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Atriz diz que fracasso de “Christy” é porque Sweeney “não mostrou o corpo”


A modelo e atriz Ella Halikas, 28, disse acreditar que o fracasso do filme “Christy” nas bilheterias se deve ao fato de Sydney Sweeney, 28, e protagonista do longa, não aparecer em cena com o mesmo apelo “sexy” que marcou outros papéis de sua carreira.

Ella interpreta uma ex-boxeadora profissional no novo drama esportivo biográfico, e afirmou que parte do público não se conectou com a produção porque sua colega de elenco está mais “contida”.

Em entrevista ao site TMZ, a modelo da Sports Illustrated declarou: “Tudo o que vou dizer é que acho que ela construiu uma imagem para si mesma, e as pessoas a conhecem, em muitos de seus papéis, por mostrar pele, os seios, se sentir sexy e bonita”. “E sinto que, quando você está mais coberta e não está nesse tipo de trabalho, o público fica meio: ‘Não sabemos como lidar com isso'”, continuou.

Para Ella, muitos espectadores associam Sydney a um ideal de sensualidade. “Se eles não veem isso e é um papel diferente para ela, sinto que talvez você afaste esse público dessa forma.”

Recentemente, Sydney afirmou ter se identificado com a história da atleta, que lutou profissionalmente entre 1989 e 2011 e foi incluída no Hall da Fama Internacional do Boxe em 2020. “Eu não sou uma lutadora no ringue, mas me reconheço um pouco em Christy. Sei como é ser subestimada, ter pessoas que definem quem você é antes que você tenha a chance de se definir. Sei o que é precisar provar que você merece estar aqui, ser vista, ser levada a sério”, declarou ela durante um evento organizado pela Variety.

A estrela de “Euphoria” explicou que a história da boxeadora vai além da superação esportiva e é também sobre a autodescoberta. “Cada um de nós tem sua própria luta, e Christy nos lembra que a força nem sempre é barulhenta; às vezes é apenas continuar se levantando, de novo e de novo, não importa quem esteja vendo.”

Fonte das informações: CNNBRASIL

Enquete: quem você quer salvar da oitava Roça de “A Fazenda 17”?


oitava Roça de “A Fazenda 17″ foi formada oficialmente na noite desta quarta-feira (12), após mais uma disputa acirrada pelo comando da sede.

Matheus, que já estava definitivamente na berlinda, enfrenta os peões Carol Lekker e Toninho Tornado na votação do público. A eliminação ao vivo acontecerá na quinta-feira (13).

Já Saory Cardoso, que inicialmente também estava entre os roceiros, escapou da Roça ao vencer a Prova do Fazendeiro desta noite e assumir o comando da sede. Saiba como foi a dinâmica aqui.

Vote: quem você quer salvar na oitava Roça?

Vote abaixo na enquete da CNN em quem você quer que continue no reality show: Carol Lekker, Matheus e Toninho Tornado?

 

 

Fonte das informações: CNNBRASIL

Presidente do Corinthians garante permanência de Dorival Jr. para 2026


Dorival Júnior seguirá no Corinthians em 2026. Quem garantiu a permanência do treinador foi Osmar Stabile, que concedeu entrevista durante o evento de lançamento do Campeonato Paulista de 2026, organizado pela Federação Paulista de Futebol (FPF).

Em rápida declaração, Stabile mostrou confiança no trabalho de Dorival, elogiou o treinador e ainda lembrou que o Timão vem sofrendo com lesões que atrapalham o time na atual temporada.

“Dorival Júnior está garantido, está tranquilo. Está garantido para a próxima temporada”, disse o presidente do Timão na zona mista.

“Trabalho do Dorival é bom. Tivemos muitas lesões nesse tempo, gerou uma dificuldade enorme. Quando o time está completo, o rendimento é diferenciado. Tivemos três vitórias seguidas, tropeçamos nos últimos dois jogos, mas tenho certeza que nós vamos retomar”, continuou Stabile em entrevista à TNT Sports.

Dorival Jr. tem contrato com o Corinthians até o final de 2026. Até aqui, ele soma 34 jogos, com 15 vitórias, nove empates e dez derrotas.

Fonte das informações: CNNBRASIL

JPMorgan e DBS desenvolverão tokenização de depósitos interbancários


As principais instituições financeiras continuam explorando a tecnologia blockchain para viabilizar pagamentos institucionais mais baratos e rápidos, sinalizando um interesse crescente em soluções de tokenização.

O banco de investimento norte-americano JPMorgan e o grupo bancário multinacional de Singapura DBS anunciaram na terça-feira que estão desenvolvendo uma estrutura de tokenização baseada em blockchain para permitir transferências on-chain entre seus ecossistemas de tokens de depósito. O objetivo é estabelecer um novo padrão para pagamentos digitais interbancários.

A estrutura de tokenização permitirá que as duas instituições financeiras realizem pagamentos instantâneos e contínuos, tanto em redes públicas quanto permissionadas, oferecendo a seus clientes institucionais maior acesso a transações interbancárias on-chain.

De acordo com o DBS, o novo modelo permitirá que os clientes institucionais de ambos os bancos troquem ou resgatem depósitos tokenizados e realizem pagamentos transfronteiriços em tempo real em redes públicas e permissionadas de blockchain. O sistema foi projetado para operar 24 horas por dia, sete dias por semana, oferecendo o que o DBS chamou de “disponibilidade ininterrupta”.

O novo modelo de interoperabilidade surge em um momento de interesse institucional crescente por soluções financeiras tokenizadas, que fazem parte do setor de ativos do mundo real tokenizados (RWA), com o objetivo de trazer ativos financeiros e tangíveis para a blockchain e ampliar o acesso dos investidores.

Segundo uma pesquisa de 2024 do Banco de Compensações Internacionais (BIS), pelo menos um terço dos bancos comerciais pesquisados já lançou, testou ou estuda depósitos tokenizados.

Instituições financeiras estão explorando depósitos tokenizados. Fonte: bis.org

Bancos buscam interoperabilidade nas finanças tokenizadas

Alguns dos maiores bancos suíços, incluindo UBS, PostFinance e Sygnum Bank, também estão explorando pagamentos interbancários baseados em blockchain.

Em 16 de setembro, essas instituições concluíram o primeiro pagamento juridicamente vinculativo realizado por meio de blockchain, comprovando a eficácia da tecnologia para depósitos bancários e pagamentos institucionais.

Criar uma estrutura interoperável continua sendo essencial para reduzir a fragmentação nas transferências internacionais tokenizadas, segundo Rachel Chew, diretora de operações do grupo e chefe de moedas digitais e serviços de transações globais do DBS Bank.

“Nossa colaboração com a Kinexys, da J.P. Morgan, para desenvolver uma estrutura de interoperabilidade é, portanto, um marco significativo para o movimento internacional de dinheiro”, disse Chew, acrescentando que pagamentos instantâneos e contínuos oferecerão às empresas mais “opcionalidade, agilidade e velocidade para lidar com as incertezas globais e aproveitar novas oportunidades.”

O novo framework foi anunciado duas semanas após o JPMorgan realizar a primeira transação em sua futura plataforma de tokenização, a Kinexys Fund Flow, conforme relatado pelo Cointelegraph em 30 de outubro.

O banco de investimento planeja lançar a plataforma em 2026, com a intenção de tokenizar novos tipos de ativos, incluindo crédito privado e imóveis.

O JPMorgan e o DBS também estão entre os principais apoiadores da Patrior, uma rede de liquidação e plataforma de pagamentos baseada em blockchain, que levantou US$ 60 milhões em julho de 2024.