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Caso Brazão: Conselho de Ética aprova relatório e seguirá análise sobre cassação


O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (15), o relatório que pede a continuidade da denúncia de cassação do mandato de Chiquinho Brazão (sem partido-RJ).

Brazão está preso desde março, acusado de mandar matar a vereadora Marielle Franco (PSol-RJ) e seu motorista, Anderson Gomes, em 2018.

Na última quinta-feira (9), o deputado foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pelos crimes de homicídio e organização criminosa. Ele nega as acusações.

Nesta quarta, a deputada Jack Rocha (PT-ES), relatora da denúncia, votou pela admissibilidade da denúncia contra Brazão. Os deputados aprovaram o parecer por 16 votos favoráveis, um voto contrário e nenhuma abstenção.

Agora, o próximo passo é a análise da denúncia. Jack Rocha deve elaborar um novo relatório sobre o caso. Se a cassação for aprovada pelo Conselho de Ética, o processo será encaminhado para análise do plenário.

Brazão alega inocência

Durante a sessão desta quarta no Conselho de Ética, Brazão se defendeu das acusações. Ele falou aos deputados por meio de videoconferência. “Sou inocente. Continuo alegando que vamos provar a inocência”, afirmou Brazão.

O advogado de Brazão, Cleber Lopes, também realizou a defesa do parlamentar durante a sessão. Ele argumentou que Brazão não exercia o mandato de deputado federal quando o crime contra Marielle ocorreu.

O advogado também afirmou que o Conselho de Ética deve aguardar uma decisão judicial sobre o caso antes de analisar a representação.

Caso Brazão

O parlamentar está preso preventivamente desde 24 de março, quando foi deflagrada uma operação conjunta da Polícia Federal (PF), da Procuradoria Geral da República (PGR) e do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) para prender suspeitos de envolvimento no crime. Na época dos homicídios, Brazão era vereador na capital fluminense.

Além do parlamentar, ainda foram presos em março o irmão dele, Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e o ex-chefe de Polícia Civil do Rio, Rivaldo Barbosa, que também negam as acusações.

Protocolada pelo PSOL, a representação em desfavor do parlamentar é relatada pela deputada Jack Rocha (PT-ES). A petista foi escolhida após quatro sorteados desistirem de compor a lista tríplice que define o relator da ação.

Fonte das informações: CNNBRASIL

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