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Fãs voltam olhares ao Super Bowl à espera da presença de Taylor Swift


Após quatro noites de shows esgotados no icônico Tokyo Dome, Taylor Swift deve seguir diretamente para mais uma jornada monumental: um voo de longa distância de volta aos Estados Unidos, correndo contra o tempo para chegar a tempo do início do Super Bowl, na noite deste domingo (11).

Essa é uma questão que tem fascinado o público há semanas: será que Taylor vai conseguir voltar a tempo de assistir ao jogo, que o namorado Travis Kelce vai disputar pelo Kansas City Chiefs?

O último show da cantora em Tóquio, encerrando a etapa japonesa de sua turnê multicontinental “The Eras Tour“, terminou na noite de sábado, no horário local – levando os fãs ao redor do mundo a calcular freneticamente se ela teria tempo suficiente para viajar de volta para Las Vegas.

A posição geográfica do Japão trabalha a favor da estrela pop. Como um dos primeiros países a oeste na linha de fuso horário internacional, a capital, Tóquio, está 17 horas à frente de Las Vegas.

O horário de término do show ainda era na madrugada de sábado em Las Vegas, o que deixava bastante tempo para a volta se ela conseguisse sair logo após o concerto.

Taylor Swift tem sido presença frequente nos jogos do Kansas City Chiefs desde que apareceu no camarote da família de Kelce, em setembro do ano passado, para assisti ao jogo contra o Chicago Bears, provocando especulações frenéticas de fãs e da imprensa de que os dois estavam namorando.

O casal mais tarde confirmou em entrevistas separadas que já estava se vendo antes daquele jogo. E esse relacionamento é apontado como motivo para o surgimento de um público totalmente novo para o futebol americano, e por um aumento nas audiências de esporte desde então.

Essa influência foi visível em Tóquio. Entre os milhares de fãs que compareceram aos shows da cantora, muitos apareceram usando a camisa número 87 de Kelce no Kansas City Chiefs e outros trajes inspirados na NFL.

Entre eles estavam Roke e Hiro, da província leste-central de Saitama. Os dois amigos, que conseguiram ingressos para o último show de sábado, disseram que começaram como fãs da NFL e se tornaram “Swifties” depois que o romance de Kelce e Taylor começou.

Roke e Hiro estavam entre os fãs que assistiram a um dos shows de Taylor Swift em Tóquio
Roke e Hiro contaram que já eram fãs da NFL e passaram a acompanhar Taylor Swift por causa do namorado dela / Saki Toi/CNN

Exibindo uma pequena bolsa que fez a partir de uma camisa dos Chiefs, do tamanho de uma criança, a fã indonésia Ari Novianti disse que estava colecionando qualquer item relacionado a Kelce que pudesse encontrar em casa desde que sua estrela favorita começou a namorar o jogador da NFL.

“Vou rezar muito para que ela consiga (chegar para o jogo). Ela vai conseguir”, disse, apontando ambas as palmas para o céu.

A fã norte-americana Tricia Mears, vestindo uma jaqueta dos Chiefs, disse que estava ali para ver Taylor Swift por sua “grande influência nas mulheres, e mulheres apoiando mulheres”. “Travis Kelce é um bônus para isso. Ele tem sido extraordinariamente solidário com a carreira dela”, afirmou.

Sobre a expectativa quanto à ida da cantora ao Super Bowl, Tricia acrescentou: “Ela está comparecendo a algo que ama, e isso é algo para celebrar”.

Conquista histórica no Grammy e anúncio de novo álbum

Taylor Swift foi vista no campo abraçando e beijando Kelce em janeiro, depois que os Chiefs venceram o título da AFC, em um vídeo que rapidamente circulou nas redes sociais e fez os fãs suspirarem.

Muitos fãs, como Welch, tinham viajado de outros países para assistir aos concertos em Tóquio – incluindo alguns que tinham comprado ingressos para todas as quatro noites.

A cantora, que se apresentou pela última vez em Tóquio em 2018, durante a turnê “Reputation”, agradeceu a seus fãs na quarta-feira, por aqueles que tinham viajado uma longa distância para comparecer.

Taylor acrescentou que tinha sido uma boa semana para ela – apenas alguns dias antes de sua etapa no Japão, ela havia ganhado o Grammy de Álbum do Ano, por “Midnights”, de 2022, tornando-se a artista com mais prêmios na categoria tão cobiçada.

Antes de sua vitória, a estrela da música pop estava empatada com Frank Sinatra, Stevie Wonder e Paul Simon, que junto com ela haviam vencido o Álbum do Ano por três vezes. Taylor também levou as estatuetas com os álbuns “Fearless”, de 2009, “1989”, de 2015, e “Folklore”, de 2021.

No Grammy, a cantora também anunciou que está lançando seu 11º álbum de estúdio, “The Tortured Poets Department“, em abril.

No concerto de Tóquio, na quarta-feira (7), Taylor disse que havia planejado anunciar o novo álbum no Grammy se ganhasse algo – e anunciar em Tóquio, se não ganhasse.

(* Saki Toi e Himari Semans contribuíram nesta reportagem)

Fonte das informações: CNNBRASIL

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