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OpenAI Executive Kevin Weil Is Leaving the Company


Kevin Weil, OpenAI’s former chief product officer who was recently tapped to build a new AI workspace for scientists, Prism, is leaving the company, WIRED has confirmed. Weil was previously an early executive leading product at Instagram.

“Today is my last day at OpenAI, as OpenAI for Science is being decentralized into other research teams,” Weil said in a social media post on Friday, shortly after WIRED reported his departure. “It’s been a mind-expanding two years, from Chief Product Officer to joining the research team and starting OpenAI for Science.”

OpenAI is also sunsetting Prism, which the company launched as a web app in January this year to give scientists a better way to work with AI. The company is folding the roughly 10-person team behind it under OpenAI’s head of Codex, Thibault Sottiaux, and aims to incorporate Prism’s capabilities into its desktop Codex app. An OpenAI spokesperson confirmed the changes, and tells WIRED this is part of the company’s effort to unify its business and product strategy. OpenAI has broader ambitions to turn Codex, its AI coding application, into an “everything app.”

Weil, who joined OpenAI in June 2024, announced last September that he would be starting a new initiative inside of the company called “OpenAI for Science.” Now, OpenAI is dispersing those employees throughout the company’s product, research, and infrastructure teams. An OpenAI spokesperson reiterated the company’s commitment to accelerating scientific discovery, and says it’s one of the clearest ways AI can benefit humanity. Earlier on Friday, the company announced a new series of AI models—GPT-Rosalind—built to help life sciences researchers work faster.

OpenAI is currently trying to refocus the company around a few key areas, such as enterprise offerings and coding, as the company faces increasing pressure from rivals like Anthropic and gears up to file for an IPO later this year. Last month, OpenAI’s CEO of AGI deployment Fidji Simo told staff that the company needs to simplify its product offerings. The push to divert resources to more consequential efforts resulted in OpenAI discontinuing its Sora video-generation app.

Unrelated to Weil’s news, two other executives announced that they were departing OpenAI on Friday. OpenAI’s chief technology officer of enterprise applications, Srinivas Narayanan, announced internally that he was leaving the company to spend time with his family. Narayanan had previously joined OpenAI as the company’s VP of engineering. And Bill Peebles, head of Sora, posted on X that he was done at OpenAI as well.

Weil, Peebles, and Narayanan’s exits are just the latest in a series of executive shakeups at OpenAI. The company recently announced a major reorganization of its executive team as Simo took a medical leave to focus on her health. In the same announcement, OpenAI said cofounder and president Greg Brockman would oversee the company’s products in the interim, and the company’s chief marketing officer, Kate Rouch, would take a leave of absence due to medical issues. Chief operating officer Brad Lightcap transitioned to a “special projects” role as part of the restructuring as well.

OpenAI CEO Sam Altman seemed to acknowledge the various upheavals in a recent blog post. “I am also very aware that OpenAI is now a major platform, not a scrappy startup, and we need to operate in a more predictable way now,” he wrote. “It has been an extremely intense, chaotic, and high-pressure few years.”

Fonte das informações: Cointelegraph

Impressora 3D Creality Ender-3 V3 SE com 37% de desconto: boa entrada no mundo da impressão 3D


Quem quer dar os primeiros passos na impressão 3D — ou ampliar o parque de máquinas sem gastar muito — encontrou uma boa janela de oportunidade. A Creality Ender-3 V3 SE está com desconto expressivo no Mercado Livre, saindo por R$ 1.562,14 em vez dos R$ 2.499,00 originais. São R$ 936,86 a menos, o que representa 37% de economia.

Impressora 3d Creality 3d Ender-3 V3 Se

A Ender-3 V3 SE é uma das versões mais acessíveis da linha V3 da Creality e trouxe melhorias relevantes em relação às gerações anteriores da família Ender-3. O modelo chegou com nivelamento automático de cama via sensor CR Touch, estrutura em formato CoreXZ que contribui para maior estabilidade durante a impressão e velocidade de impressão de até 250 mm/s — número considerável para uma máquina nessa faixa de preço. A interface é simples, com tela colorida touchscreen, o que facilita a operação mesmo para quem está começando.

Para quem busca uma impressora FDM confiável, com boa comunidade de suporte e compatibilidade ampla com filamentos padrão (PLA, PETG, TPU, entre outros), a Ender-3 V3 SE cumpre bem o papel. O desconto atual torna a proposta ainda mais interessante, especialmente considerando que modelos com recursos semelhantes costumam custar mais.

Impressora 3D Creality Ender-3 V3 SE

Impressora FDM com nivelamento automático, velocidade de até 250 mm/s, tela touchscreen e compatibilidade com diversos tipos de filamento. Boa opção para iniciantes e makers.

R$ 2.499,00 R$ 1.562,14 (-37% OFF)

Impressora 3d Creality 3d Ender-3 V3 Se

O estoque em promoções como essa costuma ser limitado e os preços podem mudar a qualquer momento. Se a Ender-3 V3 SE está na sua lista de considerações, vale acessar a oferta agora para garantir o valor com desconto.

Aviso: este artigo contém um ou mais links gerados a partir de um programa de afiliados. O valor não muda para você e o Olhar Digital poderá receber uma comissão. Nenhuma empresa participou da escolha para os links e não existiu aprovação prévia deste conteúdo, que segue independente como sempre foi.

Fonte das informações: Cointelegraph

iOS 27 deve ganhar controle deslizante para ajustar transparência do Liquid Glass


A Apple deve oferecer um controle mais refinado sobre o Liquid Glass no iOS 27, antecipou Mark Gurman, da Bloomberg. Em vez de duas opções fixas de transparência, o sistema passaria a contar com um controle deslizante para ajustar a translucidez na intensidade exata desejada pelo usuário.

No iOS 26, a Apple incluiu duas opções para ajustar a aparência do Liquid Glass: Limpo, com visual transparente, e Tingido, com fundo levemente colorido para favorecer o contraste. A escolha era refletida em todo o sistema operacional. No iOS 27, essas duas opções seriam substituídas por um controle deslizante, oferecendo ajuste mais granular sobre a translucidez da interface.

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A Apple pretende dar mais controle sobre o nível de transparência do Liquid Glass. (Imagem: Apple/Divulgação)

Segundo Gurman, a Apple já implementou esse tipo de barra deslizante no relógio da tela de bloqueio, mas enfrentou dificuldades para estender a opção às demais áreas do sistema. Se os obstáculos forem superados, o controle refinado pode chegar ao iOS 27 como um recurso de personalização.

Melhorias em toda a interface

O iOS 27 não deve introduzir mudanças radicais na interface, mas deve representar uma evolução notável em relação ao iOS 26. Gurman descreve as alterações como incrementais e graduais.

Quando foi lançado, o Liquid Glass foi um dos aspectos mais debatidos do iOS 26: a linguagem de design, embora elegante, comprometia a legibilidade de conteúdos na tela. A Apple foi aperfeiçoando a aparência a cada atualização, mas ainda há espaço para melhorias.

Quando o iOS 27 será lançado?

O iOS 27 será apresentado na WWDC 2026, evento para desenvolvedores marcado para 8 de junho deste ano. A atualização deve ser um dos principais destaques da cerimônia de abertura — e o TecMundo vai cobrir tudo, como sempre.

Quer ficar por dentro das novidades do mundo da tecnologia? Acesse o TecMundo e acompanhe as últimas notícias sobre Apple, iOS e muito mais.

Fonte das informações: Cointelegraph

O que é qubit? Saiba como funcionam os bits quânticos


O qubit, ou bit quântico, é a unidade fundamental que define a computação quântica, superando a lógica binária tradicional. Diferente do bit comum, ele utiliza as leis da física subatômica para processar informações em escalas massivas.

Seu poder vem da superposição, que permite ao qubit assumir vários estados simultaneamente e testar diversas soluções em massa. Esse processo é potencializado pelo entrelaçamento, que conecta partículas para uma troca de dados instantânea e processamento paralelo.

Essa tecnologia é essencial para acelerar a descoberta de novos fármacos e otimizar sistemas logísticos globais complexos. Além disso, ela redefine os limites da Inteligência Artificial e desafia os padrões atuais de segurança e criptografia digital.

A seguir, conheça o conceito de qubits, como eles funcionam detalhadamente e os diferentes tipos existentes. Também saiba em quais áreas a tecnologia pode ser aplicada.

O que é qubit?

O qubit é a unidade básica da computação quântica que, diferente do bit clássico limitado a 0 ou 1, usa a superposição para processar múltiplos estados simultaneamente. Por meio do entrelaçamento, as unidades agem de forma conectada, resolvendo cálculos complexos com uma eficiência impossível para o hardware tradicional.

O que significa qubit?

O termo “qubit” foi cunhado pelo físico Benjamin Schumacher em 1995, durante uma conversa com o também físico William Wootters. A expressão é uma abreviação de quantum bit (bit quântico, em português), unindo a lógica do dígito binário tradicional às propriedades da mecânica quântica.

Schumacher oficializou o conceito no artigo “Quantum Coding”, publicado ainda em 1995 sob a influência de seu mentor John Wheeler. O nome facilitou a compreensão da unidade básica de processamento, tornando-se o pilar central da computação quântica atual.

Para que serve o qubit?

O qubit aproveita fenômenos como superposição e entrelaçamento para processar informações em múltiplos estados simultâneos. Essa lógica permite que computadores quânticos resolvam cálculos de otimização e química molecular em uma velocidade inalcançável para os sistemas binários tradicionais.

Sua aplicação é essencial no desenvolvimento de novos fármacos e na segurança digital, onde modelos baseados na Esfera de Bloch superam limites atuais. Ao simplificar a simulação de moléculas complexas, os qubits transformam problemas matemáticos antes impossíveis em soluções práticas e instantâneas para a indústria.

Como funciona o qubit

O qubit utiliza superposição quântica para representar múltiplos estados simultaneamente, diferente do bit comum, limitado apenas a 0 ou 1. Essa característica permite que máquinas processem volumes massivos de dados paralelamente, saltando etapas da computação tradicional.

O sistema ganha potência com o entrelaçamento quântico, fenômeno que conecta partículas para trabalharem em sincronia instantânea, mesmo distantes. Controlados por lasers ou micro-ondas, esses qubits formam uma rede ultraveloz capaz de resolver equações altamente complexas.

Na prática, o computador quântico usa interferências para anular respostas incorretas e amplificar a solução exata de forma estratégica. É como se a máquina explorasse todos os caminhos de um labirinto ao mesmo tempo, ignorando os becos sem saída.

Ao final, o estado quântico colapsa e entrega um resultado legível, convertido em bits comuns para o usuário. Essa tecnologia é a aposta para revolucionar a medicina e a segurança digital com cálculos até então impossíveis.

Quais são os tipos de bit quânticos?

Os qubits são implementados em diversos sistemas físicos para codificar e manipular informações quânticas. Cada tipo aproveita diferentes propriedades quânticas com compensações em termos de escalabilidade, tempo de coerência e precisão de controle.

  • Supercondutores: circuitos resfriados ao zero absoluto onde a eletricidade flui sem resistência. É a aposta da IBM e Google por serem escaláveis, embora sensíveis a ruídos externos;
  • Íons aprisionados: átomos com carga elétrica suspensos no vácuo por campos eletromagnéticos. Eles retêm a informação por muito tempo e são ultraprecisos, mas o controle de grandes grupos de átomos é um desafio de engenharia;
  • Fotônicos: utilizam partículas de luz (fótons) para processar dados por meio de fibras ópticas e espelhos. Podem operar em temperatura ambiente, mas “prender” a luz para realizar cálculos ainda é uma tarefa complexa;
  • Pontos quânticos: elétrons isolados em semicondutores aproveitando a infraestrutura atual dos chips de silício. São promissores para a produção em massa, apesar de serem altamente sensíveis a interferências elétricas;
  • Topológicos: uma aposta teórica da Microsoft que armazena dados em “tranças” geométricas de partículas chamadas anyons. Teoricamente, são imunes a erros de hardware, mas sua existência física ainda é difícil de comprovar e manipular;
  • Átomos neutros: átomos manipulados por feixes de lasers (pinças ópticas) para criar redes organizadas em 2D ou 3D. Oferecem um excelente equilíbrio entre estabilidade da informação e facilidade para escalar o sistema;
  • Centros NV (Diamante): defeitos na estrutura do diamante que permitem controlar o “spin” (rotação) de elétrons em temperatura ambiente. São favoritos para criar sensores ultraprecisos, embora menos potentes para computação pura;
  • Spin em silício: baseiam-se na rotação de elétrons ou núcleos atômicos em cristais de silício purificado. Garantem vida longa aos dados e alta compatibilidade com a indústria de semicondutores atual;
  • Ressonância magnética nuclear (NMR): utilizam o núcleo de átomos em moléculas orgânicas manipuladas por ondas de rádio. Foram pioneiros nos primeiros testes quânticos, mas hoje são considerados limitados para sistemas de grande escala.

O que dá para fazer com qubits?

Os qubits aproveitam as leis da física subatômica para processar volumes massivos de dados simultaneamente. Na prática, essa tecnologia abre portas para avanços importantes:

  • Simulação de materiais e fármacos: permite modelar reações químicas e interações moleculares em nível atômico, acelerando a descoberta de remédios e materiais sem a necessidade de testes em laboratório;
  • Otimização de sistemas complexos: resolve equações de logística e finanças que envolvem bilhões de variáveis em segundos, encontrando as melhores rotas de transporte ou o equilíbrio exato de riscos em carteiras de investimento;
  • Segurança e criptografia quântica: consegue decifrar chaves de segurança atuais com o algoritmo de Shor, mas também viabiliza redes de comunicações ultraprotegidas utilizando a Distribuição de Chaves Quânticas (QKD), impossíveis de hackear;
  • Aceleração de buscas em Big Data: utiliza o algoritmo de Grover para vasculhar bancos de dados gigantescos de forma quase instantânea, transformando o reconhecimento de padrões e a análise de informações desestruturadas em tempo real;
  • Machine Learning: turbina o treinamento de Inteligências Artificiais, permitindo que redes neurais aprendam tarefas complexas, como tradução simultânea e diagnósticos médicos por imagem, com uma precisão e velocidade sem precedentes.

Qual é a diferença entre qubit e bit?

O bit é a unidade básica da computação clássica, funcionando como um interruptor que assume apenas dois estados: ligado (1) ou desligado (0). Ele processa dados de maneira sequencial por meio de transistores, utilizando pulsos de voltagem elétrica para realizar cálculos lógicos simples.

O qubit é uma versão quântica que usa a sobreposição para representar 0, 1 ou uma combinação de ambos ao mesmo tempo. Partículas como o spin do elétron permitem o entrelaçamento, criando uma rede interconectada capaz de resolver problemas complexos em frações de segundo.

Dá para substituir bits por qubits?

Os qubits não substituem os bits em PCs, pois exigem resfriamento extremo e lógica de superposição. Enquanto o bit é binário e previsível, o qubit processa múltiplas possibilidades simultaneamente, sendo uma “ferramenta de precisão” para cálculos científicos e não para executar softwares ou sistemas operacionais.

O futuro aponta para sistemas híbridos, onde a CPU processa o dia a dia e o chip quântico resolve gargalos complexos. Devido à instabilidade física e à taxa de erros dessas partículas, a transição para máquinas totalmente autônomas ainda levará décadas de maturação técnica.

O que é qubit? Saiba como funcionam os bits quânticos



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The 10 Best TV Shows to Stream This Month (April 2026)


After years of suffering in silence with her trauma, Vega eventually called out her accuser in one of the most public forums in existence: Facebook. Within just a few days, she was contacted by eight other women, most of them also American college students studying abroad, with eerily similar stories of their own encounters with Vela, who was known to many as “Manu.” This three-part docuseries traces how Vega found the courage to stand up to her attacker and how the far-reaching power of using one’s voice on social media can be used for more than just sharing memes and family photos. Ultimately, Vega’s efforts led authorities to determine that Manu had assaulted between 50 and 100 young women.

Star Wars: Maul—Shadow Lord

From The Mandalorian to Skeleton Crew, Disney+ has produced a dozen Star Wars TV shows since its streaming debut, and fans are always clamoring for more. This month, that means the premiere of Star Wars: Maul—Shadow Lord, a gritty, animated series for adults that is set after the events of the universe’s famous Clone Wars and told from the perspective of Maul, one of the space opera’s most notorious supervillains. But it unravels more like a crime-drama, as it follows Maul’s rogue attempts to use his Sith skills to rebuild his Shadow Collective, a massive crime syndicate comprised of Sith leaders, Mandalorian warriors, bounty hunters, and more, all united by the goal of usurping Darth Sidious and destroying his Sith Order. IYKYK.

The Testaments

The Handmaid’s Tale marked a watershed moment for Hulu when, in 2017, it became the first streaming series to nab the Emmy for Outstanding Drama Series—solidifying the streamer’s reputation as a bona fide player. As that groundbreaking series signed off in 2025 after six seasons, it’s hardly surprising that Hulu would want to keep Margaret Atwood’s dystopian world alive, so now we have The Testaments. Set 15 years after the events of the original series, much of the series takes place at an elite prep school for young women learning to be the dutiful wives of the next wave of Commanders. Aunt Lydia (Ann Dowd) returns to terrify a new generation of young women, including Agnes (One Battle After Another’s breakout star Chase Infiniti), a pious young woman who is beginning to question the rules she has grown up obeying, and Daisy (Lucy Halliday), a Canadian teen and recent Gilead convert—all of whom have secrets they’re keeping.

Kara Swisher Wants to Live Forever

“There’s so much bad information that the good information gets drowned.” That’s the central thesis behind famed tech journalist Kara Swisher’s decision to dive headfirst into the science (and scams) of longevity—a multi-billion-dollar industry that shows no signs of slowing down—in this six-episode docuseries. Armed with her investigative skills and famously dry wit, Swisher talks to the brains behind brands promising wellness acolytes longer lives with everything from gene editing to AI-driven medical care to bleeding-edge anti-aging treatments. OpenAI CEO Sam Altman, outspoken “biohacker” Bryan Johnson, nepo baby venture capitalist Reed Jobs, and Nobel Prize-winning biochemist Jennifer Doudna are among those who help Swisher separate fact from fiction in the quest to live forever.

Margo’s Got Money Troubles

Margo Millet (Elle Fanning) is a clever, ambitious young woman with her whole life in front of her—until an affair with her English professor leaves her pregnant and suddenly thrust into adulthood. With mounting bills and limited options to gain real income, Margo ultimately turns to OnlyFans, where she quickly gains a large and lucrative following—and the judgment that comes along with that. Based on Rufi Thorpe’s bestselling 2024 novel, this dark dramedy cleverly uses its setup to challenge the many still-existing stigmas surrounding sex work and even single motherhood. While Fanning is the undoubted star, she is ably supported by an A-list team of costars, including Michelle Pfeiffer as her mom and former Hooters waitress Shyanne, and Nick Offerman as her dad Jinx, a former pro wrestler.

This Is a Gardening Show

First he was Between Two Ferns, now he’s got his own DIY gardening series. Emmy-winning actor-comedian Zach Galifianakis brings his absurdist comedy to this hilarious docuseries, which is (mostly) as earnest as it is funny. Each episode introduces viewers to a new group of gardeners and the reasons why they choose to spend so much time digging in the dirt. While it’s largely aimed at laughs, there’s also a real exploration of the many reasons why people choose to garden, which often leads to very real and important questions about mental health, sustainability, the disconnection many people feel in the modern world, the many flaws in our current “perverse” (Galifianakis’ word) food production system, and what that might mean for future generations. Appropriately, the series debuts on Earth Day (April 22).

Stranger Things: Tales From ’85

Much like Hulu wasn’t about to say goodbye entirely to The Handmaid’s Tale, just because Stranger Things said goodbye on New Year’s Eve doesn’t mean the gang from Hawkins, Indiana, is totally parting ways with Netflix. In this animated spinoff, the kids—Eleven, Mike, Will, Dustin, Lucas, and Max—are going back in time slightly, to 1985, where the friends are desperately trying to reacquaint themselves with “normal” life after their terrifying dealings with the Upside Down. But they soon realize that something is still amiss in Hawkins, and quickly find themselves embroiled in yet another paranormal adventure. Much like the nostalgia-fueled live action series, the animated show is meant to be reminiscent of the Saturday morning cartoons that were a staple of every ‘80s kid’s pop culture diet. Notably, the show is also being heavily promoted as a more family-friendly entry in the series—meaning monsters for all. All 10 episodes will drop on April 23.

Buffy the Vampire Slayer

Buffy the Vampire Slayer is officially dead—at least for now. In mid-March, Sarah Michelle Gellar announced via Instagram that Hulu had put a stake through the heart of the long-awaited Buffy reboot, which would see the ‘90s icon reprise her role as the vampire world’s biggest headache. But just because there presumably won’t be new episodes to enjoy doesn’t mean you can’t revisit the beloved original series.



Fonte das informações: Cointelegraph

Plugins do WordPress são comprometidos com códigos maliciosos


Dezenas de plugins para WordPress foram comprometidos por backdoors que distribuem código malicioso para milhares de sites que utilizam essas extensões. A descoberta foi feita após os plugins serem vendidos para um novo proprietário corporativo, que descobriu os backdoors no código-fonte.

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Austin Ginder, fundador da Anchor Hosting, alertou sobre o ataque em um post de blog na semana passada, descrevendo um ataque à cadeia de suprimentos contra a fabricante de plugins Essential Plugin. Segundo Ginder, alguém comprou a Essential Plugin no ano passado e o backdoor foi adicionado ao código-fonte dos plugins logo em seguida.

O backdoor permaneceu inativo até o início deste mês, quando foi ativado e começou a distribuir código malicioso para qualquer site com os plugins instalados. A Essential Plugin afirma em seu site ter mais de 400 mil instalações de plugins e mais de 15 mil clientes. A página de instalação de plugins do WordPress indica que os plugins afetados estão em mais de 20 mil instalações ativas do WordPress.

Leia mais:

Atalho do app do WordPress na tela de um smartphone
Plugins foram desativados – Imagem: IB Photography/Shutterstock

Riscos da mudança de propriedade

Os plugins permitem que proprietários de sites baseados no WordPress estendam a funcionalidade do site, mas, ao fazer isso, concedem aos plugins acesso às suas instalações, o que pode expor esses sites a extensões maliciosas e possível comprometimento.

Ginder alertou que usuários do WordPress não são notificados sobre mudanças de propriedade de plugins, expondo os usuários a potenciais ataques de takeover (tomada de controle) pelos novos proprietários.

De acordo com Ginder, esta é a segunda descoberta de sequestro de plugin WordPress em duas semanas. Pesquisadores de segurança há muito alertam sobre os riscos de atores maliciosos comprarem software e alterarem seu código para comprometer um grande número de computadores ao redor do mundo.

Plugins removidos do diretório do WordPress


Os plugins foram removidos do diretório do WordPress e agora listam seu fechamento como “permanente“. Ginder alertou que proprietários do WordPress devem verificar se ainda têm um dos plugins maliciosos instalados e removê-lo. Ginder incluiu uma lista dos plugins afetados em seu post de blog.

Representantes da Essential Plugin não se manifestaram.

Rodrigo Mozelli

Rodrigo Mozelli

Rodrigo Mozelli é jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e, atualmente, é redator do Olhar Digital.

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Fonte das informações: Cointelegraph

Motorola Signature (512 GB) tem menor preço desde lançamento no Mercado Livre



Prós

  • Novo ultra premium da Motorola, com RAM de 12 GB e chip da Qualcomm
  • Quatro câmeras de 50 MP, três delas com sensores da Sony
  • Tela AMOLED de 6,8″, taxa de atualização de 165 Hz e brilho de até 6.200 nits
  • Promete ser atualizado até o Android 23
Contras

  • Processador é Snapdragon, mas não é Elite
  • Bateria de 5.200 mAh tem bastante capacidade, mas menos que o Edge 60 Pro

PIX
Cupom

R$ 1.000 OFF EM SMARTPHONES
R$ 6.746,45  Mercado Livre

O Motorola Signature (512 GB) está com o menor preço desde o seu lançamento no Brasil há pouco mais de 1 mês por R$ 8.999. A oferta encontrada no Mercado Livre registra o novo celular premium da Motorola por R$ 6.746 no Pix com o cupom de R$ 1.000 OFF disponível para resgate na vitrine; o que indica desconto de 25%.

Motorola Signature tem câmeras Sony de 50 MP e tela de 6,8″

O Motorola Signature é um celular ultra premium que chegou para concorrer com outros topos de linha. A tela LTPO AMOLED de 6,8 polegadas promete entregar taxa variável de até 165 Hz, assegurando excelente fluidez em todos as áreas. O brilho atinge pico de 6.200 nits que permite visualização clara sob luz intensa e de quebra um dos maiores do segmento. O painel também traz suporte a HDR10+ e Dolby Vision.

O novo flagship da Motorola apresenta quatro câmeras (três traseiras e frontal) de 50 MP. São elas: o sensor principal Sony Lytia 828, capaz de gravar em 8K, periscópia Sony Lytia 600, ultrawide e selfie Sony Lytia 500. Além do sistema ser versátil, os sensores da Sony garantem fotografias com altos níveis de definição.

O dispositivo carrega o processador Snapdragon 8 Gen 5 não-elite e 12 GB de memória RAM. Embora o chip não seja o de última geração da Qualcomm, entrega CPU de até 3.8 GHz. Portanto, a performance entregue possibilita experiência multitarefa e execução de tarefas exigentes com folga.

O melhor celular da Motorola traz bateria com capacidade de 5.200 mAh, além de suportar carregamento com fio de até 90 W e sem fio de 50 W, o que indica carga suficiente para uso em poucos minutos. No mais, oferece conectividade Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e sistema de áudio estéreo com Dolby Atmos.

O Motorola Signature (512 GB) está com um desconto inédito de 25% no Mercado Livre e promete novas atualizações de sistema operacional até o Android 23, o que indica garantia da fabricante de sete anos de updates.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Signature (512 GB) tem menor preço desde lançamento no Mercado Livre



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Congonhas 90 anos: aeroporto é testemunha do crescimento de SP


Atualmente, a cidade de São Paulo tem cerca doze milhões de habitantes, mas em 1936, quando o Aeroporto de Congonhas foi inaugurado, a população da capital paulista tinha acabado de superar a marca do primeiro milhão.

Localizado na região sul da cidade, Congonhas completa 90 anos de idade, neste domingo (12). A arquitetura é assinada por Hernani do Val Penteado e Raymon Alberto Jehlen.

O aeroporto, atualmente, movimenta quase 25 milhões de passageiros anualmente, mais de 65 mil por dia. O terminal é responsável por 540 voos diários para 45 destinos.

Muitas pessoas acompanharam a evolução do aeroporto ao longo desses anos. O Ruy Flemming Filho tem um carinho ainda mais especial pelo local. Quando era criança, o agora Comandante Flemming, como é conhecido atualmente, morava próximo de Congonhas e acompanhava o ir e vir dos aviões acompanhado do pai.

Anos depois, Fleming virou piloto e trabalhou no aeroporto por mais de 30 anos, uma paixão que nasceu ainda na infância.

“Minha historia com Congonhas começa bem antes de eu me tornar aviador, meu pai me levava para ver as máquinas, sentir o cheiro do querosene. Eu tenho uma paixão pelo aeroporto.Todo passageiro é eventual, o piloto é constante, a minha casa era o Aeroporto de Congonhas”, diz Comandante Flemming, em entrevista a CNN Brasil.

Com fama de um aeroporto espacial por ficar no coração da principal cidade do pais, Congonhas tem um desafio especial para os pilotos, e tem vaga garantida em memórias afetivas dos aviadores que passam por lá.

“Congonhas e uma aeroporto diferente, ele esta no meio de um centro urbano, ou seja, tem muito obstaculo. A pista foi desenhada para os anos 30, não para os aviões com o peso de hoje, além da cidade de São Paulo estar acima do nível do mar, o que torna pra gente, uma operação diferenciada”, explica Rafael Santos, piloto de Boeing 777.

Por muito tempo, Congonhas foi o centro a aviação de São Paulo, fazendo com que vários pilotos utilizassem o local para colocar o papo em dia, conversar sobre o trabalho e a aviação.

“Eu vou cinco anos na ponte área, minha maior memória é o cafezinho de Congonhas. Todo mundo se encontrava, muito piloto se encontrando e trocando informação, ver um amigo, contar uma fofoca. Essa é a memória que eu tenho e que eu guardo no coração”, brinca o piloto.

 

LEIA TAMBÉM: Brasil registra uma ocorrência com balão próxima a aeroportos a cada oito horas

Vídeo de aproximação área de Congonhas;

 

Expansão

O complexo é administrado pela empresa espanhola Aena. O grupo afirma que esta investindo mais de R$ 2 bilhões na modernização de Congonhas, para construção de um novo terminal de passageiros ate 2028.

A LATAM opera no aeroporto desde 1975, sao 51 anos cosecutivos, tornando a companhia aérea mais longeva presente em Congonhas. Ao todo, a empresa já transportou mais de 195 milhões de passageiros durante o período.

O levantamento foi feito em primeira mão para a CNN Brasil.

Depois de 12 anos de espera e atrasos, o Governo de São Paulo inaugurou a Linha 17-Ouro do Metrô, que irá conectar o Aeroporto de Congonhas às linhas 9-Esmeralda e 5-Lilás.

Acidentes e segurança

Dois acidentes marcaram a história e o imaginário popular, em 1996, com a queda do Fokker 100, em uma via pública próxima ao Aeroporto e, o mais simbólico, o voo da TAM de 2007, quando 199 pessoas morreram. Um avião Airbus 320 não conseguiu parar na pista durante o pouso.

Mas para especialistas, o aeroporto chega aos 90 anos com bastante segurança.

“Congonhas e considerado um aeroporto de operações especiais, isso significa que existe um regulamento específico. A pista nao é tão curta quanto parece, o problema e que e um lugar alto, com a cidade em volta, com isso, logicamente os obstáculos se tornam mais críticos, mas existe um preparo para os pilotos’, analisa Coronel Rufino Ferreira, ex-investigador do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos).

Fonte das informações: CNNBRASIL

MEC lança pesquisa sobre perfil socioeconômico de estudantes universitários


O MEC (Ministério da Educação) lançou a 6ª edição da pesquisa Perfil Socioeconômico e Cultural dos Estudantes de Graduação das Universidades Federais, que atualiza informações sobre as condições de vida dos graduandos nas instituições federais.

A pesquisa coleta dados diretamente com estudantes de graduação das universidades federais para mapear renda, moradia, alimentação, trabalho, acesso a tecnologias, saúde e trajetórias educacionais.

Em parceria com o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) e a Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior), o levantamento oferece um retrato dos obstáculos que afetam o ingresso, a permanência e a conclusão dos cursos.

O estudo é referência para a formulação de políticas públicas voltadas ao ensino superior. Os resultados subsidiam a avaliação e o aperfeiçoamento de iniciativas como o Pnaes (Programa Nacional de Assistência Estudantil) e orientam ações voltadas à equidade, inclusão e redução das desigualdades nas universidades federais, segundo o ministério.

O secretário de Educação Superior do MEC, Marcus David, afirmou que a pesquisa permite conhecer em profundidade quem são os estudantes das federais e suas principais necessidades, e que os dados servirão de base para formular e aperfeiçoar políticas que garantam permanência e conclusão.

A parceria com a Andifes tem como objetivo ampliar o alcance da coleta em todas as regiões do país. A pesquisa entrevista diretamente graduandos para garantir representatividade regional e diversidade de perfis, permitindo identificar tendências e mudanças no perfil discente ao longo do tempo.

 

Fonte das informações: CNNBRASIL

Gosta de foguetes e astronomia? Inscrições abertas para as Olimpíadas 2026


Enquanto quatro astronautas da missão Artemis II orbitam a Lua e batem recordes de distância humana da Terra, foram abertas as inscrições para a edição 2026 da OBA (Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica) e da Obafog (Olimpíada Brasileira de Foguetes).

As competições, voltadas a alunos do ensino fundamental e médio de escolas públicas e privadas, são gratuitas. As escolas devem cadastrar turmas até 1º de maio. A prova teórica da OBA juntamente com o prazo final para os lançamentos da Obafog ocorrem em 15 de maio.

O coordenador da OBA e da Obafog, professor doutor João Batista Garcia Canalle, resume as orientações práticas que professores e escolas precisam saber antes de confirmar a participação.

Segundo ele, a inscrição é única para ambas as competições, a prova é presencial nas escolas com dez questões —sete de astronomia e três de astronáutica— e as premiações da primeira fase já contemplam os alunos por níveis de ensino.

Canalle destaca também que há sete modelos de foguete, cada um com regulamento específico, e que o formato prático da Obafog permite que escolas envolvam alunos em construção, testes e lançamentos. “Queremos que os estudantes sintam que as aulas chegam ao espaço, e que elas podem começar na sala de aula.”

Como funcionam as Olimpíadas:

  • OBA: prova presencial aplicada nas escolas, com dez questões de múltipla escolha (sete astronomia, três astronáutica). Níveis: 1 (1º a 3º ano do ensino fundamental), 2 (4º e 5º ano EF), 3 (6º ao 9º ano EF) e 4 (ensino médio). A segunda fase serve para selecionar representantes em competições internacionais quando aplicável.
  • Obafog: modalidade prática em que as equipes constroem e lançam foguetes. Há sete modelos que vão de propulsões simples (ar comprimido, água, reação vinagre–bicarbonato) a foguetes com propulsão sólida, multiestágios, recuperação por paraquedas e eletrônica embarcada para medição de altitude. O modelo 7 é lançado quase na vertical, ao contrário dos anteriores.

Seleção e jornadas práticas

As três melhores equipes de cada escola (por nível) são convidadas para as Jornadas de Foguetes, em Barra do Piraí (RJ), onde participam de oficinas, palestras e lançamentos práticos. Canalle ressalta que essas atividades consolidam o aprendizado científico e fortalecem o trabalho em equipe.

Em 2025, a OBA reuniu mais de 1,5 milhão de participantes e a Obafog mais de 330 mil. Canalle afirma que a ampla premiação tem objetivo pedagógico: incentivar a participação e manter a motivação dos alunos.

Por que 2026 é especial

Este ano é particularmente simbólico para a astronomia e a astronáutica: a missão Artemis II está em órbita lunar neste período, batendo recordes de distância e realizando testes que marcam o retorno humano à vizinhança da Lua.

Canalle antecipa que temas relacionados ao primeiro pouso lunar, às missões Artemis e às perspectivas de futuros pousos poderão aparecer nas provas e nas atividades práticas, aproximando teorias vistas em sala das realizações reais no espaço.

Inscrições OBA e Obafog

  • Prazo de cadastro de turmas: até 1º de maio no site da OBA
  • Escolas: públicas e privadas
  • Valor: gratuito
  • Prova OBA e prazo final para lançamentos Obafog: 15 de maio
  • Inscrições e regulamentos: site oficial da OBA 

Fonte das informações: CNNBRASIL

Juiz de Nevada estende proibição a Kalshi


Um juiz de Nevada prorrogou a proibição que impede Kalshi de oferecer contratos baseados em eventos no estado, alegando que os produtos constituem jogos de azar não licenciados de acordo com a lei estadual.

O juiz Jason Woodbury afirmou em uma audiência em Carson City na sexta-feira que concederá uma liminar solicitada pelo Conselho de Controle de Jogos de Nevada, proibindo a empresa de permitir que os residentes negociem resultados como esportes, eleições e eventos de entretenimento sem uma licença de jogos, de acordo com a Reuters.

A decisão prorroga uma liminar emitida em 20 de março, que permanecerá em vigor até 17 de abril, enquanto o tribunal finaliza as restrições de longo prazo.

A Kalshi, sediada em Nova Iorque, argumentou que seus contratos são derivativos financeiros, especificamente “swaps”, que estão sob a supervisão exclusiva da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC).

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Juiz afirma que contratos de Kalshi são semelhantes a apostas esportivas

De acordo com a Reuters, Woodbury rejeitou o argumento de Kalshi, alegando que existe uma comparação direta entre as apostas esportivas tradicionais e a plataforma de Kalshi. Ele afirmou que fazer uma aposta por meio de uma casa de apostas licenciada e comprar um contrato vinculado ao resultado de um jogo são, na prática, a mesma coisa.

“Não importa como se analise, essa conduta é indistinguível”, teria dito o juiz, acrescentando que tal atividade se qualifica como jogo de azar segundo a lei de Nevada e não pode ser oferecida sem a devida licença.

Volume teórico de Kalshi. Fonte: Kalshi

Este caso marca a primeira vez que um estado conseguiu impor uma proibição judicial atualmente em vigor contra a empresa.

No mês passado, os legisladores de Utah também aprovaram um projeto de lei direcionado a Kalshi e Polymarket que classifica apostas do tipo “proposição” em eventos durante jogos como jogos de azar, com o objetivo de bloquear tais ofertas no estado.

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CFTC promete batalha judicial sobre a supervisão do mercado de previsões

A CFTC reivindicou autoridade sobre os mercados de previsão, com o presidente Michael Selig alertando que a agência está preparada para defender sua jurisdição em juízo contra quaisquer contestações de estados ou outros órgãos reguladores.

Em um discurso proferido em uma conferência do setor no mês passado, Selig afirmou que os mercados de previsão podem funcionar como “máquinas da verdade”, argumentando que, quando os participantes investem dinheiro em suas opiniões, esses mercados podem produzir sinais mais transparentes e confiáveis ​​sobre eventos futuros do que as pesquisas de opinião tradicionais.

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Fonte das informações: Cointelegraph

“E então vimos a cabecinha”: raro nascimento de cachalote é registrado


Quando o biólogo marinho Shane Gero avistou uma mancha de sangue se espalhando pela água onde um grupo de cachalotes estava reunido no Caribe, ele temeu o pior — que um dos animais tivesse se ferido, talvez por ataque de um predador. Mas então ele viu algo inesperado e extraordinário emergir da água: a cabeça de um filhote de cachalote.

A vida da baleia não estava terminando. Pelo contrário, uma nova vida estava começando. Em 8 de julho de 2023, Gero e a equipe científica a bordo de dois barcos pertencentes ao Projeto CETI, ou Iniciativa de Tradução de Cetáceos, uma organização sem fins lucrativos dedicada ao estudo da comunicação entre baleias, registraram algo que apenas um punhado de pessoas já testemunhou: o nascimento de uma baleia em seu habitat natural.

“A princípio, pensei que algo ruim estava prestes a acontecer, até vermos a pequena cabeça aparecer e depois as nadadeiras caudais flexíveis”, disse Gero, biólogo de campo do CETI, referindo-se à cauda da baleia. “E então soubemos que, na verdade, era um momento de alegria.”

Foi também um momento social, com outras baleias do grupo primeiro cercando a mãe em trabalho de parto e depois erguendo o filhote para fora da água enquanto ele respirava pela primeira vez. As evidências dessa observação notável acrescentam nuances à compreensão científica do trabalho em equipe entre cachalotes. As descobertas, disse Gero, também oferecem uma lição importante para outra espécie social: os humanos.

“Em uma sociedade cooperativa, se quisermos ter sucesso, precisamos trabalhar juntos, em vez de ficarmos constantemente buscando motivos para definir nossas diferenças”, disse Gero. “É uma mensagem muito valiosa para se aprender com um animal que é fundamentalmente diferente de nós.”

Naquele dia de julho, uma equipe de cientistas e técnicos do CETI — incluindo operadores de drones, programadores e especialistas em acústica — estava em alto-mar, nas águas próximas à Comunidade da Dominica. A equipe esperava um dia típico de trabalho de campo, observando um grupo de cachalotes, em sua maioria fêmeas, conhecido pelos pesquisadores do CETI como Grupo A e estudado há anos. Mas Gero percebeu rapidamente que algo estava errado. As baleias estavam agrupadas perto da superfície.

“Essas famílias geralmente se espalham por quilômetros enquanto mergulham e procuram alimento”, disse Gero, cientista residente da Universidade Carleton, no Canadá, à CNN. “Ter toda a família junta, mas sem muita atividade, é algo incomum.”

Uma baleia que Gero vinha observando desde filhote, conhecida pelos pesquisadores como “Rounder”, estava em trabalho de parto. Acredita-se que Rounder tenha pelo menos 19 anos e já tenha dado à luz outro filhote, chamado “Accra”, em 2017. Os cientistas acompanharam o progresso do parto de Rounder observando a visibilidade do filhote, o comportamento das baleias presentes e a presença e quantidade de sangue e fezes na água. A equipe registrou o início do parto às 11h12, horário local, e o parto foi concluído às 11h45.

“Graças ao protocolo que seguimos diariamente na água, já tínhamos os drones no ar e as gravações em andamento mesmo antes de sabermos que se tratava de um nascimento”, disse Gero. As gravações acústicas e as imagens revelaram comportamentos e vocalizações até então desconhecidos em grupos de cachalotes após o nascimento, oferecendo informações inéditas sobre suas interações.

“Antes dessa observação, nosso entendimento se baseava em um número muito pequeno de avistamentos fragmentários”, disse Giovanni Petri, líder de ciência de redes do Projeto CETI e professor do Instituto de Ciência de Redes da Northeastern University em Londres. “A dinâmica real do nascimento — quem faz o quê, em que ordem, como o grupo se coordena, se pessoas sem parentesco participam — era essencialmente desconhecida”, disse Petri em um e-mail.

Pesquisadores do CETI documentaram o evento em dois artigos, ambos publicados em 26 de março. Na revista Science, os autores do estudo descreveram e analisaram o nascimento usando imagens de drones que foram interpretadas com aprendizado de máquina para identificar as identidades, posições e interações das baleias. Um grupo científico maior publicou um relato mais detalhado, minuto a minuto, do nascimento e suas consequências na revista Scientific Reports . Este é o primeiro estudo a documentar a observação do nascimento de uma baleia que combina áudio e vídeo do evento com décadas de dados sobre relações sociais em cachalotes.

“A equipe do Projeto CETI, composta por mais de 50 cientistas de oito disciplinas diferentes, trabalhou em conjunto para publicar esses estudos”, disse David Gruber, fundador e presidente do CETI e um dos autores correspondentes em ambos os artigos. Juntos, as observações e o conjunto de dados sobre o nascimento das baleias representam “o ápice da complexidade da comunicação das baleias-cachalote”, afirmou.

De modo geral, as observações de nascimentos de cetáceos selvagens — o grupo que inclui baleias, golfinhos e botos — são extremamente raras, representando apenas 10% das espécies, observou Gruber por e-mail.

“O último registro científico do nascimento de uma baleia-cachalote data de 1986 e incluía apenas observações escritas após o parto. Antes disso, existem apenas alguns relatos esparsos de navios baleeiros”, disse ele. “O que torna este estudo ainda mais singular é o conhecimento detalhado que possuímos sobre cada baleia individualmente e seus relacionamentos familiares.”

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O grupo de cachalotes conhecido como Unidade A é composto por 11 indivíduos: oito adultos e três filhotes. Quando os cientistas avistaram o recém-nascido pela primeira vez, ele ainda estava parcialmente dentro de Rounder, mas minutos depois emergiu ao lado da cabeça da mãe. As outras baleias da Unidade A repentinamente se tornaram muito mais ativas. Elas acariciavam e apertavam o filhote, rolando-o entre suas cabeças e corpos.

As baleias então se revezaram para erguer o filhote até a superfície, revelando o cordão umbilical ainda preso. Os cientistas logo observaram que o cordão havia sido cortado; cerca de três minutos após seu aparecimento, o filhote tentou nadar, embora o comportamento de ser erguido tenha continuado por várias horas. Quatro baleias do grupo dedicaram a maior parte da atenção ao recém-nascido, revezando-se para erguê-lo. Uma das baleias mais atentas, uma jovem chamada “Ariel”, não era parente direta da mãe, demonstrando que mesmo indivíduos sem parentesco participavam ativamente do parto.

As baleias também tiveram muito o que dizer umas às outras durante esse período, produzindo 31.364 cliques ao longo de mais de quatro horas. As codas, ou agrupamentos de cliques, foram mais longas durante o parto e depois se tornaram mais curtas após o nascimento do filhote, escreveram os autores na revista Scientific Reports.

O tipo de coda mais comum foi previamente associado à identidade social das baleias dessa região do Caribe oriental. Codas sobrepostas, que também foram registradas naquele dia, estão associadas à formação de laços sociais em cachalotes. Ouvir essas codas durante um evento altamente social parece corroborar essa interpretação, escreveram os autores.

“Este é um dos primeiros registros detalhados e quantitativos do nascimento de uma baleia-cachalote na natureza — um estágio da vida que quase nunca conseguimos observar nessa espécie”, disse Mauricio Cantor, ecologista comportamental e professor assistente do Instituto de Mamíferos Marinhos da Universidade Estadual do Oregon, que não esteve envolvido no avistamento.

“O que chama a atenção é o quão coletivo é o processo. No caso das baleias-cachalote, agora está muito claro que o nascimento não é apenas um evento entre mãe e filhote — é um esforço de grupo”, explicou Cantor por e-mail. “Várias fêmeas, incluindo não aparentadas, coordenam-se ativamente para apoiar o recém-nascido, mantendo-o à tona e auxiliando em seus primeiros momentos de vida.”

Um jovem macho solitário chamado “Allan” também permaneceu por perto. Esse comportamento também era incomum, já que os machos adolescentes geralmente são expulsos dos grupos de fêmeas adultas. Allan não era mais um membro legítimo da Unidade A. Mas ele permaneceu por perto durante o parto, mesmo sendo amplamente ignorado pelos outros, fornecendo mais um detalhe intrigante sobre a complexidade das relações entre as baleias-cachalote, disse Christine Clarke, doutoranda que estuda baleias-cachalote no Laboratório Whitehead da Universidade Dalhousie, em Halifax, Nova Escócia.

“Até onde sei, Allan é apenas o segundo jovem do sexo masculino a ser documentado passando pelo processo de deixar seu núcleo social, algo que todos os jovens do sexo masculino eventualmente fazem”, disse Clarke, que não participou da pesquisa, em um e-mail. “Foi um pouco como assistir a uma novela acompanhar como esse reencontro familiar aconteceu, com Allan sendo ignorado mesmo estando presente e participando do grande evento social.”

Os encontros com baleias em mar aberto não podem ser planejados ou agendados, portanto, não se sabe ao certo quando as expedições da CETI verão Rounder e seu filhote novamente. Mas cada observação contribui para um crescente corpo de conhecimento sobre a vida e os hábitos das baleias-cachalote.

“Como equipe, tivemos o privilégio de presenciar esse momento”, acrescentou Gruber. “Esperamos que as pessoas também compreendam que isso representa a ciência ocidental complementando o conhecimento indígena, já que os povos indígenas testemunham e se conectam com as baleias há milhares de anos.”

Fonte das informações: CNNBRASIL

Antimatéria é transportada com sucesso por um caminhão


Uma pequena quantidade de antimatéria foi transportada por via terrestre na última terça-feira (24), representando a primeira vez que uma quantidade significativa da substância mais cara, volátil e rara do mundo foi movimentada. Essa descoberta abre caminho para novas possibilidades no estudo desse material tão elusivo.

A antimatéria é a imagem espelhada da matéria comum — possui carga elétrica oposta e propriedades subatômicas invertidas. Quando matéria e antimatéria entram em contato, elas se aniquilam e desaparecem num clarão de energia.

Consequentemente, a antimatéria está no cerne de um dos maiores mistérios do Universo: o Big Bang deveria ter criado quantidades iguais de matéria e antimatéria, resultando em um Universo sem matéria alguma devido à aniquilação total, ou em um Universo com quantidades iguais de ambas.

O Universo, no entanto, é composto de matéria, mas quase nenhuma antimatéria, que existe naturalmente apenas em pequenas quantidades, criada por decaimento radioativo e colisões de raios cósmicos. Os físicos chamam esse problema de assimetria matéria-antimatéria.

A teoria atual é que a matéria foi criada em ligeiro excesso em comparação com a antimatéria — apenas uma partícula de matéria a mais para cada aproximadamente 1 bilhão de partículas de antimatéria —, embora a razão para isso seja desconhecida.

Estudar a antimatéria pode ajudar os cientistas a compreender a natureza dessa assimetria, mas fazê-lo não é fácil. Os instrumentos usados ​​para produzir antimatéria criam interferências que dificultam seu estudo. Transportar a antimatéria para longe dessas interferências permitiria aos cientistas realizar medições da substância com maior precisão.

“É preciso pensar nessas medições como sendo, de certa forma, semelhantes à microscopia”, disse Stefan Ulmer, físico da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, também conhecida como CERN. O transporte de antimatéria ocorreu nas instalações do CERN perto de Genebra, onde se encontra o maior laboratório de física de partículas do mundo.

“As instalações em que estamos operando produzem flutuações. É um pouco como olhar através de um microscópio, onde o objeto observado vibra, resultando em uma imagem desfocada. Transportar partículas para fora desse ambiente nos permitirá obter imagens muito mais nítidas.”

Um caminhão transportou a preciosa carga por um percurso de 10 quilômetros (6 milhas) dentro do CERN, levando cerca de 30 minutos e atingindo uma velocidade máxima de 47 quilômetros por hora (29 milhas por hora), de acordo com Ulmer. Um contêiner especialmente construído, pesando cerca de 800 quilos (1.760 libras) e medindo quase 180 centímetros (6 pés) de altura, acomodou com sucesso uma carga útil de 92 antiprótons durante a viagem.

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O CERN tem atualmente vários experimentos com antimatéria em andamento, cada um produzindo um tipo diferente de antipartícula. O Experimento de Simetria Bárion-Antibárion (BASE), que se concentra em antiprótons, é o que localizou a substância.

Os pesquisadores criam antiprótons colidindo prótons comuns a velocidades próximas à da luz contra um bloco feito de um metal chamado irídio. O impacto cria diversas partículas secundárias, incluindo antiprótons, que são então cuidadosamente desaceleradas usando outros instrumentos, tornando-as disponíveis para observação.

O experimento BASE já é capaz de medir a massa do antipróton com um alto grau de precisão, o que é útil para comparar prótons e antiprótons. Até o momento, nenhuma diferença significativa entre as duas partículas foi observada, mas uma medição ainda mais precisa poderia revelar diferenças sutis e ajudar a responder questões fundamentais sobre a natureza da antimatéria e do próprio universo.

Normalmente, os antiprótons são armazenados em grandes máquinas chamadas armadilhas de Penning, que pesam várias toneladas. Por isso, a equipe do BASE construiu uma versão portátil que pudesse ser transportada em um caminhão. Essa máquina inclui um ímã supercondutor, operado a -268 graus Celsius (-470 graus Fahrenheit), além de fontes de alimentação e outros equipamentos para monitorar a estabilidade da antimatéria.

A armadilha confinou 92 antiprótons em vácuo, pois qualquer contato com o ar os aniquilaria. “O vácuo em nossa armadilha tem uma pressão melhor do que a pressão no meio interestelar — é o melhor vácuo da Terra, para ser honesto”, disse Ulmer.

Mesmo que a antimatéria tivesse sido obliterada, isso não representaria nenhum perigo devido à pequena quantidade. “Se essa substância se aniquilasse, produziria uma dose de radiação muito menor do que a dose de radiação que se recebe apenas caminhando na superfície da Terra por meio da radiação cósmica”, disse Ulmer, acrescentando que sua destruição teria sido um “clarão de partículas carregadas”.

O teste demonstrou que a antimatéria pode ser transportada e, especificamente, que as vibrações do caminhão não perturbam o vácuo. O próximo passo, disse Ulmer, é transportar um número maior de antiprótons e construir a infraestrutura necessária para estudá-los em outros locais. O CERN está planejando duas instalações: uma no próprio local, a apenas 5 quilômetros (3 milhas) do experimento BASE, e outra na cidade alemã de Düsseldorf, a cerca de 700 quilômetros (430 milhas) de distância.

O estudo da antimatéria pode ajudar a resolver uma clara contradição em nossa compreensão do universo, mas, atualmente, o CERN é o único laboratório no mundo onde a produção e o acúmulo de antimatéria em quantidades significativas são possíveis, de acordo com Guennadi Borissov, professor de física da Universidade de Lancaster, na Inglaterra.

“Embora isso faça do CERN o centro global para esse tipo de pesquisa, o estudo de antipartículas em diversos ambientes exige o desenvolvimento de tecnologias robustas para o transporte de antimatéria por longas distâncias”, acrescentou Borissov, que participa do experimento ATLAS no CERN, em um e-mail. “O recente teste bem-sucedido nessa área representa um marco crucial. Com o tempo, a capacidade de movimentar antimatéria expandirá exponencialmente nossas capacidades de pesquisa e permitirá a comparação de resultados entre laboratórios especializados.”

Uma motivação adicional para estudar a antimatéria é que a contraparte antimatéria do elétron, o pósitron, tem aplicações importantes como ferramenta de diagnóstico na medicina e na ciência dos materiais, disse Michael Charlton, professor emérito de física experimental da Universidade de Swansea, no País de Gales, e membro do experimento ALPHA no CERN.

O teste do CERN significa que os antiprótons podem ser transportados por toda a Europa, e até mais longe, para serem estudados em laboratórios externos. “Isso abre a possibilidade de que a antimatéria possa ser disponibilizada para estudo a uma comunidade muito maior, não apenas àqueles que podem realizar experimentos no CERN”, disse Charlton em um e-mail.

“Isso significa que uma nova geração de cientistas terá a possibilidade de trabalhar com antimatéria — e isso só pode ser bom para o progresso.”

Fonte das informações: CNNBRASIL

6 dicas para montar um cronograma de estudos para o vestibular


O início do ano letivo é o momento ideal para organizar a rotina de estudos para o Enem e os vestibulares — provas decisivas na vida do estudante. Um planejamento estruturado, elaborado com antecedência, ajuda a evitar frustrações, reduz a sobrecarga decorrente do volume de disciplinas e contribui para um desempenho mais consistente ao longo do processo.

Para orientar essa organização, a coordenadora do ensino médio do CIPP (Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento) dos colégios da Rede Positivo, Lucimeire Fedalto, e o coordenador pedagógico do Colégio Semeador, em Foz do Iguaçu (PR), Henrique Pedrotti, reuniram orientações práticas para auxiliar estudantes na construção de uma rotina de estudos eficiente.

1. Definição de objetivos e mapeamento de provas

O primeiro passo é ter clareza sobre onde se quer chegar. Para Lucimeire, o planejamento começa com informação e estratégia. “É importante mapear as provas que o estudante deseja prestar, compreender o formato — se são objetivas, discursivas ou somatórias — e estabelecer metas de desempenho realistas. Também é essencial analisar os pesos das disciplinas em cada instituição e organizar uma planilha com essas informações”, comenta.

Pedrotti reforça que essa organização não deve ser adiada. “A preparação para o Enem e os vestibulares não começa no último bimestre. Quando o aluno se organiza desde o início do ano letivo, consegue distribuir melhor os conteúdos, estudar com mais tranquilidade e chegar às provas com mais segurança”, afirma.

2. Construção de rotina de estudos

Para os especialistas, o cronograma só funciona quando inserido em uma rotina consistente. “Mais do que quantidade de horas, é preciso disciplina e constância”, afirma a professora. “O tempo deve ser distribuído entre aprofundamento de conteúdo, revisão, resolução de questões e realização de simulados completos e cronometrados ao longo do ano”.

Pedrotti complementa: criar horários fixos transforma o estudo em hábito. “Definir uma rotina que concilie escola, descanso e lazer favorece um processo saudável. O apoio da família, ao respeitar esses horários e incentivar a disciplina, também faz diferença”, destaca.

3. Estudo baseado em questões e foco nas dificuldades

Resolver exercícios é uma das estratégias mais eficazes de aprendizagem. O coordenador do Colégio Semeador destaca que reconhecer as próprias fragilidades faz parte do processo de amadurecimento acadêmico. “Identificar quais disciplinas exigem mais atenção ajuda o estudante a direcionar melhor o tempo de estudo. Trabalhar as dificuldades ao longo do ano evita acúmulos e lacunas próximas à prova”, explica.

De acordo com Lucimeire, a orientação é resolver questões após cada conteúdo estudado e manter o controle dos erros mais frequentes, identificando padrões de dificuldade. “O aluno precisa classificar os erros — se foram por falta de conteúdo, dificuldade de interpretação, desatenção ou má gestão do tempo — porque essa análise direciona o estudo de forma muito mais eficiente”.

4. Sistema estruturado de revisão

A revisão também deve ser planejada, não improvisada. “Ela deve acontecer semanalmente, com resumos sintéticos, flashcards de fórmulas e mapas mentais objetivos, organizados conforme a incidência dos conteúdos nas provas. Revisar é consolidar o aprendizado e evitar que o conteúdo se perca ao longo do ano”, orienta Lucimeire.

O coordenador acrescenta que a prática constante fortalece a confiança do aluno. “Revisar conteúdos e praticar exercícios com frequência, especialmente no estilo do Enem e dos vestibulares, ajuda a compreender o formato das provas e a desenvolver estratégias de resolução.”

5. Treino contínuo de redação

No caso da redação, o treino precisa ser permanente. “É fundamental aproveitar cada feedback do professor para evoluir e ampliar o repertório sociocultural, dominando a estrutura dissertativo-argumentativa, especialmente no modelo do Enem”, recomenda a professora. “Produzir redações com temas contemporâneos e focar na clareza de tese, na progressão argumentativa e na proposta de intervenção bem articulada faz toda a diferença”, afirma.

6. Gestão emocional e organização administrativa

Por fim, os especialistas lembram que o desempenho não depende apenas de conteúdo. “O vestibular exige maturidade emocional e organização. É preciso planejar o calendário de inscrições e provas, cuidar da documentação e manter uma rotina equilibrada”, destaca Lucimeire.

Pedrotti reforça que saúde e rendimento caminham juntos. “Sono de qualidade, alimentação equilibrada e momentos de lazer são aliados importantes do aprendizado. Preparar-se para o Enem e os vestibulares é um processo de longo prazo que exige equilíbrio entre estudo, saúde e vida pessoal”, finaliza.

*Publicado por André Nicolau, da CNN Brasil

Fonte das informações: CNNBRASIL

Stablecoins em euro lideram mercado fora do dólar, aponta Visa


Stablecoins denominadas em euro representam mais de 80% do mercado de stablecoins fora do dólar americano, que, segundo a Dune, atingiu cerca de US$ 1,2 bilhão em oferta total, de acordo com um relatório encomendado pela Visa.

A Dune afirmou que as stablecoins em euro responderam por 85% do volume de transferências no mercado fora do dólar, com a EURC (EURC), da Circle, emergindo como o principal token em euro no segmento.

O relatório apontou para o crescimento do uso de stablecoins em euro na infraestrutura de pagamentos, enquanto Visa e Mastercard expandiram separadamente o suporte de liquidação para a EURC em partes de suas redes.

A Dune disse que o mercado de stablecoins fora do dólar agora movimenta cerca de US$ 10 bilhões em volume mensal de transferências, refletindo um forte aumento no uso nos últimos três anos.

Mesmo assim, as stablecoins em euro ainda representam uma pequena parcela do setor mais amplo de stablecoins, que atualmente totaliza entre US$ 300 bilhões e US$ 316 bilhões, enquanto o euro ainda responde por cerca de 20% das reservas globais de câmbio, segundo dados da DefiLlama.

Volume de transferências da EURC, mensal, gráfico histórico. Fonte: Dune

MiCA impulsiona avanço das stablecoins em euro

A pesquisa indica que empresas europeias que operam em euros estão recorrendo às stablecoins, impulsionadas pela clareza regulatória na Zona do Euro, disse Nic Puckrin, CEO e cofundador da plataforma educacional Coin Bureau, ao Cointelegraph.

“A EURC é uma escolha natural porque é emitida pela Circle, uma entidade consolidada que já conquistou confiança com seu produto USDC”, acrescentou.

A oferta total da EURC ultrapassou US$ 506 milhões em 27 de fevereiro, segundo o relatório. Excluindo a EURC, 80% da atividade das stablecoins em euro estava relacionada a pagamentos, remessas, folha de pagamento e fluxos de tesouraria.

Oferta total de EUR em USD, gráfico histórico. Fonte: Dune

Puckrin afirmou que o principal fator por trás do crescimento do uso de stablecoins na União Europeia é a clareza regulatória proporcionada pelo Regulamento de Mercados em Criptoativos (MiCA), que entrou em vigor para prestadores de serviços de criptoativos em 30 de dezembro de 2024.

Ele acrescentou que atrasos em torno do euro digital podem abrir mais espaço para emissores privados de stablecoins preencherem lacunas nos pagamentos digitais na Europa.

A Circle também tem promovido a EURC e o USDC (USDC) como ferramentas para fluxos de câmbio euro-dólar 24 horas por dia por meio de sua infraestrutura StableFX, oferecendo às instituições uma forma de movimentar recursos entre moedas fora do horário bancário tradicional.

Ainda assim, a adoção em maior escala dependerá de provedores de pagamento, equipes de tesouraria e instituições financeiras licenciadas terem acesso a infraestrutura compatível suficiente para utilizar stablecoins em euro em larga escala, disse Mouloukou Sanoh, cofundador e CEO da plataforma de liquidez transfronteiriça Mansa, ao Cointelegraph.

“As empresas que estão vencendo são aquelas que resolvem problemas para operadores de pagamento licenciados, não aquelas que constroem L1s genéricas ou outras plataformas, mas sim infraestrutura que permite que um responsável de tesouraria em um provedor de serviços de pagamento ou instituição de dinheiro eletrônico movimente recursos em tempo real sem necessidade de pré-financiamento, fricção regulatória ou caos operacional”, afirmou.