até 22,5% de imposto em exchanges estrangeiras
Ao recomentar a aprovação do PDL, o relator da proposta, deputado Chiquinho Brazão (União-RJ), argumentou que:
“Se um criptoativo é permutado por outro, o que aproximaria a operação daquelas em que se apura ganho de capital, não há que se falar em aumento de riqueza, mas apenas e tão somente em diversificação de carteira.”
Por sua vez, o autor da proposta, deputado Kim Kataguiri (União-SP), justificou que:
“Foi criada modalidade de tributação por meio do IR sem qualquer previsão nas leis que tratam do imposto. Essa interpretação completamente ilegal feita pelas autoridades fiscais exorbita o poder regulamentar.”
No caso da MP, o relatório apresentado do deputado Merlong Solano (PT-PI) sofreu emendas que incluíram as criptomoedas no pacote de investimentos no exterior que serão taxados a partir de 1º de janeiro de 2024, em caso de sanção presidencial.
“Art. 9º Os rendimentos auferidos a partir de 1º de janeiro de 2024 em aplicações financeiras no exterior pelas pessoas físicas residentes no País serão tributados na forma prevista no art. 8º. § 1º Para fins do disposto deste artigo, consideram-se: I – aplicações financeiras no exterior – exemplificativamente, depósitos bancários remunerados, certificados de depósitos remunerados, criptoativos, carteiras digitais ou contas correntes com rendimentos, cotas de fundos de investimento, com exceção daqueles tratados como entidades controladas no exterior[…]”, diz o texto.
À Agência Câmara, Merlong Solano disse que a taxação representa um “elemento importante de justiça tributária, porque [atualmente] os investidores brasileiros investem no Brasil pagando mais imposto que aqueles que investem no exterior.”
Fonte das informações: Cointelegraph
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