Por aqui, foram mais de 80 mil casos de síndrome gripal por Covid-19 até o fim de maio, segundo o Ministério da Saúde.
A Soundbar LG SQC1 está em promoção no Mercado Livre por R$ 696 no Pix. A oferta representa o menor preço desde janeiro, segundo histórico obtido no Zoom. Além disso, o valor está abaixo do preço praticado atualmente na loja oficial e chega a ser 54% menor ao preço original de R$ 1.499.
O periférico de entrada que ajuda a melhorar o som ambiente tem previsão de entrega nas principais capitais para antes da Copa do Mundo FIFA 2026.
SoundBar LG SQC1 tem subwoofer sem fio e potência de 160 W
SoundBar LG SQC1 tem design sóbrio, compacto e não utiliza fios (imagem: Divulgação)
O dispositivo de som funciona em um sistema de 2.1 canais composto por três alto-falantes integrados para reproduzir o som da TV de uma forma mais amplificada. A LG SQC1 apresenta uma potência de 160 W, ideal para quartos ou salas menores, capaz de proporcionar uma experiência sonora mais potente.
O subwoofer de 2,98 kg responsável pelas batidas e sons mais graves não apresenta fio, o que permite ao usuário maior liberdade para posicioná-lo; e ajuda na criação de uma estética visual mais limpa. A soundbar leva um design compacto com 66 cm de largura, 5,6 cm de altura e 9,9 cm de profundidade.
O periférico da LG conta com o Dolby Digital para processamento acústico, um formato de tecnologia de áudio mais tradicional. Já em termos de conexões, pode receber o sinal de áudio da TV através do cabo óptico, entrada USB ou Bluetooth 4.0.
A Soundbar LG SQC1 inclui um controle remoto próprio, mas também funciona com os de marcas de TVs tradicionais como Samsung, Sony e Philips. Você pode adquiri-la para aprimorar a riqueza do som das transmissões da Copa do Mundo FIFA 2026 que vem aí por R$ 696 no Pix em oferta no Mercado Livre.
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Você pode visualizar as senhas salvas no iPhone pelo app “Senhas”; confira (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Você pode ver as senhas salvas no iPhone pelo app Senhas, que é o gerenciador de senhas nativo da Apple. Em versões do iOS 17 ou anteriores, você consegue visualizar as senhas salvas no aparelho ao entrar em “Ajustes” e abrir a seção “Senhas”.
Se preferir, você também pode acessar a lista de senhas salvas pelo app do iCloud para Windows. Mas para isso, é preciso que o iPhone esteja com a sincronização de senhas no iCloud ativada.
A seguir, saiba como verificar senhas salvas no iPhone pelo celular ou computador.
Em um iPhone com iOS 18 ou superior, abra o app Senhas e confirme sua identidade com Face ID, Touch ID ou código de acesso.
Caso esteja usando o iOS 17 ou anterior, vá em “Ajustes”, toque em “Senhas” e faça a autenticação de identidade.
Abrindo o app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
2. Vá em “Todas” e escolha o app ou site desejado
Entre na seção “Todas” e escolha o site ou o app que você quer ver a senha salva.
Acessando o login salvo no app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
3. Toque no campo “Senha” para ver a senha
Por fim, toque no campo “Senha” para visualizar a senha do serviço salva em seu iPhone.
Verificando a senha salva no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Como ver as senhas salvas no iPhone pelo PC com Windows
Atenção
Para seguir com os passos do tutorial abaixo, certifique-se de ter habilitado a sincronização do iPhone com as Senhas e Chaves do iCloud
1. Abra o iCloud e vá em “Abrir no App Senhas do iCloud”
Abra o aplicativo do iCloud em seu computador com Windows e faça login com a mesma Conta Apple usada no iPhone. Em seguida, clique em “Abrir no App Senhas do iCloud”, dentro da seção “Senhas e Chaves”.
Acessando o app Senhas do iCloud via PC com Windows (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
2. Clique em “Iniciar sessão” e confirme sua identidade
Clique em “Iniciar sessão” e confirme a identidade com o Windows Hello, seja com reconhecimento facial, leitura de impressão digital ou PIN.
Confirmando a identidade da Conta Apple (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
3. Escolha o serviço e passe o mouse em cima da senha
Selecione o serviço ou site desejado na coluna à esquerda. Depois, basta passar o mouse em cima da senha para exibir a senha salva.
Verificando a senha salva via iCloud (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Também posso ver as senhas salvas no iPhone pelo Mac?
Sim. Você pode visualizar senhas salvas no iPhone ao fazer login no Mac com a mesma Conta Apple vinculada ao iPhone, abrir o app “Senhas”, escolher o serviço desejado e passar o mouse sobre o campo “Senha”.
E vale reforçar que você precisa ter sincronizado as senhas e chaves do iPhone no iCloud para visualizar os passwords pelo Mac ou outros dispositivos.
Por que não consigo ver senhas salvas no iPhone?
Há situações em que você não consegue visualizar as senhas salvas no iPhone. E os motivos podem envolver:
Preenchimento automático de senhas desativado: se o preenchimento automático de senhas não estiver habilitado, é possível que o iPhone não tenha salvado uma senha anteriormente digitada.
Conta Apple divergente: certifique-se de que está utilizando a Conta Apple correta, que contém os seus logins salvos.
Falha na autenticação: não será possível visualizar as senhas salvas no iPhone se você não confirmar sua identidade via Face ID, Touch ID ou código de acesso.
Senha excluída e já expirada: senhas excluídas há mais de 30 dias não vão aparecer no app Senhas do iPhone.
Chaves do iCloud desativadas: se você não ativou as senhas e chaves do iCloud, só poderá ver as senhas salvas pelo iPhone.
Acesso pela versão web do iCloud: você deve usar o app do iCloud para desktop, já que não é possível visualizar o app Senhas pela versão web do serviço.
iOS desatualizado: ao usar uma versão desatualizada do sistema operacional iOS, você pode enfrentar dificuldades para salvar uma senha ou visualizar senhas salvas no iPhone.
Consigo ver senhas que foram apagadas do iPhone?
Sim, desde que a senha tenha sido apagada dentro de 30 dias. Dentro desse prazo, basta abrir o app Senhas, entrar na seção “Apagadas”, localizar a senha apagada desejada e tocar em “Recuperar”.
Então, você conseguirá visualizar a senha recuperada nos serviços salvos dentro da ferramenta Senhas.
Posso excluir uma senha salva no iPhone?
Sim. Para excluir uma senha salva no iPhone, basta abrir o app ou a seção “Senhas”, escolher a conta do site ou serviço, tocar em “Editar”, e selecionar a opção “Apagar”.
O Galaxy Tab S11 Ultra está saindo por apenas R$ 7.199,11 parceláveis em até 10x sem juros de R$ 719,91 na Amazon. A oferta representa um desconto de 28% frente ao valor de lançamento de R$ 9.999. E o tablet da Samsung se destaca pelas configurações avançadas, incluindo a tela AMOLED de 14,6″, RAM de 12 GB e recursos de IA.
Galaxy Tab S11 Ultra tem RAM de 12 GB e tela AMOLED
A tela Dynamic AMOLED 2X de 14,6 polegadas exibe ótimas imagens com resolução de 1.848 x 2.960 pixels. A taxa de atualização alcança 120 Hz, gerando transições fluidas. E o display atinge brilho de 1.600 nits sob luz solar direta e conta com vidro de proteção especial nível 5.
O processador Mediatek Dimensity 9400+ possui arquitetura de 3 nanômetros e oito núcleos integrados para gerenciar tarefas complexas com velocidade. Aliado a isso, a memória RAM de 12 GB permite alternar softwares sem lentidão. Já o circuito gráfico Immortalis-G925 é capaz de rodar jogos pesados.
Além disso, o tablet da Samsung é compatível com as funcionalidades de inteligência artificial do Galaxy AI. O sistema oferece tradução e sumarização automática de documentos, assistentes de notas e de desenho, e pesquisa de imagens na tela via Circule para Pesquisar.
O modo DeX da Samsung também está disponível e permite o tablet como se fosse um laptop. O Galaxy Tab S11 Ultra ainda acompanha caneta S Pen e capa com teclado, que ampliam as funcionalidades de uso do tablet tanto para produtividade quanto para criatividade.
Serviços de e-mail possuem um filtro antispam (Imagem: João Victor Campos/Tecnoblog)
Spam é uma prática caracterizada pelo envio de mensagens ou ligações para uma grande quantidade de pessoas de uma vez.
Esse tipo de comunicação é muito comum em e-mails e serviços de mensagens, já que muitos golpistas a utilizam para roubar dados de usuários por meio de phishing.
Como se trata de um serviço automatizado, é comum que uma pessoa receba diversos tipos de spam diariamente.
Por isso, saber como identificá-lo é importante para garantir a segurança digital dos seus dados. A seguir, entenda o que é spam, quais são os riscos e como se proteger.
Spam é o envio em massa de comunicações que se tornam repetitivas e intrusivas, geralmente sem a autorização do destinatário.
A principal característica do spam é o envio massivo e não solicitado de comunicações, frequentemente realizado de forma automatizada no ambiente digital, permitindo atingir o maior número possível de usuários em pouco tempo e com menor custo.
O que significa “spam”?
A palavra “spam” recebeu o acrônimo “Sending and Posting Advertisement in Mass”, mas sua origem mais conhecida vem de uma esquete do grupo humorístico Monty Python, exibida na década de 1970.
O termo fazia referência a uma marca norte-americana de carne suína enlatada, produto semelhante ao fiambre comercializado no Brasil.
Na esquete, a repetição exaustiva do nome do produto por atendentes, clientes e um grupo de vikings ironizava o período de racionamento de alimentos no Reino Unido no pós-guerra. Essa repetição serviu de base para batizar o envio em massa de mensagens indesejadas.
Como funciona o spam
O funcionamento do spam geralmente envolve diversas etapas operacionais, muitas delas automatizadas.
Spammers utilizam softwares de coleta de dados para encontrar informações públicas na internet, como endereços de e-mail e números de telefone. Além disso, grandes bases de dados obtidas em vazamentos ou comercializadas ilegalmente também são utilizadas com frequência.
Após reunir esses dados, sistemas automatizados realizam processos de validação para verificar se os contatos estão válidos e ativos para receber mensagens ou ligações. Em seguida, botnets ou servidores são utilizados para enviar grandes volumes de comunicações com o menor custo possível.
Botnets são redes de dispositivos infectados que distribuem o envio de mensagens entre múltiplos endereços IP, dificultando bloqueios por provedores e sistemas de segurança.
Além disso, técnicas de automação e engenharia de software são empregadas para modificar pequenas partes do conteúdo enviado, reduzindo a detecção por filtros antispam.
Quais são os tipos de spam?
Os spams podem ser enviados em diferentes canais, como WhatsApp, via SMS e chamadas telefônicas. Conheça os principais tipos usados por spammers.
Spam de e-mail: envio em massa de comunicações com ofertas de produtos, serviços e golpes. Utilizam os e-mails pela facilidade no envio para grandes quantidades de destinatários, sem solicitação prévia. É comum que golpistas usem malwares para roubar dados pessoais e realizar outros crimes cibernéticos;
Spam de mensagem: uso de ferramentas de mensagens para o envio de spam, como WhatsApp, Telegram e SMS, principalmente. É comum que ocorra o envio de mensagens com links suspeitos enviadas por criminosos que se passam por outras pessoas, e até falsas vagas de emprego;
Spam em redes sociais: criação de perfis falsos de forma automatizada em redes sociais, como Instagram, Facebook e X (Twitter), por exemplo. Na maioria das vezes, se passam por outra pessoa, fazem comentários repetitivos em publicações e produzem falso engajamento em posts de outros usuários;
Spam telefônico: chamadas telefônicas repetitivas feitas por robôs, centros de telemarketing e golpistas. É comum que essas chamadas sejam encerradas automaticamente logo após o atendimento;
Spam em fóruns: contas falsas que fazem comentários repetitivos e sem sentido em fóruns de discussão, como Reddit e a Comunidade do Tecnoblog, na maioria das vezes, infringindo regras de convivência.
Uma ligação suspeita de spam é uma chamada no celular que ocorre de maneira insistente e com número desconhecido. Na maioria das vezes são feitas por robôs e centrais de telemarketing automatizadas, buscando a venda de serviços e produtos.
É comum que essas chamadas sejam encerradas assim que o usuário atenda a ligação, já que são feitas por robôs e a pessoa por trás fala com aquele que atender primeiro.
Além disso, muitos golpistas têm utilizado as chamadas telefônicas para enganar o usuário, se passando principalmente por bancos e lojas online.
Roubo de dados: uso de spam para divulgar páginas web e formulários falsos em busca de dados pessoais sensíveis, como senhas de banco, CPFs e credenciais de outros serviços, principalmente corporativos;
Infecção de dispositivos: divulgação de links suspeitos e anexos que possam infectar o dispositivo do usuário, como celulares, tablets e computadores. É comum a infecção por cavalos de Troia, spywares e outros malwares bancários;
Comprometimento de sistemas: spams em ambientes corporativos podem comprometer e-mails, servidores e setores estratégicos de uma empresa. É comum que grandes corporações invistam em segurança contra esse tipo de prática;
Prejuízo financeiro: envio de spams com ofertas falsas de produtos, serviços e cobranças bancárias que resultam em prejuízo financeiro.
Como se proteger de um spam
Para se proteger de spams, é importante não compartilhar endereços de e-mail e números de telefone.
Caso ocorram vazamentos de dados de serviços e suas informações sejam expostas, você pode utilizar filtros inteligentes no e-mail ou realizar bloqueios de contatos desconhecidos no WhatsApp. Além disso, também é possível bloquear chamadas telefônicas de números desconhecidos.
No entanto, devido à grande quantidade de mensagens spam recebidas diariamente, a maior proteção é aprender a identificar esse tipo de mensagem.
Como identificar um spam
Você pode identificar um spam principalmente ao analisar o remetente da mensagem. É comum que mensagens de spam utilizem nomes falsos ou e-mails suspeitos, por exemplo.
Além disso, é possível que essas mensagens contenham erros claros de linguagem e estrutura, como falta de pontuação adequada e imagens mal configuradas.
Exemplo de spam recebido via e-mail (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Outra forma é desconfiar de mensagens muito alarmistas, exigindo pagamentos urgentes para a liberação de um benefício ou serviço. No caso de cobranças bancárias, é importante que o usuário sempre consulte se há algum pagamento pendente no próprio aplicativo do banco.
Em chamadas telefônicas, desconfie de chamadas inesperadas, especialmente quando houver pedidos de dados pessoais. Vale ligar para o número verdadeiro da pessoa para confirmar a autenticidade da ligação, caso o golpista tente se passar por um amigo ou conhecido seu.
Spam é crime no Brasil?
O spam não é tipificado como crime específico no Brasil, mas pode gerar sanções administrativas e civis. Além disso, pode estar associado a crimes como estelionato, fraude eletrônica e invasão de dispositivo.
A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais estabelece que o tratamento de dados como e-mail e telefone precisa ter o consentimento explícito do titular ou outra base legal prevista na LGPD, como o legítimo interesse. O envio de spam com bases de dados compradas ou coletadas sem autorização viola as diretrizes da LGPD.
Os spams são muito usados na aplicação de golpes, que, aí sim, são crimes no Brasil.
Se um e-mail contiver links com o intuito de roubar dados pessoais ou infectar sistemas, o usuário pode ser enquadrado no crime de estelionato (Artigo 171 do Código Penal) ou no Artigo 154-A do Código Penal (invasão de dispositivo).
Qual é a diferença entre spam e phishing?
Spam é o envio em massa de mensagens, ligações ou e-mails de forma repetitiva e intrusiva. Nem sempre os spams são golpes, já que também podem ocorrer em redes sociais e fóruns da internet.
Os chamados spammers utilizam tecnologias para obter dados pessoais sem consentimento e enviar comunicações, principalmente de caráter publicitário.
Golpistas se passam por empresas ou autoridades e induzem a vítima a realizar ações, como informar dados bancários ou clicar em links, que também podem ser enviados via spam.
O Galaxy Watch 8 Classic está saindo por apenas R$ 2.159 no Pix na Amazon. O preço em promoção representa menos da metade do valor de lançamento (R$ 4.999) do smartwatch e é o menor dos últimos meses. E o relógio inteligente da Samsung se destaca pelo design e conectividade.
Galaxy Watch 8 Classic tem design clássico e acesso à internet
O Galaxy Watch 8 Classic traz design com coroa giratória, que deixa o smartwatch com um visual mais clássico de relógio em comparação com os demais dispositivos da linha Galaxy Watch. A coroa ainda pode ser usada para navegação entre as funcionalidades dos dispositivos e é feita em aço inoxidável, o que lhe confere resistência.
O relógio inteligente da Samsung também suporta eSIM Sync, que permite espelhar a linha do smartphone no wearable caso permitido pelo plano da sua operadora. Com essa funcionalidade, o Galaxy Watch consegue acessar os dados móveis e realizar chamadas mesmo quando estiver desconectado do celular via Bluetooth.
Desta forma, o dispositivo inteligente se torna um aliado ainda maior tanto em relação à praticidade, para quem não costuma levar o celular para a academia, quanto em relação à segurança. No caso de uma emergência, mesmo longe do smartphone o smartwatch poderá realizar chamadas para números de emergências e compartilhar a sua localização.
(imagem: Divulgação/Samsung)
Além disso, o Galaxy Watch 8 Classic conta com diversos recursos de monitoramento de saúde e exercícios, como já se espera de um smartwatch dessa categoria. São mais de 100 modalidades esportivas disponíveis para acompanhamento personalizado, e ainda é possível acompanhar dados nutricionais, de estresse, sono, ciclo menstrual e mais.
O relógio Samsung conta com proteção IP68 contra água e poeira, o que permite seu uso em esportes aquáticos, e promete até 40 horas de autonomia de bateria. Ainda é possível realizar pagamentos por aproximação graças ao recurso de NFC disponível.
Lembrando que o Galaxy Watch 8 Classic está saindo por apenas R$ 2.159 no Pix na Amazon. Sendo que esse valor representa um desconto de 52% frente ao preço original do smartwatch.
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O Huawei Band 11 está saindo por apenas R$ 249 com cupom GOLEADA, podendo ser parcelado em até 6x sem juros de R$ 41,50 na Amazon. A oferta representa um desconto de 50% frente ao valor de lançamento de R$ 499 pelo smartband com monitoramento de de sono, estresse e exercícios, além de bateria de longa duranção.
Huawei Band 11 tem monitoramento de saúde e bateria para até duas semanas
Huawei Band 11 (imagem: Divulgação)
Segundo a Huawei, a bateria deste smartband suporta até 14 dias de autonomia, podendo variar conforme a intensidade de uso. O longo tempo longe das tomadas é uma das vantagens das pulseiras inteligentes quando comparadas aos relógios inteligentes (smartbands Vs. smartwatches).
Outra vantagem é o peso: o Huawei Band 11 pesa apenas 17 gramas, oferecendo uso confortável para quem não consegue usar um relógio mais pesado durante todo o dia e ainda menos para dormir. Inclusive, esse modelo é mais leve que concorrentes como o Galaxy Fit 3, que pesa quase 27 gramas.
Além disso, a pulseira inteligente conta com os principais recursos de monitoramento de saúde de um wearable básico. Ela conta com sensores de movimento, frequência cardíaca, luz ambiente, e outros. E permite o acompanhamento de dados de sono, ciclo menstrual e controle de estresse.
Huawei Band 11 (foto: Divulgação)
Para praticantes de atividades físicas, o smartband oferece cerca de 100 modos de treino, incluindo treinos de força, ioga, corda e outros exercícios. Ainda é possível estabelecer metas e acompanhar o desenvolvimento. E cadeirantes contam com modos específicos de acompanhamento, que medem empurrões e outros dados.
Fechando a parte do design, o visor tem 1,62 polegada conta com brilho forte de até 1.500 nits, garantindo excelente visibilidade mesmo em atividades ao ar livre em dias ensolarados. Por fim, o wearable da Huawei é compatível com os sistemas operacionais Android e iOS, garantindo melhor versatilidade.
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Tela infinita e as quatro bordas curvas: iPhone 19 Pro pode trazer novidade no design (imagem: reprodução/MacRumors)Resumo
A Apple está desenvolvendo protótipos do iPhone 19 com tela infinita e bordas curvas, segundo o leaker Digital Chat Station.
O iPhone 19 Pro pode ter bordas curvas nos quatro cantos da tela, uma novidade no design que pode ser lançada em 2027.
A implementação de sensores do Face ID e da câmera frontal em uma tela infinita está apresentando desafios para a Apple, de acordo com o MacRumors.
O iPhone 19 Pro pode trazer bordas curvas nos quatro cantos da tela. É o que aponta um leaker chinês chamado Digital Chat Station. O rumor já existia desde abril, quando o mesmo perfil apontou a possibilidade envolvendo o 20º aniversário de lançamento do iPhone. Agora, a fabricante teria avançado para a confecção de protótipos com o novo design.
A suposta tela curva no iPhone já apareceu em 2018. Na época, vale lembrar, o principal rival no mercado era o Galaxy S9, que trouxe bordas curvas nas laterais. Esta novidade envolveria a versão Pro do iPhone 19, que também pode estrear um novo nome.
Finalmente teremos tela infinita na Apple?
A Apple tem um histórico de design bastante sóbrio. Desde o primeiro iPhone, lançado por Steve Jobs em 2007, o smartphone sempre apostou em um display convencional e reto, mesmo com diversos modelos concorrentes chegando às lojas com bordas curvas e, mais recentemente, telas dobráveis. Ao que tudo indica, a companhia deve iniciar as mudanças ainda neste ano.
Dynamic Island é solução da Apple para Face ID e câmera frontal desde o iPhone 14 (imagem: reprodução/Apple)
Os rumores também dão conta de um modelo com acabamento em vidro, no que poderia ser uma versão mais sofisticada e cara do que os modelos 19 Pro e 19 Pro Max. Ainda assim, há muitas dúvidas quanto ao verdadeiro diferencial de um suposto modelo comemorativo de 20 anos.
Segundo informações divulgadas pelo MacRumors, a Apple estaria com dificuldades para concluir a próxima geração. Ela não estaria conseguindo implementar sensores do Face ID nessa tela infinita, assim como esconder a câmera frontal – o que tem se resolvido com a Dynamic Island nos iPhones atuais.
Dois eventos por ano
Outra possibilidade tem circulado no mercado: uma possível nova janela de lançamento dos iPhones, começando neste ano. A empresa dividiria os lançamentos do iPhone 18 em dois períodos, revelando as versões Pro e Pro Max por volta de setembro, como costuma fazer com seus lançamentos anuais, e deixando o modelo padrão para a próxima primavera, daqui a cerca de um ano.
Android 17 terá modo ‘Continue On’ para transferir tarefas entre aparelhos (imagem: reprodução/Google)Resumo
Android 17 terá recurso chamado “Continue On”, que permite transferir tarefas entre dispositivos, como smartphones e tablets, rapidamente;
novidade permite iniciar uma tarefa em um aplicativo de um dispositivo e continuá-la em outro aparelho com o mesmo app ou com uma versão web;
Continue On já está disponível em versões de teste do Android 17, mas tem limitações iniciais.
À medida que o lançamento do Android 17 se aproxima, mais recursos do sistema operacional são revelados. Aqui vai mais um deles: o modo Continue On, que permite que você inicie uma tarefa de determinado aplicativo em um dispositivo e continue executando-a em outro.
Por exemplo, suponha que você iniciou retoques em uma foto em um aplicativo de edição de imagens em seu smartphone. Então, você sente necessidade de ajustar um detalhe a partir de uma tela maior. Com o Continue On, você pode transferir essa tarefa para o mesmo aplicativo rodando em um tablet.
É claro que você poderia salvar o arquivo nas nuvens e baixá-lo no tablet para continuar com seu trabalho. Mas o Continue On oferece a praticidade de permitir que você continue exatamente de onde parou, além de permitir mudar de dispositivo mais rapidamente.
Um detalhe interessante é que o Continue On é um recurso bilateral, ou seja, qualquer dispositivo pode tanto receber quanto enviar uma tarefa. Além disso, você pode usar dois ou mais aparelhos com esse modo, desde que todos estejam autenticados com a mesma Conta Google.
Outro detalhe interessante é que o Continue On funciona tanto transferindo tarefas de aplicativo para aplicativo como de aplicativo para a web. Neste último caso, o navegador é acionado e abre uma página correspondente, sempre que possível.
Por exemplo, suponha que você começou a redigir uma mensagem no Gmail via celular, mas enviou a tarefa para um tablet que não tem esse aplicativo; então, o navegador padrão do tablet abre a versão web do Gmail.
Continue On do Android 17 transferindo de app para o navegador (imagem: reprodução/Google)
Chega com o Android 17, mas com algumas limitações
O Continue On já está disponível nas versões de teste mais recentes do Android 17. Mas há algumas limitações, pelo menos na fase inicial.
Para começar, os desenvolvedores precisam tornar seus aplicativos compatíveis com o recurso. A novidade não funciona com todo e qualquer app automaticamente. Já sabemos, pelo menos, que vários aplicativos do Google serão compatíveis, como o Gmail, o Chrome e o Docs.
Outra restrição é que, inicialmente, o Continue On funciona apenas com transferências de tarefas de celulares para tablets — nestes últimos, uma notificação de transferência aparecerá na barra de tarefas.
É de se imaginar que, em algum momento, o Continue On também funcionará com laptops, afinal, é provável que o Google queira que os Googlebooks também sejam compatíveis com o recurso.
O lançamento do Android 17 é esperado para junho ou, no mais tardar, julho de 2026.
Veja o passo a passo para compartilhar fotos espontâneas no Instants do Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
O Instagram possui uma forma de compartilhar momentos espontâneos com amigos por meio do recurso Instants, disponível em um app nativo ou diretamente nas DMs da rede social. Para usar a ferramenta, basta abrir as mensagens diretas, selecionar a opção, escolher quem pode ver o conteúdo e capturar a imagem em tempo real.
O foco da nova função é a autenticidade, por isso a plataforma não permite o upload de arquivos da galeria nem o uso de filtros de edição. A única interação possível antes do envio imediato é a adição de uma legenda curta na tela, sem qualquer chance de alteração posterior.
A seguir, veja o passo a passo para usar o Instants pelo Instagram.
Abra o aplicativo do Instagram no seu celular e toque no ícone de avião de papel, no centro da parte inferior da tela, para acessar o menu de mensagens diretas (DMs).
Acessando as DMs do Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Abra a ferramenta do Instants
Na área de DM do Instagram, toque no ícone no canto direito da tela para acessar o Instants. Caso tenha um conteúdo de um conhecido, toque no ícone de câmera no canto superior direito da tela para acessar o menu de criação do Instants.
Importante: se for a primeira vez que estiver acessando o Instants, o Instagram mostrará um breve guia sobre a ferramenta.
Abrindo a ferramenta do Instants do Instagram (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Selecione a câmera para postar fotos no Instants
Na tela “Novo Instants”, use o botão de setas no canto direito para alternar entre a câmera frontal ou traseira do celular.
Selecionando a câmera frontal ou traseira do smartphone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Escolha quem pode ver o Instants
Toque na opção na parte inferior da tela para selecionar se todos ou apenas “Amigos Próximos” poderão visualizar quando você publicar fotos.
Selecionando o público que poderá ver o Instant (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Publique o Instants
Por fim, toque no botão central de captura para registrar o momento e postar fotos no Instants.
Tirando a foto para o compartilhamento instantâneo no Instants (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Tem como escrever no Instants do Instagram antes de postar?
Sim, antes de postar fotos no Instants do Instagram, basta tocar em cima do frame (moldura da imagem) para abrir o teclado virtual do celular. Esse recurso permite digitar o texto que servirá como legenda instantânea antes do compartilhamento.
Essa mensagem é enviada anexada à mídia, mas, diferente do feed tradicional ou dos Reels, o Instagram não permite editar o conteúdo após o envio. Caso erre a digitação, a única alternativa é apagar o envio e tirar uma nova foto.
Adicionando legenda ao Instant antes de compartilhar (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
É possível postar vídeos no Instants do Instagram?
O Instants do Instagram é exclusivo para fotos e não suporta o formato de vídeo. O recurso foi projetado para capturas em tempo real, bloqueando uploads de mídias salvas na galeria do usuário.
Posso ver as minhas fotos publicadas no Instants do Instagram?
Sim, ao abrir o recurso do Instants, toque no ícone de grade no canto superior direito (iPhone) ou no ícone de relógio no canto inferior esquerdo (Android) para ver o histórico de arquivos.
Essa seção armazena temporariamente os registros instantâneos compartilhados para que você possa revê-los. Caso se arrependa do envio, o menu também oferece a opção de apagar fotos no Instants antes da exclusão automática.
Dá para saber quem visualizou a foto que postei no Instants do Instagram?
Não, o Instants do Instagram não disponibiliza uma lista de visualizadores como ocorre nos Stories. A única confirmação da visualização acontece por meio da interação, caso a pessoa reaja ou responda à imagem.
iPhone 17 Pro supera rivais em teste e tem melhor desempenho de recarga do mercado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Panorama geral: O iPhone 17 Pro foi eleito o celular com a recarga mais rápida do mercado em testes da CNET, superando 32 modelos na média combinada entre os critérios com e sem fio.
Apenas com cabo: O Galaxy S26 Ultra liderou este segmento, atingindo 76% de carga em 30 minutos com 60 Watts de potência, enquanto o iPhone 17 Pro alcançou 74% no mesmo período com 40 Watts.
Apenas indução: O iPhone 17 Pro dominou a categoria sem fio ao carregar 55% da bateria em 30 minutos, ficando à frente de outros modelos da Apple e do Galaxy S26 Ultra, que atingiu 39%.
O iPhone 17 Pro recebeu o título de celular com o carregamento mais rápido do mercado após testes realizados em laboratório. O modelo top de linha da Apple teve um aproveitamento maior que os outros 32 modelos quando considerados os critérios de recarga por fio e sem fio. Ele ficou à frente do iPhone 17 Pro Max e rivais de marcas como Samsung, Motorola e OnePlus.
Apesar da vantagem no cômputo geral, o celular da maçã ficou atrás do Galaxy S26 Ultra especificamente no carregamento via cabo, dominado pelo top de linha da Samsung. Outros modelos considerados nos testes foram o Galaxy Z Fold 7, Galaxy S25 FE, Moto G Stylus 2025 e OnePlus 15.
Os testes foram feitos com os respectivos cabos que acompanham os aparelhos, todos plugados em um adaptador de tomada com velocidade máxima de carga equivalente ou maior que o celular em questão. Nesse cenário padrão, o Galaxy S26 Ultra chegou aos 76% de bateria nos 30 minutos, enquanto o iPhone 17 Pro ficou com 74%.
Vale reforçar que o modelo da Apple tem suporte a 40 Watts, enquanto o aparelho da Samsung alcançou a carga maior com seus 60 Watts de potência máxima. Ambos foram testados em seus cenários ideais.
Além deles, outros modelos chamaram atenção: o Moto G Style 2025, que também foi a 74%, e o OnePlus 15, com 72%. Logo em seguida aparecem os iPhones 17 e 17 Pro Max, com 69%, mesmo nível de recarga do Galaxy S25 FE.
Recarga sem fio
Ao considerar o carregamento por indução, o iPhone 17 Pro chegou a 55% dentro de 30 minutos, superando outros modelos da maçã, como iPhone 17 Pro Max (53%), iPhone 17 (49%) e iPhone Air (47%). Já o Galaxy S26 Ultra chegou a 39% durante o período.
As avaliações foram realizadas pela equipe técnica do site especializado CNET, que tentou descobrir o comportamento do smartphone com uma recarga partindo de 10%, pelo período de 30 minutos. Eles fizeram duas tabelas: uma com a recarga por cabo e outra com a recarga por indução (nos padrões Qi, Qi2 e Qi2.2). Um dos motivos apontados para a vantagem do iPhone 17 Pro foi o tamanho da bateria, com 4.252 mAh, menor que os 5.000 mAh presentes em outros telefones.
Página do Nextpad++ (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
desenvolvedor Andrey Letov lançou fork do Notepad++ para Mac, mas foi obrigado a mudar o nome para Nextpad++ devido a questões de propriedade intelectual;
Notepad++ é um editor de código para Windows popular, leve e gratuito, compatível com várias linguagens, com código-fonte aberto e criado por Don Ho;
por solicitação de Ho, Andrey Letov renomeou sua ferramenta para Nextpad++ e removeu menções diretas ao autor original, que não autorizou o uso de sua marca no novo projeto.
Uma recente confusão no universo do código aberto acaba de chegar ao fim. Pelo menos é o que parece: o fork do Notepad++ que foi lançado para Mac teve seu nome alterado para Nextpad++ e, portanto, não viola mais a propriedade intelectual do autor do projeto original. O logotipo da ferramenta também foi mudado.
O Notepad++ é um popular editor de código para Windows. A ferramenta é conhecida por ser leve, gratuita, compatível com várias linguagens e ter um número razoável de funcionalidades. O editor também tem código-fonte aberto.
Eis que um desenvolvedor de nome Andrey Letov lançou o Notepad++ para Mac com base no projeto original, mantido por Don Ho. É aqui que os problemas começaram: Letov deu a entender que Ho tinha participado diretamente do projeto, mas isso não ocorreu.
Para piorar, Letov usou o nome e o símbolo do Notepad++ em seu projeto, mas sem pedir autorização a Ho. Isso também causou a impressão de que a versão para Mac era uma variação oficial do Notepad++, quando, novamente, não era.
Alertado do problema via GitHub, Don Ho contatou Andrey Letov para pedir que o nome e o logotipo de seu projeto fossem alterados. Na mensagem, Ho deixou claro que não é contra a criação de projetos derivados (forks) do Notepad++, até porque a licença da ferramenta dá abertura para isso.
Porém, o nome e o símbolo do Notepad++ são protegidos, portanto, não podem ser usados em projetos derivados sem a devida autorização do proprietário. Letov até tentou convencer Ho a apoiar a iniciativa, mas este último recusou dizendo: “não posso me responsabilizar pela manutenção a longo prazo de uma versão adaptada ou de um fork que não controlo”.
Notepad++ (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Aplicativo agora se chama “Nextpad++ for Mac”
Cumprindo a promessa feita a Ho, Letov alterou o nome do projeto. A sua ferramenta agora se chama Nextpad++ for Mac, tem um logotipo novo (ainda que o símbolo continue sendo representado por um camaleão, como no projeto original) e não há mais nada sugerindo que Don Ho está por trás da iniciativa.
Mas isso não quer dizer que as decisões de Letov não levantem mais desconfianças. John Gruber, que é conhecido, entre outros projetos, por ser o principal nome por trás do Markdown, tem fortes suspeitas de que o Nextpad++ foi criado com IA de modo desmedido, fazendo o aplicativo ter algumas inconsistências:
O Nextpad++ parece e funciona como algo que não deveria existir. As capturas de tela promocionais no próprio site do aplicativo mostram 50 botões de barra de ferramentas incompreensíveis. Ele fecha as abas do documento ao clicar e soltar o botão do mouse, não ao soltar.
(…) Nenhum ser humano portaria um aplicativo complexo do Windows como o Notepad++ para o Mac dessa forma.
John Gruber
A despeito das desconfianças com relação às intenções de Letov, este ainda parece ser um final feliz.
Uso de IA nas empresas pode dar prejuízo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Funcionários da Amazon estão fazendo “tokenmaxxing” para atingir metas de uso de IA.
A Amazon implementou uma ferramenta chamada MeshClaw para automatizar tarefas com IA e estabeleceu metas semanais de uso de IA para mais de 80% dos desenvolvedores.
A empresa teria afirmad que as estatísticas não seriam usadas em avaliações, mas os trabalhadores continuam sob pressão para usar as ferramentas.
Funcionários da Amazon estão automatizando tarefas não essenciais de seu trabalho para elevar os indicadores de uso de inteligência artificial e cumprir as metas semanais de adoção da tecnologia. A técnica de gastar tokens de IA desnecessariamente ganhou até apelido: “tokenmaxxing”.
As informações são do Financial Times, que falou com três pessoas familiarizadas com o assunto. De acordo com a publicação, a Amazon implementou uma ferramenta chamada MeshClaw, que permite criar agentes de IA e conectá-los aos softwares da companhia. Assim, eles poderiam executar tarefas de maneira automática.
Não foi só isso: a companhia também colocou metas semanais de uso de IA para mais de 80% dos seus desenvolvedores, acompanhando o uso de tokens de cada um deles.
“Tokenmaxxing” para impressionar o chefe
Amazon teria implementado metas de uso de IA para 80% dos desenvolvedores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Segundo a reportagem, a Amazon divulgava as estatísticas de uso de IA pelos times para todos os funcionários, mas passou a limitar as informações apenas para os próprios funcionários e para os chefes.
Os líderes estariam sendo desencorajados a usar o uso de tokens como métrica de desempenho. A empresa também teria dito aos empregados que as estatísticas não seriam usadas em avaliações. Os trabalhadores, porém, não parecem ter confiado muito.
“Quando eles monitoram o uso, criam incentivos distorcidos, e algumas pessoas são muito competitivas”, disse um dos funcionários ouvidos pelo Financial Times em condição de anonimato.
“Há muita pressão para usar essas ferramentas. Algumas pessoas estão usando o MeshClaw apenas para maximizar a contagem de tokens”, afirmou outro trabalhador.
Procurada pelo Financial Times, a Amazon afirmou que a ferramenta permite automatizar tarefas diárias repetitivas e é um exemplo de empoderamento de equipes através da adoção de IA.
Adoção de IA vira dor de cabeça
Como nota a publicação, empresas do Vale do Silício estão cobrando que seus empregados usem IA como forma de justificar os investimentos em infraestrutura e mostrar métricas de adoção das ferramentas.
Jensen Huang, CEO da Nvidia, declarou recentemente que ficaria alarmado se um engenheiro que ganha US$ 500 mil por ano não estivesse gastando US$ 250 mil por ano em tokens. Ele não é a pessoa mais isenta para falar disso, já que, quanto maior a demanda por IA, mais a Nvidia vende GPUs.
Isso, porém, pode representar custos altos sem retorno — e algumas companhias já perceberam que só cobrar o uso de IA não resolve. A Zapier, por exemplo, monitora o gasto de tokens para encontrar padrões e discrepâncias: quem usa muito pode estar recorrendo à IA de forma ineficiente ou ter descoberto novas formas de fazer seu trabalho.
Técnico da Vivo cancelou todos os serviços de consumidora (ilustração: Vitor Pádua / Tecnoblog)
Um caso envolvendo um técnico terceirizado da Vivo vem dando o que falar na internet. Agora à noite, a operadora emitiu uma nota repudiando a conduta diante de uma consumidora de São Paulo.
Em resumo, a arquiteta e apresentadora de TV Stephanie Ribeiro contou no Instagram que recebeu um técnico em sua casa para a instalação de serviços de telecomunicações. Em dado momento, o trabalhador ofereceu um repetidor de sinal. Na hora de pagar, Stephanie notou que o Pix cairia numa conta de pessoa física.
Funcionário deu chave Pix pessoal para pagamento de repetidor da Vivo (imagem: reprodução)
Era maracutaia. Quando entrou em contato com o gerente da loja da Vivo, foi orientada a não pagar nada. A partir daí, começaram as ameaças do técnico na residência dela.
Após a saída dele, a arquiteta notou que todos os serviços de telefonia foram cancelados. Ela acredita que se tornou alvo de alguma represália após identificar e relatar o golpe. Um dos emails da Vivo tentavam marcar a devolução dos equipamentos, normalmente cedidos durante a vigência do contrato.
Golpista teve acesso e usou dados de consumidora para cancelar serviços; Vivo diz que já os religou (imagem: reprodução)
A Vivo declarou, em nota enviada ao Tecnoblog, que os serviços da consumidora foram reativados e que iniciou uma “apuração rigorosa junto à empresa parceira responsável pelo técnico envolvido, que está adotando todas as medidas cabíveis”.
A empresa disse ainda que entrou em contato com Stephanie e lamentou o ocorrido.
Apesar da resposta rápida da prestadora neste caso, é importante ter em mente que o relato incendiou as redes sociais e outros clientes da Vivo disseram ter passado pela mesma situação. Ao menos um desses clientes disse que buscou a empresa, mas que a queixa não recebeu a devida atenção.
O Galaxy Tab S10 Lite está 39% mais barato na Amazon em relação ao seu preço de lançamento de R$ 3.199. O tablet intermediário voltado para tarefas de estudos e de trabalho sai por R$ 1.952 no Pix com a combinação dos cupons HOJETEM e o de 5% OFF disponível para resgate na vitrine.
Galaxy Tab S10 Lite tem tela de 90 Hz e caneta S Pen inclusa
Galaxy Tab S10 Lite entrega resolução WUXGA+ (2.112 x 1.320 pixels) (imagem: Divulgação/Samsung)
O Galaxy Tab S10 Lite é um tablet com uma proposta mais acessível a todos os outros da linha S10 da Samsung. Além de apresentar ficha técnica equilibrada para tarefas básicas a medianas, o kit inclui capa protetora que também funciona para apoiá-lo sobre uma superfície e a S Pen, útil para anotações e desenhos.
O dispositivo apresenta um display LCD de 10,9 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz. A combinação proporciona um ótimo espaço para navegação e visualização de conteúdos, além de entregar fluidez gráfica para o consumo de filmes, leituras e jogos leves.
O tablet da Samsung utiliza um processador fabricado pela própria empresa, o Exynos 1380 (5 nm), acompanhado por 8 GB de memória RAM. A configuração de hardware possibilita desempenho para downloads de arquivos, navegação em apps de streaming e até algumas tarefas apoiadas em IA.
Galaxy Tab S10 Lite conta com recursos inteligentes do Galaxy AI (imagem: Divulgação/Samsung)
O Tab S10 Lite sai da caixa com o Android 15 baseado na One UI 7 e dessa forma tem acesso de forma nativa as ferramentas do Galaxy AI. O usuário vai poder em meio as funcionalidades, apagar objetos indesejados nas imagens, circular itens para obter resultados e receber auxílio em escritas.
O gadget vem equipado por uma bateria de 8.000 mAh que sustenta até 16 horas de reprodução de vídeos, segundo a fabricante. Além disso, apresenta suporte a carregamento com fio de 25 W. Por fim, dispõe de uma câmera frontal de 5 MP e outra traseira de 8 MP, que atendem a necessidades básicas.
O notebook Acer Aspire A16 está saindo por apenas R$ 3.999 em até 10x sem juros aplicando o cupom de R$ 100 OFF na página no Mercado Livre. A oferta representa um desconto de 39% sobre o preço original de R$ 6.599. Essa é uma boa oportunidade para comprar o presente desse Dia das Mães, que chega até sábado nas principais capitais, segundo a loja.
E o notebook da Acer entrega uma boa ficha técnica para tarefas rotineiras, incluindo processador Intel Core Ultra 5, SSD de 512 GB e uma RAM de 16 GB.
Acer Aspire 16 é notebook moderno e potente para o dia a dia
Notebook Acer Aspire 16 (imagem: Divulgação)
Em relação ao desempenho, o notebook em oferta conta com chip Intel Core Ultra 5 115U, que oferece dois núcleos de desempenho, quatro de eficiência e dois de baixo consumo, mais NPU dedicada para tarefas de IA. Apesar de não rodar tão bem softwares pesados ou jogos, o conjunto deve entregar uma boa potência para o uso comum.
Além disso, o processador é acompanhado por uma RAM de 16 GB do tipo LPDDR5, que auxilia na fluidez em multitarefa. Sobre o armazenamento, o Acer Aspire 16 vem com SSD de 512 GB, e é compatível com expansão de até 1 TB com barramento PCIe 4.0 x4 NVMe.
Já a bateria, segundo a Acer, deve chegar até 8 horas de autonomia graças aos 4.500 mAh de capacidade do notebook. O carregamento é feito via cabo Tipo-C de 65 W. E o dispositivo pode ser facilmente carregado para qualquer lugar em uma mochila ou pasta de trabalho, já que pesa apenas 1,69 Kg.
Notebook Acer Aspire 16 (imagem: Divulgação)
Sobre o sistema operacional, o Acer Aspire 16 vem com Windows 11 e com o Copilot, sendo compatível com as funcionalidades de inteligência artificial do assistente. Na conectividade, o notebook Acer ainda oferece suporte para Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.1.
A tela grande de 16 polegadas garante boa visualização de conteúdos, com resolução 1.920 x 1.200 pixels e tecnologia antirreflexo. E por fim, o teclado segue o padrão ABNT2, que inclui teclas como o “ç” para usuários brasileiros, e também oferece teclado numérico dedicado.
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O Bradesco quer ser lider no setor de stablecoins no Brasil, segundo declarou Courtnay Guimarães, Head of Digital Assets, durante sua participação em um painel no Merge São Paulo, realizado nesta terça 17. De acordo com Guimarães, historicamente, bancos sempre operaram de forma local, com forte vínculo a seus mercados domésticos. No entanto, esse cenário […]
O Cagliari recebe o Napoli na abertura da 30ª rodada da Série A, na Sardegna Arena, em Cagliari, na Itália. A bola rola a partir das 14h30 (horário de Brasília). Enquanto o Napoli está na terceira colocação, com 59 pontos, o Cagliari vive uma situação delicada no campeonato, somando 30 pontos na 15ª colocação, apenas […]
Sporting e Bodo/Glimt se enfrentam nesta terça-feira (17), às 14h45 (de Brasília), pelo jogo de volta das oitavas de final da Champions League. O confronto será realizado no Estádio José Alvalade, em Lisboa. Acompanhe a transmissão ao vivo pela TNT e HBO Max. O Bodo/Glimt entra em campo com vantagem após vencer o jogo de […]
Enquanto quatro astronautas da missão Artemis II orbitam a Lua e batem recordes de distância humana da Terra, foram abertas as inscrições para a edição 2026 da OBA (Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica) e da Obafog (Olimpíada Brasileira de Foguetes). As competições, voltadas a alunos do ensino fundamental e médio de escolas públicas e […]