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- Último Acesso: 4 de junho de 2026 00:14
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freeclassificados Marketing Digital 24 de abril de 2026

Da série presente para o Dia das Mães 2026: fone de ouvido Bluetooth. O Achados do Tecnoblog mais uma vez montou uma lista com os melhores preços encontrados atualmente pelo gadget. Reunimos diferentes categorias, com specs mais básicas até outras avançadas, para ajudar na decisão do modelo ideal para presentear:
Os AirPods de 3ª Geração estão sendo vendidos por R$ 1.249 em até 10x sem juros na Amazon. O valor representa uma redução de 48% pelo wearable lançado pela Apple em 2021 por R$ 2.399. Entre os destaques, entrega áudio espacial aprimorado e um equalizador adaptativo de acordo com o estilo da música para elevar a experiência sonora.
Um ponto a ser levado em consideração, por ser um modelo mais antigo, é a dependência ao carregamento exclusivo via conexão Lightning.
Os AirPods Pro 3 são os fones de última geração da Apple e entregam desempenho em todos os sentidos. A começar pelo recurso ANC duas vezes melhor ao antecessor, segundo a empresa. O gadget traz o chip H2 com alto alcance dinâmico para graves. Um sensor inédito em cada fone permite acompanhar a frequência cardíaca através do app Fitness.
Já em questão de conectividade, apresenta Bluetooth 5.3 e compatibilidade com carregamento USB-C e também MagSafe. A certificação IP57 entrega boa resistência contra poeira e água. Atualmente estão à venda na Amazon por R$ 2.108 no Pix.
O Galaxy Buds 3 está por R$ 799 no Pix em oferta no Mercado Livre, o que significa uma redução de 53% comparado ao preço original de R$ 1.699. O gadget da Samsung possui áudio Hi-Fi de 24 bits que entrega alta definição e fidelidade as músicas.
Equipado com a inteligência artificial do Galaxy AI, apresenta função ANC adaptativa que reconhece o nível de ruído do ambiente e o modo Detecção de Voz que reduz o volume e ativa o som ambiente quando identifica que o usuário está em uma conversa.
O Galaxy Buds Core são os fones custo-benefício da Samsung. A melhor oferta encontrada hoje faz ele custar R$ 242 no Pix no Mercado Livre. Integrado com o Galaxy AI, possui função de Intérprete em Tempo Real para permitir a comunicação em outro idioma. Além disso, a autonomia de até 35 horas com ANC desativado impressiona.
O fone de ouvido over-ear QCY H3 Pro está disponível por R$ 359,10 no Pix com o cupom ABRIL5 no Magazine Luiza. O valor é um pouco abaixo ao praticado pela loja oficial. O modelo apresenta ficha técnica interessante com drivers potentes de 40 mm, três níveis de ANC e conexão multiponto que permite parear com dois dispositivos simultaneamente.
O JBL Tune 520BT é uma boa opção de fone on-ear com boa relação custo-benefício. O dispositivo está à venda em oferta no Magazine Luiza por R$ 196 no Pix. Os destaques são a tecnologia JBL Pure Bass no qual entregam graves bem profundos e a autonomia extensa de até 57 horas. O design dobrável também facilita o transporte em mochilas ou bolsas médias.
O JBL Wave Buds 2 é outra opção de custo-benefício pelo que entrega. Uma das funções principais, o Smart Ambient possibilita controlar o nível de vedação para abafar os ruídos externos indesejados. Além disso, o Bluetooth 5.3 entrega boa estabilidade de conexão ao smartphone. O dispositivo sai por R$ 244 em até 8x sem juros na Amazon.
Assim como o Wave Buds 2, o JBL Wave Beam 2 é um fone de entrada que no geral entrega uma boa proposta. O gadget também possui a função Smart Ambient para vedar sons externos e conexão multiponto que permite pareamento com dois dispositivos simultâneos. O fone de ouvido sai com 31% de desconto, por R$ 255 em até 8x sem juros na Amazon.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Dia das Mães 2026: fones de ouvido a partir de R$ 192 para presentear
freeclassificados Criptomoedas 23 de abril de 2026
Some Rednote users have reported that their accounts were automatically converted from the Chinese to the international version of the website recently. One American user, who asked to remain anonymous to avoid being punished by the platform, shared a screenshot with WIRED showing that when he logged into the platform in April, a banner appeared that read “Your account is a rednote account. We have automatically redirected you to rednote.com.”
The user says he registered his account with a Chinese phone number years ago, but suspects his account was converted because of using a non-Chinese IP address. “I have never posted from China. It’s always been in the United States. Obviously, in one glance, they can see this is an American posting in English,” he says.
After TikTok sidestepped a US shutdown by selling a majority stake in its American business, most of the “refugees” who had fled to Rednote went back to the video app or to other platforms. Those who stayed often did so because they value reading about and talking directly with Chinese people living in China. They now worry that a corporate split could destroy what had been one of the strongest bridges between the Chinese internet and the wider world.
Jerry Liu, a Vancouver-based TikTok influencer known for sharing funny content about Rednote itself, said in a November video that he was told by staff at the company’s Shanghai office that international users should expect to see less Chinese content and more North American content in the future. “I feel frustrated. I think it’s just gonna be less fun,” he said in the video.
Rednote had tried the TikTok localization playbook before—it launched a slew of regionally focused apps roughly three years ago with names like Uniik, Spark, Catalog, Takib, habU, and S’More that each catered to specific countries outside China, but they failed to catch on. The effort could have been a lesson for the company about the value of its massive Chinese content ecosystem to people in other countries, but as is often the case, regulatory and political considerations appear to have taken priority.
“I don’t want to see Americans talking about Coachella. I did that on Instagram, I didn’t join Xiaohongshu to see Instagram,” says the American user who was recently redirected to Rednote.
As Rednote goes global, the company is no doubt looking to Chinese predecessors like WeChat and TikTok for ideas about how to navigate the minefield of content moderation and data privacy. So far, its approach looks to more closely resemble that of WeChat.
For over a decade, WeChat has sorted users based largely on one criterion: whether they used a Chinese or a foreign number to sign up. That has allowed users to cross Tencent’s digital border by unlinking and relinking their WeChat accounts to different mobile numbers.
Jeffrey Knockel, an assistant professor of computer science at Bowdoin College, found that Tencent censors content on WeChat and Weixin differently, even though the two platforms are integrated with one another and users can communicate across them. He says Chinese users are subject to a real-time keyword-matching filter to censor politically sensitive speech, but “if you registered for WeChat using a Canadian or an American phone number, your messages aren’t necessarily under that kind of censorship.”
Knockel says WeChat’s blended content moderation approach may have made some people wary about using the app. “Users are generally distrustful of the platform. They don’t know if they’re being watched and censored,” he says. As Rednote moves in a similar direction, it will be worth watching whether international audiences end up having similar misgivings.
This is an edition of Zeyi Yang and Louise Matsakis’ Made in China newsletter. Read previous newsletters here.
Fonte das informações: Cointelegraph
freeclassificados Criptomoedas 23 de abril de 2026
O comediante indiano Rishi Budhrani compartilhou nas redes sociais um episódio curioso no Aeroporto de Changi, em Singapura. Seu vídeo, que viralizou, mostra duas cadeiras de rodas autônomas entrando em um impasse sem conseguir seguir caminho.
Os dispositivos pedem (educadamente) “por favor, saia do caminho”, programados para interação com pessoas, mas que não funcionou ao identificar outro robô como obstáculo.
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O momento chamou atenção justamente pela simplicidade da situação, que acabou confundindo o sistema. Cadeiras de rodas autônomas como essas utilizam sensores e algoritmos de navegação para se locomover de forma independente, desviando de pessoas e objetos.
Mas não pareciam estar programados para interpretar a presença de outro equipamento idêntico em uma situação de bloqueio mútuo.
Apesar do impasse, o problema foi resolvido após alguns segundos, quando uma das cadeiras ajustou sua rota e abriu passagem. Pelo visto, a ausência de intervenção humana ainda pode gerar situações inesperadas, mesmo em tecnologias avançadas.
A internet reagiu com bom humor, com comparações a disputas de trânsito e até conflitos geopolíticos. A própria administração do aeroporto entrou na brincadeira, sugerindo que as máquinas apenas precisavam de tempo para “resolver a situação”.
 1x, https://tm.ibxk.com.br/2026/04/23/cadeira_de_rodas_autonomas_viral_jpg_8134a1a913.jpg?ims=600x0/filters:quality(70) 1.5x, https://tm.ibxk.com.br/2026/04/23/cadeira_de_rodas_autonomas_viral_jpg_8134a1a913.jpg?ims=800x0/filters:quality(70) 2x, https://tm.ibxk.com.br/2026/04/23/cadeira_de_rodas_autonomas_viral_jpg_8134a1a913.jpg?ims=1200x0/filters:quality(70) 3x)
Situações simples para humanos, como dar passagem a alguém numa calçada, podem se tornar complexas para sistemas automatizados, especialmente quando fogem dos cenários previstos na programação.
Curte curiosidades e vídeos engraçados assim? Continue conosco no site do TecMundo, por aqui você encontra mais histórias, análises, notícias e muito mais!
Fonte das informações: Cointelegraph
freeclassificados Criptomoedas 23 de abril de 2026
Se você está de olho em um smartphone novo, o momento é agora. Reunimos 8 ofertas de celulares top de linha com descontos que chegam a 60%, incluindo modelos das marcas Apple, Samsung e Huawei. Há opções que vão do iPhone 17 Pro Max ao inédito Huawei Mate XT com tela tripla dobrável, cobrindo diferentes perfis de quem busca o melhor do mercado.
A seguir, você confere os melhores smartphones premium em promoção no momento, com preços, descontos e principais especificações de cada modelo. Aproveite para escolher o aparelho ideal para o seu uso e para o seu bolso.

O iPhone 17 Pro Max chega com chip A19 Pro, câmera com zoom aprimorado, tela ProMotion de 120Hz e bateria com maior autonomia. É o topo de linha da Apple lançado em 2025, com acabamento premium em titânio.


O Galaxy S26 Ultra traz o processador mais recente da linha, câmera de 200MP com inteligência artificial avançada, S Pen integrada e tela Dynamic AMOLED de 6,9 polegadas. É um dos melhores Androids disponíveis no mercado atual.


O iPhone 17 Pro foi lançado em 2025 com chip A19 Pro, sistema de câmeras triplas com melhorias significativas em fotografia noturna e gravação em 4K ProRes. Uma excelente opção para quem quer o melhor da Apple sem partir para o modelo Max.


O Galaxy Z Fold 7 é o dobrável mais recente da Samsung, com tela interna de 7,6 polegadas, design mais fino e leve em relação às gerações anteriores, além de recursos aprimorados de multitarefa com inteligência artificial.


O Galaxy S25 Ultra foi lançado em 2025 com chip Snapdragon 8 Elite, câmera de 200MP, S Pen integrada e bateria de 5.000mAh. É um dos smartphones Android mais completos do mercado, agora com desconto expressivo.


O iPhone 16 Pro Max traz chip A18 Pro, câmera de 48MP com zoom óptico de 5x, tela de 6,9 polegadas com ProMotion e suporte ao Apple Intelligence. Ainda é uma das melhores escolhas para quem busca um iPhone robusto com ótimo custo-benefício.


O Huawei Mate XT Ultimate Design é o primeiro smartphone dobrável triplo do mundo, com tela que se expande até 10,2 polegadas. Lançado como símbolo de engenharia de ponta, combina design exclusivo com especificações de alto nível — e está com o maior desconto desta lista.


O Huawei Pura 80 Ultra chega com foco em fotografia avançada, trazendo sensor de grande abertura, zoom periscópico e processamento de imagem potencializado por IA. É uma alternativa sofisticada para quem quer fugir dos modelos mais comuns do mercado.

Antes de fechar a compra, vale avaliar alguns pontos importantes. O sistema operacional é o primeiro deles: iOS oferece integração perfeita com o ecossistema Apple (Mac, iPad, Apple Watch) e atualizações por mais tempo, enquanto Android traz mais flexibilidade, personalização e variedade de preços. A câmera é outro ponto decisivo — modelos como Galaxy S26 Ultra e Pura 80 Ultra se destacam em fotografia, enquanto iPhones lideram em gravação de vídeo. Vale observar também o armazenamento interno (256GB é o mínimo recomendado para modelos premium), a autonomia da bateria, a presença de recursos de IA (Apple Intelligence, Galaxy AI, Huawei IA) e, para quem quer algo diferente, os formatos dobráveis como o Galaxy Z Fold 7 e o Huawei Mate XT.
Vale, especialmente para quem usa o celular de forma intensa — fotografia, vídeo, jogos e produtividade. Os topos de linha atuais oferecem atualizações de software por 5 a 7 anos (no caso da Apple e da Samsung), o que dilui o investimento inicial. Para uso básico, modelos intermediários já atendem bem.
Depende do perfil. O iPhone é ideal para quem já usa outros dispositivos Apple, prioriza privacidade, longevidade de atualizações e qualidade constante em vídeo. Já o Android (Samsung, Huawei, Xiaomi) oferece mais opções de preço, personalização, telas dobráveis e câmeras com zoom mais avançado. Ambos entregam excelente experiência no topo de linha.
Na lista atual, Samsung Galaxy S26 Ultra (200MP com IA), Huawei Pura 80 Ultra (sensor de grande abertura e zoom periscópico) e iPhone 17 Pro Max (destaque em vídeo e fotografia computacional) são as três referências. A Samsung e a Huawei lideram em zoom óptico, enquanto a Apple se mantém à frente em gravação de vídeo profissional.
Os dobráveis evoluíram muito e já são opções maduras no topo de linha. O Galaxy Z Fold 7 é mais fino e leve que as gerações anteriores, resolvendo reclamações antigas sobre peso e espessura. Já o Huawei Mate XT, como primeiro dobrável triplo do mundo, é mais voltado a entusiastas. Valem a pena para quem usa o celular para produtividade e consumo de mídia, mas ainda têm preço elevado.
A principal diferença está no tamanho da tela (6,3″ no Pro e 6,9″ no Pro Max) e na bateria, maior no modelo Max. Ambos compartilham o chip A19 Pro, o sistema de câmeras triplas e o mesmo acabamento em titânio. O Pro Max é indicado para quem prioriza tela grande e autonomia; o Pro, para quem prefere um aparelho mais compacto com o mesmo desempenho.
Smartphones Huawei lançados a partir de 2019 não vêm com os serviços Google (Play Store, Gmail, YouTube) pré-instalados devido a restrições comerciais dos EUA. A Huawei oferece o próprio ecossistema (AppGallery e HMS), que cobre boa parte dos apps populares no Brasil. É possível instalar muitos apps do Google de forma alternativa, mas o processo exige mais conhecimento técnico.
Para um top de linha, o ideal é começar em 256GB, especialmente se você grava vídeos em alta resolução ou faz muitas fotos. Para quem usa apps pesados, joga bastante ou armazena muita mídia localmente, 512GB ou 1TB são recomendados. Vale lembrar que iPhones não têm entrada para cartão de memória, e os topos de linha Samsung também não — o armazenamento escolhido na compra é definitivo.
Os preços e a disponibilidade dos produtos mudam com frequência, então não deixe para depois. Acesse os links, compare os modelos e aproveite os descontos enquanto eles ainda estão disponíveis.
Aviso: este artigo contém um ou mais links gerados a partir de um programa de afiliados. O valor não muda para você e o Olhar Digital poderá receber uma comissão. Nenhuma empresa participou da escolha para os links e não existiu aprovação prévia deste conteúdo, que segue independente como sempre foi.
Fonte das informações: Cointelegraph
freeclassificados Marketing Digital 22 de abril de 2026

A nova Siri com Gemini deve chegar ainda em 2026, segundo o chefe do Google Cloud, Thomas Kurian. Ele falou sobre a iniciativa nesta quarta-feira (22/04), durante a conferência Google Cloud Next 2026, em Las Vegas.
De acordo com o portal MacRumors, o executivo confirmou que os modelos da empresa servirão de base para “futuras funcionalidades da Apple Intelligence, incluindo uma Siri mais personalizada que será lançada ainda este ano”.
A IA do Google será o o motor da nova assistente virtual da Apple, repaginada para receber funções baseadas em inteligência artificial. A confirmação reforça o compromisso da dona do iPhone de lançar os novos recursos após uma série de ajustes no cronograma. Segundo rumores, o acordo deve custar à gigante de Cupertino cerca de US$ 1 bilhão (R$ 4,9 bilhões) por ano.

O caminho para a chegada da Siri inteligente tem sido marcado por adiamentos internos. A Apple adiou a estreia da nova versão da assistente, pela primeira vez, em março de 2025. Na época, ela prometia o lançamento no ano seguinte, e reiterou ao longo do ano que a atualização seria entregue em algum momento de 2026.
Esperava-se que a empresa demonstraria a tecnologia em fevereiro deste ano, mas um novo sinal de adiamento ocorreu no mesmo mês, segundo apuração da Bloomberg. Ainda assim, a Apple confirmou que o projeto continuava previsto para este ano.
A dificuldade para que a tecnologia finalmente veja a luz do dia já balançou cargos dentro da companhia. Os atrasos minaram a confiança do ex-CEO, Tim Cook, no então chefe de IA da companhia, John Giannandrea, que deixou a Apple neste ano.
A grande mudança deve ocorrer na capacidade da assistente de manter diálogos contínuos e contextuais, de forma mais próxima à experiência oferecida por chatbots. O novo sistema deve permitir a interação mais profunda com apps nativos do ecossistema da Apple, como Mail, Música, Fotos e até o ambiente de desenvolvimento Xcode.
Entre as funcionalidades previstas estão análise e resumo de documentos enviados pelo usuário, edição de imagens por comandos de voz — como recortes e ajustes de cor — e localização e cruzamento de informações entre diferentes fontes.

A implementação envolverá uma integração profunda entre as infraestruturas das duas empresas. Por isso, de acordo com o MacRumors, a Apple solicitou que o Google investigasse a configuração de servidores dedicados dentro de seus centros de dados para lidar com o aumento massivo de tráfego esperado.
Ainda não há definição pública se os novos recursos rodarão sob o sistema de Computação em Nuvem Privada da Apple ou se utilizarão integralmente a infraestrutura do Google.
Além do aprimoramento por voz, informações de bastidores revelam que a Siri pode estrear como um aplicativo de chatbot independente no iPhone. Segundo a Bloomberg, a Apple já realiza testes com esse formato para oferecer uma experiência similar à de concorrentes como ChatGPT e o próprio Gemini.
O primeiro contato público com as novidades deve acontecer na Worldwide Developers Conference (WWDC). O evento está previsto para 8 de junho de 2026, data em que a Apple pode apresentar o iOS 27.
Google confirma: Siri com inteligência do Gemini chega ainda em 2026
freeclassificados Criptomoedas 20 de abril de 2026
Tim Cook is stepping down as the CEO of Apple and transitioning to a role as the company’s executive chairman, effective September 1, the company announced on Monday. John Ternus, Apple’s senior vice president of hardware engineering, will replace Cook as CEO.
Cook’s departure had been speculated upon in recent months, with Apple being perceived as lagging in AI developments in an era when every other Big Tech company has thrown significant resources and billions of dollars in capital expenditure at developing advanced AI.
Cook’s time as CEO of Apple will still be marked by tremendous growth for the company. When he took over as CEO, the company’s market capitalization was around $350 billion; it is now north of $4 trillion. Some of the projects developed under Cook, such as Apple’s self-driving car, failed to gain traction and were ultimately shuttered. At the same time, Apple’s accessories unit, which include the best-selling Apple Watch and AirPods, and its services business, which keeps consumers locked into Apple hardware, were advanced during Cook’s tenure.
Cook first joined Apple in 1998, hired directly by Steve Jobs to be the company’s head of global operations. The now-65-year-old maintained a close working relationship and friendship with Jobs, and when the latter stepped down in August 2011—and passed away two months afterwards—Cook was the natural successor.
Ternus, 50, has worked for Apple since 2001 and served as senior vice president of hardware engineering for the past several years, reporting directly to Cook with increasing responsibility. When he takes over as CEO, he will also join Apple’s board of directors.
In a statement, Cook said “Ternus has the mind of an engineer, the soul of an innovator, and the heart to lead with integrity and with honor.”
This is a developing story. Please check back for updates.
Fonte das informações: Cointelegraph
freeclassificados Marketing Digital 20 de abril de 2026

É oficial: Tim Cook não será mais o CEO da Apple. Em 1º de setembro de 2026, o cargo será ocupado por John Ternus, atual vice-presidente sênior de Engenharia de Hardware.
Cook passará a atuar como presidente executivo do conselho, após meses de especulação sobre a troca na chefia. A transição foi aprovada por unanimidade pelo próprio conselho e faz parte de um plano de sucessão de longo prazo.
Até a mudança, Cook seguirá no cargo e trabalhará diretamente com Ternus para conduzir a passagem de bastão.
Ternus está na Apple há mais de duas décadas e lidera o desenvolvimento de hardware da empresa. Ele participou de projetos centrais como iPhone, Mac e AirPods, além de ter ganhado protagonismo recente com a evolução dos chips próprios e novos dispositivos.
Matéria em atualização…
O Tecnoblog está trabalhando nesta notícia. Atualize a página em alguns minutos para mais informações.
John Ternus será o novo CEO da Apple; Tim Cook assume cargo executivo
freeclassificados Criptomoedas 20 de abril de 2026
A criptomoeda Ronaldinho Coin ($STAR10) registrou uma valorização notável próximo ao lançamento da série documental sobre o craque na Netflix. Lançado em março de 2025, o criptoativo havia perdido 80% do seu valor original após suspeitas de manipulação — e o documentário parece ter reaquecido temporariamente o interesse pelo ativo.
A valorização começou em 14 de abril, dias antes do lançamento da produção. O criptoativo teve nova alta no dia 16, data de estreia do documentário na plataforma. Ainda assim, o valor atual segue como uma fração do preço original. Logo após o pico, a moeda voltou a cair.
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Nessa leve valorização, o valor mais alto da $STAR10 foi R$ 0,0004484. No momento da elaboração desta matéria, o criptoativo custa cerca de R$ 0,000410. O pico histórico da moeda, porém, é de R$ 1,997.
A Ronaldinho Coin foi lançada em março de 2025, anunciada pelo perfil oficial do jogador no X. Na publicação, Ronaldinho prometia aos compradores “experiências exclusivas, benefícios reais, colecionáveis assinados e um agente de IA” — características que se assemelham às das memecoins, criptoativos inspirados em memes de internet.
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Pouco após o lançamento, foi descoberta uma falha de segurança que permitia que os fundadores do projeto “queimassem” qualquer token sem aviso prévio. O fundador da Binance, Changpeng Zhao, alertou publicamente sobre o risco e recomendou cautela com a $STAR10. A moeda perdeu 80% do valor em seguida. A falha foi corrigida, mas não foi suficiente para reverter o estrago.
Não foi a primeira incursão de Ronaldinho Gaúcho no mercado de criptoativos. Em 2019, ele tentou lançar a Ronaldinho Soccer Coin (RSC), que também fracassou.
A minissérie Ronaldinho Gaúcho estreou na Netflix em 16 de abril. A produção conta a trajetória do craque desde o Grêmio até seu ápice no futebol mundial.
O documentário, porém, deixa de lado capítulos polêmicos da vida do jogador, como seus projetos em criptomoedas e os detalhes de sua prisão no Paraguai.
Naturalmente, considerando a baixa adesão e imprevisibilidade acerca da $STAR10 e de outras memecoins, elas não devem ser vistas como oportunidades de investimento confiáveis.
Quer ficar por dentro das novidades do mundo da tecnologia? Acesse o TecMundo e acompanhe as últimas notícias sobre criptomoedas, streaming e muito mais.
Fonte das informações: Cointelegraph
freeclassificados Criptomoedas 20 de abril de 2026
Recentemente, o jornal Earth divulgou que novas análises do asteróide Bennu detectaram que a água esteve presente no objeto espacial, porém, por canais estreitos, o que dividiu o seu material em diferentes zonas químicas. O principal autor da pesquisa, que compartilha esses achados, é Mehmet Yesiltas. Você pode ler o estudo na íntegra clicando aqui.
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O resultado deste estudo é importante porque auxilia os cientistas a entenderem como as regiões mais frágeis (à base de carbono) desse objeto conseguiram sobreviver, enquanto outras desenvolveram minerais ainda mais resistentes. Além de demonstrar que a água passou pelo objeto, o estudo também indica que o asteroide produziu minerais.
Esse comportamento indica que o asteroide não evoluiu de maneira uniforme, mas sim que suas diferentes regiões foram expostas a ambientes e processos variados ao longo do tempo.
Enquanto algumas áreas mantiveram substâncias mais sensíveis, outras sofreram alterações que resultaram na formação de novos minerais. Essa diversidade de registros permite aos cientistas compreender com mais precisão a trajetória e as transformações desse corpo celeste ao longo de sua história.

Mehmet Yesiltas é o principal pesquisador que analisou as amostras obtidas do asteroide. Dentre as análises, comparam o padrão de divisão deixado pela água quando alterou algumas áreas e deixou outras praticamente intocadas.
Ao analisar o fragmento, os pesquisadores identificaram três áreas bem definidas, em vez de uma mistura homogênea de rochas e material carbonáceo.
Uma dessas regiões era composta por cadeias simples de carbono. Outra apresentava grande quantidade de minerais que se formaram na presença de água, indicando uma antiga interação com esse líquido.
Já a terceira área preservou um tipo específico de material rico em carbono que costuma se degradar quando exposto à água por longos períodos.
Como essas regiões praticamente não se misturavam, o fragmento acabou registrando etapas diferentes de sua história, em vez de um único processo contínuo e homogêneo.
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Um dos indícios mais evidentes surgiu a partir de compostos contendo enxofre, que foram encontrados quase exclusivamente nas regiões dominadas por minerais. Nesses pontos, houve atuação de água em algum momento do passado, que dissolveu substâncias e redistribuiu elementos antes de deixar depósitos químicos no local.
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Já em outras áreas, a composição original permaneceu praticamente intacta, sugerindo que o contato com a água foi inexistente ou tão fraco que não provocou alterações significativas.
Esse contraste permite entender que um único grão pode preservar, ao mesmo tempo, registros de formação mineral e assinaturas químicas extremamente sensíveis, lado a lado, como capítulos diferentes de uma mesma história.
A preservação desses materiais pode ser o aspecto mais impressionante do estudo, já que compostos químicos delicados e ricos em nitrogênio normalmente se degradam quando expostos por longos períodos à água líquida.
Segundo Yesiltas, essas descobertas têm implicações relevantes para a ciência planetária e para a astrobiologia.
A manutenção dessas assinaturas químicas sugere que pequenos corpos celestes podem ter atuado como veículos de transporte de ingredientes essenciais pelo Sistema Solar, levando esses materiais a outros ambientes sem que fossem completamente destruídos no caminho.
Wagner Edwards
Wagner Edwards é Bacharel em Jornalismo e atua como Analista de SEO e de Conteúdo no Olhar Digital. Possui experiência, também, na redação, edição e produção de textos para notícias e reportagens.
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Fonte das informações: Cointelegraph
freeclassificados Marketing Digital 18 de abril de 2026

O Find X9 Pro é a aposta da marca chinesa Oppo para o segmento ultra-premium no Brasil. O smartphone é o primeiro flagship da empresa lançado oficialmente por aqui, e chega por R$ 11.999 para disputar mercado com Apple, Samsung e Xiaomi.
O grande chamariz é o conjunto de câmeras com recursos profissionais e assinatura Hassenblad, que superou o S26 Ultra e o Xiaomi 17 Ultra no ranking do DXOMark.
Mas pude notar que o Find X9 Pro é bem mais que um cameraphone, se destacando no desempenho, bateria, design e otimização da interface.
Eu usei o Oppo Find X9 Pro como meu celular principal por 10 dias, e conto todos os prós e contras do aparelho neste review completo, a seguir.
O Tecnoblog é um veículo jornalístico independente que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises não têm intenção publicitária, por isso ressaltam os pontos positivos e negativos de cada produto. Nenhuma empresa pagou, revisou ou teve acesso antecipado a este conteúdo.
O Find X9 Pro foi cedido por empréstimo pela Oppo e será devolvido após os testes. Para mais informações, acesse a nossa Política Editorial.
A Oppo entrega uma experiência bastante completa para quem compra o Find X9 Pro. Ao abrir a caixa, além do aparelho, você encontra o guia rápido do telefone, uma capinha de silicone e a chave extratora da bandeja de chip.
Mas o destaque mesmo vai para o carregador de 80 W com cabo USB-A/USB-C, que também acompanha o produto.
O Oppo Find X9 Pro é um smartphone que passa sensação premium já na primeira olhada. A unidade que eu testei é na cor titânio grafite, um tom sóbrio entre o marrom e o cinza, mas ele também está disponível na cor branca.
A traseira do smartphone é revestida por vidro, e conta com proteção contra marcas de dedos. O material tem toque aveludado e possibilita uma pegada firme, nada escorregadia, o que é bom para quem não curte usar capinha, como eu.
A marca Oppo também aparece na parte de trás do celular, em um leve relevo, bem como o “H” de Hasselblad que fica junto às câmeras.

E por falar no módulo de câmeras, apesar de saltado, ele não prejudica a estabilidade do aparelho quando apoiado sobre uma superfície plana, como uma mesa. Esse foi um ponto negativo do S26 Ultra, por exemplo, e não se repete aqui.
Nas laterais, há uma moldura em alumínio. Na direita ficam os botões físicos de Liga/Desliga, volume e um botão deslizante dedicado à câmera, que a ativa com dois toques rápidos, funciona como controle de zoom e permite disparar o obturador.
Já na esquerda, temos a Snap Key, que pode ser mapeada para acionar diversas funções, algo semelhante ao Botão de Ação dos iPhones. Você pode usar essa tecla para alterar o modo de toque para silencioso ou vibração, para ativar ou desativar o Não Perturbe, ligar ou desligar a lanterna e por aí vai.

O Find X9 Pro tem certificação IP68/IP69 contra água e poeira, que em condições de laboratório permite submersão em água doce até 1,5 m por 30 minutos e também protege o celular contra jatos de água de alta pressão.
Na parte frontal, o smartphone conta com proteção Gorilla Glass Victus 2, resistente a quedas e riscos. Nesse quesito, vale ressaltar que a Corning trabalha com proteções mais avançadas para a Samsung (Gorilla Armor) e Apple (Ceramic Shield).
A tela LTPO AMOLED do Oppo Find X9 Pro me agradou bastante pelo tamanho, cores e brilho. O display de 6,78 polegadas tem bordas extremamente finas, de apenas 1,15 mm, que contribuem para a sensação de imersão no conteúdo e para a ergonomia ao utilizar o aparelho com só uma mão.
A taxa de atualização é de 120 Hz, que proporciona sensação de fluidez gráfica, algo que é acentuado pela otimização de animações do sistema ColorOS.

Além disso, o painel tem suporte a Dolby Vision e HDR10+, garantindo maior alcance de brilho, contraste refinado e cores mais fiéis em conteúdos compatíveis.
E por falar em cores, esse é um painel de 10 bits — isto é, 1.07 bilhão de cores — em comparação, o S26 Ultra traz uma tela 8-bit.
O smartphone tem brilho típico de 800 nits, e chega a 1800 nits no modo de alto brilho (HBM), garantindo boa visibilidade mesmo quando você usa o celular sob o sol forte, o que eu pude comprovar durante os testes. Já o brilho máximo em pico é de 3.600 nits, para conteúdos HDR, por exemplo, melhorando o contraste e destacando áreas iluminadas da imagem.

Além disso, a Oppo utiliza um display com PWM de 2160 Hz, o que ajuda a reduzir a cintilação e pode proporcionar mais conforto visual, especialmente em ambientes com brilho baixo.
E não podemos esquecer do sensor de digitais que fica abaixo do display. Ele é bastante rápido no desbloqueio, entregando boa sensibilidade até mesmo quando as mãos estão molhadas.
O áudio foi um dos poucos pontos baixos da minha experiência com o Oppo Find X9 Pro. Durante os testes, pude comparar o smartphone ao Galaxy S26 Ultra, e a diferença é significativa, com pontos para a Samsung.
Com dois alto-falantes estéreo, um na parte superior e outro na parte inferior do aparelho, o Find X9 Pro peca em graves e médios, entregando som agudizado, apesar do volume alto.
Em séries e filmes, esse problema não é tão evidente a ponto de comprometer a experiência. No entanto, em músicas onde os graves são mais presentes, é bastante perceptível a carência de um som mais encorpado.
As câmeras do Oppo Find X9 Pro são realmente excelentes, não à toa o smartphone está à frente do S26 Ultra e Xiaomi 17 Ultra no ranking do DXOMark. O conjunto conta com assinatura da Hasselblad e entrega as seguintes especificações:
Já na parte frontal, temos outra câmera com sensor de 50 megapixels, mas com abertura de lente f/2.0 e ângulo de visão de 90º.
Não posso deixar de ressaltar também o software de câmera do Find X9 Pro que traz um universo de possibilidades para entusiastas de fotografia: desde o modo mestre, que permite personalizar parâmetros como exposição, balanço de branco e ISO, até o vídeo profissional, que permite gravar em LOG para obter um material bruto visualmente sem perdas.

As imagens capturadas com o Oppo Find X9 Pro são ricas em detalhes, preservando texturas, sombras e cores. E, apesar do excelente time de lentes e sensores, é possível ver o pós-processamento trabalhando firme por aqui.
Para usuários comuns, que não estão afim de explorar muita coisa, o modo foto identifica automaticamente a cena para indicar o modo macro, e as opções de troca de lente são intuitivas, e a Oppo também traz o Modo Retrato convencional, que desfoca o fundo da imagem facilmente.
Veja alguns resultados que eu consegui a seguir:










O Find X9 Pro faz vídeos em até 4K a 120 fps / 60 fps / 30 fps com a câmera traseira. Ele oferece zoom óptico de até 3x e digital de 18x.
O modo ultra-estável funciona bem quando a iluminação ajuda, mas ele não traz o bloqueio horizontal, como vemos em aparelhos da Samsung e Motorola.
À noite, o nível de ruído é bem controlado, e as cores me impressionaram por continuarem vibrantes. A lente principal consegue entregar um bom nível de detalhes e maior estabilidade, enquanto a ultrawide sofre um pouco para focar em objetos que se movem em cena e acaba trepidando com qualquer movimento.
A câmera de selfies faz vídeos em 4K a 60 fps, que entregam cores bastante fiéis à realidade.
A Oppo também apresentou o kit teleconversor Hasselblad, que permite adicionar uma extensão à câmera periscópica do Find X9 Pro. Com o acessório, que é acoplado a uma capinha magnética, a distância focal passa a 230 mm, e é possível chegar zoom óptico de 10x.
Para usar, você precisa acessar as configurações de câmera do Find X9 Pro e escolher o modo Teleconversor Hasselblad.

É algo essencial? Definitivamente, não. Mas para amantes de fotografia, é um souvenir interessante, que pode agregar em fotos de objetos distantes ao ar livre.
Um ponto negativo é que ao usar o acessório, você é condicionado ao modo automático, sem possibilidade de mudar o formato do arquivo para JPEG Max ou RAW.
Vale ressaltar que a Oppo não tem previsão para vender o kit teleconversor de forma oficial no mercado brasileiro. No entanto, você o encontra para importação em plataformas como eBay e AliExpress por a partir de R$ 1.300.
Um dos pontos que mais me agradou no Oppo Find X9 Pro foi o ColorOS 16, baseado no Android 16. O sistema que vem embarcado no smartphone é bem otimizado, altamente personalizável e entrega uma experiência fluida, com animações e transições suaves, algo bem próxima ao que eu tenho no dia a dia com meu iPhone.
Arrisco dizer que a interface personalizada da Oppo é mais fluida que a popular One UI 8.5, presente nos celulares Galaxy — pelo menos essa é a sensação ao utilizar ambas ao mesmo tempo — apesar da Samsung ganhar em consistência/recursos de uma forma mais ampla.

Por falar em recursos, o ColorOS também traz IA integrada, e é possível encontrá-la em diversas partes do sistema, como na galeria de fotos, no próprio processamento das imagens durante a captura e no gravador de voz, que reconhece a fala e é capaz de gerar títulos e resumos automaticamente.
Um destaque de IA é o recurso AI Mind Space, uma espécie de segundo cérbero que captura, organiza e transforma informações do seu dia a dia em memórias estruturadas e acionáveis.
A Oppo promete cinco anos de atualização de versão do Android, o que não é pouco, mas é menos que as concorrentes Samsung e Motorola em seus respectivos smartphones topo de linha de 2026.
Assim como a linha Galaxy S26, o Oppo Find X9 Pro é um dos primeiros smartphones a receber a integração do Quick Share com AirDrop da Apple, para transferência de arquivos. Entretanto, até o final dos meus testes, a função não tinha sido disponibilizada no Brasil.
Esse poderia ser um contra, mas não foi, pois a Oppo já conta com um sistema de transferência bastante eficiente chamado O+Connect, que permite conectar o celular a um Mac ou iPhone, desde que este também tenha o software instalado. Desse modo, é bem mais fácil trabalhar com envio de fotos, vídeos e documentos.
O Oppo Find X9 Pro vem equipado com o processador MediaTek Dimensity 9500, um chip topo de linha fabricado em litografia de 3 nm, que trabalha em conjunto com 16 GB de memória RAM. Já o armazenamento é de 512 GB no padrão UFS 4.1, o mais moderno disponível em smartphones até a publicação desse review. O resultado é uma performance fluida, sem o menor sinal de engasgo, e um ótimo gerenciamento de energia.
Todas as funções rodam de forma satisfatória, inclusive as mais complexas, multi-tarefas e que exigem maior poder gráfico, como jogos e edição de vídeo.

Em meus testes, usei o Oppo Find X9 Pro para rodar os jogos Genshin Impact e Call of Duty: Mobile por, em média, meia hora, e o celular conseguiu executar tudo no máximo, sem queda de fps ou superaquecimento. O único momento em que o celular esquentou um pouquinho mais foi ao fazer o download de recursos para os jogos, chegando a 48ºC (CPU). Durante o carregamento, a temperatura máxima da bateria foi 38ºC.
No Geekbench 6, o celular da Oppo chegou a 2602 no teste single-core e 7451 em multi-core. Já o teste de GPU resultou em 24454 pontos. Para fins de comparação, o Galaxy S26 Ultra com Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy fez 3592 em single-core e 10964 em multi-core, além de 24715 em GPU OpenCL.

Em bateria, o Oppo Find X9 Pro é um dos grandes destaques do modelo. O componente é feito em silício-carbono e tem capacidade para 7.500 mAh — número que chama a atenção, e isso sem comprometer a espessura do aparelho.
Durante os testes do Tecnoblog, a duração média da bateria foi de 40 horas e 20 minutos. Praticamente 2 dias longe das tomadas, sem preocupações, em uso real, combinando tela ligada e períodos de descanso. Nesse período, usei o que mais usei foi Instagram, WhatsApp, câmeras, Spotify, Netflix, além de apps de produtividade, como Notion e Clickup.

Na recarga, o carregador de 80 W que acompanha a caixa do produto enche o tanque em 1 hora e 45 minutos. O carregamento com tecnologia SUPERVOOC é especialmente interessante para quando precisamos daquele fôlego extra em períodos curtos de recarga, indo de 18% a 54% em apenas 25 minutos.
O Oppo Find X9 Pro tem praticamente tudo o que é esperado de um smartphone topo de linha em termos de conectividade, incluindo tecnologias com os padrões mais recentes, ágeis e estáveis. A ficha técnica inclui Bluetooth 6.0, Wi-Fi 7, 5G e e-SIM.
Também estão presentes NFC, para pagamento por aproximação, e sensor infravermelho, que permite usar o celular como controle remoto.
O aparelho só não é nota 10 nesse quesito porque não traz a tecnologia ultra wideband (UWB) para rastrear objetos com precisão como os concorrentes da Apple e Samsung.
O Oppo Find X9 Pro é um smartphone excelente, com câmeras avançadas, bateria de longa duração, sistema bem otimizado e com processador de alto desempenho. Dito isso, recomendá-lo deveria ser uma tarefa fácil, certo?
Errado: o preço dificulta um pouco as coisas. Por R$ 11.999, é complicado apostar em um grande sucesso do aparelho no Brasil, ainda mais em um mercado dominado por Apple e Samsung.
Como esse é o primeiro flagship da marca a chegar ao mercado nacional, ainda não sabemos como será a evolução de preços do smartphone por aqui — se teremos uma queda acentuada até o meio do ano ou na Black Friday, por exemplo.
De todo modo, se eu tivesse essa grana sobrando e fosse comprar um dos celulares Android vendidos oficialmente no país, essa provavelmente seria a minha escolha em 2026. E eu digo isso depois de testar o S26 Ultra, que é um concorrente de peso.
Se você busca um celular para fotos e vídeos profissionais, o Oppo Find X9 Pro é uma escolha acertada. Não só pelas câmeras, mas pela autonomia que ele entrega e pelo poder de fogo.
Mas e você, o que achou desse smartphone? Não esquece de deixar a sua opinião na Comunidade do Tecnoblog!
freeclassificados Criptomoedas 17 de abril de 2026
Kevin Weil, OpenAI’s former chief product officer who was recently tapped to build a new AI workspace for scientists, Prism, is leaving the company, WIRED has confirmed. Weil was previously an early executive leading product at Instagram.
“Today is my last day at OpenAI, as OpenAI for Science is being decentralized into other research teams,” Weil said in a social media post on Friday, shortly after WIRED reported his departure. “It’s been a mind-expanding two years, from Chief Product Officer to joining the research team and starting OpenAI for Science.”
OpenAI is also sunsetting Prism, which the company launched as a web app in January this year to give scientists a better way to work with AI. The company is folding the roughly 10-person team behind it under OpenAI’s head of Codex, Thibault Sottiaux, and aims to incorporate Prism’s capabilities into its desktop Codex app. An OpenAI spokesperson confirmed the changes, and tells WIRED this is part of the company’s effort to unify its business and product strategy. OpenAI has broader ambitions to turn Codex, its AI coding application, into an “everything app.”
Weil, who joined OpenAI in June 2024, announced last September that he would be starting a new initiative inside of the company called “OpenAI for Science.” Now, OpenAI is dispersing those employees throughout the company’s product, research, and infrastructure teams. An OpenAI spokesperson reiterated the company’s commitment to accelerating scientific discovery, and says it’s one of the clearest ways AI can benefit humanity. Earlier on Friday, the company announced a new series of AI models—GPT-Rosalind—built to help life sciences researchers work faster.
OpenAI is currently trying to refocus the company around a few key areas, such as enterprise offerings and coding, as the company faces increasing pressure from rivals like Anthropic and gears up to file for an IPO later this year. Last month, OpenAI’s CEO of AGI deployment Fidji Simo told staff that the company needs to simplify its product offerings. The push to divert resources to more consequential efforts resulted in OpenAI discontinuing its Sora video-generation app.
Unrelated to Weil’s news, two other executives announced that they were departing OpenAI on Friday. OpenAI’s chief technology officer of enterprise applications, Srinivas Narayanan, announced internally that he was leaving the company to spend time with his family. Narayanan had previously joined OpenAI as the company’s VP of engineering. And Bill Peebles, head of Sora, posted on X that he was done at OpenAI as well.
Weil, Peebles, and Narayanan’s exits are just the latest in a series of executive shakeups at OpenAI. The company recently announced a major reorganization of its executive team as Simo took a medical leave to focus on her health. In the same announcement, OpenAI said cofounder and president Greg Brockman would oversee the company’s products in the interim, and the company’s chief marketing officer, Kate Rouch, would take a leave of absence due to medical issues. Chief operating officer Brad Lightcap transitioned to a “special projects” role as part of the restructuring as well.
OpenAI CEO Sam Altman seemed to acknowledge the various upheavals in a recent blog post. “I am also very aware that OpenAI is now a major platform, not a scrappy startup, and we need to operate in a more predictable way now,” he wrote. “It has been an extremely intense, chaotic, and high-pressure few years.”
Fonte das informações: Cointelegraph
freeclassificados Criptomoedas 17 de abril de 2026
Quem quer dar os primeiros passos na impressão 3D — ou ampliar o parque de máquinas sem gastar muito — encontrou uma boa janela de oportunidade. A Creality Ender-3 V3 SE está com desconto expressivo no Mercado Livre, saindo por R$ 1.562,14 em vez dos R$ 2.499,00 originais. São R$ 936,86 a menos, o que representa 37% de economia.

A Ender-3 V3 SE é uma das versões mais acessíveis da linha V3 da Creality e trouxe melhorias relevantes em relação às gerações anteriores da família Ender-3. O modelo chegou com nivelamento automático de cama via sensor CR Touch, estrutura em formato CoreXZ que contribui para maior estabilidade durante a impressão e velocidade de impressão de até 250 mm/s — número considerável para uma máquina nessa faixa de preço. A interface é simples, com tela colorida touchscreen, o que facilita a operação mesmo para quem está começando.
Para quem busca uma impressora FDM confiável, com boa comunidade de suporte e compatibilidade ampla com filamentos padrão (PLA, PETG, TPU, entre outros), a Ender-3 V3 SE cumpre bem o papel. O desconto atual torna a proposta ainda mais interessante, especialmente considerando que modelos com recursos semelhantes costumam custar mais.

Impressora FDM com nivelamento automático, velocidade de até 250 mm/s, tela touchscreen e compatibilidade com diversos tipos de filamento. Boa opção para iniciantes e makers.
R$ 2.499,00 R$ 1.562,14 (-37% OFF)

O estoque em promoções como essa costuma ser limitado e os preços podem mudar a qualquer momento. Se a Ender-3 V3 SE está na sua lista de considerações, vale acessar a oferta agora para garantir o valor com desconto.
Aviso: este artigo contém um ou mais links gerados a partir de um programa de afiliados. O valor não muda para você e o Olhar Digital poderá receber uma comissão. Nenhuma empresa participou da escolha para os links e não existiu aprovação prévia deste conteúdo, que segue independente como sempre foi.
Fonte das informações: Cointelegraph
freeclassificados Criptomoedas 17 de abril de 2026
A Apple deve oferecer um controle mais refinado sobre o Liquid Glass no iOS 27, antecipou Mark Gurman, da Bloomberg. Em vez de duas opções fixas de transparência, o sistema passaria a contar com um controle deslizante para ajustar a translucidez na intensidade exata desejada pelo usuário.
No iOS 26, a Apple incluiu duas opções para ajustar a aparência do Liquid Glass: Limpo, com visual transparente, e Tingido, com fundo levemente colorido para favorecer o contraste. A escolha era refletida em todo o sistema operacional. No iOS 27, essas duas opções seriam substituídas por um controle deslizante, oferecendo ajuste mais granular sobre a translucidez da interface.
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 1x, https://tm.ibxk.com.br/2025/06/23/23170559195003.jpg?ims=600x0/filters:quality(70) 1.5x, https://tm.ibxk.com.br/2025/06/23/23170559195003.jpg?ims=800x0/filters:quality(70) 2x, https://tm.ibxk.com.br/2025/06/23/23170559195003.jpg?ims=1200x0/filters:quality(70) 3x)
Segundo Gurman, a Apple já implementou esse tipo de barra deslizante no relógio da tela de bloqueio, mas enfrentou dificuldades para estender a opção às demais áreas do sistema. Se os obstáculos forem superados, o controle refinado pode chegar ao iOS 27 como um recurso de personalização.
O iOS 27 não deve introduzir mudanças radicais na interface, mas deve representar uma evolução notável em relação ao iOS 26. Gurman descreve as alterações como incrementais e graduais.
Quando foi lançado, o Liquid Glass foi um dos aspectos mais debatidos do iOS 26: a linguagem de design, embora elegante, comprometia a legibilidade de conteúdos na tela. A Apple foi aperfeiçoando a aparência a cada atualização, mas ainda há espaço para melhorias.
O iOS 27 será apresentado na WWDC 2026, evento para desenvolvedores marcado para 8 de junho deste ano. A atualização deve ser um dos principais destaques da cerimônia de abertura — e o TecMundo vai cobrir tudo, como sempre.
Quer ficar por dentro das novidades do mundo da tecnologia? Acesse o TecMundo e acompanhe as últimas notícias sobre Apple, iOS e muito mais.
Fonte das informações: Cointelegraph
freeclassificados Marketing Digital 16 de abril de 2026

O qubit, ou bit quântico, é a unidade fundamental que define a computação quântica, superando a lógica binária tradicional. Diferente do bit comum, ele utiliza as leis da física subatômica para processar informações em escalas massivas.
Seu poder vem da superposição, que permite ao qubit assumir vários estados simultaneamente e testar diversas soluções em massa. Esse processo é potencializado pelo entrelaçamento, que conecta partículas para uma troca de dados instantânea e processamento paralelo.
Essa tecnologia é essencial para acelerar a descoberta de novos fármacos e otimizar sistemas logísticos globais complexos. Além disso, ela redefine os limites da Inteligência Artificial e desafia os padrões atuais de segurança e criptografia digital.
A seguir, conheça o conceito de qubits, como eles funcionam detalhadamente e os diferentes tipos existentes. Também saiba em quais áreas a tecnologia pode ser aplicada.
O qubit é a unidade básica da computação quântica que, diferente do bit clássico limitado a 0 ou 1, usa a superposição para processar múltiplos estados simultaneamente. Por meio do entrelaçamento, as unidades agem de forma conectada, resolvendo cálculos complexos com uma eficiência impossível para o hardware tradicional.
O termo “qubit” foi cunhado pelo físico Benjamin Schumacher em 1995, durante uma conversa com o também físico William Wootters. A expressão é uma abreviação de quantum bit (bit quântico, em português), unindo a lógica do dígito binário tradicional às propriedades da mecânica quântica.
Schumacher oficializou o conceito no artigo “Quantum Coding”, publicado ainda em 1995 sob a influência de seu mentor John Wheeler. O nome facilitou a compreensão da unidade básica de processamento, tornando-se o pilar central da computação quântica atual.

O qubit aproveita fenômenos como superposição e entrelaçamento para processar informações em múltiplos estados simultâneos. Essa lógica permite que computadores quânticos resolvam cálculos de otimização e química molecular em uma velocidade inalcançável para os sistemas binários tradicionais.
Sua aplicação é essencial no desenvolvimento de novos fármacos e na segurança digital, onde modelos baseados na Esfera de Bloch superam limites atuais. Ao simplificar a simulação de moléculas complexas, os qubits transformam problemas matemáticos antes impossíveis em soluções práticas e instantâneas para a indústria.
O qubit utiliza superposição quântica para representar múltiplos estados simultaneamente, diferente do bit comum, limitado apenas a 0 ou 1. Essa característica permite que máquinas processem volumes massivos de dados paralelamente, saltando etapas da computação tradicional.
O sistema ganha potência com o entrelaçamento quântico, fenômeno que conecta partículas para trabalharem em sincronia instantânea, mesmo distantes. Controlados por lasers ou micro-ondas, esses qubits formam uma rede ultraveloz capaz de resolver equações altamente complexas.
Na prática, o computador quântico usa interferências para anular respostas incorretas e amplificar a solução exata de forma estratégica. É como se a máquina explorasse todos os caminhos de um labirinto ao mesmo tempo, ignorando os becos sem saída.
Ao final, o estado quântico colapsa e entrega um resultado legível, convertido em bits comuns para o usuário. Essa tecnologia é a aposta para revolucionar a medicina e a segurança digital com cálculos até então impossíveis.

Os qubits são implementados em diversos sistemas físicos para codificar e manipular informações quânticas. Cada tipo aproveita diferentes propriedades quânticas com compensações em termos de escalabilidade, tempo de coerência e precisão de controle.

Os qubits aproveitam as leis da física subatômica para processar volumes massivos de dados simultaneamente. Na prática, essa tecnologia abre portas para avanços importantes:

O bit é a unidade básica da computação clássica, funcionando como um interruptor que assume apenas dois estados: ligado (1) ou desligado (0). Ele processa dados de maneira sequencial por meio de transistores, utilizando pulsos de voltagem elétrica para realizar cálculos lógicos simples.
O qubit é uma versão quântica que usa a sobreposição para representar 0, 1 ou uma combinação de ambos ao mesmo tempo. Partículas como o spin do elétron permitem o entrelaçamento, criando uma rede interconectada capaz de resolver problemas complexos em frações de segundo.
Os qubits não substituem os bits em PCs, pois exigem resfriamento extremo e lógica de superposição. Enquanto o bit é binário e previsível, o qubit processa múltiplas possibilidades simultaneamente, sendo uma “ferramenta de precisão” para cálculos científicos e não para executar softwares ou sistemas operacionais.
O futuro aponta para sistemas híbridos, onde a CPU processa o dia a dia e o chip quântico resolve gargalos complexos. Devido à instabilidade física e à taxa de erros dessas partículas, a transição para máquinas totalmente autônomas ainda levará décadas de maturação técnica.
freeclassificados Criptomoedas 14 de abril de 2026
After years of suffering in silence with her trauma, Vega eventually called out her accuser in one of the most public forums in existence: Facebook. Within just a few days, she was contacted by eight other women, most of them also American college students studying abroad, with eerily similar stories of their own encounters with Vela, who was known to many as “Manu.” This three-part docuseries traces how Vega found the courage to stand up to her attacker and how the far-reaching power of using one’s voice on social media can be used for more than just sharing memes and family photos. Ultimately, Vega’s efforts led authorities to determine that Manu had assaulted between 50 and 100 young women.
From The Mandalorian to Skeleton Crew, Disney+ has produced a dozen Star Wars TV shows since its streaming debut, and fans are always clamoring for more. This month, that means the premiere of Star Wars: Maul—Shadow Lord, a gritty, animated series for adults that is set after the events of the universe’s famous Clone Wars and told from the perspective of Maul, one of the space opera’s most notorious supervillains. But it unravels more like a crime-drama, as it follows Maul’s rogue attempts to use his Sith skills to rebuild his Shadow Collective, a massive crime syndicate comprised of Sith leaders, Mandalorian warriors, bounty hunters, and more, all united by the goal of usurping Darth Sidious and destroying his Sith Order. IYKYK.
The Handmaid’s Tale marked a watershed moment for Hulu when, in 2017, it became the first streaming series to nab the Emmy for Outstanding Drama Series—solidifying the streamer’s reputation as a bona fide player. As that groundbreaking series signed off in 2025 after six seasons, it’s hardly surprising that Hulu would want to keep Margaret Atwood’s dystopian world alive, so now we have The Testaments. Set 15 years after the events of the original series, much of the series takes place at an elite prep school for young women learning to be the dutiful wives of the next wave of Commanders. Aunt Lydia (Ann Dowd) returns to terrify a new generation of young women, including Agnes (One Battle After Another’s breakout star Chase Infiniti), a pious young woman who is beginning to question the rules she has grown up obeying, and Daisy (Lucy Halliday), a Canadian teen and recent Gilead convert—all of whom have secrets they’re keeping.
“There’s so much bad information that the good information gets drowned.” That’s the central thesis behind famed tech journalist Kara Swisher’s decision to dive headfirst into the science (and scams) of longevity—a multi-billion-dollar industry that shows no signs of slowing down—in this six-episode docuseries. Armed with her investigative skills and famously dry wit, Swisher talks to the brains behind brands promising wellness acolytes longer lives with everything from gene editing to AI-driven medical care to bleeding-edge anti-aging treatments. OpenAI CEO Sam Altman, outspoken “biohacker” Bryan Johnson, nepo baby venture capitalist Reed Jobs, and Nobel Prize-winning biochemist Jennifer Doudna are among those who help Swisher separate fact from fiction in the quest to live forever.
Margo Millet (Elle Fanning) is a clever, ambitious young woman with her whole life in front of her—until an affair with her English professor leaves her pregnant and suddenly thrust into adulthood. With mounting bills and limited options to gain real income, Margo ultimately turns to OnlyFans, where she quickly gains a large and lucrative following—and the judgment that comes along with that. Based on Rufi Thorpe’s bestselling 2024 novel, this dark dramedy cleverly uses its setup to challenge the many still-existing stigmas surrounding sex work and even single motherhood. While Fanning is the undoubted star, she is ably supported by an A-list team of costars, including Michelle Pfeiffer as her mom and former Hooters waitress Shyanne, and Nick Offerman as her dad Jinx, a former pro wrestler.
First he was Between Two Ferns, now he’s got his own DIY gardening series. Emmy-winning actor-comedian Zach Galifianakis brings his absurdist comedy to this hilarious docuseries, which is (mostly) as earnest as it is funny. Each episode introduces viewers to a new group of gardeners and the reasons why they choose to spend so much time digging in the dirt. While it’s largely aimed at laughs, there’s also a real exploration of the many reasons why people choose to garden, which often leads to very real and important questions about mental health, sustainability, the disconnection many people feel in the modern world, the many flaws in our current “perverse” (Galifianakis’ word) food production system, and what that might mean for future generations. Appropriately, the series debuts on Earth Day (April 22).
Much like Hulu wasn’t about to say goodbye entirely to The Handmaid’s Tale, just because Stranger Things said goodbye on New Year’s Eve doesn’t mean the gang from Hawkins, Indiana, is totally parting ways with Netflix. In this animated spinoff, the kids—Eleven, Mike, Will, Dustin, Lucas, and Max—are going back in time slightly, to 1985, where the friends are desperately trying to reacquaint themselves with “normal” life after their terrifying dealings with the Upside Down. But they soon realize that something is still amiss in Hawkins, and quickly find themselves embroiled in yet another paranormal adventure. Much like the nostalgia-fueled live action series, the animated show is meant to be reminiscent of the Saturday morning cartoons that were a staple of every ‘80s kid’s pop culture diet. Notably, the show is also being heavily promoted as a more family-friendly entry in the series—meaning monsters for all. All 10 episodes will drop on April 23.
Buffy the Vampire Slayer is officially dead—at least for now. In mid-March, Sarah Michelle Gellar announced via Instagram that Hulu had put a stake through the heart of the long-awaited Buffy reboot, which would see the ‘90s icon reprise her role as the vampire world’s biggest headache. But just because there presumably won’t be new episodes to enjoy doesn’t mean you can’t revisit the beloved original series.
Fonte das informações: Cointelegraph
freeclassificados Criptomoedas 14 de abril de 2026
Dezenas de plugins para WordPress foram comprometidos por backdoors que distribuem código malicioso para milhares de sites que utilizam essas extensões. A descoberta foi feita após os plugins serem vendidos para um novo proprietário corporativo, que descobriu os backdoors no código-fonte.
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Austin Ginder, fundador da Anchor Hosting, alertou sobre o ataque em um post de blog na semana passada, descrevendo um ataque à cadeia de suprimentos contra a fabricante de plugins Essential Plugin. Segundo Ginder, alguém comprou a Essential Plugin no ano passado e o backdoor foi adicionado ao código-fonte dos plugins logo em seguida.
O backdoor permaneceu inativo até o início deste mês, quando foi ativado e começou a distribuir código malicioso para qualquer site com os plugins instalados. A Essential Plugin afirma em seu site ter mais de 400 mil instalações de plugins e mais de 15 mil clientes. A página de instalação de plugins do WordPress indica que os plugins afetados estão em mais de 20 mil instalações ativas do WordPress.
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Os plugins permitem que proprietários de sites baseados no WordPress estendam a funcionalidade do site, mas, ao fazer isso, concedem aos plugins acesso às suas instalações, o que pode expor esses sites a extensões maliciosas e possível comprometimento.
Ginder alertou que usuários do WordPress não são notificados sobre mudanças de propriedade de plugins, expondo os usuários a potenciais ataques de takeover (tomada de controle) pelos novos proprietários.
De acordo com Ginder, esta é a segunda descoberta de sequestro de plugin WordPress em duas semanas. Pesquisadores de segurança há muito alertam sobre os riscos de atores maliciosos comprarem software e alterarem seu código para comprometer um grande número de computadores ao redor do mundo.
Os plugins foram removidos do diretório do WordPress e agora listam seu fechamento como “permanente“. Ginder alertou que proprietários do WordPress devem verificar se ainda têm um dos plugins maliciosos instalados e removê-lo. Ginder incluiu uma lista dos plugins afetados em seu post de blog.
Representantes da Essential Plugin não se manifestaram.
Rodrigo Mozelli
Rodrigo Mozelli é jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e, atualmente, é redator do Olhar Digital.
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Fonte das informações: Cointelegraph
freeclassificados Marketing Digital 14 de abril de 2026
O Motorola Signature (512 GB) está com o menor preço desde o seu lançamento no Brasil há pouco mais de 1 mês por R$ 8.999. A oferta encontrada no Mercado Livre registra o novo celular premium da Motorola por R$ 6.746 no Pix com o cupom de R$ 1.000 OFF disponível para resgate na vitrine; o que indica desconto de 25%.

O Motorola Signature é um celular ultra premium que chegou para concorrer com outros topos de linha. A tela LTPO AMOLED de 6,8 polegadas promete entregar taxa variável de até 165 Hz, assegurando excelente fluidez em todos as áreas. O brilho atinge pico de 6.200 nits que permite visualização clara sob luz intensa e de quebra um dos maiores do segmento. O painel também traz suporte a HDR10+ e Dolby Vision.
O novo flagship da Motorola apresenta quatro câmeras (três traseiras e frontal) de 50 MP. São elas: o sensor principal Sony Lytia 828, capaz de gravar em 8K, periscópia Sony Lytia 600, ultrawide e selfie Sony Lytia 500. Além do sistema ser versátil, os sensores da Sony garantem fotografias com altos níveis de definição.
O dispositivo carrega o processador Snapdragon 8 Gen 5 não-elite e 12 GB de memória RAM. Embora o chip não seja o de última geração da Qualcomm, entrega CPU de até 3.8 GHz. Portanto, a performance entregue possibilita experiência multitarefa e execução de tarefas exigentes com folga.
O melhor celular da Motorola traz bateria com capacidade de 5.200 mAh, além de suportar carregamento com fio de até 90 W e sem fio de 50 W, o que indica carga suficiente para uso em poucos minutos. No mais, oferece conectividade Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e sistema de áudio estéreo com Dolby Atmos.
O Motorola Signature (512 GB) está com um desconto inédito de 25% no Mercado Livre e promete novas atualizações de sistema operacional até o Android 23, o que indica garantia da fabricante de sete anos de updates.
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Motorola Signature (512 GB) tem menor preço desde lançamento no Mercado Livre
freeclassificados Notícias 12 de abril de 2026
Atualmente, a cidade de São Paulo tem cerca doze milhões de habitantes, mas em 1936, quando o Aeroporto de Congonhas foi inaugurado, a população da capital paulista tinha acabado de superar a marca do primeiro milhão.
Localizado na região sul da cidade, Congonhas completa 90 anos de idade, neste domingo (12). A arquitetura é assinada por Hernani do Val Penteado e Raymon Alberto Jehlen.
O aeroporto, atualmente, movimenta quase 25 milhões de passageiros anualmente, mais de 65 mil por dia. O terminal é responsável por 540 voos diários para 45 destinos.
Muitas pessoas acompanharam a evolução do aeroporto ao longo desses anos. O Ruy Flemming Filho tem um carinho ainda mais especial pelo local. Quando era criança, o agora Comandante Flemming, como é conhecido atualmente, morava próximo de Congonhas e acompanhava o ir e vir dos aviões acompanhado do pai.

Anos depois, Fleming virou piloto e trabalhou no aeroporto por mais de 30 anos, uma paixão que nasceu ainda na infância.
“Minha historia com Congonhas começa bem antes de eu me tornar aviador, meu pai me levava para ver as máquinas, sentir o cheiro do querosene. Eu tenho uma paixão pelo aeroporto.Todo passageiro é eventual, o piloto é constante, a minha casa era o Aeroporto de Congonhas”, diz Comandante Flemming, em entrevista a CNN Brasil.

Com fama de um aeroporto espacial por ficar no coração da principal cidade do pais, Congonhas tem um desafio especial para os pilotos, e tem vaga garantida em memórias afetivas dos aviadores que passam por lá.
“Congonhas e uma aeroporto diferente, ele esta no meio de um centro urbano, ou seja, tem muito obstaculo. A pista foi desenhada para os anos 30, não para os aviões com o peso de hoje, além da cidade de São Paulo estar acima do nível do mar, o que torna pra gente, uma operação diferenciada”, explica Rafael Santos, piloto de Boeing 777.
Por muito tempo, Congonhas foi o centro a aviação de São Paulo, fazendo com que vários pilotos utilizassem o local para colocar o papo em dia, conversar sobre o trabalho e a aviação.
“Eu vou cinco anos na ponte área, minha maior memória é o cafezinho de Congonhas. Todo mundo se encontrava, muito piloto se encontrando e trocando informação, ver um amigo, contar uma fofoca. Essa é a memória que eu tenho e que eu guardo no coração”, brinca o piloto.

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O complexo é administrado pela empresa espanhola Aena. O grupo afirma que esta investindo mais de R$ 2 bilhões na modernização de Congonhas, para construção de um novo terminal de passageiros ate 2028.
A LATAM opera no aeroporto desde 1975, sao 51 anos cosecutivos, tornando a companhia aérea mais longeva presente em Congonhas. Ao todo, a empresa já transportou mais de 195 milhões de passageiros durante o período.
O levantamento foi feito em primeira mão para a CNN Brasil.
Depois de 12 anos de espera e atrasos, o Governo de São Paulo inaugurou a Linha 17-Ouro do Metrô, que irá conectar o Aeroporto de Congonhas às linhas 9-Esmeralda e 5-Lilás.
Dois acidentes marcaram a história e o imaginário popular, em 1996, com a queda do Fokker 100, em uma via pública próxima ao Aeroporto e, o mais simbólico, o voo da TAM de 2007, quando 199 pessoas morreram. Um avião Airbus 320 não conseguiu parar na pista durante o pouso.
Mas para especialistas, o aeroporto chega aos 90 anos com bastante segurança.
“Congonhas e considerado um aeroporto de operações especiais, isso significa que existe um regulamento específico. A pista nao é tão curta quanto parece, o problema e que e um lugar alto, com a cidade em volta, com isso, logicamente os obstáculos se tornam mais críticos, mas existe um preparo para os pilotos’, analisa Coronel Rufino Ferreira, ex-investigador do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos).
Fonte das informações: CNNBRASIL
freeclassificados Notícias 8 de abril de 2026
O MEC (Ministério da Educação) lançou a 6ª edição da pesquisa Perfil Socioeconômico e Cultural dos Estudantes de Graduação das Universidades Federais, que atualiza informações sobre as condições de vida dos graduandos nas instituições federais.
A pesquisa coleta dados diretamente com estudantes de graduação das universidades federais para mapear renda, moradia, alimentação, trabalho, acesso a tecnologias, saúde e trajetórias educacionais.
Em parceria com o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) e a Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior), o levantamento oferece um retrato dos obstáculos que afetam o ingresso, a permanência e a conclusão dos cursos.
O estudo é referência para a formulação de políticas públicas voltadas ao ensino superior. Os resultados subsidiam a avaliação e o aperfeiçoamento de iniciativas como o Pnaes (Programa Nacional de Assistência Estudantil) e orientam ações voltadas à equidade, inclusão e redução das desigualdades nas universidades federais, segundo o ministério.
O secretário de Educação Superior do MEC, Marcus David, afirmou que a pesquisa permite conhecer em profundidade quem são os estudantes das federais e suas principais necessidades, e que os dados servirão de base para formular e aperfeiçoar políticas que garantam permanência e conclusão.
A parceria com a Andifes tem como objetivo ampliar o alcance da coleta em todas as regiões do país. A pesquisa entrevista diretamente graduandos para garantir representatividade regional e diversidade de perfis, permitindo identificar tendências e mudanças no perfil discente ao longo do tempo.
Fonte das informações: CNNBRASIL
freeclassificados Notícias 7 de abril de 2026
Enquanto quatro astronautas da missão Artemis II orbitam a Lua e batem recordes de distância humana da Terra, foram abertas as inscrições para a edição 2026 da OBA (Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica) e da Obafog (Olimpíada Brasileira de Foguetes).
As competições, voltadas a alunos do ensino fundamental e médio de escolas públicas e privadas, são gratuitas. As escolas devem cadastrar turmas até 1º de maio. A prova teórica da OBA juntamente com o prazo final para os lançamentos da Obafog ocorrem em 15 de maio.
O coordenador da OBA e da Obafog, professor doutor João Batista Garcia Canalle, resume as orientações práticas que professores e escolas precisam saber antes de confirmar a participação.
Segundo ele, a inscrição é única para ambas as competições, a prova é presencial nas escolas com dez questões —sete de astronomia e três de astronáutica— e as premiações da primeira fase já contemplam os alunos por níveis de ensino.
Canalle destaca também que há sete modelos de foguete, cada um com regulamento específico, e que o formato prático da Obafog permite que escolas envolvam alunos em construção, testes e lançamentos. “Queremos que os estudantes sintam que as aulas chegam ao espaço, e que elas podem começar na sala de aula.”
As três melhores equipes de cada escola (por nível) são convidadas para as Jornadas de Foguetes, em Barra do Piraí (RJ), onde participam de oficinas, palestras e lançamentos práticos. Canalle ressalta que essas atividades consolidam o aprendizado científico e fortalecem o trabalho em equipe.
Em 2025, a OBA reuniu mais de 1,5 milhão de participantes e a Obafog mais de 330 mil. Canalle afirma que a ampla premiação tem objetivo pedagógico: incentivar a participação e manter a motivação dos alunos.
Este ano é particularmente simbólico para a astronomia e a astronáutica: a missão Artemis II está em órbita lunar neste período, batendo recordes de distância e realizando testes que marcam o retorno humano à vizinhança da Lua.
Canalle antecipa que temas relacionados ao primeiro pouso lunar, às missões Artemis e às perspectivas de futuros pousos poderão aparecer nas provas e nas atividades práticas, aproximando teorias vistas em sala das realizações reais no espaço.
Fonte das informações: CNNBRASIL
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